O Último Debate – A Última Ceia E MAIS!!!!
+ O TEXTO DO GUZIK E DO FELIPE FORTUNA E O MAPA ELEITORAL AMERICANO APOS O DEBATE!!!!!
Não parece ser o que parece ser. Mas poderia. O que vocês viram, vocês não viram realmente. Péraí! O que vocês ouviram, vocês acham que ouviram. Ah, os debates. Ah, quem conhece a estratégia deles – right, Ben Stein? Right, Paul Begalla?
Quem articula os debates presidencias são os articulistas, os press agents, os lobbyists e os (….). Aquilo não é exatamente um debate e sim uma sinfonia dos “des-ditos”. Por acaso a peça que estou tentando montar chama-se, justamente, a “Sinfonia dos Des-ditos: Kepler, parte 1”
Ah, sim, Weather Underground. Deixou pro último momento. Pena que McCain não trouxe a tona o grupo Weather Report, aquele em que tocava o Wayne Shorter e, às vezes, um brasileiro, Doum Romão. Subversivos a ponto de terem tocado junto com um terrorista austríaco e outro um cantor e compositor de nome Milton Nascimento.
A coluna de dias atrás de Frank Rich, da Oped page, do N Y Times, estava ÓTIMA. Brincava em cima disso tudo mais que o Dario Fo brincava em cima do orgasmo adulto que escapou do zoológico.
Não, não assisti o debate. Está me fazendo mal ao fígado. Mas a enxurrada de telefonemas e emails de pessoas me contando detalhes é como se… Péraí! Como se nada. Nada mudou.
McCain está apelando, sua cara pelando, digo, Palindo. E não Sarah. A Cagada está feita. Do que se deduz: quem aponta o dedo (dedinho, como o do Lula) está perdendo. E os polls (pesquisas) confirmam isso. Só que não confio nem em polls e nem em poles (postes) (poderia falar algo sobre poloneses também, mas tenho muitos amigos em Varsóvia e em Cracóvia.)
Confio no dia da eleição! O resto é teatro, e teatro RUIM. Péssimo, aliás.
Pior do que esse que Pedro Cardoso tem nos mostrado com seu… falo moralismo, digo, falso moralismo.
Impostos, Impostores, health care, segurança nacional, o cara lá do Weather Underground (pra quem não sabe, não perca tempo pesquisando: não eram os subversivos que a mídia quer fazer parecer: eram cartoons da Disney que mediam a temperatura dos vagões dos metrôs de Londres quando garoava lá em cima!) E olha que McCain nem mencionou The BLACK Panthers ou o Pink Panther com Peter Sellers.
Poxa, acho que teria sido o máximo o nosso POW de plantão mencionar o seriado britânico THE GOONS (onde Sellers começou) junto com Spike Milligan!
Ah, sim, o weather no underground da Northern line anda “rather stuffy!”. Por que será?
Porque eles não gostam do desempenho do McCain. Os seios dele não dão uma boa foto pra página 3 dos tablóides britânicos.
