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15/06/2009 - 21:43

A Volta… dos que Não Foram

Feriado longo… a gente até perde a noção das coisas.

Eu deveria estar descansado, mas os braços doem por causa de uma sessão não planejada de Rayman Raving Rabbids 2. O Wii exige um alongamento que eu não tenho o costume de fazer. Ou será que foram as partidas empolgadas no expert de Guitar Hero: World Tour? Ou tudo isso junto? A frase consuma com moderação deveria estar escrita em letras maiores na embalagem dos videogames…

Sejá como for, a semana começou pesada. Não tem mais feriado bom nas proximidades… E estou mergulhado de cabeça na matéria sobre a E3 para a Rolling Stone. Realmente, só começa quando termina. Estou no processo de selecionar assuntos – já listei 48 jogos que entrarão no texto, mas vou cortar pelo menos uns dez. A matéria deve ter umas quatro páginas. E não será ainda que a entrevista com o Miyamoto irá entrar. Essa irá merecer uma matéria separada.  Lá pra agosto. E tem Beatles em setembro… Bem, escrever para a revista será especialmente mais divertido nos próximos meses.

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Nos últimos suspiros da E3, me encontrei com o Jorge Lizárraga. Lembra quem é? É o diretor da Oelli, empresa organizadora do EGS, ou Electronic Game Show para os curtos de memória – aquele que foi o melhor evento de games já estabelecido no Brasil, e que, infelizmente, durou pouco. Jorge me disse que está de passagem marcada para o Brasil em breve. No que deu a entender, é para tentar emplacar o evento novamente por aqui. Vale lembrar que a EGS continua a rolar no México. Por que não acontece no Brasil? É uma boa pergunta. Atualmente, mesmo com a crise, acho que voltaria a fazer sentido ter um evento de porte por aqui. Resta saber com quem essas conversas do Jorge vão rolar. Torço para dar certo.

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E na E3 também encontrei o Kevin Baqai e a equipe da Proximo Games. E eles revelaram que a primeira loja da franquia no Brasil está quase em vias de fato. Ou seja, será inaugurada em breve (questão de semanas/meses, e não meses/ano). E não, não será em São Paulo. Nem no Rio. Sim, você já deve imaginar onde é.

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E você deve se lembrar que falei sobre uma nova revista e um novo site gringo desembarcando no Brasil em breve. Bem, a revista você já sabe – é a Edge, cuja edição 2 já está no forno. Bem, mas e o site?

Eu jamais falei a respeito, porque após algumas investigadas, o assunto esfriou. Tanto que até cheguei a pensar que havia virado fumaça e eu seria obrigado a publicar uma errata por aqui. Mas não.

Durante a E3 mesmo, por puro acaso, a confirmação caiu novamente no meu colo. E dessa vez, é para valer mesmo, segundo me confirmou uma fonte bastante envolvida com o projeto. Por enquanto é o que dá para dizer – assim que me for autorizado, falarei mais. Mas pode se preparar: no segundo semestre, teremos mais uma marca estrangeira atuando com foco no internauta brasileiro.

Claro, se tudo correr como o planejado. Vai que as coisas mudam…

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E o Zeebo? Mais alguém comprou/testou/viu para vender?

E para meus colegas da imprensa – alguém conseguiu falar sobre o tema com a Tectoy? Ou sou só eu que estou no vácuo?

Continuaremos aqui tentando. Um dia a gente chega lá…

Autor: pablo - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
11/02/2009 - 17:15

Chove, chuva

Uma semana agitada e de chuvas. Está chovendo por aí? Aqui sim, o dia inteiro.

A visita da comitiva do Kevin Baqai, representante da Proximo Games, ainda repercute no Brasil. Para quem está me pedindo o contato dele, aliás, acho melhor tentar o e-mail que está no site corporativo da Proximo. Todo mundo que encontrou com ele na semana passada confirmou a minha opinião: a iniciativa é ousada e ambiciosa, o que pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista. Agora, darei uma de São Tomé agora: quero ver para crer. E que venha a primeira loja.

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E lembra que o André Forastieri estava procurando alguém para trabalhar com ele? Ele, pelo visto, encontrou. Pelo menos por enquanto, nem adianta mais mandar currículo para lá.

