Israel Sexy: Queremos todos penetrá-la!

25/06/2008: Cena 1 – Notem que esse artigo com o título “Um Espetáculo que Não Termina Nunca” foi escrito aqui pro Blog em 15 de Junho do ano passado. Mas poderia muito bem ter sido escrito durante qualquer conflito que envolve os terroristas e Israel ou vice versa: naquela região, eu me recuso a dar qualquer palpite sobre o certo ou errado, bem ou mal: maniqueísmo, o que quer dizer isso mesmo? Esqueci!
Assim como foi com a eleição americana, o mundo inteiro palpitou: e o mundo inteiro errou: Obama foi eleito. Muito palpite, muita opinião, principalmente de gente que JAMAIS esteve lá, que jamais (Hamais?), jamais sentiu o cheiro dos Montes das Oliveiras ou do Muro das Lamentações. Ou do Mercado Árabe de East Jerusalém e como RALAM os palestinos pra colocar um dia de trabalho em território Israelense: mas… sim, a beleza de um kibutz, a idéia do que é um kibutz, sim, aquilo é uma comuna verdadeira. Não mais uma utopia, um Thomas More no meio do deserto, mas algo que deu certo, sem homofobias, sem “um capitalismo desvairado” definitivo com um lucrismo sem fronteiras. Ah, mas o Estado de Israel só existe por causa do apoio americano, alguns berram. Certo.
Pasmem, muitos países árabes também só existem por causa dos dólares americanos!!!! E por causa do PETRÓLEO, então se acalmem!!!!
Sim, sim, chocante, sem dúvidas, estar comendo num restaurante e ter que lidar com as Uzis automáticas deixadas normalmente sobre as mesas. É o estado “normal” de ser de um estado SEXY.
Israel é sexy.
Por isso as raves? Será?
Em junho de 2008 escrevi: Aeroporto Ben-Gurion, Israel — Um policial israelense, plantado num topo de um prédio a cem metros do presidente Sarkozy e do primeiro ministro Olmert, olha em volta, cospe no chão, limpa a sua arma pela última vez, dá uma olhada para o céu claro do oriente médio e acaba disparando um tiro em si mesmo. Digo, em sua própria cabeça. Os guarda-costas, rapidamente, se jogam pra cima de Sarkozy e, o que se vê, é Carla Bruni subindo rapidamente as escadas do avião presidencial, e Sarkozy, meio perdido, ainda querendo apertar as mãos de todos os guarda-costas, soldados, etc., porque, sim, a essas alturas, o Olmert e Simon Peres já tinham desaparecido. Levaram “o homem” em outra direção.
Estranho: num país tão preocupado com terrorismo, segurança, e ainda existe essa babaquice de cerimônia de despedida aberta em aeroporto: por que os presidentes não embarcam em gates, ao invés de ao ar livre? Bem, Carla Bruni mostrou que deixaria seu marido pra trás na primeira ocasião.
SEXY ISRAEL HOJE: (esse artigo não faz sentido sem o de baixo, o “SOMOS APÁTICOS…”)
Uma porrada de mediadores está na região! Mais uma vez o nosso Sarkozy – que parece não gostar muito de ficar na França – está tentando conseguir um cessar fogo, já que mais de 500 civis palestinos morreram desde o início deste NOVO conflito. Mas quantos morreram desde a diáspora?
Quem expulsou os palestinos do Líbano? E da Síria? O que tem o King Hussein, pai de Abdullah, da Jordânia, com tudo isso? Muito. Ninguém quer saber dos Palestinos. Interessante. Mais eu não digo.
Está lá o Sarkozy, HOJE, em 5 de Janeiro de 2009. Vamos ver se ele consegue “salvar o mundo” já que a França não conseguiu salvar a própria França na Segunda Guerra Mundial.
Carla Bruni é sexy. Ela quer sua parceira, Israel.
Só com desbunde mesmo. Porque se formos falar sério…
Assistam ao clipe “O Império Contra Ataca”, produzido por Rosana Wölfl para Gerald Thomas:
Gerald Thomas
PS: Obrigado, Rosana Wölfl, pelo vídeo “ O Império Contra Ataca”.
(O Vampiro de Curitiba na edição)
JJLOBORAT É O ÚNICO COMENTARISTA DESTE BLOG QUE ESTA COM A RAZAO (BASEADO NA HISTORIA), O RESTO É BOBAGEM DE IGNORANTES OU TENDENCIOSOS. CONTINUO A AFIRMAR, CONHEÇAM A HISTORIA DOS POVOS E CHEGUEM A CONCLUSAO QUE O ISLÃ É INCOMPATIVEL COM A CIVILIZAÇAO.
Israel continua matando Crianças?
http://www.Herald Tribune.Com.
Israeli rights groups seek abuses inquiry
By ETHAN BRONNER
Nine Israeli human rights groups called Wednesday for an investigation into whether Israeli officials had committed war crimes in Gaza.
Gerald : aonde encontrar algum video daquele espetáculo MatoGrosso, com musica do Philip Glass que foi apresentado séculos atras no Municipal de SP.Alguém me prometeu me dar uma cópia milênios atrás mas furou. Prá não fugir do assunto
lhe pergunto sobre a indústria de guerra como vai, vai bem?
Ah. Sim, o espetáculo é de um tal de Thomas. Gerald você conhece?