Gerald Thomas
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(Vamp, na edição)
Fui ontem almoçar com Gerald Thomas. Uma pessoa que amo e vejo muito menos do que gostaria. Ele tem uma agenda atrapalhada, eu tenho outra, então quando ele pode, eu não posso, vice-versa. Vai daí que há meses ele tem vindo regularmente a São Paulo, mais ou menos a cada 30 dias e a gente, que se adora, mal se vê. Desta vez marcamos o almoço vários dias antes e nenhum imprevisto impediu que encontrássemos. Foi meio atribulado por conta da escolha do restaurante. Queria levar Jerry ao Kawai, o japa aqui do lado de casa. Chegamos lá, lotado. Só havia umas mesas ao sol, naquele calor etíope de ontem. Não deu. Jerry disse que não queria almoçar, só tomar chá. Estava sem apetite, arrasado, problemas no trabalho. Lembrei então de um fast food japa que abriu aqui perto, na Augusta, o Yoi. A temperatura ali estava bem mais amena, apesar do barulho da rua. E havia mesas disponíveis. Ficamos lá. Temakis. Comi dois. Estavam bons. E conversamos muito. De nós, de trabalhos, de cidades, de blogs, da crise, da crise, da crise, de ética. Contamos histórias. E Jerry a certa altura observou que para além da depressão, com a qual está lutando faz tempo, ele se sente extremamente cansado. Respondi que sei muito bem do que ele estava falando, sinto a mesma coisa. Jerry respondeu que não acredita. E argumentou: estou trabalhando muito, dando aulas, mantendo o blog, ensaiando, atuando, escrevendo montes de coisas, entre as quais um romance cuja gênese ele acompanha desde o início, e que além de tudo minha aparência é ótima. Eu poderia ter retrucado, da mesma forma, que ele também está com excelente aspecto, pele saudável, olhos brilhantes, não pára de trabalhar e tem uma vida muito mais agitada que a minha desenvolvendo-se em três continentes. Em vez de levantar esses argumentos, disse que se faço tudo isso, é porque me ocupo, me deixo aturdir de tanto trabalho, justamente para não me entregar. Não sou um trabalhador feliz e ajustado. O que faço na vida é laborterapia, pra não pirar e viajar sem volta. Por isso não paro. E Jerry também não pára. (Ele me disse ontem que há décadas não tem férias, férias de verdade. Pelo menos nosso admito que levo vantagem sobre ele. Nessas últimas décadas tive férias e fiz umas viagens bem gostosas.) Bom, no meio da conversa, quando estávamos falando dessa dor que é viver, Jerry me olhou e perguntou: “Será que isso é coisa de judeus?” Páro e penso. Estou falando com um dos homens mais inteligentes que jamais conheci, um dos artistas mais brilhantes do nosso tempo. Não é improvável o que ele sugere. Nós dois, eu e ele, temos origens similares. Pertencemos quase à mesma geração (sou dez anos mais velho que Jerry), filhos de imigrantes judeus que escaparam do massacre nazista na segunda guerra, educados entre dois mundos, estrangeiros na terra natal, estrangeiros no mundo, sempre. Pensei na figura do judeu errante, do homem sempre em busca de um pouso, de um porto. Talvez essa minha melancolia, a tristeza do Gerald, sejam atávicas. Uma condição biológica que nos condena a isso. Será? É tão plausível. A coisa pode vir em nosso DNA. Sei lá. Terminamos o almoço. Jerry precisava voltar ao trabalho para tentar resolver os problemas graves que rondam seu projetado espetáculo. Eu tinha que dar um jeito de pagar contas que venciam, já que os bancos estão em greve. Acabei fazendo isso numa casa lotérica. Há décadas não entrava em uma. Mas isso é uma outra história que fica para uma outra vez.
PS: Obrigado ALBERTO, SO QUE TEM UM ERRO AI. O MAIS INTELIGENTE EH VC.
LOVE
G
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POESIA E TÉCNICA: CAMPOS ALEATÓRIOS
Felipe Fortuna
Encontra-se na internet (e, portanto, ao alcance de todos) a revista MnemoZine, cujo número 4 é inteiramente dedicado a Augusto de Campos: www.cronopios.com.br/mnemozine/. Tanto por sua qualidade gráfica quanto pela pertinência do material reunido (poemas, artigos, depoimentos e traduções), o exemplar virtual de MnemoZine deve ser referência para as publicações literárias que se arriscam na rede eletrônica. Editada por Marcelo Tápia e Edson Cruz, e transformada em objeto multimídia por Pipol, a revista, expandindo-se em www, faz circular a obra do poeta, crítico e tradutor como jamais se pensou: a massa pode agora comer o biscoito fino que Augusto de Campos fabrica desde a estréia, com O Rei Menos o Reino (1951).
Mas a maior circulação do poeta concretista não é tudo: a revista também apresenta textos cinéticos e se vale de recursos sonoros e visuais que trazem à poesia concreta aquilo que não se encontrava na versão impressa em papel. É o que acontece, por exemplo, com os poemas “Osso” e “Intradução: Guillotine Apollinaire”, este último uma composição lúdica e bem-humorada, no qual até a página branca, quando se cortam todas as palavras, também é degolada. Fatos inesperados, escuta-se o poeta a interpretar “Chegou a Noite”, samba composto pelo pai, Eurico de Campos, que contém o verso paulistano “lá vem a gaze da garoa”; e ainda, como em diálogo, o próprio pai a cantar “Samba Concreto”, de sua autoria, no qual garante que num quadro (e não num poema, note-se) feito segundo os princípios do concretismo “havia 100% de expressão e sentimento”.
