Novos videos com Gerald Thomas, Zé Celso e Judith Malina. E: Zé Celso em New York a Caminho de New Orleans. Ou seja: New Zé!
Obs: Novos vídeos da palestra em New York no final do post, embaixo das fotos.
O evento de ontem no Theaterlab foi de tamanha importância que só posso dizer uma coisa: proporcionou o encontro que não acontecia desde 1971: Judith Malina (Living Theater) e Zé.
O que dizer de uma obra tão estupenda? Tão… suprema? São quase 4 horas de DVD (e olha que eu odeio ver peça de teatro em vídeo ou DVD), mas aquilo é um filme, com dinâmica e lumiere e espírito de quem vive dentro da física e a metafísica, a dor da vida e a beleza da morte, e a tragédia da besteira de como a humanidade se arrasta através da hipocrisia (clássica, no sentido do erro crasso, clássico). Uma obra! Uma OBRA!
Zé Celso é, de longe, um dos maiores encenadores de todos os tempos “dos mundos”. Claro, vestido de louco, de bobo (fool) ou de puck, como nas Bacantes, ou como um sincero SER Feliniano contador de estórias. Ontem no debate ele berrava, cantava. Eu berrava, mas não cantava. Falávamos de Rivotril e ríamos!
Algumas perguntas pertinentes: “Por que suas produções não viajam?” Eu tomei a liberdade de responder. “São máfias que fazem grupos ou cias teatrais viajarem ou não. Às vezes não são máfias. Às vezes o convite é geníuno. Mas NUNCA se trata do diretor querer ou não. Estamos todos nas mão dos “diretores ou programadores de festivais” ou das grandes casas de teatro no mundo.
É de se questionar mesmo porque o Zé não viajou o mundo nesses 50 anos de Oficina. Mas, querem saber? Ainda terá os próximos 50 para fazer o que não fez até hoje.
Eu não pude deixar de ressaltar a importância de Marcelo Drummond no Oficina nesses últimos 20 anos. Além de ser um ator engraçadíssimo, ótimo, maravilhoso, ele fez a “oficinamachine” (como Hamletmachine de Heiner Mueller) andar. Ovacionei-o de pé!
Hoje eu levo o Zé e Marcelo ao quartel general do Living Theater. E assim, os pingos são colocados nos devidos “is”. Ah, sim! Flora Sussekind estava na platéia. Uma teórica maravilhosa.
Estou sem palavras deliberadamente porque elas (redondas como as bolas) redundam uma festa orgiástica daquele tamanho, daquela proporção farsesca, comparada com o tamanho da barriga do Pereio ou os pênis e vaginas de tanta gente do coro. É melhor mesmo ficar com as imagens do fogo que queima no planalto central ou no centro do palco do Teatro Oficina em São Paulo e que frita nossos cérebros, assim como frita a carne humana passageira de atores passageiros, da vida passageira, de seres neoclássicos passageiros, dos clássicos em geral e da História que existe em todos nós.









(O Vampiro de Curitiba na edição)
Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: BACANTES, beleza da morte, casas de teatro, encenadores, festivais, física, Flora Sussekind, Gerald Thomas, grupos teatrais, Heiner Mueller, Living Theater, máfias, Marcelo Drummond, metafísica da dor, Mundo, New Orleans, New York, oficinamachine, produções que não viajam, programadores, Rivotril, teatro em vídeo, TheaterLab, tragédia da besteira, Zé Celso



Cláudio, não tome esses remédios sem orientação médica.
Pacheco,
Sou contrário a idéia de comparação do gênero humano com o gênero animal.
Não falo dos aspectos físicos, mas sim do intelectual.
O gênero animal é limitado as condições que o mundo lhe oferece, o gênero humano não.
Quanto a possibilidade do mundo ser um atômo de algo infinitamente maior, tenho a dizer que:
Aprendemos à medir somente a matéria, sendo certo que, existe outras dimensões que não são estudadas pelos o homem, até mesmo pela condição física de nossos corpos.
Veja bem, imagine um ser tão poderoso que tudo que nascesse em seu pensamento fosse realizado.
Claro, você como eu sabe que este ser existe.
Este ser somos nós. Todos os objetivos que nascem no pensamento do ser humano é alcançado, pois, nascemos sem asas mas temos o poder de voar, mergulhamos nas profundezas do mar, olhamos para o céu e mandamos nossos olhos onde nossos corpor não podem ir (por enquanto).
Fazemos isto usando instrumentos materiais, mas e quanto aos relatos de milagres ? Será isto uma criação abstrata da mente humana ? Acho que não.
A base da doutrina cristã e da judaica é a fé, e o que é a fé senão acreditar na capacidade da mudança de algo no mundo material, apenas com a força do pensamento, afinal tudo nasce primeiro em nossa mente, só então exteriorizamos o que queremos, seja criando novos equipamentos a partir da matéria, ou então, realizando milagres inimagináveis para uma mente que não tem fé naquilo que chamamos de Jeová, ou Javé, ou Iavé.
