Umas notícias novas para você. Ou velhas, se você levar em conta a velocidade com que a internet propaga tudo.
A Synergex mandou avisar:
Lançamento simultâneo de Resident Evil 5
Os gamers brasileiros aficcionados pela série de survival-horror da Capcom terão motivos para comemorar a sexta-feira 13. A distribuidora Synergex já está abastecendo as lojas com a versão oficial de Resident Evil 5, que será comercializado no Brasil a partir de 13 de março, simultaneamente ao lançamento americano.
“Estamos orgulhosos. Esta é a primeira vez que a Synergex proporciona aos jogadores brasileiros o privilégio de comprar um game tão esperado no dia do lançamento oficial. A operação representa uma conquista para o mercado brasileiro, e só foi possível graças ao relacionamento estreito que nossa empresa tem com a Capcom”, diz Glauco Bueno, Diretor de Planejamento e Marketing Estratégico para América Latina.
Conteúdo exclusivo da Edição de Colecionador (disponíveis para pré-venda nas lojas online):
- Game Resident Evil 5
- 1 mochila da Tricell (empresa que integra o enredo do game)
- 1 action figure (boneco) do personagem Chris Redfield
- Disco de extra com conteúdo exclusivo
- 1 medalhão
- 1 manual
- 1 aplique da BSAA (Bioterrorism Security Assessment Alliance).
Preço sugerido: R$ 279,90 (PS3 e Xbox 360) e R$ 399,90 (edição colecionador).
Resta saber se a data será mesmo cumprida à risca. Conheço gente que sairá de casa na sexta-feira 13 só para isso. Fiquemos de olho.
E por falar em Resident Evil 5 e suas polêmicas, um texto interessante que li há um tempo por aí.
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Já a Fox Films soltou essa ontem:
Dragonball: Evolution em 9 de abril nos cinemas
O longa Dragonball: Evolution será lançado em 9 de abril nos cinemas brasileiros. Estrelado por Justin Chatwin (filho de Tom Cruise em A Guerra dos Mundos) e James Marsters (o vampiro Spike de Buffy a Caça Vampiros), o longa é baseado na popular animação homônima de mangá , criada por Akira Toriyama.
Sucesso em desenhos de TV, quadrinhos e em vídeo-game, Dragonball traz ao público a riqueza mitológica da cultura japonesa, a luta entre o bem e o mal através de seus personagens Goku (Justin Chatwin) e Piccolo (James Marsters). No filme, No filme, o poderoso guerreiro Goku descobre sua força interior para poder enfrentar Piccolo e impedir que a Terra seja destruída.
Sobre esse, eu não sei bem o que pensar. Ainda. Tenho medo.
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E você já ouviu falar em Playstation palmar hidradentitis (ou hidradenitis)?
Sim, você deve ter ouvido, porque isso sim é old: uma “doença” causada pelo uso excessivo do joystick do PS2. Então tucanaram o calo na palma da mão, é isso?
O negócio é que saiu uma matéria sobre isso saiu na Istoé dessa semana. Não vou entrar no mérito da doença em si, que isso já foi vastamente discutido pelos fóruns da vida (tipo, a mão ta doendo? Para de jogar, ué!). Só comento o que li na revista: não são citados os nomes dos games causadores do problema (fala-se “jogo”, e pronto), nem é especificado que a doença é provavelmente causada pelas alavancas analógicas do joystick Dual Shock do PlayStation 2 (o videogame é genericamente chamado de “Playstation”, uma rotina básica da imprensa não-especializada). Ou será que alguém na Suíça ainda joga PSOne nos dias de hoje? Mas “detalhes insignificantes” assim, nem os caras da Faculdade de Medicina de Genebra, nem os jornalistas, estão preocupados em checar.
A legenda da foto publicada na página, inclusive diz que “o manuseio excessivo do console causou lesões nas mãos”. Talvez eles quisessem dizer “do controle”, sei lá.
Fico pensando: entendo que o assunto seja de interesse público e mereça uma abordagem em uma revista semanal. Mas qual a utilidade de se publicar uma matéria que apenas replica o que já saiu na imprensa internacional e com apenas uma aspa de um especialista brasileiro, se não traz nenhuma luz ao tema? Parece aquele tipo de pauta que só existe para deixar a mãe apavorada: “Eu te disse que jogar faz mal pra saúde!”
Ainda bem que, na revista, eles descrevem o tratamento:
“A adolescente parou de jogar. Dez dias depois os sintomas desapareceram.”
Pelo menos existe uma cura. Não é para ficar aliviado?