16/11/2009 - 23:36
E aí, seu fim de semana foi tão agitado quanto o meu? Espero que sim.
Foi tão agitado que nem pude comparecer ao evento promovido pela Nintendo (Latamel) em São Paulo neste domingo de feriado. Falhei, e até tomei um puxão de orelha dos próprios organizadores por não ter comparecido. Quem foi, disse que foi bacana. Para quem quiser saber mais sobre o evento em si e o jogo lá exibido (a saber, o New Super Mario Bros. Wii), leia a resenha escrita pelo hiperativo Gus Lanzetta, que esteve lá e viu tudo com os próprios olhos.
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E você viu essa? O Brasil é campeão mundial de Guitar Hero.
Isso se você considerar o World Cyber Games como o verdadeiro e único campeonato de videogames do planeta. Como não há outro com tanto peso e nome, então podemos dizer que sim, o Brasil tem o melhor jogador do mundo em Guitar Hero: World Tour.
O paulistano Fábio Jardim, codinome caiomenudo13, foi o campeão da modalidade no World Cyber Games 2009, que rolou neste final de semana em Chengdu, China. Após ter passado invicto para a fase eliminatória, Fábio eliminou um inglês e dois norte-americanos para merecer a medalha de ouro. É digno de parabéns o feito, visto que Fábio tem apenas 14 anos e enfrentou caras mais velhos e, teoricamente, mais preparados – se é que, com a globalização, faz alguma diferença o fato de um game ter sido desenvolvido nos Estados Unidos. Não faz, mas digamos que faça.
O Brasil teria ficado em segundo lugar na classificação geral se tivesse ganho mais uma medalha de ouro no game de snooker Carom 3D. Jean Michel dos Reis Monico, o jeantek, de Vitória (ES), fez valer a tradição brasileira nesse game (o Brasil levou o bronze em 2008, e ouro e bronze em 2007) e alcançou a final. O rapaz de 20 anos acabou perdendo para o representante sul-coreano e ficou com a prata. No total, a delegação brasileira somou duas medalhas e ficou em quarto lugar no geral, atrás de Coréia do Sul. Suécia e Alemanha.

Jean (à esq.) e Fábio, medalhistas no WCG 2009
Vale também ressaltar que os rapazes campeões não trouxeram apenas medalhas da China, mas também grana: Fábio levou um cheque de US$ 7 mil pelo título. Jean, pelo segundo lugar, ganhou US$ 3 mil. Nada mal para um campeonato de joguinhos, não?
Levada em conta a campanha, o saldo da delegação brasileira foi bem positivo: viajaram nove cyberatletas, que competiram em cinco modalidades e trouxeram um ouro e uma prata. É infinitamente melhor do que no ano passado, quando os 17 jogadores brasileiros enviados para Köln (Alemanha) trouxeram apenas uma medalha de bronze.
Imagino que alguém lá na Samsung Brasil deva estar bastante satisfeito neste momento…
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E claro, tem o Zeebo.
O console fabricado pela Tectoy (em parceria com a Qualcomm) finalmente será lançado no restante do Brasil – anteriormente, havia sido colocado à venda apenas no Rio de Janeiro. E a novidade é o novo preço de sugestão ao consumidor: R$ 299 pelo console, com um joystick e dois games já na memória. Jogos exclusivos e com nomes sugestivos como Zeebo Extreme Bóia Cross e Boomerang Sports Queimada poderão ser comprados em breve, diretamente pela rede 3G do Zeebo, por preços a partir de R$ 9,90.
A Tectoy alega que a queda no preço foi garantida graças às vendas do Zeebo também no México: “os componentes passam a ser produzidos em maior escala e por custo menor, o que torna possível a redução do preço do videogame em todo o mundo”, diz o release divulgado para a imprensa. Outra explicação é, ainda conforme o release, “o câmbio estável e o volume de downloads de jogos também permitiram o lançamento em nível nacional por um preço bem menor do que o inicialmente previsto”.