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Para quem não leu ainda: está no ar minha sexta coluna no Jogatinas de um Gamer.br, no blog da editora Digerati. Eles tiveram um problema recente e o site saiu do ar durante umas semanas, então as colunas anteriores desapareceram como mágica. Mas logo elas voltam. Por enquanto, fique com esta, um ensaio sobre os games ruins que me fizeram perder tempo na vida. Uma listinha, sabe como é. Até a inspiração voltar.

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E trazendo de volta velhos conteúdos, dou link para a resenha que fiz sobre o “show de retorno” do trio Little Quail and the Mad Birds, há algumas semanas. O que isso tem a ver com games? Bem, eles foram os primeiros brasileiros a fazer cover de um tema de game em um disco. A faixa “Stock Car” abre o primeiro disco deles, de 1995, e é uma versão do tema de Rally X, aquele arcade bem irritante da Namco (do carrinho que solta fumaça, sabe?). Adivinha com qual música eles começaram o show? Veja como foi aqui.

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E está nas bancas a revista Rolling Stone de fevereiro. O figura da capa você deve conhecer e dispensa comentários. Chamo atenção para a matéria especial com o time Mibr, o mais famoso clã de Counter-Strike do Brasil. A reportagem foi feita durante minha passagem por Colônia, no campeonato World Cyber Games, com direito a outros encontros já em São Paulo. Acredito que tenha ficado um texto, no mínimo, diferente. Pelo menos, combate alguns estereótipos. Um trecho da matéria pode ser lido aqui. Mas compre, prestigie.

Na mesma edição tem outro texto meu – um perfil da banda Sepultura. Só para não falar que é off-topic: o guitarrista, Andreas Kisser, é fã declarado de games e já apareceu por aí jogando Guitar Hero. É claro que a matéria da RS não fala nada sobre isso, mas…

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Ainda sobre o Mibr: durante a produção da matéria – e logo após a sessão de fotos que a ilustra -, houve uma mudança nas cadeiras do time: Bruno “Bit” Fukuda, que foi o capitão durante o WCG, saiu para dar espaço para Carlos Henrique Segal, o “Kiko” Agora, a revista chegou, e mais uma mudança rolou: Lincoln “fnx” Lau saiu, para a entrada de Guilherme Spacca. Definitivamente, não é brincadeira ser cyberatleta. Se é que você me entende.

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Figura carimbada das revistas de games brasileiras, o repórter Henrique Sampaio vai mudar de vida: ele, que estava cuidando do portal de games do Terra, deixou o cargo para se dedicar à carreira acadêmica – será professor de faculdade. Boa sorte para ele na empreitada.

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E depois conto como foi meu encontro/reunião ontem com o Bem Colayco, CEO e “gameboss” da Level Up! Games. Rendeu bem, vou dizendo.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
05/02/2009 - 21:55

Proximo Games: os planos para o Brasil

Hoje, almocei com a comitiva da Proximo Games. Kevin Baqai, o diretor de desenvolvimento de negócios, estava acompanhado de seus associados – entre eles, o diretor de franquias Sunil Dewan – que gastaram uma boa hora me explicando suas intenções para o mercado brasileiro de games em 2009 (e nos anos vindouros, esperamos).
Eu também gastei boa parte do almoço falando sobre minhas impressões a respeito da cabeça do consumidor brasileiro – pelo menos, o consumidor que Baqai quer atingir com suas lojas. A conversa foi bem produtiva para ambas as partes e, pelo menos no meu caso, esclareceu bastante o que a Proximo Games enxerga no Brasil (ele já havia adiantado boa parte das intenções nesta entrevista que fiz em outubro passado), e o que essa rede espera apresentar de diferente. Vou dividir em tópicos, porque as conclusões são extensas:

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- Kevin e sua comitiva estão passando por várias cidades e conversando com diversas pessoas de áreas distintas. Representantes de redes de lojas, publishers de games, empresários, associações e a imprensa (no grupo em que eu deveria me encaixar). As reuniões servem para várias coisas: 1. marcar território; 2. compreender o funcionamento da burocracia brasileira; 3. pegar exemplos de casos funcionais e não-funcionais; 5. captar possíveis franqueados; e 5. procurar o local ideal para a abertura da primeira loja Proximo Games no Brasil.

- Aliás, é bom ressaltar: a pronúncia é “Proxímo”, com tônica no “i” – pelo menos foi assim que Kevin repetiu ao longo do almoço. Duvido que alguém aqui irá falar desse jeito… vai ficar “Próximo” mesmo – ainda que não tenha acento agudo (aliás, este blog ainda não se acostumou às novas regras de ortografia da língua portuguesa. Se encontrar alguma falha, me perdoe). 