Para resumir, se houve uma medida de medisse além da matéria, talvez descobririamos que somos maior do que pensamos ser.
– 08/04/2009 – 13:45
Enviado por: Pacheco
E se o mundo não passar de um atomo de algo infinitamente maior? –
Pacheco, e esse átomo estiver na mesa sobre a qual sua mão se apóia?
Penso sempre nisso. No que você falou, e na segunda hipótese. Uma espécie de reversão, a coisa surreal mesmo…
Targino.
Me parece que estamos regredindo.
Tanto que já aceitamos passivamente que nos matem.
Que nos roubem.
Que estrupem nossas crias.
Que nos dirijam.
Claro que não falo de individualidades.
Mas no geral.
Estamos virando animais.
Olhe fixamente os olhos de um cachorro.
Sinta com que ele tenta de ‘dizer algo’
Quem é que me garante que ele não se julga dono do mundo e nós parte do mundo dele.
Ora direis os nosso sconceitos de racionalidade.
OK
E quem garante que os nossos conceitos são a verdade?
Cachorros com vontade de mijar
Mijam.
Não se escondem.
Querem copular.
Copulam.
Vais dizer:
Ora, eles são irracionais não é?
Irracional sou eu que tenho vontade de mijar e primeiro vou me esconder.
Porque?
É feio mijar?
Então porque Deus me fez com esta necessidade?
Ele errou?
Pacheco,
Muito boa estória “Nos quintos do universo”
Acho, todavia acho que até os ateus tem razão quando dizem que o homem criou Deus à sua imagem.
Pois esse Deus da bíblia, da torah, do budismo, da umbanda ou seja qual for a religião é um deus feito de acordo com a concepção humana, com valores totalmente humanos, por isso acredito também que Deus (ou aquilo que deu início as coisas existentes) é inconcebível à mente humana.
Afinal, veja só, acreditamos que matando alguém limparemos nossa honra, acreditamos que um peçado de metal ou papel nos deixa rico, acreditamos que temos poder sobre as coisas da terra, e a maior de todas as abstrações, embora tenhamos uma vida passageira, acreditamos que somos proprietários de algo nesta Terra.
Sandra.
Usando teu relato.
Na cruz.
Espancado.
Crucificado.
Já sem sangue.
Cristo falou?
Tão alto estava.
Quem foi mesmo que escutou?
A história é linda.
Quem escreveu?
Quem conta um conto acrecenta um ponto.
.Sandra.
Então o Marcola está certíssimo.
Ele já deve saber que basta na hora final dizer:
-Pai perdoa-me.
E no outro dia estará no Reino Prometido.
Acho que quem não vai sou eu que fico encucando e querendo entender o que ninguém sabe me explicar.
Já li uma pancada de livros. A Bíblia de frente pra traz e de traz para a frente.
E o que eu mais notei que os antigos ficaram lelé da cuca tentando achar a resposta
Uns negando.
Outros afirmando
Uns questionando.
Ninguém sabendo.
Minha filha, na Catequese, estava aprendendo sobre Abel e Caim. Uma coisa que me incomodou, quando li essa história, foi: Deus preferiu um dos irmãos? E esse assunto é um pouco tabu. Não gostamos muito de dizer que isso incomoda. Mas, dessa vez, falamos sobre isso abertamente, e dissemos, eu e meu marido, que tínhamos essa dúvida.
Mas, no mesmo instante, minha filha começou a dizer: Deus não gosta de mim, porque eu discuti com minha amiga e fiquei triste. Deus não gosta de mim, porque não tive tempo de acabar a lição hoje, enquanto todo mundo acabou.
Nesse momento, tive um estalo e disse a ela: Filha, você tem uma família que te ama, tem mesa farta,… problemas todo mundo tem. VOCÊ ESTÁ DANDO UMA DE CAIM!!!!!!! E ela respondeu: É mesmo!!!! E olhe que eu mesma disse outro dia: Deus já nos deu vida, quer que a resolva para a gente?
Quer dizer: Os templos caem porque as pessoas rezam em lugares sem segurança. Crianças são assassinadas porque temos que melhorar nosso sistema de segurança. Enchentes, terremotos e vulcões são acidentes naturais. Acontecem, infelizmente. Nossa solidariedade e nossos conhecimentos de engenharia podem minimizar esses problemas. Não dá para evitar a morte (seria bom se pudéssemos?), mas podemos tentar tornar essa transição o mais digna possível.
Um caminho de crescimento também pode ser assumir nossa porção divina, e dirigir nossas vidas.
Que pena! Vou sair antes do esporro do Gerald, mandando a gente voltar para o post.
È isto mesmo que disse a Sandra.
Cada um deve procurar o seu caminho.
Mas o caminho de todos já sabemos qual é.
