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24/03/2009 - 10:40

A Cartelização do Mundo

 

New York – Caramba! Com os “cartéis” dominando o mundo, acho que nós, os putos, veados e vagabundos deveríamos tentar rebatizar a globalização para “cartelização” do mundo. Leio que Andrew Cuomo, filho do maravilhoso ex-governador do Estado aqui de NY, Mario Cuomo, e agora o nosso Attorney General, diz que convenceu nove entre dez dos principais recipientes dos bônus do AIG a devolverem  a grana. Algo em torno de 50 milhões de dólares. Nada mal. Nove em Dez. “Nine out of ten movie stars make me cry, I’m alive” (Caetano Veloso… descendo a Portobello Road, no exílio em Londres, Notting Hill Gate…)

Enquanto isso, o cartel mexicano de drogas se estende até à cidade de Sarah Palin, Anchorage! Caramba! Mas também (pensem!) com baleias e neve ao redor não resta muito o que fazer: o sujeito deve andar que nem um zumbi atrás de qualquer tipo de droga, não é? Diferente do Rio de Janeiro, SITIADA pela POLÍCIA E PELOS BANDIDOS!!!! Por quê? Maconha, cocaína e armas! “Seja marginal, seja herói!“, aquela coisa do Helio Oiticica já era! BASTA! Aquilo era naquela época. Soava bonitinho. Era logo depois de Sartre qie havia endossado Jean Genet com Saint Genet e artistas do mundo inteiro (como Warhol, por exemplo, declaravam seu amor pelo underground [ alguns com velvet, outros nao]. O Helio ainda in love com o Cara de Cavalo. Mas agora? Olha a merda que deu! BASTA! Sério. Eles hoje olhariam tudo isso com REPUGNÂNCIA!

Sim,  a cartelização do mundo! E ainda tem gente que defende a tese de que o teatro deve ser feito de “tarjas”. Mas isso é para quem ainda acha que o teatro é o “novo lugar” para ser descoberto. Nós, os veados, putos e vagabundos, que temos uma vivência um pouco mais abrangente,  tentamos nos (des)preocupar com a merda que acontece no mundo, como: a China que toma conta de tudo, as pequenas guerras localizadas e que estão extraindo o pouco de ‘humano’ que ainda resta em nós, as doenças RADICAIS  e que não precisariam existir se todo o dinheiro do mundo fosse gasto nas coisas certas (e não em bônus para CEO corrupto, que agora devolve…vamos ver…), as pequenas guerras frias entre paises como o Irã, a merdalha entre Israel e vizinhos, a merdalha entre os próprios árabes que não se entendem, a merdalha do Afeganistão que voltou a ser um campo de papoula (imagine a polícia do Rio subindo a Ladeira dos Taba-Maha- jahras! Brigando com o Taleban).

Ah, a cartelização do mundo…

Era sobre Descartes que eu escrevia? Não, né? É sobre os escrotos mesmo. Eles não querem deixar nós, os putos e vagabundos, em paz. 

 

PS.- Ontem foi aniversário do Blog: 10 meses de IG. E obrigado pelos quase 600 comentários do Post anterior! 
Ah, não falei em flores e na grande depressão, ou melhor, na CRISE econômica: mas andando na Sexta e no Sábado pelo Village ou Soho e assistindo um ensaio do Philip Glass na City Winery (tudo lotado, sempre, tudo completamente acumulado de gente, e a Dow Jones – the Devil in Miss Jones – estourando novos índices para CIMA) começo a ter minhas dúvidas o quanto é retórica e o quanto não é “remanejamento” dos… cartéis!

  

 

Gerald Thomas

 

 

(Vamp na  edição)

 

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

376 comentários para “A Cartelização do Mundo”

  1. ezir disse:

    CAROL, caso não deu pra ler o meu comment lá no POST “CARTELIZAÇÃO”, publico de novo:
    _____________________________________

    CAROL,
    DONZELA desta TARDE DE OUTUNO que se desvela ao som dos automóveis …OS AUTOMÓVEIS de cilindros…cilindradas DE ANDAR ATÉ POR CHÃO DE TERRA BATIDA…entrar NO MATO…:

    sou MULHER DE FAZER AMOR COM UM HOMEM só …e TÃO SOMENTE! Aqueles HOMENS que você alude por mim citados…são HOMENS-ESCRITORES …Não SÃO HOMENS , IN-FE-LIZ-MEN-TE de fazer AMOR “CARNAL” … São HOMENS de FAZER AMOR “CORPORAL”, entende? amor CARNAL e amor CORPORAL são DUAS PRÁTICAS bem DISTINTAS…INCONFUNDÍVEIS…
    Daí , ACEITO tudo DE SUAS PALAVRAS …menos a ÚLTIMA PARTE …O RABO DA TUA FRASE… com a idéia de “sORDIDEZ”.Como deixo bem CLARO , …( repetindo minhas palavras ) AMO FAZER AMOR DE “FAZER A-M-O-R DE L-E-I-T-U-R-AAAAAAA …de T-R-A-D-U-Ç-Ã-O” :