O importante conjunto de MnemoZine agora se junta à reunião de ensaios organizada por Flora Süssekind e Júlio Castañon Guimarães em Sobre Augusto de Campos (2004), concebida em torno de seis grupos temáticos, entre os quais “Poesia e Técnica”. Em vista das possibilidades abertas à criação artística pelas tecnologias digitais e pelos meios eletrônicos de divulgação, de que tanto se vale a mencionada revista literária, o tema “Poesia e Técnica” revela-se de fato produtivo para uma discussão sobre um aspecto da poesia de Augusto de Campos. Aproveita-se também uma coincidência: a professora Lucia Santaella escreveu um ensaio em MnemoZine (“A Invenção Viva da Poesia Concreta”) e outro ensaio no citado livro (“A Poética Antecipatória de Augusto de Campos”). Em ambos, defendeu a tese de que “a poética de Augusto de Campos é aquela que mais coerentemente permaneceu fiel a seus precursores como Mallarmé, Cummings, Pound, e à própria poesia concreta de que foi fundador e participante. Por isso mesmo, é a poética que antecipou e, no seu desenvolvimento interno, sempre em progresso, veio, ela mesma, desembocar na poesia digital contemporânea.”
É difícil aceitar a integralidade das afirmações acima. A professora aponta, primeiramente, o paradoxo da fidelidade de Augusto de Campos aos princípios ortodoxos do concretismo, que teria conduzido a obra à forma mais atual de poesia (e acrescenta: “por ironia inesperada para os críticos”). Lucia Santaella seguramente não considera o recorte realizado pelos poetas concretos, pela via do paideuma, para assegurar em Mallarmé, Cummings e Pound aquilo que tinha serventia às idéias fixas do grupo: apenas uma parte da obra, escolhidaà la carte. Ao mesmo tempo, persegue o tipo de evolucionismo histórico-literário criado pelo grupo de poetas concretistas – e não apenas por Augusto de Campos – para explicar a poesia que produzem. Sobre o autor, informa que “sua produção poética avançou pari passu,sincronizando-se com o potencial apresentado pelas novas tecnologias”. Por isso mesmo, mencionam-se as palavras “progresso” e “desembocar”: a primeira, com a noção distorcida de que se atingiu um patamar superior ou que o mais moderno é o melhor; a segunda, com a insistência num processo de desenvolvimento (que existiu na ilusão de todos os planos-piloto) que tem um resultado final ou um ponto de chegada.
Mais incongruente ainda é a afirmação de que Augusto de Campos produziu uma “poética que antecipou” a poesia digital contemporânea. Alguns poemas concretos, como “Osso” e “Intradução”, ganharam elementos de visualidade graças às novas tecnologias – mas, infelizmente, na velocidade e na direção que oferece o poeta ou o editor, e não mais nas que o olho do leitor captava ao abrir uma página. Do suporte do livro para o suporte digital, como se vê, há perdas e ganhos. O que falta na argumentação é um sopro de dialética: um artista ou um crítico deveria ficar alerta para a imprevisibilidade e mesmo para as mutações (e não o progresso) que as técnicas impõem sobre o ser em todas as suas atividades, e não apenas as poéticas. Ao tratar das interações entre tecnologia e literatura, Hugh Kenner, emThe Mechanic Muse (1987), soube interpretar que “a tecnologia tendeu a subjugar as pessoas gradualmente, forçando-as a um comportamento do qual não faziam idéia. E ela alterou os seus mundos, de tal modo que um datilógrafo de 1910 não poderia ter imaginado como a sua contraparte de 1880 costumava passar o dia.”
