Proximo Games | Gamer.BR, por Pablo Miyazawa
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07/05/2010 - 13:44

Vai-e-vem – quem entra, quem sai, quem vai

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As notícias chegaram essa semana:

* O Gerson Souza, que ocupava o cargo de Country Manager da Sony Computer Entertainment America no Brasil, deixou o cargo há alguns dias. Não foram divulgados os motivos da saída.

* O Glauco Bueno, que estava como diretor de marketing da distribuidora Synergex na América Latina, também deixou o cargo recentemente. A assessoria de imprensa da empresa deve divulgar em breve mais informações.

* O jornalista Jocelyn Auricchio, que era o responsável pelas matérias sobre games no caderno Link do jornal O Estado de S. Paulo, deixou o cargo. Ele agora assina textos no blog de tecnologia Zumo, do Henrique Martin.

* O portal Arena Turbo, que gentilmente hospeda este blog que vos fala, está contratando novos integrantes para sua equipe. Os nomes dos contemplados com as vagas devem ser divulgados nas próximas semanas.

* O game Taikodom, da produtora catarinense Hoplon, deverá ser exibido em nova versão, turbinada e reformulada, durante a E3 2010, que acontece a partir de 15 de junho, em Los Angeles.

* A Proximo Games, rede de lojas que recentemente chegou ao Brasil (com um ponto de vendas em Curitiba), também estará na E3. Segundo Kevin Baqai, CEo da empresa, a Proximo irá oferecer no evento oportunidades de franquia a varejistas já atuantes na América Latina. Alguns funcionários brasileiros que trabalham na Proximo também farão parte da comitiva que vai para Los Angeles.

Mais detalhes devem surgir à medida que informações forem divulgadas.

Notas relacionadas:

  1. Quem é o homem da Sony no Brasil
  2. Sony “fala” sobre linha PlayStation no Brasil
  3. Proximo Games inaugura loja no Brasil
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , ,
30/01/2010 - 17:28

Melhores Fatos de 2009 – Escolha da Crítica

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Quem aguentou esperar?

E lá vamos nós com a continuação da eleição Melhores de 2009 do Gamer.br. No penúltimo post, apresentei as classificações dos Melhores Fatos de 2009, segundo os leitores deste blog. Agora, vejamos como se desenrolou a lista dos Melhores Fatos do mercado nacional de acordo com a crítica especializada do País.

Repito para quem não pegou da primeira vez: cada jornalista foi convidado a citar, espontaneamente, qual foi o melhor acontecimento de 2009 no mercado de games brasileiro. Não houve dica nem indicação: cada um escreveu a primeira coisa que passou pela cabeça. Confira agora os resultados de tal pesquisa (que não possui nenhuma comprovação científica, fique claro):

Mas antes, relembre quem foram os 80 profissionais que participaram da votação:

ELEITORES GAMER.BR:
Akira Suzuki (UOL Jogos)
Alberto Alerigi (Reuters)

Alexei Barros (Hadouken)

Allan André (Digerati Games)

André “Cardoso” Czarnobai (Qualquer)
André Gordirro (Revista Preview)
Bruna Torres (Girls of War)
Bruno Abreu (OuterSpace)

Bruno Vasone (Arena Turbo)

Caio Corraini (Continue)
Caio Teixeira (Arena Turbo)
Carla Rodrigues (Game TV/Girls of War)
Carlos Eduardo Freitas (Futebol Alemão/Revista da Semana)

Cido Coelho (NoReset)

Clarice dos Santos (Girls of War)

Cláudio Batistuzzo (Games Brasil)

Cláudio Prandoni (UOL Jogos/Hadouken)

Daniel Nieuwenhuizen (Recreio)

Darius Roos (Terra Games)
Diego Assis (G1)
Diego Guichard (Zero Hora/Canal dos Games)
Douglas Pereira (Blogeek)

Douglas Vieira (Hardgamer)

Eduardo Trivella (NGamer)

Emerson Facunte (Livraria Saraiva)

Eric Araki (Level Up! Games)

Erico Borgo (Omelete)
Ewandro Schenkel (Gazeta do Povo)
Fabio Bracht (Continue)

Fabio Santana (EDGE)

Fabio Yabu (Princesas do Mar)
Felipe Azevedo (EDGE)

Fernando Mucioli (GameTV)

Fernando Souza Filho (EGW)

Flávia Gasi (Game Blog MTV)
Flávio Croffi (EGW)
Geraldo Figueras (EGW)
Gilsomar Livramento (Old! Gamer)

Gustavo Hitzschky (Hadouken)

Gus Lanzetta (WebGus)
Gustavo Petró (G1)
Humberto Martinez (Old! Gamer)
Jocelyn Auricchio (O Estado de São Paulo)
Jones Rossi (Galileu)
José Mauro Trevisan (Laboratório do Dr. Careca)
Juliano Barreto (INFO Exame)