- Perguntei a origem de Baqai, algo que me intrigava: em inglês com leve sotaque, disse que nasceu nos Estados Unidos (na Califórnia), mas os pais são naturais da Índia. A fala era mansa, e os modos, bem educados – características não tão típicas de um empreendedor com grandes ambições O projeto da Proximo é antigo em sua vida – idéia foi dele e do irmão, o CEO Bobby Baqai. Seu diretor de franquias, Sunil Dewan, um sujeito simpático e bem articulado e aparentemente bem rodado, também tem origem indiana. Os outros funcionários que nos acompanhavam, Salvador e Thaila, são brasileiros legítimos. Sim, a Proximo já tem diversos funcionários locais. O escritório da empreitada, aliás, fica em Curitiba, capital do Paraná.

- Sobre a loja: antes de começar as franquias, os homens da Proximo têm a intenção de abrir uma grande loja eles mesmos. Essa “megastore” serviria como expeirência e também como uma espécie de showroom da empresa, mostrando aos interessados em abrir franquias o “jeitinho Proximo” de operar. Ao mesmo tempo, é uma maneira de eles demonstrarem que estão investindo no mercado brasileiro, e não apenas vendendo franquias. Eles não quiseram dizer onde exatamente abrirão a tal loja, se será em shopping ou na rua, nem a data de inauguração. Mas dá pra adiantar que: algo deve acontecer nesse sentido pelo menos em 90 dias; e que não será necessariamente em São Paulo, um mercado, nas palavras de Kevin, já muito saturado e não tão apropriado para testes. A declaração oficial é “ainda não escolhemos o local”, mas eu tenho um palpite forte. Alguém adivinha?

- Sobre franquias: você deve entender como funciona. Toda loja do Starbucks no Brasil é uma franquia. Do Burger King também. E tem a Casa do Pão-de-Queijo, pra dar um exemplo nacional. O interessado na franquia paga uma grana para ter o direito de utilizar a marca e a estrutura da matriz, além de também repassar parte dos ganhos mensais. Estamos acostumados a franquias de todo tipo no Brasil, especialmente na área de restaurantes. Mas de lojas de games, não. As lojas da UZ Games são de um único dono/investidor, assim como as duas lojas Gamers existentes. O que a Proximo pretende é vender a marca e a “expertise” para pessoas interessadas em abrir uma loja de games.

- Havia a lenda de que eles pretendiam transformar lojas de games já existentes no Brasil em lojas com o “selo” Proximo Games. Kevin me adiantou que não é exatamente o caso. A intenção é abrir as lojas “from scratch”, ou seja, “do zero”. No meu entender, eles devem achar complicado modificar a cabeça de um dono de loja já acostumado aos esquemas tradicionais de grande parte das lojas brasileiras. Ao mesmo tempo, disseram que é legal o candidato a franqueado ter experiência prévia no ramo.

- Eles também repetiram que a intenção não é intimidar as lojas que aqui já existem, e sim “ampliar o mercado”. Nas palavras do diretor de franquias, “há dez anos, as pessoas comiam menos fora. Hoje, há muito mais opções, e gasta-se muito dinheiro com isso. A chegada de tantas franquias fez as pessoas aumentarem o consumo. O mercado cresceu”. Isso se aplicaria também ao mercado de games. Para a Proximo, se o mercado tiver um monte de novas lojas, as pessoas irão começar a consumir mais. Será?

- Planos e números: abrir muitas lojas nos próximos anos. “Muitas” significa… muitas mesmo. Na casa da centenas. Pelo Brasil todo, a começar pela região Sul e Sudeste (Paraná, Rio, Minas Gerais, São Paulo). Parece exagero? Os caras não parecem estar brincando. E falaram bem claro que, na América Latina, o Brasil “é a coroa”, ou seja, é o objetivo principal da empreitada. Nem dava pra ser diferente, dava?

