AMANHÃ, QUARTA-FEIRA: SESSÃO EXTRA ÀS 10 DA MANHÃ, NO UNIBANCO ARTEPLEX, ENTRADA FRANCA. HUGH HUDSON E GERALD THOMAS DEBATEM REVOLUTION REVISITED
32ª Mostra Internacional de Cinema
Hugh Hudson Revolution

Al Pacino e Hugh Hudson
HUGH HUDSON E GERALD THOMAS DEBATEM REVOLUTION REVISITED NO PRÓXIMO DOMINGO
O diretor Hugh Hudson e o dramaturgo Gerald Thomas vão debater com o público o longa Revolução Revisitada, no Unibanco Arteplex, após a exibição do filme, programada para as 20h do dia 26, domingo. Fica cancelada a sessão de Greystoke, a Lenda do Tarzan, o Rei das Selvas, às 22h.
Hugh Hudson integra o júri da 32ª. Mostra e é um dos homenageados do evento, que está apresentando quatro títulos do diretor.
No final dos anos 1970 David Puttnam, nome importante do mundo publicitário, decidiu lançar alguns diretores de comerciais de televisão na grande tela, tendo em mente nomes como Hugh Hudson, Ridley Scott, Adrian Lyne e Alan Parker. Todos tinham dirigido grandes sucessos e a maior surpresa foi o filme de Hudson Carruagens de Fogo (1981), sucesso de crítica e de público. Foram quatro dos sete Oscar para os quais havia sido indicado: melhor filme, roteiro original, música e figurino.
Na 32ª Mostra Hudson ganha o merecido destaque. Serão exibidos os filmes Carruagens de Fogo, o deslumbrante documentário Fangio: Uma Vida a 300 km por hora, retrato do piloto argentino Juan Fangio (1977); Greystoke, A Lenda de Tarzan, o Rei das Selvas (1983) e Revolução Revisitada (2008). Este último foi mal interpretado e injustamente tratado em sua primeira exibição há 20 anos. Nesta reedição Hudson colocou uma narrativa feita por Al Pacino, concluindo o filme que havia vislumbrado em 1985. (http://www.mostra.org)
Reportagem do UOL:
Neste momento, Hudson terminou de escrever o roteiro de um novo filme sobre a Guerra Civil Espanhola, baseado em livros do escritor George Orwell, como “Lutando na Espanha” e “Homenagem à Catalunha”. O ator Colin Firth, de “Mamma Mia!”) interpretará o papel de Orwell. O resto do elenco ainda não foi escolhido.
Embora a Guerra Civil Espanhola tenha ocorrido nos anos 1930, Hudson julga o tema muito contemporâneo. “É um grande assunto, não só político, também humano. As pessoas não fazem mais isso, ninguém vai mais lutar daquele jeito ingênuo, por suas crenças. Atualmente, os únicos que fazem isso são os fundamentalistas. E o fazem de um modo um tanto agressivo e terrível, até fanático”.
Um desses idealistas que foi lutar na Espanha foi o próprio Orwell que, por isso, foi chamado de romântico. Uma visão com a qual Hudson não compartilha: “Alguns dizem que ele era romântico, mas conseguia enxergar longe. Não é a toa que os dicionários hoje registram a palavra ‘orwelliano’. Vivemos num mundo como ‘1984′ agora. Tudo é controlado pelo Estado, mais e mais. Foi isto o que ele previu. E isso veio de sua experiência na Espanha”.
Um outro futuro projeto do diretor é um documentário sobre aneurismas – um mal que acometeu sua mulher, a atriz e produtora Maryam d’Abo, há dois anos. “É algo que atinge as pessoas do nada, alguns morrem, outros ficam paralíticos, outros escapam sem danos. Você não sabe como acontece, pode atingir qualquer um, de qualquer idade”, destaca.
Como se leva muito tempo para produzir filmes, ele também gosta de freqüentar júris de festivais. Ao contrário de colegas como Wim Wenders, que afirmam que ser jurado é uma boa forma de ganhar inimigos, Hudson aproveita bem a experiência “Vejo filmes de gente jovem que eu não veria de outro modo, que nunca chegariam à Inglaterra. Você encontra pessoas, abre seus olhos para outras coisas”. Ele sabe do que fala. Já foi jurado em Sarajevo, Mar del Plata, Tóquio, Istambul, Vladivostok e muitos outros festivais. “Só não fui ainda a Cannes”.