    “…então , VOU TRADUZIR O M-A-LL-A-R-MÈ para LLLLLERRRRRR COM D-E-LE-I-T-E , ÊXTASE …PAIXÃO … EROS E PSIQUÊ FAZENDO AMOR EM MINHA CABEÇA E CORPO INTEIRO , compreende ??? Tudo UM TODO SÓ , INTERLIGADOS!!! …”
    …neste AMOR DE LEITURA…jamais CABE um APPROACH DE SORDIDEZ …aí , já NÃO É MAIS O AMOR DO QUAL canto …e falo…me re-explicando …tentando ENTENDER suas palavras e sentidos, entende, MY CAROL ! OHHHH! CAROLLL!!!

    Super tarde, ezir

  2. Rodrigo Contrera disse:

    ah, nós, os artistas.
    sempre nós em uníssono diferentes dos outros.
    não, Gerald, nós somos iguais, somente os valores sopesados o são em outras condições. mas lá no PUDÊ a escala é maior, apenas. lá rouba-se, mente-se, influencia-se muito mais. mas no fundo não há classes: refiro-me à dos políticos, dos artistas, etc. todos somos iguais.
    agora comento.
    fui à apresentação (leitura dramática, minha primeira), e o que vi? pessoas muito bem intencionadas, especialmente o caetano, mas interessadas em quê? em trazer o que há de novo ou de menos nocivo lá de fora. e em sair da iluminação para estrear na direção. mas lembro-me bem das perguntas endereçadas após a aprê: básicas, basiquinhas, tristes de doer. mas o caetano fez bela figura. todas essas ocorrências repetem-se ad nauseam. todos nós queremos subir, escalar, diferenciar-nos na sociedade. sermos alguém.
    vc sempre diz: falhar, falhar melhor, referindo-se ao beckett. pois é, mas ninguém liga. todos querem vencer. todos, lá, no alto-baixo da política, aqui nas alturas rasteiras dos que mexem com a arte. todos repetem os mesmos estratagemas de sempre. querem voar. como ícaro. ora, vamos.
    eu de minha parte não quero voar, não. no máximo planear de forma a melhor divisar o que está à minha volta. como um condor, ou como uma coruja, abrindo os olhos, à noite.
    ahahahahah
    beijos
    ah, sim, sou como todos, viu, interesseiro e tudo o mais, apenas eu não me escondo.
    contrera

  3. Rodrigo Contrera disse:

    bom, eu não tenho dúvidas, muito menos certezas. prefiro me sustentar na indiscrição da insignificância.
    valeu
    contrera

  4. Reinaldo Pedroso disse:

    26/03/2009 – 00:18
    Enviado por: susan judia
    “PS.: Pacheco, Reinaldo e Targino: amo vocês, e muito – logo, nada de “ciumeiras”, tá (rs)? O Ekran, minha gente? “Cadê”?”

    Susan, precisamos discutir a relação.
    Reinaldo

  5. Samuel Bueno disse:

    Meus ancestrais tinham sólidas credenciais da esquerda e, acreditem, sou insuspeito para comentar o que segue.

    A cartelização de que fala Gerald Thomas atingiu hoje o que sobreviveu da esquerda. E o pior é que, à força de os que se filiam a essa vertente política se convencerem de que todos aqueles considerados fracos e oprimidos detém o monopólio do que deve ser definido historicamente como “bom” ou “verdade”, acabaram por defender todo tipo de perna-de-pau, parasita, criminoso ou paranóico que pontifica à sinistra.

    No Brasil, como não poderia deixar de ser, à parte um ou outro expoente do ativismo esquerdista, o que estamos criando é um imenso cartel do tipo das “Organizações Tabajara”, aquela das gozações do Casseta e Planeta.

  6. Lúcio Jr disse:

    Oi, GT e pessoal.