Vamos endossar a petição abaixo: Enquanto a carnificina causada pelo ataque israelense à Faixa de Gaza nos enche de horror, tristeza e indignação, um fato nos obriga a nos manifestar: a destruição da Universidade Islâmica de Gaza. Assim como as universidades católicas e pontifícias em todo o mundo, a Universidade de Gaza é uma instituição dedicada ao ensino e à pesquisa acadêmica. Devido à negação ao acesso e compartimentação da vida nos territórios palestinos, a Universidade Islâmica tornou-se ainda mais importante para a população jovem de Gaza, impedida de cursar faculdades na Cisjordânia, em Israel ou no exterior, inclusive quando são aceitos como bolsistas. A Universidade atende mais de 20.000 estudantes, 60% dos quais são mulheres. Formada por 10 faculdades, oferece cursos de graduação e pós-graduação em educação, religião, arte, comércio, charia, direito, engenharias, ciências, medicina e enfermagem”. “Usa-se o mesmo sofisma com o qual se ataca o povo de Gaza: os estudantes e os professores da Universidade seriam do Hamas, o mesmo pretexto dos regimes fascistas para decretar a morte da cultura. O que querem é a morte da memória, da história, da identidade do povo palestino. Condenamos toda violência e lamentamos cada morte, seja em Israel, seja nos Territórios Palestinos Ocupados ilegalmente por Israel. Mas não podemos aceitar calados que seja lançado literalmente aos escombros o direito à educação, à dignidade, à vida nessa pequena faixa de terra onde há décadas a população vive na mais absoluta negação. Ao atacar o direito à educação e à cultura em Gaza, coloca-se à prova a educação e a cultura mundiais”. A relação completa dos signatários e o endereço para novas adesões podem ser acessados em: http://www.ipetitions.com/petition/ universidadeislamicadegaza. E também vamos enviar mensagens de apoio aos corajosos israelenses que estão se recusando a servir ao exercícito de israel: http://www.december18th.org
Sandra, Desde quando o mundo é só preto-e-branco? Só porque alguém critica os sionistas de israel é anti-semita? AAlíás é impossível ser anti-semita na questão, pois os palestinos também são povos semitas.
JJLoborat e Quintão, de onde vocês tiraram isso? É um problema as distorções que a religião e o fascismo fazem na história. Os palestinos estão naquelas terras há milênios. São em parte descendentes dos filisteus.
Para clarear melhor a história que é distorcida pela mídia, transcrevo o texto postado por “Saladino” em 14/01/2009 – 02:15 no blog do Nassif. Muito esclarecedor!
ALBERT EINSTEIN CONDENOU OS ISRAELITAS (SIONISTAS) NAZISTAS
Carta ao New York Times:
Visita de Menachem Begin do Partido da Nova Palestina e Objetivos do Discutido Movimento Político
Judeus Proeminentes, Dezembro, 1948.
Segue-se uma cópia em sua inteireza de uma importante carta ao New York Times de intelectuais judeus, incluindo Albert Einstein, Hannah Arendt e Sidney Hook, que apareceu a 4 de dezembro de 1948.
Aos Editores do New York Times:
Entre os fenômenos políticos perturbadores de nossos tempos está a emergência no recém criado Estado de Israel do “Partido da Liberdade” (Tenuat Haherut), um partido político estreitamente assemelhado em sua organização, métodos, filosofia política e apelo social aos partidos Nazista e Fascista. Ele foi formado a partir de membros e seguidores do antigo Irgun Zvai Leumi, uma organização terrorista, facção direitista e organização chauvinista na Palestina.
A visita atual de Menachem Begin, líder deste partido, aos Estados Unidos é, obviamente, calculada no sentido de dar a impressão de apoio americano ao seu partido, por ocasião do advento das eleições israelitas e para cimentar laços políticos com os elementos Sionistas conservadores dos Estados Unidos. Vários americanos de reputação nacional têm emprestado seu nome para dar boas vindas a sua visita. É inconcebível que aqueles que se opõem ao fascismo no mundo, se corretamente informados sobre a história política e perspectivas de Mr. Begin, possam acrescentar seus nomes e apoio ao movimento que ele representa.
Embora esse irreparável perigo ocorra pela forma de contribuições financeiras, manifestações públicas a favor de Begin ou pela criação na Palestina da impressão de que um grande segmento da América apóia os elementos fascistas em Israel, o público americano deve ser informado sobre a historia e os objetivos de Mr. Begin e do seu movimento.
As promessas públicas do Partido de Begin não correspondem, quaisquer que sejam, ao seu caráter real. Hoje falam de liberdade, democracia e antiimperialismo, enquanto até recentemente pregavam abertamente a doutrina do Estado Fascista. É em suas ações que o partido terrorista denuncia o seu caráter real; de suas ações do passado podemos julgar o que dele pode ser esperado fazer no futuro.