Leandro “Sombra” Rodrigues (D&T PlayStation)

Leo de Biase (Level Up! Games)
Leopoldo Godoy (G1)
Lucas Patrício (GoLuck)
Marcel R. Goto (Sax Magazine)
Nelson Alves Jr. (Revista do Xbox 360)
Odir Brandão (SKY7)
Otávio Moulin (UOL Jogos)

Orlando Ortiz (SKY7)

Pablo Miyazawa (Rolling Stone/Gamer.br)

Pablo Raphael (UOL Jogos)

Paula Romano (MSN Jogos)
Paulo Terron (Rolling Stone/With Lasers!)
Pedro Giglio (Final Boss/Jigu)
Pedro Burgos (Gizmodo)

Rafael Arbulu (The Gamer)
Rebeca Gliosci (Girls of War)

Renato Siqueira (Nintendo World)

Renata Honorato (The Game Girl)
Renato Bueno (Game TV)
Renato Viliegas (Destak)

Ricardo Farah (SKY7)

Rodrigo Guerra (GameTV)

Rodrigo Salem (Shuffle Pop/Contigo)

Romulo Máthei (Ed. Europa)

Ronaldo Testa (HardGamer)

Spencer Stachi (Ofício Design)
Suzana Bueno (TecToy Digital/Continue)
Théo Azevedo (UOL Jogos/Folha de S. Paulo)
Thiago Borbolla (Judão)

Thiago Simões (Jovem Pan)

Vinicios Duarte (GamerView)

Vivi Werneck (Girls of War)
Wanderley Scarpignato (Banana Games)

***

SonylogoInício da atuação da Sony e da linha PlayStation no Brasil – 37 citações
No quesito “fato de 2009″, crítica e público falaram a mesma língua (ainda que não com a mesma intensidade): o assunto do ano passado foi a chegada oficial da Sony no Brasil. No caso da crítica, quase a metade dos votantes elevou às alturas a iniciativa da fabricante do PlayStation de investir esforços no País. Assim como no caso do resultado da eleição dos leitores, concluo que isso só mostra o quanto o jornalista brasileiro também é carente de grandes novidades e atitudes grandiosas. Para você ver que a imprensa brasileira, assim como o consumidor, também é otimista e não desiste nunca.

ps2Redução dos preços dos produtos Sony – 9 citações
Quase uma dezena de eleitores foi bastante específica em relação ao seu voto: o grande acontecimento de 2009 não foi a entrada da Sony, mas sim o fato de a empresa ter dado o braço a torcer e reduzido os preços que anunciou inicialmente. A bem da verdade, os preços dos jogos para PS2 e PS3 caíram consideravelmente (em alguns casos, mais de 50%), muito por conta do período de vendas natalinas. Mas será que a queda permanecerá como a tendência? E o preço do PS2, quando vai cair? Isso porque ainda estamos aguardando a revelação do preço inicial do PlayStation 3 no Brasil… Mas esta é outra questão a ser discutida nos próximos meses.

xbox3600Redução do preço do Xbox 360 – 5 citações
Com tanto alarde em relação à Sony, a Microsoft acabou ficando meio em segundo plano nos pensamentos do público brasileiro. A imprensa, por sua vez, achou digna de nota a queda do preço final do Xbox 360 no mercado nacional. Válido, afinal, o preço caiu mesmo, em algumas centenas de reais. Mas será que nao dava para cair mais? A gente imagina que sim. Que em 2010 a curva descendente continue constante.

konamiMaior Investimento de publishers estrangeiras – 5 citações
Aqui, a escolha foi variada. Alguns citaram a forte presença da Konami (enfim!), com eventos e lançamentos agressivos no segundo semestre de 2009. Houve quem citasse também a Take Two, a Activision e até mesmo a própria atuação da Sony no mercado nacional, ou todas essas juntas. O fato é que a imprensa gostou de ver os gringos marcando presença em território nacional. A expectativa é que todas essas empresas que fizeram acontecer no ano passado sigam o exemplo da Ubisoft e abram escritórios por aqui. Daí, comecem a contratar profissionais brasileiros. Sonhar não custa nada, afinal.

zeeboLançamento do Zeebo – 4 citações
Não poderia faltar o Zeebo da Tectoy nas lembranças da imprensa brasileira. Assim como aconteceu na votação dos leitores, o console popular mais alardeado dos últimos tempos foi obscurecido por aqui pela chegada tardia do PlayStation 2. Em 2010, a expectativa geral é que a máquina finalmente decole e chegue às lojas do País com força total.  Consumidores para o Zeebo, existem aos montes no Brasil. Resta eles saberem que a máquina existe.