Acredito que algumas reações de veículos da grande imprensa ao preço inicial do console e ao visual dos primeiros games também tenha colaborado para essa significativa redução. Mas isso é só um comentário, quem sou eu para ter certeza de alguma coisa. Vejamos como a máquina se sai no teste das lojas no período de fim de ano. Afinal, o Natal está aí e todo mundo gosta de ganhar presente.
Eu gosto, você gosta?
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E você adorou Modern Warfare 2? Não? Então espero (mesmo) que sua reação não tenha sido semelhante a esta:
Nem vale a pena traduzir ou buscar legendas…
De vez em quando, só de vez em quando, tenho um pouco de medo desse mundo dos games. Mas logo passa e tudo fica bem.
Autor: pablo - Categoria(s): Cobertura WCG 2009, Tudo ao mesmo tempo
Tags: carom 3d, guitar hero: world tour, latamel, modern warfare 2, new super mario bros. wii, nintendo brasil, samsung, tectoy, WCG, world cyber games, zeebo
16/09/2009 - 03:28
Notas rápidas de uma semana corrida demais:
- A Konami organiza nesta quarta, 16, um evento especial em São Paulo, o Konami’s Gamers Night Brazil (o porquê do nome em inglês eu não sei). No encontro, que acontecerá em um restaurante chique da cidade e irá reunir basicamente jornalistas especializados, representantes da produtora japonesa mostrarão suas novidades de fim de ano para o mercado brasileiro.
Entre os games que poderão ser experimentados estão Pro Evolution Soccer 2010, Silent Hill: Shattered Memories, SAW (Jogos Mortais), Dance Dance Revolution, Karaoke Revolution e Deca Sports 2, entre outros. Também está confirmada também a presença de Erik Bladinieres, Diretor Regional da Konami para a América Latina, que foi justamente quem assinou o convite por e-mail. Portanto, presumo que ele estará lá.
Devo aparecer por lá.
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Os atletas virtuais brasileiros continuam fazendo das suas pelo mundo, apesar de o mercado brasileiro não dar muita bola para isso. No Panamericano do World Cyber Games, que rolou no final de semana passado no México, o Brasil levou duas medalhas – um ouro por Guitar Hero: World Tour, com Cassio Kiles, e um bronze em FIFA 09, com Samuel Liberato, o Shev.
Coincidência ou não, ambos jogadores defenderam a bandeira nacional no World Cyber Games 2008, que rolou em Colônia (Alemanha), em novembro passado. Estive lá com eles, cobrindo esse evento e acompanhei de perto as performances dos dois – na ocasião, ambos passaram muito perto de ganhar medalhas. Agora, conseguiram. Os meus parabéns para eles.
E as etapas brasileiras para definir os representantes para o WCG Brasil 2009 chegam ao fim nas próximas semanas. Neste sábado, 19, rola em São Paulo a etapa final de Guitar Hero: World Tour. No dia seguinte, acontece a final de FIFA 09. Ambos torneios terão como palco o espaço Samsung Experience do Shopping Morumbi. Já a final estadual da modalidade Counter Strike se dará no dia 25, na Lan Combat.
Já o WCG Brasil, que definirá os representantes nacionais na China, em novembro, acontece em 26 e 27 de setembro, no Shopping Eldorado, em São Paulo. Serão cinco modalidades em disputa: FIFA 09, Guitar Hero: World Tour, TrackmaniaNations Forever e Carom 3D. A final nacional de Counter Strike 1.6 será realizada na O2 Lan House. A delegação brasileira deverá ter um representante de cada modalidade, totalizando nove jogadores.
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E você, cidadão bem informado e interessado, deve saber que o circo do Video Games Live está para desembarcar novamente no Brasil. Dessa vez, o compositor e idealizador Tommy Tallarico e sua trupe estão com mais moral: estão marcadas quatro apresentações por aqui. Confira as datas:
30 de setembro – Belo Horizonte (Palácio das Artes)
1 de outubro – Salvador (Teatro Castro Alves)
4 de outubro – Rio de Janeiro (Canecão)
7 de outubro – São Paulo (HSBC Brasil)
Informações sobre preços e como comprar os ingressos estão no site oficial do evento no Brasil (abaixe o volume do computador se não quiser encarar o alto volume inconveniente).