—- Como vim participar do juri da mostra e ser homenageado, resolvi escolher alguns filmes. “Revolução revisitada” é algo que eu queria que as pessoas vissem. “Carruagens de fogo” é um filme muito famoso e ganhou quatro Oscar. “Greystoke” é uma aventura, mas também é um filme sobre identidade e sobre se render a uma sociedade que lhe diz como se comportar. “Fangio” é um filme que mostro pouco e sei que nesta semana há uma corrida de automóveis em São Paulo (Interlagos). Achei apropriado.
Hudson trabalhou tanto com produções independentes quanto com Hollywood, portanto, consegue ter uma visão privilegiada da indústria cinematográfica.
- Quando você é financiado por Hollywood, você tem que dançar conforme a música deles, aceitar os compromissos. É difícil às vezes. No entanto, há muito mais liberdade ao se trabalhar em uma produção independente. Ao se trabalhar para Hollywood, você não tem mais direito autoral, é como trabalhar com televisão. Em uma produção independente, você é o autor. Mas eu não acredito em controle completo, pois cinema é uma mídia colaborativa. Produtores são muito importantes. Um bom produtor tem uma visão objetiva e é um ponto de equilíbrio.
Apesar de não gostar muito de falar sobre seus projetos, Hugh Hudson acabou cedendo e contou que já terminou o roteiro de seu novo filme, baseado no livro “Homenagem à Catalunha”, no qual George Orwell narra sua participação na Guerra Civil Espanhola.
- O filme terá Colin Firth. George Orwell é um homem muito profético. Ele escreveu “1984″ e vivemos hoje em um mundo como o que ele descreveu. Tudo é controlado. Tudo o que ele disse está se tornando realidade – disse o diretor, que está agora captando recursos para o filme, que terá também no elenco Geoffrey Rush. – Não sei quando começarei a filmar. Demora muito mais do que pensamos.
Neste domingo, após a exibição de “Revolução revisitada” no Unibanco Arteplex às 20h, Hugh Hudson e o dramaturgo Gerald Thomas debatem com o público.
“Carruagens de fogo” – Sexta-feira, dia 24/10, às 22h30, no Unibanco Arteplex 1. Domingo, 26/10, às 16h, no Unibanco Arteplex 1
“Fangio – Uma vida a 300 km por hora” – Domingo, 26/10, às 18h20, no Unibanco Arteplex 1
“Revolução revisitada” – Sexta-feira, dia 24/10, às 20h20, no Unibanco Arteplex 1 e domingo, 26/10, às 20h, no Unibanco Arteplex 1. Sessão seguida de debate com o diretor Hugh Hudson e o dramaturgo Gerald Thomas
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Election Special Issue
Barack Obama, Forever Sizing Up
A FACE IN THE CROWD A supporter, dressed in a T-shirt perfect for the occasion, listened to Senator Barack Obama speak in New Hampshire this month at Mack’s Apples in Londonderry.
PESSOAL, VEJAM ESTE VÍDEO, É SÓ CLICAR NO LINK ABAIXO:
Autor: gthomas - Categoria(s): release Tags: "Carruagens de Fogo", "Fangio: Uma vida a 300 km por hora, 32ª Mostra Internacional de Cinema, Adrian Lyne, Al Pacino, Alan Parker, Cinema, David Puttnam, Gerald Thomas, HUGH HUDSON, Juan Fangio, Revolução Revisitada, REVOLUTION, Ridley Scott, teatro, Unibanco Arteplex



Chega de analisar a críse,vamos analisar á sacanagem?
O Federal Bureau of Investigation, sob a pressão de olhar para possíveis actividades criminosas nos mercados financeiros, está expandindo sua fraude corporativa averiguações, na sequência do alvoroço nos últimos 10 dias, o funcionário afirmou terça-feira.
O F.B.I. abriu agora investigações preliminares para detectar eventuais fraudes envolvendo as quatro corporações gigante no centro da recente agitação – Fannie Mae ea Freddie Mac, Lehman Brothers e do American International Group, relatou a Associated Press.
