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23/10/2010 - 18:33

O Vai-e-vem do mercado brasileiro de games

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Aloha!

Foi só eu sair de férias que as coisas começaram a acontecer no Brasil. Perdi um monte de notícias, mas vou aproveitar as horas livres aqui para retomar o tempo perdido.

***

Milton Beck não é mais o diretor da divisão Xbox da Microsoft Brasil. O executivo, um dos responsáveis pelo lançamento do Xbox 360 no país em 2006, deixou a empresa há algumas semanas e ainda não revelou quais serão seus próximos planos profissionais. Por meio de sua assessoria, a Microsoft Brasil, afirmou que não iria comentar a saída de Beck.

***

O que a Microsoft anunciou, por sua vez, foi a data de sua coletiva de imprensa para revelar suas novidades para o fim do ano. Em 4 de novembro, a fabricante irá falar sobre o lançamento do Kinect e a chegada tão aguardada da rede Xbox Live em território nacional – a qual deverá estar em funcionamento a partir de 10 de novembro. De 2010. Acredita? Só vendo mesmo.

***

A Latamel, responsável pelos movimentos da Nintendo of America por aqui, agora funciona sob outro nome: Gaming do Brasil. A operação também funciona sob o comando de um country manager, cujo nome ainda não foi divulgado oficialmente (mas muita gente já sabe quem é). Semana que vem conto mais sobre isso.

***

O site Kotaku Brasil está em fase de contratação. Até a semana passada, a equipe do portal já havia recebido mais de 200 currículos para apenas três vagas. Os nomes dos profissionais escolhidos serão revelados nos próximos dias.

***

Essa já é relativamente antiga: a Ubisoft não irá mais desenvolver games no Brasil. O escritório de São Paulo será mantido, mas com foco principal em marketing, ainda sob o comando do executivo francês Bertrand Chaverot.

***

E o vai-e-vem continua:

- Gerson Sousa, ex-country manager da Sony, agora está na Oelli Brasil, empresa que organizou a feira EGS há alguns anos.

- Um dos mais conhecidos representantes da Level Up! Games no Brasil deixou o cargo recentemente.

- Uma das mais tradicionais revistas de games em atividade no país está com editor novo.

- O portal Arena Turbo está de redator novo: Douglas Pereira, que antigamente escrevia no Blogeek.

***

E na semana que vem a gente continua…

Notas relacionadas:

  1. A Satisfação do Jornalista de Games Brasileiro – Parte 1
  2. A Satisfação do Jornalista de Games Brasileiro – Parte 2
  3. O Vai-e-Vem do Mercado Brasileiro – no bom sentido
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , ,
01/10/2010 - 13:01

Entrevista da Semana: Renato Bueno (Kotaku Brasil)

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Voltamos. Sentiu falta? Eu também!

E a Entrevista da Semana da vez é para falar sobre novidades. Há um bom tempo (mais de um ano já), comentei sobre a chegada de um grande site internacional de games no Brasil. Após muita especulação, descobriu-se que seria o famoso Kotaku. Só que o assunto morreu e ninguém mais falou sobre. Até que as conversas sobre o tema ressurgiram. E, finalmente, foi anunciado quem será o cara a cuidar desse projeto por aqui.

O nome dele é Renato Bueno. E você já deve conhecê-lo de muitas andanças no mercado brasileiro nos últimos cinco anos. Ele passou pela EGM Brasil, foi editor da EGM PC, ambas na Futuro Comunicação. Trabalhou um bom tempo no G1 e também na Folha de S. Paulo. Recentemente, escreveu para o Arena Turbo. E há o Freeko, provavelmente o melhor blog de (mentiras sobre) videogames do país. Mas isso sou eu quem está dizendo. E agora, o Bueno vai levar toda essa sagacidade para o Kotaku brasileiro. E para conversar sobre isso e muito mais que eu liguei para o cara e exigi uma entrevista exclusiva. Preocupado com as consequências de uma negativa, ele topou na hora. E o papo, você confere a seguir.

***

Gamer. BR: Como surgiu o convite para editar o Kotaku?
Renato Bueno:
Por e-mail. Adriano Silva, da Spicy Media, que já publica aqui o Gizmodo e o Jalopnik, entrou em contato comigo e começamos a conversar. Aí foram reuniões, conversas e expectativas até a decisão.

Você foi contratado para a vaga de editor. Por que acha que foi você o escolhido? Quais de suas experiências prévias você acha que foram essenciais para ser escolhido?
RB:
A resposta óbvia é “experiência anterior em internet”, mas não é só isso. Acho que foi o conjunto de experiências, dos lugares por onde passei, das coisas que aprendi, da XP acumulada (falou o veterano). O fato de gostar muito de games e ao mesmo tempo manter a atenção para outros temas que me atraem, além de não abrir mão de uma formação jornalística, também são fatores importantes.