Vale ressaltar que três desses espetáculos devem ter shows de abertura com boas bandas de game music locais. Em BH, o VGL será aberto pelos mineiros do Abreu Project; no Rio, é a vez do Game Boys; e em São Paulo, o velho de guerra Mega Driver.
Devo entrevistar mais uma vez o bonachão Tallarico nos próximos dias, e por isso peço sua ajuda. Como ele já concedeu dezenas de entrevistas para a imprensa brasileira, queria umas sugestões de perguntas interessantes. Se tiver uma, escreva nos comentários abaixo. As selecionadas serão devidamente perguntadas e publicadas no Gamer.br. Para você se inspirar, relembre aqui a entrevista que ele me concedeu em 2006.
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E para encerrar o post pop e cheio de eventos, faço aqui um tributo a Kanye West e seu papelão no Video Music Awards da MTV, no último domingo. Não sabe o que aconteceu? Então leia primeiro aqui e depois aqui.
E como não bicho mais cruel e engraçado na atualidade que o internauta, é claro que o evento – ridículo de dar pena – e o discurso do rapper no palco renderam pérolas absurdas e engraçadas. Abaixo, uma das mais nerds que vi:

E tem muito mais aqui. Pelo jeito, não vai parar tão cedo…
Autor: pablo - Categoria(s): Clique Comigo, Cobertura WCG 2008, Tudo ao mesmo tempo
Tags: abreu project, cassio kiles, cyberatletas, erik bladinieres, fifa, game boys, guitar hero, kanye west, konami, mega driver, samsung, shev, taylor swift, tommy tallarico, vgl, video games lve, WCG, world cyber games
03/08/2009 - 16:07
A Entrevista da Semana está de volta, desta vez como seção fixa no Gamer.br. Agora, toda segunda-feira tem pingue-pongue por aqui. O papo desta semana é com o Rodrigo Moretz, gerente de marketing de relacionamento da Samsung e principal responsável pelo torneio World Cyber Games no Brasil. Conversei com Moretz durante a viagem entre as cidades alemãs Colônia e Frankfurt, um dia após o encerramento do World Cyber Games 2008, em novembro último. Com as seletivas para o torneio alcançando a reta final (a final mundial da edição 2009 acontece na China, em novembro), está aqui a melhor hora para publicar esse papo inédito, que deixa bastante claro o posicionamento da empresa sobre o principal campeonato de games do planeta.
Leia a longa conversa e não deixe de comentar no final.
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Gamer.br: O que a Samsung ainda ganha patrocinando o esporte eletrônico e o World Cyber Games? Esses ganhos já são visíveis, já que o evento completa 10 anos em 2009?
Rodrigo Moretz: Eu acho que sim. A gente primeiro ganha visibilidade com essa moçada nova. Nossa marca tem contato com eles constantemente em tudo que eles vêm a tudo que eles consomem. Falando de Brasil, estamos conseguindo manter um evento sólido e esperado todo ano. Então agora a questão é a gente conseguir fazer coisas diferentes – a fórmula é meio básica, agora a gente tem que achar meios de deixar a coisa mais atraente, principalmente para outro público. Os gamers hardcore a gente sabe que a gente acaba arrastando, mas temos que aumentar a capilaridade do evento.
Com os resultados no último WCG [uma medalha de bronze em Carom 3D], você enxerga que o Brasil está longe de outros países no e-sport? Ou você acha agressivo demais afirmar isso?