Ataque sobre a Vila Árabe
Um exemplo chocante foi seu comportamento na vila árabe de Deir Yassin. Esta vila, distante das principais estradas e circundada por terras judaicas, não tomou nenhuma parte na guerra e chegou a contrariar o lado árabe que queria usar a vila como sua base. Em 9 de abril (The New York Times) bandos terroristas atacaram esta vila pacifista, que não era um objetivo militar na luta, matando a maioria de seus habitantes – 240 homens, mulheres e crianças – e mantiveram alguns deles vivos para desfilarem como cativos através das ruas de Jerusalém. A maior parte da comunidade judaica ficou horrorizada com aquela ação e a Agencia Judaica mandou um telegrama de pesar ao Rei Abdulah da Trans-Jordânia. Contudo, os terroristas, longe de se envergonharem de seu ato, ficaram orgulhosos com aquele massacre, divulgado amplamente e convidaram os correspondentes estrangeiros no país para testemunharem os cadáveres amontoados e a devastação geral em Deir Yassin.
O acontecimento de Deir Yassin exemplifica o caráter e as ações do Partido da Liberdade.
No interior da comunidade judaica eles têm propugnado uma mistura de ultra nacionalismo, misticismo religioso e superioridade racial. Como outros partidos fascistas eles têm sido usados para esmagar as greves e têm-se dedicado à destruição de sindicatos livres. Em seu lugar eles têm proposto sindicatos corporativistas no modelo fascista italiano. Durante os últimos anos da esporádica violência antibritânica, os grupos IZL e Stern inauguraram um reino de terror na comunidade Judaica Palestina. Professores foram espancados por se pronunciarem contra eles, adultos foram alvejados por não deixarem suas crianças juntar-se a eles. Por métodos de gangsterismo, açoites, quebra-vidraças e roubos em larga escala, os terroristas intimidavam a população e exigia-lhe pesado tributo. Os membros do Partido da Liberdade não têm nenhuma participação nos logros construtivos na Palestina. Eles não reivindicam nenhuma terra, nenhuma construção de habitações e apenas depreciam a atividade defensiva judaica. Seus esforços de imigração muito propagandeado foram diminutos e devotados principalmente para atraírem compatriotas fascistas.
Discrepâncias Observadas
As discrepâncias entre os bravos clamores que estão sendo feitos agora por Begin e seu partido e a história de sua performance no passado da Palestina não portam a marca de um partido qualquer. Esta é o selo de um Partido fascista, pelo qual o terrorismo e o embuste são os meios e o “Estado Regente” é o objetivo.
À luz das considerações anteriores, é imperativo que a verdade sobre Mr. Begin e seu movimento seja tornado conhecido neste país. É de toda maneira trágico que a liderança maior do Sionismo Americano tenha se recusado a participar da campanha contra os esforços de Begin, ou mesmo de expor aos seus constituintes os perigos para Israel do apoio a Begin. Os abaixo assinados, portanto, através deste meio de publicidade apresentam alguns fatos salientes que dizem respeito a Begin e seu Partido; e recomendam a todos os interessados a não apoiarem esta última manifestação do fascismo.
New York, 2 de dezembro de 1948
(Assinaturas)
Isidore Abramowitz, Hannah Arendt, Abraham Brick, Rabbi Jessurun Cardozo, Albert Eistein, Herman Eisen, M.D., Hayim Fineman, M. Gallen, M.D., HH. Harris, Zelig S. Harris, Sidney Hook, Fred Karush, Bruria Kaufman, Irma L. Lindheim, Nachman Maisel, Seymour Melmam, Myer D. Mendelson, M.D., Harry M. Oslinsky, Samuel Pitlick, Friitz Rohrlich, Louis P. Rocker, Ruth Sagis, Itzhak Sankowsky, I.J. Shoenberg, Samuel Shuman, M. Singer, Irma Wolfe, Stefan Wolfe.
Transcrevo mais um texto que coloca os pingos nos iiisss! Postado por IRR no blog do Paulo Henrique Amorim em 13/janeiro/2009 as 9:56
Eu vou lhes falar agora um pouco sobre números.
Em 1982, durante um ataque de Israel no sul do Líbano para conquistar e expandir mais ainda seu território, Israel matou 20000 pessoas apenas entre junho e setembro.
Durante toda a história do sionismo, que vem desde 120 anos atrás quando Edmond Rothschild começou a financiar os primeiros kibuts a Palestina, jutando atentado bomba, terrorismo, soldados mortos em todas as guerras, etc, etc etc, morreram 21.182 israelitas “colonos judeus europeus, (sionistas)”.
Imagem Realidade do Conflito Israel-Palestina, Norman Finkelstein – filho de sobreviventes dos campo de concentração nazista em Auschwitz.
Será que alguém consegue entender a dimensão disto?
Essa política de Israel é bem antiga, foi assim que eles conseguiram roubar mais da metade do território Palestino dentre 1917 até 1948, através do terror. As pessoas fugiam de suas casas para o mais longe possível e Israel se apossava de sua terras. Os palestinos escolhem morrer como um mártir, não porque é bonito de se ver, ou pq é um extremista segundo a imprensa (des-informadora) ocidental, mas por causa que aprenderam a ficar em suas terras e lutar até a última gota de sangue por ela, mesmo se for apenas com um chinelinho de dedo e algumas pedrinhas na mão, mesmo sem caças, tanques, helicopteros, bulldozers, lança-chamas, bombas-fosforo, colete a prova de balas, etc, etc, etc; quando muito, com foguetes caseiros “Qassam” de grupos PARA-MILITARES que mal são capazes de derrubar uma parede.
Guerra? Que Guerra? Quem está se defendendo de quem? Quem está tentando sobreviver?