ubisoftpucParceria da Ubisoft com a PUC-RS – 4 citações
A união entre a softhouse francesa e da universidade gaúcha ganhou destaque  na mídia, muito por representar um progresso real na qualidade do mercado profissional brasileiro. O curso de pós-graduação patrocinado pela Ubisoft promete trazer um avanço inédito no ensino e serve para fortalecer os sonhos de muita gente que deseja levar a criação de games como modo de vida no futuro. Que venham mais atitudes semelhantes, porque o Brasil é carente – e precisa muito – delas.

brasilSony afirmar interesse na produção nacional – 3 citações
Não contente em iniciar as vendas de seus produtos no Brasil, a Sony andou divulgando que pretende explorar os profissionais locais para a produção de novos games no futuro. Isso significa que a fabricante japonesa irá fornecer subsídios e orientação aos desenvolvedores nacionais para que o País se torne também um polo de criação de jogos para PSP, PS2 e, quem sabe, futuramente, o PS3. Se acontecer do jeito que prometem, será um sonho realizado para muitos.

capa OLD GAMER_Layout 1.qxdLançamento da revista OLD! Gamer – 3 citações
Na contramão das editoras que lançam revistas de games, a Europa decidiu focar em um nicho em sua mais recente publicação especializada. Criou, assim, a Old! Gamer, voltada justamente para os jogadores aficionados por videogames de gerações passadas. Mais do que uma revista baseada em nostalgia, a OLD! presenteou os leitores com um cuidado dificilmente visto em uma revista nacional atual, tratando os jogos antigos com a atenção que a mídia dá aos produtos novinhos em folha. É uma prova que as revistas de games, quando baseadas em boas ideias, podem ainda existir nesse mundo cada vez mais virtual.

pg_logofinalMaior quantidade de lojas especializadas – 2 citações
Quem disse que o Brasil só vive de pirataria? Em 2009, as lojas especializadas cresceram em quantidade no território nacional. A UZ Games expandiu ainda mais seu domínio no mercado, abrindo mais pontos de venda pelo País. A entrada da Proximo Games em Curitiba mostrou que um panorama para as franquias estrangeiras é possível. E outras iniciativas mais modestas continuam pipocando aqui e ali, mostrando que lojas especializadas não são aberrações passageiras, mas sim possibilidades reais.

Menções Honrosas:

- Destaque das produtoras brasileiras no iPhone

- Nenhum

- Expansão do mercado de jogos Online no Brasil

- Traficantes falando em alto e bom português em Modern Warfare 2

- Blindagem do Brasil na crise econômica mundial

- A localização de Scribblenauts para o português

- Dólar baixo

- Lançamento da revista Edge

- eGamers, plataforma nacional de distribuição digital de jogos

***

Que tal a opinião da crítica? Alguma surpresa? É sua hora de comentar. Compare a opinião dos jornalistas com a dos leitores e ponha a boca no trombone como só você sabe fazer.

E na semana que vem, agora que a vida se normalizou um pouco, retornarei com o lado negro da história: os piores fatos de 2009 segundo o público e a imprensa. Retorne em breve, comente e divulgue por aí.

(Todas as imagens: Reprodução)

Notas relacionadas:

  1. Melhores do Ano 2009 – Você Vota
  2. Melhores de 2009 – Escolha da Crítica
  3. Melhores Fatos de 2009 – Escolha do Leitor
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Melhores de 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
18/01/2010 - 03:32

Melhores Fatos de 2009 – Escolha do Leitor

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Demorou, mas chegou!

(Quantas vezes já usei essa frase por aqui? Pois é)

Cá está a continuação da eleição Melhores de 2009 do Gamer.br. Na semana passada, apresentei as classificações dos Melhores Games de 2009, segundo os leitores deste blog e a crítica especializada. Agora, rápido e rasteiro, publico a lista dos Melhores Fatos do ano que passou, de acordo com o distinto público que visita e se engaja neste humilde site. Ou seja, você.

Aqui, não houve muita complicação. O leitor foi convidado a citar, espontaneamente, qual foi o melhor acontecimento de 2009 no mercado de games nacional. Não dei dica nem indicação: cada um escreveu o que lhe deu na telha. Pois então, eis os resultados, devidamente comentados:

***

SonylogoInício da atuação da Sony e da linha PlayStation no Brasil – 60 citações
Não teve para ninguém esse ano: 75% dos eleitores elegeram os primeiros movimentos da Sony no Brasil (leia mais aqui) como o melhor fato de 2009. O ano teve poucos avanços ou realmente foi uma barbada para a Sony? As duas coisas. Para mim, o resultado só mostra o quanto o consumidor brasileiro é carente de novidades e grandes atitudes. A “simples” iniciativa da fabricante do PlayStation de lançar seus produtos em nosso mercado já surge como a salvação da lavoura. Bom para o público brasileiro, que mostra que é otimista e não desiste nunca. Eu me encontro entre eles.