A tecnologia tem a capacidade de alterar os sentidos, sem perder ambivalências e casualidades. O objeto verbivocovisual, por fim, é um ato de criação com fundas repercussões para a literatura, e Augusto de Campos começou a produzi-lo com a tecnologia existente à época: primeiramente, os recortes de letras e palavras impressas nas revistas; em seguida, as folhas de plástico do Letraset. Tivesse escrito seus argumentos nos anos 70, Lucia Santaella afirmaria que o seu poeta antecipou a técnica do decalque a seco!
Por outro lado, talvez haja interesse em distinguir os poemas que, posteriormente, ganharam aspectos inovadores com o uso da técnica digital daqueles poemas que foram diretamente concebidos com os novos recursos. Aplique-se tecnologia digital, por exemplo, a qualquer um dos poemas visuais portugueses do século XVII – e decerto seria obtida outra antecipação.
O poema “SOS”, um dos mais bem realizados de Augusto de Campos, foi publicado emMnemoZine do mesmo modo como está impresso no livro Despoesia (1994). Consulte-se, no entanto, www2.uol.com.br/augustodecampos/clippoemas.htm: ali, “SOS” ganha cor, movimento e som, e se transforma, ao que parece, em outro poema, igualmente extraordinário. O que a tecnologia fez foi transformar ambos os poemas em dois objetos distintos, impulsionados pelos sinais de desespero e de solidão que acompanham cada um de nós desde sempre.
Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: Black Panthers, debate, EUA, Gerald Thomas, McCain, New York Times, o último debate, Obama, Pedro Cardoso, Peter Sellers, Sarah Palin, Spike Milligan, The GOONS

Lula, como está na Índia, devia ser rebaixado a casta do espírito das baratas.
Chega de violência, chega de crueldade, chega de intransigência, chega de desumanidade, chega das pessoas se dividirem em castas, chega de tudo que nos torna frios, desumanos, chega!!!!!!!!
“No direito internacional , tratamento degradante é o que humilha, e diminua a pessoa diante dos olhos dos outros, e dos próprios olhos.”
CHEGA DE SUPERFICIALIDADES!!!!!!!
Sr Aninomyous,
O sr disse que os maus é que vão para o inferno.E o que é ser mau para o sr??mau é toda pessoa que não pensa como o sr pensa?aí é mau?Agora o sr diz aquelas barbaridades como estivesse querendo tudo aquilo para mim é ser bom???????Então estou vendo , o sr vai me desculpar, mas vou lhe informar que o sr também fará companhia com os maus no mesmo inferno que o sr falou em tom jocoso.Só se o sr pagou para ficar numa cadeira ao lado de Deus aí talvez o seu céu está garantido. Só que lhe informo , sr Aninomyous, que lá no “céu” ou no “inferno”,tanto faz, talvez não seja tão injusto como aqui deste lado da vida.Pode ficar sabendo.
COMO PODEM TER PESSOAS QUE NÃO RESPEITAM A VIDA, A VIDA DE QUALQUER SER VIVO, COMO PODEM TER PESSOAS QUE SÃO CRUEIS COM SER INDEFESOS?SERES DÓCEIS, SERES LINDOS….SEREM CRUELMENTE TORTURADOS, COMO PODE ISSO….COMO TER PESSOAS CRUEIS ASSIM…COVARDES,COVARDES
teste 2208
IVO VEIGA,
ELE MANDOU TIRAREM UM COMENTÁRIO ONDE ELE INDIRETA OU DIRETA MESMO ME TRATANDO DE FORMA DEGRADANTE.
NÃO SEI SE O SR REALMENTE NÃO SABE OU ESTÁ SOMENTE DEFENDENDO SEU AMIGO.
DE QUALQUER FORMA DEI MEU RECADO.
E TAMBÉM NÃO CONCORDO COM ESSE TIPO DE CONDUTA QUE O SR E OUTROS TÊM.
Gente que faz o que fez de arma em punho e linchando quem estava por perto merece ser exilado para a PQP, e ganhar pão e água na cadeia. MUCHACHO
Aliás alguns comentários meus anteriores foram também retirados.