O que está acontecendo atualmente em Gaza é uma resposta ao Hamas? Quem rompeu o “cessar-fogo” entre Israel e Palestina, não foi o Hamas como afirma a imprensa, mas Israel em 4 de novembro (dia da eleição nos EUA), matando 7 palestinos. Então houve a resposta do Hammas e então o esperado e planejado pretexto que Israel tava precisando para começar uma “guerra” contra os “terroristas” do “Hamas”. Atirando deliberadamente em escolas, universidades, mesquitas, hospitais, centros urbanos, feiras, ambulancias, etc, etc, etc. Mas ainda sim, lutando contra os perigosos e malvados terroristas do “Hamas”, eleitos democraticamente pelo povo palestino (desacreditado e desiludido depois de mais de 30 anos do passivo e surrado “Fatah” de Yasser Arafat que acreditava utopicamente que Israel queria uma conciliação dentre as duas partes).
Jimmy Carter conta porquê o cessar-fogo foi rompido por Israel.
fonte traduzido: http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/carter-uma-guerra-desnecessaria/
Caro GT,
Acho engraçado algumas das colocações aqui dos pró-genocídio, ao criticarem que o Hamas faz contrabando de armas e de que a culpa das forças de israel (terroristas-de-uniforme)matarem inocentes é dos palestinos.
É de uma desumanidade sem fim justificar o assassinato de crianças e civis.
Qual diferença entre as armas de israel e do Hamas? Só porque as armas de israel chegam de avião ou navio, aos bilhões de dólares, são armas boazinhas?
Tenham dó!
E se a polícia de SP resolvesse forrar de bombas o bairro desses que defendem a ação genocida para acabar com alguns punguistas e matasse centenas de civis inocentes? Estaria certa a polícia? É claro que não.
Quanta hipocrisia!
Esta história de comparar o mapade Israel com uma grande vagina ficou realmente interessante! Pra entender esse texto eu tive que ler desde de Sara e Abigael até agora… pena que depois que eu entendí um pouco mais, tres novos textos já foram postados… enfim! achei uma maravilha de vagina-mapa!
Como diria um antigo mestre : Não fale da guerra de lá poque nós somos a guerra (o ser humano) Falhamos no relacionamento humano por isso só nos resta buscar aquele Deus moldado do jeito que queremos. Antes de condenar a guerra talvez seja olhar aí do lado pró seu próximo
Por favor, algum árabe ou judeu pode me explicar o porque de tantas idas a mesquitas e sinagogas?
Para que rezar trocentas vezes ao dia?
Por que não pode comer carne de porco?
Por que mulher menstruada não pode ir à sinagoga?
Mulher tem dias certos para ir à mesquita?
E tantos e tantos dógmas? E tantos estudos das escrituras?
As coisas essenciais são aprendidas nestes atos?
Essenciais como: “não matarás”
Como “amar a Deus”
O porco é mais respeitado, ninguem mata ele. Mas crianças e mulheres pode matar.
Rezar é muito bom. Mas viver de uma maneira onde somos todos respeitados, é muito melhor.
Se Deus criou o mundo, criou para TODOS.
Pra que tanto apego a Deus, se suas criaturas são dizimadas ferozmente?
É melhor então ser ateu. Um ateu que brinca, sorri, respeita o proximo, ajuda as pessoas, gosta das crianças.
Que adianta rezar, tendo tanto ódio no coração?
Eu não tenho nada contra palestinos nem judeus. São tão humanos quanto eu: qualquer um deles, se perder um parente, vão sofrer da mesma forma. Nem Deus vai fazer seus corações se aliviarem.
Tem algum judeu ou árabe que possa me responder ? ?
O Gerald é um bom judeu pra te responder Marlene.
Comentário que vi num blog: muito interessante a forma de atuação de israel.
Guerra e gás natural
A invasão de Israel e os campos de gás no offshore de Gaza
por Michel Chossudovsky
A invasão militar da Faixa de Gaza pelas forças israelenses prende-se directamente com o controlo e propriedade das reservas estratégicas de gás natural na sua plataforma marítima.
Esta é uma guerra de conquista. Descobertas em 2000, são extensas as reservas de gás presentes ao longo do offshore de Gaza.
À British Gas (BG Group) e ao seu parceiro Consolidated Contractors International Company (CCC) com sede em Atenas, propriedade das famílias libanesas Sabbagh e Koury, foram dados os direitos de exploração de petróleo e gás num acordo de 25 anos assinado em Novembro de 1999 com a Autoridade Palestina.
Os direitos de exploração costeira das jazidas de gás são, respectivamente, da British Gas (60%); Consolidated Contractors (CCC) (30%); e o Fundo de Investimento da Autoridade Palestina (10%). ( Haaretz, 21/Outubro/2007).
O tratado AP-BG-CCC inclui o desenvolvimento da jazida e a construção de um gasoduto. ( Middle East Economic Digest, 05/Janeiro/2001).
A licença da BG cobre toda a zona marítima costeira de Gaza, que é contígua a várias instalações de gás marítimas de Israel (ver mapa abaixo). De ressalvar que 60 por cento das reservas de gás ao longo do litoral Gaza-Israel pertencem à Palestina.