brasilMaior visibilidade do Brasil no mercado de games – 4 citações
Aqui, valeu de tudo: houve quem citasse o investimento estrangeiro no Brasil, ou mais lojas, mais visitas de executivos gringos, mais estúdios produzindo games e o maior reconhecimento do país de um modo geral. Para todos esses otimistas, o Brasil melhorou sua reputação em relação ao mercado mundial. Em resumo e na soma dos fatores, é mesmo um fato válido.

nadaNenhum - 4 citações
E houve quem achasse tudo muito chato, parado e sem graça demais para lembrar de algo digno de nota em 2009. Quatro eleitores deram risada da questão e optaram por se omitir nesse quesito. Fico pensando no que levou a pessoa a não votar em nenhum fato relevante. Preguiça? Falta de visão? Pessimismo exagerado? Justo no Brasil, o país do futuro, o único que passou batido pela crise? Pode ter sido tudo isso. Mas tenho que admitir que também entendo esses caras…

ubisoftpucParceria da Ubisoft com a PUC-RS - 3 citações
A softhouse francesa chegou chegando em 2008, instalou um grande escritório/estúdio em São Paulo e passou o ano trabalhando em silêncio. Simultaneamente, eles mostraram serviço e bolaram uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que resultou na abertura de um curso de pós-graduação em desenvolvimento de games inédito no País. Que continuem assim, cheios de boas intenções.

granaRedução dos preços dos consoles e jogos - 3 citações
Os videogames e os jogos estão mesmo mais em conta nas lojas? Para alguns eleitores, parece que sim. É inegável que alguns preços foram reduzidos, mas é claro que a grande maioria espera bem mais do que o que rolou em 2009. Pelo menos, há mais gente gastando dinheiro. Que seja melhor no ano que acabou de começar. Pensando bem, este fato bem que poderia ser o primeiro colocado da eleição que farei no final de 2010…

zeeboLançamento do Zeebo - 2 citações
O console popular co-produzido pela Tectoy também ganhou suas lembranças, apesar de o lançamento ter ficado um pouco em segundo plano após a barulheira causada pela Sony e a “volta” do PlayStation 2. Será que 2010 reserva novidades ao Zeebo? Será que a máquina finalmente vai decolar? O Brasil está de olho.

Menções Honrosas:

- Rio Game Show

- Video Games Live 2009

- SBGames

- Proximo Games em Curitiba

- Twitter

- Destaque das produtoras brasileiras no iPhone

***

Surpresa? Nenhuma. Principalmente levando em conta o otimismo geral que envolve o País neste momento. E a crítica, o que será que pensou? Vejamos ainda esta semana.

Aproveite e comente, como só você sabe fazer. E retorne por aqui amanhã.

(Todas as imagens: Reprodução)

Notas relacionadas:

  1. Adiamentos, promessas e gameboys
  2. Alguns Pensamentos Sobre a Sony e o Brasil
  3. E o PS3 no Brasil, por quanto vai sair?
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Melhores de 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , ,
22/12/2009 - 21:29

Proximo Games inaugura loja no Brasil

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Lembra da Próximo Games?

Faz tempo que não falo sobre eles (se não se lembra, clique aqui). É porque não havia novidade nenhuma sobre a rede de lojas norte-americana que visa invadir o mercado nacional. Demorou, mas eles finalmente tem algo a dizer: a primeira loja está prestes a ser inaugurada.

Quando? Amanhã, 23 de dezembro, a partir das 10h da manhã. Em Curitiba, como muita gente já havia especulado.

O release abaixo, divulgado há algumas horas, explica tudo. O que você achou da notícia?

Um novo conceito de jogos eletrônicos chega oficialmente ao Brasil
Um das maiores empresas do mercado internacional de videogames chega ao país com abertura de sua primeira filial em Curitiba. A empresa planeja legitimar o mercado latino-americano trabalhando diretamente com seus fornecedores e introduzindo lojas franqueadas em mais de 20 países

Apostando num mercado em constante expansão, a Proximo Games chega neste mês à América Latina com a inauguração de sua primeira loja em Curitiba. Fundada por ex-executivos da Game Quest, distribuidora norte-americana, a empresa promete trazer um novo conceito de entretenimento eletrônico, juntamente com produtos oficiais obtidos diretamente dos fabricantes para os consumidores brasileiros.

Tudo isso poderá ser visto na abertura da loja em Curitiba, nesta quarta-feira, 23 dezembro, às 10 horas A loja está localizada na Rua Augusto Stelfeld, número 1.516, no bairro Bigorrilho e é aberta diariamente das 10hrs às 21hrs.

Para comemorar a abertura de sua primeira loja no Brasil a Proximo Games promove nesta quarta-feira (23/12), às 19hrs, em Curitiba, o primeiro Torneio de Pro Evolution Soccer 2010 no Playstation 3. O prêmio para o campeão será de R$ 500,00 em produtos da loja.