Sete palmos abaixo do que pisamos.
E dai ninquém sabe o que vem.
Se é que vem.
Vivemos sendo ensinados que tem mais depois.
Mais do que ?
Para que?
Por quem ?
Não voltaremos ao pó coisa nenhuma.
Seremos devorados.
Transformados.
Seremos………………..VERMES.
Afinal viemos de um esperma corredor que ganhou a corrida.
E que tiver um esqueleto bonito pode até ficar por aqui mais algum tempo.
Ser ou não ser!!!!!!! Eis a questão do Hamlet
diferente do:
Não sou o que fui!!!!!!! do Omelete.
Agora vamos combinar o seguinte.
Somos brasileiros.
Paulistas.
Muitos oriundis.
Rezemos ou guardemos respeito aos vitimados pelo desastre na Itália.
Vi jhoje crianças rindo pelo trabalho eficiente de médicos palhaços.
Crianças entre as vitimas sem lares lá na Itália.
Fiquei comovido ao saber que a pop star Madonna já mandou um cheque fabuloso para ajudar as vitimas.
Com respeito oremos pelos mortos.
E que o Sr Ratzinger tambem copie Madonna e ponha a mão e tire algum do bolso.
Amem
E com licença dos amigos ( as ) volto a conversar com o meu atual amigo.
O Fred.
O Fred Niet
E bendito seja o alemão que inventou a cerveja.
Fui
Mas voltarei.
eu disse voltarei.
Não disse
Voltaire
Hahahahahahahahahah
Pacheco, o lobo e o cordeiro da fábula de Esopo existiram realmente?
(Gente, esse blog vicia)
Eu acredito no mito de Cristo: o homem que salva o homem.
Como acredito no mito humamo: o homem que se destrói no homem.
Acredito que sexo é algo a mais que se quer fazer com algumas pessoas, ou muitas, dependendo da combinação.
E acho que o teatro do Zé Celso celebra muito bem, tudo isso junto.
Aliás, o Zé, seus atores, os textos que ele encena, e como a arte se dá em torno dele é isso: pura celebração!
Ele, para mim, é alguém que vendo o feio, preferiu ver o bonito no feio. O que de mais bonito possa existir no feio, o que de mais prazer que possa existir na dor, o que de mais revelador possa existir num segredo.
Zé é um transmutador com o tempero de várias culturas. Incluindo a dele mesmo, uma coisa a parte.
Não dá para conhecer o Zé, o Oficina, e sair de lá achando o mundo a mesma coisa…
Como não dá para sair do teatro do Gerald sem pensar que coisa pode piorar.
Gerald é um über realista. Zé é um otimista. Eu acho que a qualidade faz o sujeito, então, sei lá… de alguma forma um dialoga e complementa o outro.
Lindo ver esse encontro. E o brilho nos olhos da Judith Malina?!
Lindo!
“BACANTES, beleza da morte, casas de teatro, encenadores, festivais, física, Flora Sussekind, Gerald Thomas, grupos teatrais, Heiner Mueller, Living Theater, máfias, Marcelo Drummond, metafísica da dor, Mundo, New Orleans, New York, oficinamachine, produções que não viajam, programadores, Rivotril, teatro em vídeo, TheaterLab, tragédia da besteira, Zé Celso”
Puxa…
Essas tags são uma viagem…
Pessoa, post novo lá em cima!
Sandra.
Na mente do Esopo existiram os exemplos.
Do
Bem
e
Do
Mal.
E deixou escrito e……….nada aprendemos.
Pois que hoje temos no top.
Um lobo na pele de cordeiro.
e
Pior
Um lobo querendo nos deixar uma loba.
Vestida de cordeiro também
E não creio que o Gerald vá dar esporro.
Pois que com sua arte
Ele
o
Gerald
Busca a verdade tambem.
E o pior é que ele ( o Gerald ) é observado pelo Sam.
Não o Uncle .
Mas aquele que mandou o mundo esperar Godot.
e
o
Gerald na busca constante até já fez M.E.R.D.AEntre outras tentativas
hahahahahahahah
Se ninquem rir perdeu uma boa chance de desoplilar
os
RIns e Figados.
e ficará esperando um novo post igual o cão de kepler para mijar,isto é comentar.
Hahahahahhah
Esta foi de lascar:
-Baby! Telefona pro Grazo da farmácia e pergunta se ele tem um tal de Rivotril e quanto custa.O que ?
Não ! Não é para mim.Vou dar pro Pato Donald dormir melhor.
hahahahahahahah
Genro.
Ainda está nos lendo?
Eu bem disse que largar de fumar ia mexer muito comigo.
Avisa a Ana que está tudo certo.
Um beijão para o trio ternura.
Obrigado.
Dois dias sem fumar.
Será que chego ao terceiro?
Com certeza chegarás ao terceiro
Uma balinha de menta ajuda bastante. Nada de café.
Estamos torcendo.
saudações