O BG Group abriu dois furos em 2000: Gaza Marine-1 e Gaza Marine-2 . As reservas, segundo estimativa da British Gas, são da ordem dos 40 mil milhões de metros cúbicos [1,4 x 10 12 pés cúbicos], avaliados em aproximadamente 4 mil milhões de dólares. Estes são os números anunciados pela British Gas. A dimensão das reservas de gás da Palestina pode ser bastante maior.
QUEM POSSUI OS CAMPOS DE GÁS
O tema da soberania sobre os campos de gás de Gaza é crucial. Do ponto de vista legal, as reservas pertencem à Palestina.
A morte de Yasser Arafat, a eleição do governo do Hamas e a ruína da Autoridade Palestiniana permitiram a Israel estabelecer um controlo de facto sobre as reservas de gás costeiras de Gaza.
A British Gas (BG Group) tem estado a negociar com o governo de Tel Aviv. Por sua vez, o governo do Hamas foi ignorado no que se refere à exploração e direitos de desenvolvimento das jazidas de gás.
A eleição do primeiro-ministro Ariel Sharon em 2001 foi um ponto de viragem. A soberania da Palestina sobre as reservas costeiras de gás foi desafiada no Supremo Tribunal de Israel. Sharon afirmou inequivocamente que “Israel nunca compraria gás à Palestina”, insinuando ainda que as reservas costeiras de Gaza pertenciam a Israel.
Em 2003 Ariel Sharon vetou um acordo inicial que permitiria à British Gas fornecer a Israel gás natural vindo dos furos costeiros de Gaza. ( The Independent, 19/Agosto/2003)
A vitória do Hamas nas eleições de 2006 conduziu ao fim da Autoridade Palestiniana, que ficou confinada à Cisjordânia, sob o regime fantoche de Mahmoud Abbas.
Em 2006, a British Gas “esteve próxima de assinar um acordo para enviar o gás para o Egipto.” ( Times, 23/Maio/2007). De acordo com o relatado, o primeiro-ministro britânico Tony Blair interveio em nome de Israel com o propósito de bloquear o acordo com o Egipto.
No ano seguinte, em Maio de 2007, o governo israelense aprovou a proposta do primeiro-ministro Ehud Olmert “para comprar gás à Autoridade Palestiniana”. O contrato proposto foi de 4 mil milhões de dólares, com lucros na ordem dos 2 mil milhões de dólares, dos quais mil milhões iriam para os palestinianos.
Tel Aviv, no entanto, não tinha qualquer interesse em dividir os seus ganhos com a Palestina. Uma equipa de negociadores de Israel foi encarregada pelo governo de refazer o acordo com a BG Group, sem intervenção do governo do Hamas e da Autoridade Palestiniana:
“As autoridades militares israelenses querem que os palestinianos sejam pagos em bens e serviços e insistem que não haja qualquer dinheiro a ser entregue ao governo controlado pelo Hamas”. (Ibid, ênfase acrescentada)
O objectivo era essencialmente anular o contrato assinado em 1999 entre o BG Group e a Autoridade Palestina sob Yasser Arafat.
Segundo o acordo proposto em 2007 à BG, o gás palestiniano dos poços costeiros de Gaza seria canalizado por um gasoduto marítimo para o porto israelense de Ashkelon, transferindo portanto o controlo da venda do gás natural para Israel.
O negócio falhou. As negociações foram suspensas:
“O chefe da Mossad, Meir Dagan, opôs-se à transacção por motivos de segurança, afirmando que o dinheiro serviria para financiar o terrorismo”. (Gilad Erdan, deputado do Knesset, dirigiu-se à câmara, acerca da “Intenção do primeiro-ministro adjunto Ehud Olmert de comprar gás aos palestinianos quando o pagamento servirá o Hamas”, 01/Março/2006, citado pelo general na reserva Moshe Yaalon em Does the Prospective Purchase of British Gas from Gaza’s Coastal Waters Threaten Israel’s National Security? Jerusalem Center for Public Affairs, Outubro 2007)
A intenção de Israel era impedir a possibilidade de o dinheiro ser recebido pelos palestinos. Em Dezembro de 2007 o BG Group retirou-se das negociações e em Janeiro de 2008 encerrou os seus escritórios em Israel. (sítio web da BG).
PLANO DE INVASÃO NA MESA DE PROJECTOS
O plano de invasão da Faixa de Gaza sob a “Operação Chumbo Fundido” foi iniciado em Junho de 2008, segundo fontes militares israelenses:
“Fontes militares afirmam que o ministro da Defesa Ehud Barak deu instruções às forças de defesa de Israel (IDF) para prepararem a operação há mais de seis meses (Junho ou antes de Junho), mesmo antes de Israel começar a negociar o acordo de cessar-fogo com o Hamas”. (Barak Ravid, Operation “Cast Lead”: Israeli Air Force strike followed months of planning [Operação “Chumbo Fundido”: Ataque da Força Aérea Israelense após meses de planeamento), Haaretz, 27 de Dezembro de 2008)
Nesse mesmo mês as autoridades de Israel contactaram a British Gas, com vista a retomarem as negociações cruciais para recomeçar a compra do gás natural de Gaza:
“Tanto o director-geral do ministério das Finanças Yarom Ariav como o director-geral do ministério das Infraestruturas Nacionais Hezi Kugler concordaram em informar a BG do desejo de Israel em retomar as conversações.