O campeonato será disputado nos exclusivos Samsung WCG Gaming Zones equipados com televisores Full HD de 52”, sistema de som sorround de última geração, poltronas ergonômicas e muito mais para você desfrutar de uma estrutura singular na América Latina. O custo da inscrição será de R$25,00, com direito a uma camiseta (R$ 21,99), e poderá ser realizada até as 18hrs do dia 23/12. A partir das 11hrs até as 18hrs a loja cederá gratuitamente os Samsung WCG Gaming Zones para os jogadores inscritos praticarem antes do torneio.

Mais informações em www.proximogames.com

Notas relacionadas:

  1. EGM no Brasil: como fica
  2. Proximo Games: os planos para o Brasil
  3. Revistas de games no Brasil: sim, não ou depende?
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
15/06/2009 - 21:43

A Volta… dos que Não Foram

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Feriado longo… a gente até perde a noção das coisas.

Eu deveria estar descansado, mas os braços doem por causa de uma sessão não planejada de Rayman Raving Rabbids 2. O Wii exige um alongamento que eu não tenho o costume de fazer. Ou será que foram as partidas empolgadas no expert de Guitar Hero: World Tour? Ou tudo isso junto? A frase consuma com moderação deveria estar escrita em letras maiores na embalagem dos videogames…

Sejá como for, a semana começou pesada. Não tem mais feriado bom nas proximidades… E estou mergulhado de cabeça na matéria sobre a E3 para a Rolling Stone. Realmente, só começa quando termina. Estou no processo de selecionar assuntos – já listei 48 jogos que entrarão no texto, mas vou cortar pelo menos uns dez. A matéria deve ter umas quatro páginas. E não será ainda que a entrevista com o Miyamoto irá entrar. Essa irá merecer uma matéria separada.  Lá pra agosto. E tem Beatles em setembro… Bem, escrever para a revista será especialmente mais divertido nos próximos meses.

***

Nos últimos suspiros da E3, me encontrei com o Jorge Lizárraga. Lembra quem é? É o diretor da Oelli, empresa organizadora do EGS, ou Electronic Game Show para os curtos de memória – aquele que foi o melhor evento de games já estabelecido no Brasil, e que, infelizmente, durou pouco. Jorge me disse que está de passagem marcada para o Brasil em breve. No que deu a entender, é para tentar emplacar o evento novamente por aqui. Vale lembrar que a EGS continua a rolar no México. Por que não acontece no Brasil? É uma boa pergunta. Atualmente, mesmo com a crise, acho que voltaria a fazer sentido ter um evento de porte por aqui. Resta saber com quem essas conversas do Jorge vão rolar. Torço para dar certo.

***

E na E3 também encontrei o Kevin Baqai e a equipe da Proximo Games. E eles revelaram que a primeira loja da franquia no Brasil está quase em vias de fato. Ou seja, será inaugurada em breve (questão de semanas/meses, e não meses/ano). E não, não será em São Paulo. Nem no Rio. Sim, você já deve imaginar onde é.

***

E você deve se lembrar que falei sobre uma nova revista e um novo site gringo desembarcando no Brasil em breve. Bem, a revista você já sabe – é a Edge, cuja edição 2 já está no forno. Bem, mas e o site?

Eu jamais falei a respeito, porque após algumas investigadas, o assunto esfriou. Tanto que até cheguei a pensar que havia virado fumaça e eu seria obrigado a publicar uma errata por aqui. Mas não.

Durante a E3 mesmo, por puro acaso, a confirmação caiu novamente no meu colo. E dessa vez, é para valer mesmo, segundo me confirmou uma fonte bastante envolvida com o projeto. Por enquanto é o que dá para dizer – assim que me for autorizado, falarei mais. Mas pode se preparar: no segundo semestre, teremos mais uma marca estrangeira atuando com foco no internauta brasileiro.

Claro, se tudo correr como o planejado. Vai que as coisas mudam…

***

E o Zeebo? Mais alguém comprou/testou/viu para vender?

E para meus colegas da imprensa – alguém conseguiu falar sobre o tema com a Tectoy? Ou sou só eu que estou no vácuo?

Continuaremos aqui tentando. Um dia a gente chega lá…

Notas relacionadas:

  1. Contagem Regressiva
  2. Vai Começar… E a volta da EGM??
  3. E3 2009: Começou. Ou quase
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
11/02/2009 - 17:15

Chove, chuva

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Uma semana agitada e de chuvas. Está chovendo por aí? Aqui sim, o dia inteiro.