RM: Acho agressivo. Se essa entrevista fosse em 2007, nós havíamos ficado em segundo, na frente de todos os países, exceto os Estados Unidos. É meio relativo. Cada ano se começa do zero, é um pouco da diferença do esporte convencional. Futebol é futebol – mudam-se os times, mas futebol é futebol. Num game como FIFA, muda muita coisa na jogabilidade, nos bugs, e é isso o que nivela todo mundo. Estar concentrado e psicologicamente preparado também ajuda. Esse é o diferencial de ter uma equipe nova, né? Era a primeira vez que muitos estavam ali, jogando no palco, com torcida, aquela pressão. Acho que isso faz diferença também.
Como você compara a delegação de 2008 com as dos quatro anos anteriores?
RM: As quatro têm coisas bastante diferentes. A primeira que foi com a gente estava “juvenil” como nós, deslumbrada com o que estava vendo. As duas seguintes tinham muita gente repetida, então rolava uma relação mais automática, a fluidez era maior. A deste ano [2008], a galera era mais nova e havia um problema de adaptação, muita gente era a primeira vez que saia do país, isso acho que foi a diferença. Mas em termos de astral, eu achei que fosse ter panelas entre países e jogos, mas não rolou. Todo mundo se misturou. Mesmo entre os times de CS, que são considerados chatos: rolou interação, todo mundo saiu, sem a obrigação de estar junto sempre. No final foi bom, tirando o fato de ser a primeira jornada deles.
Além de estimular o e-sport com esse campeonato, a Samsung dá alguma outra forma de apoio ao jogador durante o treinamento? Você acha que a empresa poderia fazer mais para os ciberatletas melhorarem seus níveis?
RM: Não, a gente não faz, por falta de tempo e investimento pra isso. A gente tem um investimento para o projeto em si. O que temos são planos para buscar parceiros, outras empresas que queiram estar nesse universo, para darmos um passo a mais pra conseguir objetivos de competição, para aí sim, transformar num esporte de verdade, treinar com foco em ganhar. Hoje o treinamento é individual, cada um se vira como pode. A gente só precisa pensar como. O Mibr foi pra Suécia porque a internet lá é melhor e há muitos times lá. Vamos fazer a mesma coisa sem ter o custo de ter que sair do país. Uma internet boa, ou trazer gente de fora pra criar um intercâmbio. São coisas que a gente vai estudando. Com mais parceiros, a gente vai somando.
Como entusiasta, o que você acha que é preciso para que o esporte eletrônico no Brasil seja mais levado a sério? Quem precisa ser convencido? As empresas com dinheiro, ou o público, os consumidores?
RM: É a brincadeira do ovo e da galinha. Mas eu acho que as empresas tinham que se mobilizar primeiro, entender que talvez esse garoto não é um decisor de compra agora, mas no futuro ele pode ser. Mas o pai dele, que está levando ele ao evento, é o cara que vai estar olhando. As empresas precisam perceber que game não é uma coisa só de molecada, nerd, e que pode gerar muito negócio. O Brasil precisa acordar para o segmento de games. Você vê pesquisas que mostram que o mercado é brutal em investimento. Começa por aí. A partir do momento em que as empresas olharem com melhores olhos, o público automaticamente vai ser sensibilizado de que a coisa é séria, é de dentro pra fora. Acho que esse é o caminho. Essa é minha batalha interna dentro da companhia.
Você acha viável que um jovem se concentre nessa área ao invés de pensar numa carreira universitária? Falta orientação paterna?
RM: Falando de hoje, acho que é muito complicado ter uma carreira dedicada a games. Tenho pouco contato com isso fora, mas acho que o Brasil está um pouco distante [do cara viver disso]. O que a gente tenta pregar é o cara dosar, jamais esquecer de faculdade, da vida normal, e tentar dosar isso para ver o ponto de equilíbrio. E arriscar, mas aí isso faz parte do risco da vida. O papel dos pais é fundamental, tanto em apoiar quanto em colocar limite. A gente sempre fala em todas as reuniões com os meninos: ‘tudo em excesso faz mal, até água’. Tem que ter um limite, um equilíbrio. Tomara que um dia a gente chegue ao ponto de ser profissional, mas acho que falta bastante apoio da mídia em geral, de criar mecanismos ou programas que atraiam isso.