As fontes informam ainda que a BG não respondeu oficialmente ao pedido de Israel, mas que executivos da empresa provavelmente virão ao país em poucas semanas para conversar com membros do governo.” (Globes online- Israel’s Business Arena, 23 de Junho, 2008)
A decisão de acelerar as negociações com a British Gas (BG Group) coincidiu cronologicamente com o planeamento da invasão de Gaza, iniciado em Junho. Parecia que Israel estava ansiosa para chegar a acordo com o BG Group antes da invasão, que estava já numa fase avançada do planeamento.
Mais ainda, as negociações com a British Gas foram conduzidas pelo governo de Ehud Olmert com o conhecimento de que a invasão militar estava na mesa de projectos e que um novo acordo politico-territorial para a Faixa de Gaza estava a ser contemplado por Israel.
De facto, as negociações entre a British Gas e os representantes israelenses ainda estavam a decorrer em Outubro de 2008, dois a três meses antes do início dos bombardeamentos a 27 de Dezembro.
Em Novembro de 2008, os ministérios israelenses das Finanças e das Infraestruturas Nacionais deram indicações à IEC (Israel Electric Corporation) para começar a compra de gás natural à concessão da BG em Gaza. (Globes, 13/Novembro/2008)
“O director-geral do ministério das Finanças, Yarom Ariav e o director-geral do ministério das Infraestruturas Nacionais, Hezi Kugler, escreveram recentemente ao presidente da IEC, Amos Lasker, informando-o da decisão do governo de permitir que negociações começassem, em consonância com o quadro de referência aprovado este ano.
A direcção da IEC, liderada pelo presidente Moti Friedman, aprovou os princípios da proposta do quadro de referência há poucas semanas. As conversações com o BG Group começarão assim que a direcção aprove a isenção de uma licitação”. (Globes, 13 de Novembro, 2008)
GAZA E GEOPOLÍTICA ENERGÉTICA
A ocupação militar de Gaza tem o objectivo de transferir a soberania dos campos de gás para Israel, em violação das leis internacionais.
O que se pode esperar em consequência da invasão?
Qual é a intenção de Israel em relação às reservas de gás natural da Palestina?
Um novo acordo territorial, com a instalação de Israel e/ou tropas de “manutenção da paz”?
A militarização de todo o litoral de Gaza, que é estratégico para Israel?
O confisco puro e simples dos campos de gás palestinos e a declaração unilateral da soberania israelense sobre as áreas marítimas de Gaza?
Se isto ocorresse, as jazidas de gás de Gaza seriam integradas nas instalações costeiras de Israel, que são contíguas às da Faixa de Gaza. (Ver Mapa 1 acima).
Estas várias instalações costeiras estão ligadas ao corredor de transporte energético que se estende do porto de Eilat, um terminal de oleodutos no Mar Vermelho para transporte marítimo, até ao terminal de Ashkelon e na direcção norte para Haifa, eventualmente ligando-se através de um projectado gasoduto israelo-turco com o porto turco de Ceyhan.
Ceyhan é o terminal das condutas Trans-Caspianas: Baku, Tblisi, Ceyhan (BTC). “O que está planeado é ligar as condutas BTC às condutas Trans-Israel Eilat-Ashkelon, também conhecida como a Tipline de Israel.” (Ver MIchel Chossudovsky, The War on Lebanon and the Battle for Oil (A Guerra com o Líbano e a batalha pelo petróleo), Global Research, 23/Julho/2006)
bom artigo. falando em rei hussein da jordania, vc sabia q ninguem matou tantos palestinos num tempo tao curto como ele?. nao lembro em que ano, num mes de setembro, para evitar q a OLP criasse um mini-estado palestino dentro da jordania, o rei hussein(pai do abdullah, atual rei) matou cerca de dez mil(isso, DEZ mil) palestinos em um só mes. os palestinos chamaram este mes de setembro negro. em homenagem a este tragico mes, foi criado o grupo “setembro negro”, que nas olimpiadas de munique sequestrou e matou todos os atletas israelenses.(talvez o certo seria matar os jordanianos….to brincando)
tudo isso é pura babaquice e esquisitisse?!!!!
GT,
A Ana me autorizou a divulgar esse artigo: Se possível, peço publicá-lo.
É muito interessante a perspectiva colocada por ela e as informações transmitidas. Foi isso que eu disse sobre a questão da água no conflito israel-palestina.
Grato,
Alexandre
A ÁGUA (QUE NINGUÉM VÊ) NA GUERRA
Publicado no site CARTA MAIOR
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15476
Na guerra do momento – Israel em Gaza -, por que a mídia não fala sobre a água – um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio? Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina. Além de restringir o uso d’água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural.
Ana Echevenguá (*)
http://www.ecoeacao.com.br
“Para além das manchetes do conflito do Oriente Médio, há uma batalha pelo controle dos limitados recursos hídricos na região. Embora a disputa entre Israel e seus vizinhos se concentre no modelo terra por paz, ‘há uma realidade histórica de guerras pela água’ – tensões sobre as fontes do Rio Jordão, localizadas nas Colinas de Golã, precederam a Guerra dos Seis Dias”. Raymond Dwek – The Guardian, [24/NOV/2002] *
A nossa sobrevivência na Terra está ameaçada. Sem alimento, o ser humano resiste até 40 dias; sem água, morre em 3 dias. Somos água! Mas, enquanto a população se multiplica e a poluição recrudesce, as fontes de água desaparecem.