- Sobre as lojas em si: Baqai deixou claro que é impossível competir com o “mercado cinza”, ou seja, aquelas lojas que não sofrem com a carga tributária (porque vendem produtos contrabandeados) e conseguem entregar ao consumidor um preço bem mais baixo do que o das lojas “grandes”. Mas ele promete algo moderado: em outras palavras, não tão caro quanto o que é vendido em lojas de shopping, nem tão em conta quanto o que se encontra na Santa Ifigênia. Isso se daria porque a Proximo já possui relações com as publishers e compraria os produtos direto delas, eliminando do processo, assim, intermediários (como a NC Games e a Synergex). O jogo chegaria ao consumidor final a um preço reduzido. O que não quer dizer exatamente barato – principalmente com o dólar do jeito que está, e com os impostos elevados como sempre foram. Afinal, este é o Brasil, e, pelo menos nesse sentido, está tudo como sempre foi. E a Proximo, eles garantem, pretende seguir a cartilha obrigatória das leis brasileiras.

- E tem aquela história da “experiência diferenciada” que o consumidor terá numa loja da Proximo – tecla também apertada pelo pessoal da Gamers mexicana. Será possível testar tudo em um ambiente familiar e amigável, com atendentes solícitos e bem treinados. Disse a eles que isso, na minha opinião, deveria ser pré-requisito de qualquer estabelecimento comercial que se preze. Eles concordaram, e incluiram que toda loja Proximo funcionará seguindo preceitos básicos contidos em um enorme manual. Todo franqueado terá, via de regra, que seguir os mandamentos do tal manual – maneiras de atender o cliente, de lidar com o estoque, de abrir e fechar a loja, e por aí vai.

***

O almoço acabou mais tarde que o esperado (culpa minha, cheguei atrasado), o que obrigou o grupo a correr em disparada para o compromisso seguinte: um encontro com algum representante de uma grande cadeia de lojas brasileira. E as reuniões continuam amanhã. Nos últimos sete meses, Baqai visitou o Brasil em três ocasiões. Desta vez, o objetivo era ver, falar e, principalmente, ouvir. Na próxima, provavelmente, será para anunciar alguma coisa: a inauguração da primeira loja, se tudo correr conforme os planos. É esperar para ver. Vamos acompanhar. Continue aqui.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
30/01/2009 - 18:44

Me disseram…

Alô? Tem alguém aí?

É, amigos. A vida é bem dura. É claro que você não tem nada a ver com isso, mas… é o blog quem sofre. Mas agora, voltaremos à programação normal. Vou aproveitar pra fofocar, que ganho mais. Afinal, é isso que rende papo e cliques.

O resultado da votação Melhores de 2008 será publicada toda junta, na próxima semana. Não vou prometer a data, porque como você deve imaginar dá trabalho reunir todos os votos, caçar imagens, escrever sobre cada tema… então, quando der, estará aqui. Será quando você menos esperar, isso eu garanto. O resto, não posso garantir.

E vamos às fofocas. Para variar, não cito fontes, nem envolvidos. Deixo para você imaginar o resto…

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Lembra do Kevin Baqai, cabeça do projeto Proximo Games? Então, ele estará de passagem pelo Brasil nos próximos dias, para uma turnê de business pelos principais estados. Ao que parece, o negócio está mesmo indo em frente (se não se lembra do que se trata, clique aqui).

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Outro que visitará o Brasil nos próximos dias é o CEO de uma empresa internacional muito atuante no mercado brasileiro de games. O objetivo da visita? Business, claro. Mas deve ter algo mais…

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A Samsung, organizadora do World Cyber Games, está com planos ambiciosos para a final nacional deste ano: fiquei sabendo que o braço nacional da empresa coreana está em contato com as publishers de alguns dos games utilizados no torneio para possíveis parcerias (o que, exatamente, não consegui apurar).

Mas o que está rondando os ares é a possibilidade do Brasil sediar o WCG Pan-Americano, que é uma espécie de prévia regional do WCG mundial. No ano passado, o torneio rolou no México. Este ano, há um falatório de que pode rolar aqui, em São Paulo. Quem sabe? Já é um passo para começar a pensar em final mundial em solo brasileiro em um futuro próximo. 

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A Latamel, representante da Nintendo no Brasil, tem planos de marketing diferentes para 2009 – traduzindo: propaganda. Fiquei sabendo que eles tem planos de publicar anúncios dos produtos Nintendo fora do mercado convencional, ou seja, não necessariamente em revistas especializadas. É esperar para ver se acontece mesmo. Aliás, tem gente ansiosa esperando.

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E tem um conhecido jornalista especializado que vai ser pai…

E há outro(s) que só querem saber de mudar de ares… mas será que o mercado tem vagas sobrando?

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E vamos embora, que a chuva parou. Bom fim de semana.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
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