Boa noite a todos !!!
ok man depression? No problem
PROZAC ANTAC DORMONID COM CONHAQUE
o homem moderno acorda toma um porzac e lá pelas 11 da manha um antac para o estomago e vai até a noite , quando a noite chuvosa e tropical o encontra ele toma dois conhaques 5 cervejas e por ultimo antes de entrar no carro e ir pra casa um dormonid com o terceiro comhaque , tenho vivido asim nos ultimos 15 anos e nao houve efeitos colarerais minha depré desapareceu pro completo depois que ela me enganou quando disse que era loira mesmo,
claro, eu tambem contei mentiras que sabia esquiar
ela imaginou a lancha e quiz ir pra outro lugar tirar a roupa tirar a roupa tirar a roupa…e eu nunca mais vi televisão.
mas nao sei nao acredito que mc se deu melhor que obama aquele lance do obama amigo do cara da ong que era terrorista …nao sei nao ….. acho que a guerra VAI CONTINUAR mas pode ser que Mcain caia na rela tambem e tire o caminhão da lama que nao é de woodstock
Luciana desculpe a intromissão, mas que aconteceu entre vc. eo ani, procurei no blog inteiro e não vi qual foi o assunto que vc.reclamou dele(não vi o que o ani disse)ou seja to boiando, dá prá dizer sinteticamente qual foi o motivo, se vc. quiser é claro.
Beijos
Ivo
Heitor, estava construindo uma locomotiva virtual, adoro trens, e tenho um simulador de trens muito legal, é um dos meus hobies, quem é esse Major José Olimpio, é da P.M? pois pelo que eu vi a P.M. estava protegendo o Palácio dos Bandeirantes da Civil que tá em greve. To boiando nisso também.
Abraço
Ivo
EM NOME DO DINHEIRO, MATAM
EM NOME DO DINHEIRO, ROUBAM
EM NOME DO DINHEIRO, EXCLUEM
EM NOME DO DINHEIRO, HUMILHAM
EM NOME DO DINHEIRO, ALIENAM
EM NOME DO DINHEIRO, TRANCAFIAM
EM NOME DO AMOR, AMAMOS
EM NOME DO AMOR, SOMOS LIVRES
EM NOME DO AMOR, SOMOS AMIGOS
EM NOME DO AMOR, ENSINAMOS
EM NOME DO AMOR, CURAMOS
EM NOME DO AMOR, ALIMENTAMOS
EM NOME DO AMOR, DAMOS VIDA
Respondendo ao Ivo Veiga
do Globo online
“Os grevistas usaram nariz de palhaço, sirene, buzina, faixas repudiando o atual governo e carros de som, onde subiram políticos como Paulinho, da Força Sindical, e o major Olímpio (PV). Em um dos cartazes podia-se ler: “Sabe o que significa PSDB? Pior Salário Do Brasil”.
Não sei se é da PM, acho que não.
Deputado Major Olímpio (PV)
Ler isso às 23:26 é fenomenal! GT, agora que descobri, voltarei sempre aqui,.
Heitor se não é da P.M. não é major já que na civil não tem patente militar, depois a greve é da civil, que é filiada a cut, a P.M. é proibida de se filiar em sindicato, isto foi uma das poucas coisas que restaram de quando a P.M.era força auxiliar do exército, que foi mudada com a constituição de 1988, mas pelo que eu sei a questão da filiação a este ou aquele sindicato é vedada a P.M. bem como as forças armadas; agora o cara pode ser P.M. aposentado e filiado a P.V., deixa eles brigarem com suas arminhas 38 e .40, se a situação piorar o exército entra com os blindados de 120m.m. e os canhões de 255m.m. e acaba a anarquia.
Abraço
Ivo(volto pra minha locomotiva)
Gerald, acho melhor vc voltar correndo para os EUA:
Lula está mostrando a cara:
Lula Tutan Kamon II,
Globo
Lula falando em Moçambique:
Lula acrescentou: “É que o mandato do presidente (de Moçambique) tem cinco anos. No tempo em que você [presidente moçambicano Armando Ermílio Guebuza] tinha os faraós, os imperadores, as coisas aconteciam. Essa é uma inquietação que eu tenho. Não estranhe não, porque eu me queixo em todo lugar.