Na guerra do momento – Israel em Gaza -, por que a mídia não fala sobre a água – um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio?
Oriente Médio… uma região aonde água vale mais do que petróleo… E sempre nos passam a idéia de que lá as guerras ocorrem pela conquista das reservas de petróleo.
E a conquista das reservas de água? Em 1997, o então vice-diretor geral da UNESCO, Adnan Badran, no seminário “Águas transfronteiriças: fonte de paz e guerra” (que centrou os debates nas águas do Mar Aral, do rio Jordão, do Nilo…) disse que “a água substituirá o petróleo como principal fonte de conflitos no mundo”.
Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina.
Além de restringir o uso d’água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural. Ali, ele é o “dono” das:
- águas superficiais: bacia do rio Jordão (incluindo o alto Jordão e seus tributários), o mar da Galiléia, o rio Yarmuk e o baixo Jordão;
- águas subterrâneas: 2 grandes sistemas de aqüíferos: o aqüífero da Montanha (totalmente sob o solo da Cisjordânia, com uma pequena porção sob o Estado de Israel), aqüífero de Basin e o aqüífero Costeiro que se estende por quase toda faixa litorânea israelense até Gaza.
Tais águas são ‘transfronteiriças’, recursos naturais compartilhados. Segundo recente inventário da UNESCO, 96% das reservas de água doce mundiais estão em aqüíferos subterrâneos, compartilhados por pelo menos dois países.
Há regras internacionais para o uso dessas águas. Algumas destas obrigam Israel a fornecer água potável aos palestinos.
Mas Israel não compartilha a água; afinal, tais regras internacionais não prevêem mecanismos de coação ou coerção; é letra morta. O Tribunal Internacional de Justiça, até hoje, condenou apenas um caso relacionado com águas internacionais.
A estratégia de Israel é outra. Em 1990, o jornal Jerusalém Post publicou que “é difícil conceber qualquer solução política consistente com a sobrevivência de Israel que não envolva o completo e contínuo controle israelense da água e do sistema de esgotos, e da infra-estrutura associada, incluindo a distribuição, a rede de estradas, essencial para sua operação, manutenção e acessibilidade” (1). Palavras do ministro da agricultura israelense sobre a necessidade de Israel controlar o uso dos recursos hídricos da Cisjordânia através da ocupação daquele território.
O Acordo de Paz de Oslo de 1993, por exemplo, estipulou que os palestinos deveriam ter mais controle e acesso à água da região.
Nessa época, segundo o professor da Hebrew University, Haim Gvirtzman, dos 600 milhões de metros cúbicos de água retirados anualmente de fontes na Judéia e Samaria, os israelenses usavam quase 500 milhões, satisfazendo cerca de um terço de suas necessidades hídricas. Para ele, isso gerou um ‘direito adquirido sobre a água’. Questionado sobre o acesso palestino à água, o professor respondeu:
“Israel deve somente se preocupar com um padrão mínimo de vida palestino, nada mais, o que significa suprimento de água para eles só para as necessidades urbanas. Isso chega a cerca de cinqüenta/cem milhões de metros cúbicos por ano. Israel é capaz de suportar essa perda. Portanto, não deveríamos permitir que os palestinos desenvolvessem qualquer atividade agrícola, porque tal desenvolvimento virá em prejuízo de Israel. Certamente, nunca permitiremos aos palestinos suprir as necessidades hídricas da Faixa de Gaza por meio do aqüífero montanhoso. Se purificar a água do mar é uma solução realista, então deixemos que o façam para as necessidades dos residentes da Faixa de Gaza”.
E na Guerra pela Água vale tudo: os israelenses bombardeiam tanques d’água, grandes ou pequenos (muitas vezes construídos nos telhados das casas), confiscam as bombas d’água, destroem poços, proíbem que explorem novos poços e novas fontes d’água (a Cisjordânia, em 2003, contava com cerca de 250 fontes ilegais e a Faixa de Gaza, com mais de 2 mil). Israel irriga 50% das terras cultivadas, mas a agricultura na Palestina exige prévia autorização.
Então, furto de água das adutoras de Israel é comum naquela região.
A regra do jogo é esta: enquanto o palestino não tem acesso à água para beber, o israelense acostumou-se ao seu uso irrestrito.
Sendo assim, dá pra imaginar uma outra forma de divisão ou de uso compartilhado desses recursos hídricos para os próximos anos? Dá pra imaginar a sobrevivência de qualquer estado e, nesse caso, da Palestina sem o controle efetivo do acesso e da distribuição dos recursos hídricos que necessita?
Botar a mão na água é coisa antiga. Britânicos e franceses no Oriente Médio definiram as fronteiras (em especial da Palestina) de olho nas águas da bacia do rio Jordão.