O que um jogador de game pode esperar do “pós-carreira”?
RM: Eu já parei para pensar nisso. Uma vez dando certo a profissionalização, isso começa a criar um circulo virtuoso. O cara pode se tornar manager do time que ele fez parte, somar a experiência dele. A gente sabe de empresas que tem relações com games por causa do aspecto de você ter de resolver problemas, ou achar caminhos. O cara já tem isso na cabeça. E empresas de tecnologia também é um caminho, o cara já conhece os equipamentos. São caminhos bons.
Ajuda na carreira eles serem competitivos?
RM: Acho que sim. Saber lidar com ganhar e perder, que é algo com o que eles convivem sempre. Saber ganhar e comemorar, perder e ser fair play, repensar os erros, ajuda muito, diferencia muito. Tem gente que sai cru da escola, entra na carreira e, na primeira pressão que toma do chefe, desanda. Acho que trabalhar essa pressão é interessante, dá uma calejada no cidadão.
Em termos práticos, o que uma medalha em um WCG muda na vida de um ciberatleta não profissional?
RM: Para eles, acho que muda no sentido folclórico: “sou um dos poucos campeões mundiais de videogame”. Fica marcado. As pessoas próximas têm isso como referencia. Pessoalmente, é um puta mérito. Deve ser muito gostoso chegar em casa e mostrar para a família – “olha, eu consegui”. Para a gente, pro país e as empresas envolvidas, ajuda a atrair a mídia e também é uma cenourinha que fica sempre na frente, que faz você sempre querer ser mais. No ano que vem, a gana será maior, uma cenourinha para a gente ir buscar.
Existe o plano de fazer a final mundial no Brasil. Em que pé está isso?
RM: Na minha cabeça, a idéia está sempre presente. Já ganhamos um prêmio como a melhor final nacional. Eu acho que temos que fazer um Panamericano, que é uma mini-final mundial, em que vamos sentir como é receber gente de fora, cuidar desses caras. Imagine cuidar de 200 jogadores de fora. A gente sabe que ainda está um pouco distante – o Pan nem tanto, a gente vai tentar aplicar o projeto pra ver se passa esse ano. Para a gente seria muito bom. Eu estou apostando internamente. A gente pode transformar isso em um festival da Samsung, aguardado todo ano.
Você comentou sobre o apoio do governo. A atual gestão oferece algum apoio?
RM: Não sei se é uma falha minha, ou de tempo, mas nunca consegui me aproximar muito do governo. Eu só não achei o caminho ainda. É um ponto a ser desenvolvido no nosso projeto, qual é a veia para dar suporte para a gente. Para o governo seria bom, atrairia gente, investimentos. Estamos na luta pra ter a Olimpíada no Brasil, claro, guardadas as devidas proporções, é um jeito de a gente plantar uma sementinha lá, um ensaio que a gente pode fazer de receber gente de fora… Eu ainda não avaliei se vale a pena antecipar isso ou não.
Por que o brasileiro gosta tanto de WCG?
RM: Eu gosto desse projeto pra caramba, acho que ele ainda tem muito sumo pra dar. De certa forma, ele pode ser aproveitado melhor por nós mesmos, e aí, leia-se pensar em mais coisas diferentes. O segmento é grande, tem potencial, e temos a faca e o queijo na mão. No Brasil, entre as empresas desse segmento, a Samsung é a única que está nesse barco. Por que não ligar o motor e não deixar nunca ninguém chegar perto? Se não fizer isso, outras empresas tendem a se aproximar. Já vimos outras [empresas] participando de outros campeonatos, de maneira tímida, mas começaram. É por essas que a gente gosta tanto. E é sempre uma colônia de férias: é um trabalho com diversão.
Autor: pablo - Categoria(s): Cobertura WCG 2008, Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo
Tags: ciberatletas, ciberesporte, mercado, rodrigo moretz, samsung, WCG
20/06/2009 - 13:55
Dia agitado, apesar de sábado. Quem quiser sair de casa tem duas opções que começam com W.