    Vamp: o arcebispo de Porto Alegre afirmou que morreram mais católicos do que judeus no holocausto e que a coisa só não é divulgada porque os judeus dominam a propaganda. Ele é ultra-reacionário e tb atacou o MST.

    É, vai entender os artistas! A Igreja Católica, pelo visto, vai partir para o tudo ou nada.

    Contrera: tudo bem que vc é interesseiro como todo mundo, mas vc poderia pelo menos não fazer uma leitura tão mal feita e porca da leitura dramática, tendo em vista que vc está aí em Sampa, meu caro. Vc sempre leva para esses problemas de narcisismo que, sinceramente, falta vc perceber que é para resolver no divã e não em blog. Seu ego precisa ser destruído por um psicanalista, urgente, senão seu ser artístico não poderá florescer nem desabrochar.

    Parece que o Papa é um holocaust denial e fica falando pela boca de outros! Essa política é orquestrada.

  7. lana disse:

    magnifico seu post!
    gostei da parte da crise ahuhausha
    hilario!

  8. Aladdares disse:

    O mundo tá parecendo aquele bolo de fim de festa.
    Ainda tem umas fatias mas eu sei que não vou conseguir nenhuma. Quem tinha que pegar, já pegou, quem não tinha tá pegando e quem sobrou só tá tomando.
    E quando todos já estiverem de barriga cheia o negócio é quem tá de barriga vazia exibir aquele sorriso amarelo e fazer de conta que a festa ainda não acabou.

  9. Neto disse:

    27/03/2009 – 06h00
    Cidades dos EUA enfrentam um aumento das favelas

    Jesse McKinley
    Em Fresno, Califórnia
    Como gerente de operações de um centro de apoio aos sem-teto daqui, Paul Stack está acostumado a ver pessoas em situação difícil. O que nunca tinha visto antes era pessoas vivendo em tendas e barracos no terreno da estrada de ferro.

    “Elas surgiram há cerca de 18 meses”, disse Stack. “Um dia estava vazio. No outro, havia pessoas morando lá.”

    Como uma dezena de outras cidades por todo o país, Fresno está lidando com um déjà vu desagradável: o surgimento de “Hoovervilles” modernas, acampamentos ilegais de pessoas sem-teto que lembram, em pequena escala, as favelas da era da Depressão. Em sua coletiva de imprensa na noite de terça-feira (dia 24), foi perguntado diretamente ao presidente Barack Obama a respeito das favelas e ele respondeu que é “inaceitável crianças e famílias ficarem sem teto em um país tão rico quanto o nosso”.

    Barracos de sem-teto formam acampamento em Sacramento, Califórnia

    Apesar dos acampamentos e moradores de rua sempre terem feito parte da paisagem de grandes cidades como Los Angeles e Nova York, estas novas cidades de tendas brotaram -ou cresceram a partir de pequenos enclaves de sem-teto à medida que mais pessoas perdiam empregos e seus lares- em lugares tão díspares como Nashville, Tennessee; Olympia, Washington; e Saint Petersburg, Flórida.

    Em Seattle, os sem-teto descontentes com o acampamento de 100 pessoas o apelidaram de Nickelsville, uma referência pouca lisonjeira ao prefeito, Greg Nickels. Uma cidade de tendas em Sacramento, Califórnia, levou o governador Arnold Schwarzenegger a anunciar na quarta-feira um plano para transferir todo o acampamento de 125 pessoas para um parque de diversões próximo. Isso ocorreu após uma recente visita do programa “The Oprah Winfrey Show” ter provocado uma enxurrada de notícias, a ponto dos sem-teto se queixarem de exposição excessiva e pedirem para serem deixados em paz.

    O problema em Fresno é diferente, já que é tanto crônico quanto longe da atenção nacional. O número de moradores de rua daqui costuma ser alimentado pelos altos e baixos dos empregos sazonais e de subsistência na agricultura, mas agora a recessão ampliou seu número -com o acréscimo de caminhoneiros e eletricistas.

    “Estas são pessoas capazes que trabalhavam por um salário mínimo ou mais e que antes eram capazes de arcar com as despesas de moradia com sua renda”, disse Michael Stoops, o diretor executivo da Coalizão Nacional dos Sem-Teto, um grupo de defesa com sede em Washington.