Desde 1948, Israel prioriza projetos, inclusive bélicos, para garantir o controle de água na região. Dentre estes:
- a construção do Aqueduto Nacional (National Water Carrier);
- em 1967, anexou os territórios palestinos de Gaza e Cisjordânia e tomou da Síria as Colinas do Golã, ricos em fontes de água, para controlar os afluentes do Rio Jordão. Sobre esta guerra, Ariel Sharon falou que a idéia surgiu em 1964, quando Israel decidiu controlar o suprimento d’água;
- em 2002, a construção o ‘muro de segurança’ viabilizou o controle israelense da quase totalidade do aqüífero de Basin, um dos três maiores da Cisjordânia, que fornece 362 milhões de metros cúbicos de água por ano. Segundo Noam Chomsky, “o Muro já abarcou algumas das terras mais férteis do lado oriental. E, o que é crucial, estende o controle de Israel sobre recursos hídrico críticos, dos quais Israel e seus assentados podem apropriar-se como bem entenderem…” (2). Antes do muro, ele já fornecia metade da água para os assentamentos israelenses. Com a destruição de 996 quilômetros de tubulação de água, agora falta água para beber à população palestina do entorno do muro;
- antes de devolver (simbolicamente) a Faixa de Gaza, Israel destruiu os recursos hídricos da região. E, até hoje, não há infra-estrutura hídrica nas regiões palestinas.
Quantos falam a respeito disso?
Em 2003, na 3ª Conferência Mundial sobre Água, em Kyoto, Mikhail Gorbachev bateu na tecla dos conflitos mundiais pela água: contabilizou, na época, 21 conflitos armados que objetivavam apropriação de mais fontes de água; destes, 18 ocorreram em Israel.
Gestão conjunta, consumo igualitário de água, ética e consenso na água – palavras bonitas no papel, nas mesas de negociação, na mídia. Na prática, é utopia.
O que a ONU e os donos do planeta estão esperando para exigir que Israel cumpra as regras internacionais sobre águas mesmo que estas contidas em convenções, acordos, declarações (e outras abobrinhas)?
Quem vai ter coragem de criar regras claras e objetivas para punir a violação dos direitos dos povos e nações à sua soberania sobre seus recursos e riquezas naturais?
* Ver http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/internacional/
2002/11/23/jorint20021123004.html
(1) Do livro de Noam Chomsky: Novas e Velhas Ordens Mundiais, São Paulo, Ed. Scritta, 1996.
(2) Ver http://www.galizacig.com/actualidade/200403/
portoalegre2003_muro_humilhacao_e_roubo.htm
(*) Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, presidente da ong Ambiental Acqua Bios e da Academia Livre das Águas, e-mail:ana@ecoeacao.com.br, website: http://www.ecoeacao.com.br
VOCÊ, CARA,SÓ É UM GRANDE BABACA !!!
Gerald Thomas
sua inteligencia, sencibildade,capacidade solidaria em favor das cotas raciais venha ser o Davi dos afros indigenas segregados pelas muralhas visiveis e invisiveis dos gigantes Golias que sugam e escravisam este povo humilde e maravilhoso.
REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA !
Viva! Chàvez! Viva Che!Viva! Simon Bolívar! Viva! Zumbi!
Movimento Chàvista Brasileiro
Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada à elite mundial é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo estes afro-ameríndios descendentes vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosa quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.
Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar a história dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Osvaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam. Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma,Rafael Correa, Fernando Lugo não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che, Viva Martin Luther King, Viva Osvaldão, Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma, Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras dos Brasil e de todos os povos irmanados.
O.N.N.QUILOMBO –FUNDAÇÃO 20/11/1970
quilombonnq@bol.com.br
nao estou aqui para defender fulano e nem ofender ciclano,mais digo que o que israel e o mundo “arabe”esta fazendo com o povo palestino esta parecendo o mesmo que os alemâes fizeram com os judeus,Mudando so os argumentos.
Prisiona os palestinos em seu territorio como se fosse um campo de concentraçao , tudo bem, sei que o povo judeu sofreu todo tipo de atrocidades que nem vale lembrar. Porque è sempre o povo que tem que pegar nas armas para resolver coisas que as vezes somos a favor,porque os lideres nao ficam num quarto escuro armados tentando se matar como se fosse uma competiçao para defender suas bandeiras hahahaha!!!!!
Ja pensou se isso vira moda nao haveria mais politicos gananciosos pensando so em salvar o seu , sabendo que teria “ele” que ir pra frente de batalha seria mais justo vendo que muitas vezes nossos filhos morrem em guerras sem saber pelo que estao lutando.
Chega de violencia, chega de ficar olhando so pro nosso umbigo e ficar esperando que o mundo se afogue em sangue,chega desses governantes que com uma mâo afaga e com outra afunda o punhal,digo isto por que nao è so a palestina que sofre com esta discriminaçao temos e m nossa casa este mal tambem.
abraço a todos seja palestino ,israelense,africano,nordestino,ariano ou pele vermelha,gay ,lesbica e heteros e a todos que sao do bem.
Ricardo Alkmin
Shallon Adonai kedesh, este assunto só é de interesse de quem sente amor por suas origens. Se você está defendendo Israel, provavelmente tens vontade de ir pra lá e ficar lá mesmo. Esta terra ( desde o Sinai no Egito até as Colinas de Golan na Siria, e do Mediterraneo até a Cisjordania ) é de israel, dada pelo Senhor Deus a Ibreim ( Abraao em Hebraico ). Vamos Judeus vamos lutar pela nossa terra, e um dia estarmos lá no centro do mundo. Sou contra a violência.