A visita da comitiva do Kevin Baqai, representante da Proximo Games, ainda repercute no Brasil. Para quem está me pedindo o contato dele, aliás, acho melhor tentar o e-mail que está no site corporativo da Proximo. Todo mundo que encontrou com ele na semana passada confirmou a minha opinião: a iniciativa é ousada e ambiciosa, o que pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista. Agora, darei uma de São Tomé agora: quero ver para crer. E que venha a primeira loja.

***

E lembra que o André Forastieri estava procurando alguém para trabalhar com ele? Ele, pelo visto, encontrou. Pelo menos por enquanto, nem adianta mais mandar currículo para lá.

***

Para quem não leu ainda: está no ar minha sexta coluna no Jogatinas de um Gamer.br, no blog da editora Digerati. Eles tiveram um problema recente e o site saiu do ar durante umas semanas, então as colunas anteriores desapareceram como mágica. Mas logo elas voltam. Por enquanto, fique com esta, um ensaio sobre os games ruins que me fizeram perder tempo na vida. Uma listinha, sabe como é. Até a inspiração voltar.

***

E trazendo de volta velhos conteúdos, dou link para a resenha que fiz sobre o “show de retorno” do trio Little Quail and the Mad Birds, há algumas semanas. O que isso tem a ver com games? Bem, eles foram os primeiros brasileiros a fazer cover de um tema de game em um disco. A faixa “Stock Car” abre o primeiro disco deles, de 1995, e é uma versão do tema de Rally X, aquele arcade bem irritante da Namco (do carrinho que solta fumaça, sabe?). Adivinha com qual música eles começaram o show? Veja como foi aqui.

***

E está nas bancas a revista Rolling Stone de fevereiro. O figura da capa você deve conhecer e dispensa comentários. Chamo atenção para a matéria especial com o time Mibr, o mais famoso clã de Counter-Strike do Brasil. A reportagem foi feita durante minha passagem por Colônia, no campeonato World Cyber Games, com direito a outros encontros já em São Paulo. Acredito que tenha ficado um texto, no mínimo, diferente. Pelo menos, combate alguns estereótipos. Um trecho da matéria pode ser lido aqui. Mas compre, prestigie.

Na mesma edição tem outro texto meu – um perfil da banda Sepultura. Só para não falar que é off-topic: o guitarrista, Andreas Kisser, é fã declarado de games e já apareceu por aí jogando Guitar Hero. É claro que a matéria da RS não fala nada sobre isso, mas…

***

Ainda sobre o Mibr: durante a produção da matéria – e logo após a sessão de fotos que a ilustra -, houve uma mudança nas cadeiras do time: Bruno “Bit” Fukuda, que foi o capitão durante o WCG, saiu para dar espaço para Carlos Henrique Segal, o “Kiko” Agora, a revista chegou, e mais uma mudança rolou: Lincoln “fnx” Lau saiu, para a entrada de Guilherme Spacca. Definitivamente, não é brincadeira ser cyberatleta. Se é que você me entende.

***

Figura carimbada das revistas de games brasileiras, o repórter Henrique Sampaio vai mudar de vida: ele, que estava cuidando do portal de games do Terra, deixou o cargo para se dedicar à carreira acadêmica – será professor de faculdade. Boa sorte para ele na empreitada.

***

E depois conto como foi meu encontro/reunião ontem com o Bem Colayco, CEO e “gameboss” da Level Up! Games. Rendeu bem, vou dizendo.

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Matt Groening (Os Simpsons)
  2. Entrevista da Semana: Bruno Fukuda (Mibr)
  3. Me disseram…
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
05/02/2009 - 21:55

Proximo Games: os planos para o Brasil

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Hoje, almocei com a comitiva da Proximo Games. Kevin Baqai, o diretor de desenvolvimento de negócios, estava acompanhado de seus associados – entre eles, o diretor de franquias Sunil Dewan – que gastaram uma boa hora me explicando suas intenções para o mercado brasileiro de games em 2009 (e nos anos vindouros, esperamos).
Eu também gastei boa parte do almoço falando sobre minhas impressões a respeito da cabeça do consumidor brasileiro – pelo menos, o consumidor que Baqai quer atingir com suas lojas. A conversa foi bem produtiva para ambas as partes e, pelo menos no meu caso, esclareceu bastante o que a Proximo Games enxerga no Brasil (ele já havia adiantado boa parte das intenções nesta entrevista que fiz em outubro passado), e o que essa rede espera apresentar de diferente. Vou dividir em tópicos, porque as conclusões são extensas:

***

- Kevin e sua comitiva estão passando por várias cidades e conversando com diversas pessoas de áreas distintas. Representantes de redes de lojas, publishers de games, empresários, associações e a imprensa (no grupo em que eu deveria me encaixar). As reuniões servem para várias coisas: 1. marcar território; 2. compreender o funcionamento da burocracia brasileira; 3. pegar exemplos de casos funcionais e não-funcionais; 5. captar possíveis franqueados; e 5. procurar o local ideal para a abertura da primeira loja Proximo Games no Brasil.