    O número crescente de pessoas sem-teto em Fresno, uma cidade de 500 mil habitantes, é uma surpresa. As autoridades municipais dizem que há três grandes acampamentos perto do centro e acampamentos menores ao longo de duas estradas. Ao todo, até 2 mil pessoas estão sem-teto aqui, segundo Gregory Barfield, um administrador de política e prevenção de moradores de rua da cidade, que disse que o uso de drogas, prostituição e violência são comuns nos acampamentos. “Tudo isso faz parte da economia underground”, disse Barfield. “É o que acontece quando uma pessoa tenta sobreviver.”MORADIA NOS EUA EM TEMPO DE CRISE
    Famílias de classe média perdem casa e vão morar em motel

    Ele disse que a cidade planeja realizar uma “triagem” nos acampamentos nas próximas semanas, para determinar quantas pessoas precisam de serviços e de uma moradia permanente. “Nós estamos tratando disso como se fosse uma área de desastre”, disse Barfield.

    O administrador municipal assumiu o cargo recém-criado em janeiro, após o condado e a cidade terem adotado um plano de 10 anos para tratar do problema. Uma ação coletiva impetrada em prol dos moradores de rua contra a cidade e o Departamento de Transporte da Califórnia levou a um acordo de US$ 2,35 milhões em 2008, disponibilizando dinheiro para cerca de 350 moradores que tiveram seus pertences descartados em ações de remoção realizadas pela prefeitura.

    O crescimento dos acampamentos levou a cidade a colocar toaletes portáteis e guardas de segurança próximos de um acampamento conhecido como New Jack City, que leva o nome de um filme sombrio e cheio de drogas de 1991. Mas isso apenas atraiu mais moradores sem-teto.

    “Foi uma espécie de convite para virem”, disse Stack, o gerente do centro de apoio.

    Em uma tarde recente, ninguém parecia empolgado por morar em New Jack City, uma coleção imunda de tendas surradas pelo vento e chuva em um terreno cheio de lixo. Vários moradores com aparência cansada estavam sentados em sofás velhos enquanto dois pitbulls acorrentados a uma cerca latiam.

    Ao norte de New Jack City fica um acampamento menos sombrio. Ele às vezes é chamado de Taco Flats ou Little Tijuana, devido ao grande número de moradores latinos, muitos deles atraídos para Fresno pela promessa de empregos na agricultura, que desapareceram diante da fraca economia e os três anos de seca.

    Guillermo Flores, 32 anos, disse que procurou trabalho nos campos e em restaurantes de fast food, mas não encontrou nada. Nos últimos oito meses, ele tem coletado latas, as vendendo para reciclagem por US$ 5 a US$ 10 por dia, e morando em um barraco com três cômodos construído a mão, um lar do qual se orgulha, com porta, lençóis limpos na cama e uma travessa cheia de maçãs frescas na sua cozinha a gás.

    “Eu a construí porque precisava”, disse Flores, enquanto preparava um jantar com ovos, cebola e pimenta sobre uma fogueira. “O único problema que tenho são as aranhas.”

    Dezenas de sem-teto daqui encontraram um abrigo mais organizado no Village of Hope, um conjunto de barracões de 2,5 m x 3 m construídos pelo grupo sem fins lucrativos Poverello House, sob supervisão de Stack. Situado em um ex-ferro-velho atrás de uma cerca, cada unidade contém duas camas portáteis de lona, sacos de dormir e uma luz à energia solar.

    Doug Brown, um engenheiro elétrico free-lance, disse que descobriu a Village of Hope enquanto estava desempregado, há dois anos, e que voltou após perder seu emprego em outubro.

    Stoops, da coalizão dos sem-teto, previu que a população destas novas favelas poderá crescer à medida que aqueles sem terem onde morar queimarem lentamente suas opções e se juntarem às fileiras dos cronicamente sem-teto, muitos dos quais são indigentes devido ao analfabetismo, alcoolismo, doenças mentais e vício em drogas.

    Esta mistura já é evidente em uma caminhada por Taco Flats, onde Sean Langer, 42 anos, que perdeu seu emprego como caminhoneiro em dezembro, mora em seu carro diante de uma barraco que é lar de Barbara Smith, 41 anos, uma viciada em crack.

    “Esta é uma casa de um quarto”, disse Smith, levando orgulhosamente o visitante para conhecer sua casa feita de ripas de madeira descartadas. “Nós temos teto e não tem goteiras.”

    Durante o dia, a favela parece pacata. Bandeiras americanas tremulam em alguns barracos e tendas e os vizinhos se cumprimentam. Alguns alimentam animais de estimação, enquanto outros fazem fogueiras e conversam.