Uma é ir acompanhar (ou participar, dependendo do seu cacife) a etapa paulistana do World Cyber Games, que vai definir duas vagas na final nacional de Guitar Hero: World Tour e duas para FIFA 09. Começa hoje, termina amanhã, lá na loja da Samsung no Shopping Morumbi. Torneio de videogame não faz sua cabeça? Garanto que pode ser interessante. Eu já cobri um de perto e adorei.
A outra opção é assistir à final da etapa brasileira do World Cosplay Summit, campeonato de cosplay organizado aqui pela editora JBC. Eu abracei a causa e serei jurado pelo quarto ano consecutivo. Campeonato de fantasias parece bizarro em excesso para o seu gosto? Eu recomendo no mínimo como experiência antropológica. Leia como foi em 2007 e em 2008. Quem sabe você não se anima. Vale citar que esse ano não faltarão interpretações de Final Fantasy e que não haverá um único Pokémon ou Dragon Ball. Graças.
Vai, saia de casa.
Enquanto isso, tem gente no mundo que precisa assistir mais TV…
E por falar em Bolívia, reassisti Butch Cassidy ontem. Sensacional, mesmo 40 anos depois. Eu, se fosse você, faria isso hoje antes de dormir.
Autor: pablo - Categoria(s): Cobertura WCG 2008, Tudo ao mesmo tempo
Tags: cosplay, samsung, WCG, wcs
30/01/2009 - 18:44
Alô? Tem alguém aí?
É, amigos. A vida é bem dura. É claro que você não tem nada a ver com isso, mas… é o blog quem sofre. Mas agora, voltaremos à programação normal. Vou aproveitar pra fofocar, que ganho mais. Afinal, é isso que rende papo e cliques.
O resultado da votação Melhores de 2008 será publicada toda junta, na próxima semana. Não vou prometer a data, porque como você deve imaginar dá trabalho reunir todos os votos, caçar imagens, escrever sobre cada tema… então, quando der, estará aqui. Será quando você menos esperar, isso eu garanto. O resto, não posso garantir.
E vamos às fofocas. Para variar, não cito fontes, nem envolvidos. Deixo para você imaginar o resto…
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Lembra do Kevin Baqai, cabeça do projeto Proximo Games? Então, ele estará de passagem pelo Brasil nos próximos dias, para uma turnê de business pelos principais estados. Ao que parece, o negócio está mesmo indo em frente (se não se lembra do que se trata, clique aqui).
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Outro que visitará o Brasil nos próximos dias é o CEO de uma empresa internacional muito atuante no mercado brasileiro de games. O objetivo da visita? Business, claro. Mas deve ter algo mais…
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A Samsung, organizadora do World Cyber Games, está com planos ambiciosos para a final nacional deste ano: fiquei sabendo que o braço nacional da empresa coreana está em contato com as publishers de alguns dos games utilizados no torneio para possíveis parcerias (o que, exatamente, não consegui apurar).
Mas o que está rondando os ares é a possibilidade do Brasil sediar o WCG Pan-Americano, que é uma espécie de prévia regional do WCG mundial. No ano passado, o torneio rolou no México. Este ano, há um falatório de que pode rolar aqui, em São Paulo. Quem sabe? Já é um passo para começar a pensar em final mundial em solo brasileiro em um futuro próximo.
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A Latamel, representante da Nintendo no Brasil, tem planos de marketing diferentes para 2009 – traduzindo: propaganda. Fiquei sabendo que eles tem planos de publicar anúncios dos produtos Nintendo fora do mercado convencional, ou seja, não necessariamente em revistas especializadas. É esperar para ver se acontece mesmo. Aliás, tem gente ansiosa esperando.
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E tem um conhecido jornalista especializado que vai ser pai…
E há outro(s) que só querem saber de mudar de ares… mas será que o mercado tem vagas sobrando?
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E vamos embora, que a chuva parou. Bom fim de semana.
Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo
Tags: fofocas, latamel, mercado, nintendo, proximo games, samsung, WCG
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