- Aliás, é bom ressaltar: a pronúncia é “Proxímo”, com tônica no “i” – pelo menos foi assim que Kevin repetiu ao longo do almoço. Duvido que alguém aqui irá falar desse jeito… vai ficar “Próximo” mesmo – ainda que não tenha acento agudo (aliás, este blog ainda não se acostumou às novas regras de ortografia da língua portuguesa. Se encontrar alguma falha, me perdoe). 

- Perguntei a origem de Baqai, algo que me intrigava: em inglês com leve sotaque, disse que nasceu nos Estados Unidos (na Califórnia), mas os pais são naturais da Índia. A fala era mansa, e os modos, bem educados – características não tão típicas de um empreendedor com grandes ambições O projeto da Proximo é antigo em sua vida – idéia foi dele e do irmão, o CEO Bobby Baqai. Seu diretor de franquias, Sunil Dewan, um sujeito simpático e bem articulado e aparentemente bem rodado, também tem origem indiana. Os outros funcionários que nos acompanhavam, Salvador e Thaila, são brasileiros legítimos. Sim, a Proximo já tem diversos funcionários locais. O escritório da empreitada, aliás, fica em Curitiba, capital do Paraná.

- Sobre a loja: antes de começar as franquias, os homens da Proximo têm a intenção de abrir uma grande loja eles mesmos. Essa “megastore” serviria como expeirência e também como uma espécie de showroom da empresa, mostrando aos interessados em abrir franquias o “jeitinho Proximo” de operar. Ao mesmo tempo, é uma maneira de eles demonstrarem que estão investindo no mercado brasileiro, e não apenas vendendo franquias. Eles não quiseram dizer onde exatamente abrirão a tal loja, se será em shopping ou na rua, nem a data de inauguração. Mas dá pra adiantar que: algo deve acontecer nesse sentido pelo menos em 90 dias; e que não será necessariamente em São Paulo, um mercado, nas palavras de Kevin, já muito saturado e não tão apropriado para testes. A declaração oficial é “ainda não escolhemos o local”, mas eu tenho um palpite forte. Alguém adivinha?

- Sobre franquias: você deve entender como funciona. Toda loja do Starbucks no Brasil é uma franquia. Do Burger King também. E tem a Casa do Pão-de-Queijo, pra dar um exemplo nacional. O interessado na franquia paga uma grana para ter o direito de utilizar a marca e a estrutura da matriz, além de também repassar parte dos ganhos mensais. Estamos acostumados a franquias de todo tipo no Brasil, especialmente na área de restaurantes. Mas de lojas de games, não. As lojas da UZ Games são de um único dono/investidor, assim como as duas lojas Gamers existentes. O que a Proximo pretende é vender a marca e a “expertise” para pessoas interessadas em abrir uma loja de games.

- Havia a lenda de que eles pretendiam transformar lojas de games já existentes no Brasil em lojas com o “selo” Proximo Games. Kevin me adiantou que não é exatamente o caso. A intenção é abrir as lojas “from scratch”, ou seja, “do zero”. No meu entender, eles devem achar complicado modificar a cabeça de um dono de loja já acostumado aos esquemas tradicionais de grande parte das lojas brasileiras. Ao mesmo tempo, disseram que é legal o candidato a franqueado ter experiência prévia no ramo.

- Eles também repetiram que a intenção não é intimidar as lojas que aqui já existem, e sim “ampliar o mercado”. Nas palavras do diretor de franquias, “há dez anos, as pessoas comiam menos fora. Hoje, há muito mais opções, e gasta-se muito dinheiro com isso. A chegada de tantas franquias fez as pessoas aumentarem o consumo. O mercado cresceu”. Isso se aplicaria também ao mercado de games. Para a Proximo, se o mercado tiver um monte de novas lojas, as pessoas irão começar a consumir mais. Será?

- Planos e números: abrir muitas lojas nos próximos anos. “Muitas” significa… muitas mesmo. Na casa da centenas. Pelo Brasil todo, a começar pela região Sul e Sudeste (Paraná, Rio, Minas Gerais, São Paulo). Parece exagero? Os caras não parecem estar brincando. E falaram bem claro que, na América Latina, o Brasil “é a coroa”, ou seja, é o objetivo principal da empreitada. Nem dava pra ser diferente, dava?