    Daniel Kent, um homem barbeado de 27 anos do Oregon, está morando em Taco Flats há três meses, após ficar sem dinheiro durante uma viagem de carona para a Flórida. Ele conseguiu ganhar US$ 35 por dia segurando uma placa informando o fechamento da Mervyn’s até que a loja de departamentos de fato fechou.

    Kent planejava ir a uma feira de empregos, mas disse que não se importa de ser um morador sem-teto. “Nós temos veteranos aqui; temos pessoas com coração, orgulhosas de quem são”, disse Kent. “Independente das situações que enfrentaram na vida, isso não muda os corações. Há pessoas muito boas aqui.”

    Mas o risco após o anoitecer é real. Smith, que perdeu um olho após levar um tiro no rosto anos atrás, disse que ela já viu duas pessoas serem mortas em New Jack City, o que fez se mudar para Taco Flats e tentar abandonar as drogas. Seu companheiro, Willie Mac, 53 anos, que se autodescreve como um pastor jovem, disse estar “esperando ela se acertar com o Senhor”.

    Smith disse que seu sonho é simples: “Sair daqui, sair das ruas, ter nossa própria casa”.

    Tradução: George El Khouri Andolfato

  10. newton salles disse:

    Enquanto aqui no Brasil os professores das escolas Paulistas que atendem comunidades carentes foram crucificados pelo mau desempenho de seus alunos cortando parte do bônus desses professores que cumpriram seu dever, só que a absorção de aprendizagem necessita de um mínimo de saúde para estas crianças que sofrem todos os tipos de necessidades, por exemplo: são mordidas por ratos durante a noite, transitam sobre esgotos para saírem de suas comunidades, se chove não conseguem dormir a noite, não tomam café da manhã, pisam em fezes nas calçadas de suas escolas, etc,etc,etc…. , Mas fazer vista grossa e transferir o problema e discriminando determinadas categorias de servidores surti mais votos para os governantes né.

  11. Aroldo disse:

    O ministro de Interior alemão, Wolfgang Schäuble, num congresso regional de seu partido, chamou os ex-diretores do Dresdner Bank de “coveiros da economia social de mercado”, por terem deixado o banco com grandes indenizações, apesar dos maus resultados de sua gestão. Veja todos são louros e de olhos azuis. Tá vendo como o Lula tem razão, meu caro Gerald?

  12. Rodrigo Contrera disse:

    Lúcio
    vc acerta, querido.
    sim, ando bloqueado.
    ocorre que do que vi apreendi tanto, mas tanto, que não me dou ao luxo de deixar o meu queixo cair. não posso. preciso ter existência própria, pois eu a tenho, entende. por isso, como criador, não posso limitar-me a assistir e a entender NO INTERIOR DA LÓGICA QUE ME ESTÁ SENDO EXPOSTA. preciso ver de dentro e de fora. e creio que aquilo que eu poderia aqui expor, enquanto leitura, não iria interessar a nenhum de vocês.
    por exemplo: eis que me pego concordando com Lênin. ou: eis que reparo que esse jogo de esconde-esconde da peça é o que me afasta dela. etc. ad nauseam.
    sou criador, querido. não posso permanecer o tempo todo na platéia. preciso criar para ficar no palco. e neste palco meu olhar é crítico demais. fazer o quê, isso foi a usp que ajudou a me inculcar.
    abraço
    contrera

  13. Zé simplesmente disse:

    Na amazônia caiu uma turbina do avião da Arrows que não tinha autorização para estar carregado. O avião ao invés de retornar ao aeroporto de Manaus seguiu viagem com uma turbina para a Colombia e o escritório da empresa em Manaus não disse que tipo de carga levava o avião. A nossa imprensa medíocre nem se lembra mais do episódio que foi na semama passada. O mistério continua; a imprensa brasileira está em estado de letargia quando se refere aos interesses nacionais. Imprensa medíocre essa nossa, antipatriótica, antinacionalista, antibrasileira, uns vagabundos

  14. bianca disse:

    vcs nem sabi da uma resposta

    caranba são ma sburro do q eu

  15. José Airton disse:

    Olá Gerald, acompanho sempre seu blog, um dos melhores que ja vi, hoje tomei a coragem e iniciativa, de lhe pedir para que inclua o meu humilde blog na lista dos seus favoritos, se por algum motivo não puder, entendo e agradeço assim mesmo, abraços, aqui no ig está melhor que no uol?

    Abraços

  16. Quero agradecer ao Pacheco a lembrança de meu pai, o detetive Perpétuo.

    Abração,
    Fábio Freitas

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