Um funcionário governamental, falando em condição de anonimato, porque ele não estava autorizado a discutir a questão publicamente, disse que foi””lógico para assumir essas quatro empresas que ficariam sob investigação por causa das muitas questões em torno da sua recente colapso.
F.B.I. Terça-feira funcionários disseram que o número total de fraudes corporativas investigações no gabinete foi de 26, um aumento a partir dos 24 processos abertos citados há apenas uma semana por Robert S. Mueller III, diretor do FBI Esse número se situava em 21, tal como recentemente, em julho, mas a Mesa não tenha chamado a maior parte das metas.
O Sr. Mueller disseram membros do Comitê Judiciário do Senado que as investigações são importantes corporativa que visam as empresas que se envolveram em maio”declarações inexactas no decurso do que transpareceu durante a presente crise financeira.”
Ele acrescentou que”o F.B.I. prosseguirá com estes casos, tanto a montante da cadeia societária que for necessário para garantir que os responsáveis receberão a justiça que merecem.”
Para além das grandes sociedades casos, o gabinete disse que havia cerca de 1400 inquéritos abertos em pequenas empresas e indivíduos suspeitos de fraude hipotecária.
No entanto, a Mesa e o Departamento de Justiça tem estado sob pressão de alguns críticos que afirmam que os investigadores precisam de ter uma abordagem mais ampla e completa para os inquéritos financeiros. Mas Attorney General Michael B. Mukasey tem rejeitado convites para o Departamento de Justiça para criar o tipo de força tarefa nacional que o fez em 2002 para responder ao colapso da Enron.
Mr. Mukasey disse em junho que a crise hipotecária era um tipo diferente de fenômenos””que era um problema localizado mais próximas da rua”crime de colarinho branco.”
De funcionários de o Departamento de Justiça recusou-se a comentar na terça-feira em que as empresas estavam sob investigação por parte da Mesa. ”Como parte de nossa responsabilidade investigação, o FBI conduz investigações fraude corporativa,”Brian J. Roehrkasse, porta-voz do departamento, disse em uma declaração. ”O número de casos oscila ao longo do tempo. No entanto, não discutimos quais as empresas podem ou não ser objecto de um inquérito.”
Em um importante caso em junho, procuradores federais em Brooklyn trouxe conspiração e fraude títulos acusações contra dois gestores de carteira no Bear Stearns, que quase desabou em junho antes de ter sido comprado por um preço fogo-venda.
Quando foi anunciado que a acção penal, procurador-geral Mark R. Filip reconheceu que a crise hipotecária”inclui uma grande variedade de actos criminosos que se revelaram devastador para famílias americanas.”
Ainda assim, vários senadores na audiência da semana passada pelo Poder Judiciário comissão deixou claro que eles queriam ver o FBI tomar medidas agressivas para investigar possível infração penal em ligação com a crise.
O senador Patrick J. Leahy, do Vermont-democrata que lidera a comissão, o Sr. Mueller disse que”obviamente de todos interessados em que os E.U. do governo sobre o gancho”, de até US $ 1 trilhão em socorro dos custos.
”E se as pessoas fossem aos livros de culinária, manipular, fazer coisas que não estavam suposto fazer, então eu quero as pessoas responsabilizadas. E eu suspeito cada contribuinte americano – Eu não me importo o que os seus antecedentes políticos é – gostaria que eles responsabilizado,”disse ele.
Anonimyous, Pratico o quê.Não pratico nada.Não sou viciada em nada.Bebo algumas vezes vinho.No frio é sinto vontade de apreciar um bom vinho, no verão evito.Não fumo. E também não faço sexo, e não é por falta de libido, não.Acho que é pq eu assusto os homens ou seja sou a mulher mais desejada do planeta além de ser a chat mor do mundo virtual que vc mesmo me passou o cetro.A respeito de eu ser Bipolar, acho que não.Meu humor é estável.Se tenho que elogiar, elogio.Se tenho que criticar ,critico.Se tenho que me divertir de alguma forma pq ninguém é de ferro, me divirto .
Anonimyous, deixa as pessoas com sua vida sexual em paz.Senão vou te achar meio estranho e bizarro com sua fixação na vida sexual do outro.Deixa de patrulhar, que chato isso.Daqui a pouco nãovão me deixar nem mais respirar.
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