- Sobre as lojas em si: Baqai deixou claro que é impossível competir com o “mercado cinza”, ou seja, aquelas lojas que não sofrem com a carga tributária (porque vendem produtos contrabandeados) e conseguem entregar ao consumidor um preço bem mais baixo do que o das lojas “grandes”. Mas ele promete algo moderado: em outras palavras, não tão caro quanto o que é vendido em lojas de shopping, nem tão em conta quanto o que se encontra na Santa Ifigênia. Isso se daria porque a Proximo já possui relações com as publishers e compraria os produtos direto delas, eliminando do processo, assim, intermediários (como a NC Games e a Synergex). O jogo chegaria ao consumidor final a um preço reduzido. O que não quer dizer exatamente barato – principalmente com o dólar do jeito que está, e com os impostos elevados como sempre foram. Afinal, este é o Brasil, e, pelo menos nesse sentido, está tudo como sempre foi. E a Proximo, eles garantem, pretende seguir a cartilha obrigatória das leis brasileiras.

- E tem aquela história da “experiência diferenciada” que o consumidor terá numa loja da Proximo – tecla também apertada pelo pessoal da Gamers mexicana. Será possível testar tudo em um ambiente familiar e amigável, com atendentes solícitos e bem treinados. Disse a eles que isso, na minha opinião, deveria ser pré-requisito de qualquer estabelecimento comercial que se preze. Eles concordaram, e incluiram que toda loja Proximo funcionará seguindo preceitos básicos contidos em um enorme manual. Todo franqueado terá, via de regra, que seguir os mandamentos do tal manual – maneiras de atender o cliente, de lidar com o estoque, de abrir e fechar a loja, e por aí vai.

***

O almoço acabou mais tarde que o esperado (culpa minha, cheguei atrasado), o que obrigou o grupo a correr em disparada para o compromisso seguinte: um encontro com algum representante de uma grande cadeia de lojas brasileira. E as reuniões continuam amanhã. Nos últimos sete meses, Baqai visitou o Brasil em três ocasiões. Desta vez, o objetivo era ver, falar e, principalmente, ouvir. Na próxima, provavelmente, será para anunciar alguma coisa: a inauguração da primeira loja, se tudo correr conforme os planos. É esperar para ver. Vamos acompanhar. Continue aqui.

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Fabio Santana (EGM Brasil)
  2. Entrevista da Semana: Julio Vieitez (Level Up! Games)
  3. 2 anos de Xbox 360 no Brasil: a Microsoft fala
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
30/01/2009 - 18:44

Me disseram…

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Alô? Tem alguém aí?

É, amigos. A vida é bem dura. É claro que você não tem nada a ver com isso, mas… é o blog quem sofre. Mas agora, voltaremos à programação normal. Vou aproveitar pra fofocar, que ganho mais. Afinal, é isso que rende papo e cliques.

O resultado da votação Melhores de 2008 será publicada toda junta, na próxima semana. Não vou prometer a data, porque como você deve imaginar dá trabalho reunir todos os votos, caçar imagens, escrever sobre cada tema… então, quando der, estará aqui. Será quando você menos esperar, isso eu garanto. O resto, não posso garantir.

E vamos às fofocas. Para variar, não cito fontes, nem envolvidos. Deixo para você imaginar o resto…

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Lembra do Kevin Baqai, cabeça do projeto Proximo Games? Então, ele estará de passagem pelo Brasil nos próximos dias, para uma turnê de business pelos principais estados. Ao que parece, o negócio está mesmo indo em frente (se não se lembra do que se trata, clique aqui).

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Outro que visitará o Brasil nos próximos dias é o CEO de uma empresa internacional muito atuante no mercado brasileiro de games. O objetivo da visita? Business, claro. Mas deve ter algo mais…

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A Samsung, organizadora do World Cyber Games, está com planos ambiciosos para a final nacional deste ano: fiquei sabendo que o braço nacional da empresa coreana está em contato com as publishers de alguns dos games utilizados no torneio para possíveis parcerias (o que, exatamente, não consegui apurar).

Mas o que está rondando os ares é a possibilidade do Brasil sediar o WCG Pan-Americano, que é uma espécie de prévia regional do WCG mundial. No ano passado, o torneio rolou no México. Este ano, há um falatório de que pode rolar aqui, em São Paulo. Quem sabe? Já é um passo para começar a pensar em final mundial em solo brasileiro em um futuro próximo. 

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A Latamel, representante da Nintendo no Brasil, tem planos de marketing diferentes para 2009 – traduzindo: propaganda. Fiquei sabendo que eles tem planos de publicar anúncios dos produtos Nintendo fora do mercado convencional, ou seja, não necessariamente em revistas especializadas. É esperar para ver se acontece mesmo. Aliás, tem gente ansiosa esperando.

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E tem um conhecido jornalista especializado que vai ser pai…

E há outro(s) que só querem saber de mudar de ares… mas será que o mercado tem vagas sobrando?

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E vamos embora, que a chuva parou. Bom fim de semana.

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Julio Vieitez (Level Up! Games)
  2. Entrevista da Semana: Eduardo Trivella (D&T p/ PlayStation)
  3. Entrevista da Semana: Jorge Filho (Kaizen)
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
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