E o que o Kotaku difere de outros sites de games no Brasil atualmente? Já dá para dizer?
RB:
Difere no volume de notícias, na velocidade das informações, no perfil de quem escreve e de quem comenta. É um “ecossistema” diferente, mas que tem muitos leitores fiéis no Brasil. Sem contar que muito do que se publica no Brasil ainda é o famoso “via [Kotaku, Joystiq, Destructoid]“, porque, além de outras questões, ainda estamos muito longe de onde as coisas realmente acontecem nesse mundo de joguinhos eletrônicos. O Kotaku Brasil não vai ser uma tradução do americano. Vamos adaptar para o português as notícias mais relevantes e, claro, vamos produzir conteúdo local. Contexto, informação, linguagem… as preocupações vão muito além de publicar telinhas e falar quem vendeu mais videogame no Natal.

E os conflitos de interesses? Todo mundo sabe que você edita o blog Freeko, que tem uma pegada mais descontraída também… O Freeko vai coexistir com seu papel no Kotaku?
RB:
O único conflito que eu vejo é o de senhas, no caso de eu confundir os logins na hora de postar. “Pegada descontraída” é uma coisa. O que o Freeko faz é a anti-notícia, a auto-sabotagem, a piada interna como desabafo pessoal. O Kotaku tem missão a cumprir, tem compromisso com o leitor – o que não o impede de ser descontraído a seu modo. O Freeko vai ser o futevôlei na praia, como sempre foi.

Como você analisa o jornalismo de games brasileiro neste exato momento? É um bom momento para a chegada do Kotaku?
RB:
É uma fase “curiosa”. Alguns veículos investindo mais e fazendo um bom trabalho, outros ainda com medo e pateticamente lentos nessa “descoberta dos games”. Fico feliz de ver gente que, anos atrás, queria escrever sobre games e agora está fazendo isso, e bem. Mas acho que ainda confundimos muito os papéis de profissional e fã. Ou ainda não vemos com clareza o que queremos escrever e o que o e o que o público quer ler. De modo geral, acho tudo muito conservador, covarde.

Como vai ser a configuração do Kotaku? Quem mais fará parte da equipe? Estão contratando? Para onde mando o currículo?
RB:
Vamos seguir a estrutura que já funciona a todo vapor com o Gizmodo e o Jalopnik: um editor e uma equipe TRU de colaboradores. Algo como convocar a tropa de choque em Mass Effect 2, com a diferença de que será uma equipe menor, e ninguém deve sofrer danos físicos no processo – mas ainda com achievements e recompensas. A equipe não está definida, mas o processo já começou, devemos ter novidades em breve. Se você quer fazer parte, veja no Gizmodo como se candidatar. Mais do que gostar e entender de games, é fundamental saber ler, escrever, dominar inglês e, claro, saber o que é jornalismo. Além de viver na internet, ter habilidades diversas e fazer a diferença, não ser apenas mais um.

O mercado brasileiro tem jeito? Como o Kotaku vai cobrir as performances das fabricantes estrangeiras no Brasil?
RB:
O mercado brasileiro tem jeito. Não encontrou o caminho definitivo para crescer, se é que existe um, mas a chegada da Blizzard e a aproximação recente da Sony são exemplos de como a indústria está na direção certa. O Kotaku vai acompanhar de perto as grandes, e esse vai ser um dos focos principais na identidade da versão BR.

Alguma mensagem positiva para seus futuros (e velhos) leitores?
RB: A recepção que tivemos e as mensagens recebidas foram sensacionais, em tão curto espaço de tempo. Contamos com o apoio da comunidade para fazer o melhor Kotaku BR possível. Críticas, dicas, sugestões e comentários diários são fundamentais para criarmos o grande site que planejamos. Não deixem também de nos acompanhar pelo Twitter e pelo Facebook, além de visitar o Kotaku a partir de segunda-feira.

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Renato Bueno (EGM PC)
  2. Entrevista da Semana: Renato Viliegas (Play TV)
  3. Entrevista da Semana: Glauco Bueno (Synergex)
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
03/09/2010 - 20:31

Quatro anos de Gamer.br

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Amanhã, sábado, é o dia do aniversário do GAMER.BR.

Quatro anos de existência. Foi em 4 de setembro de 2006 que publiquei o primeiro texto neste blog, em parceria com o portal IG. De lá para cá, tanta água rolou. Foram 514 posts e 6822 comentários aprovados. Algumas dezenas de Entrevistas da Semana publicadas; por volta de meia dúzia de eventos internacionais observados de perto; um outro furo de reportagem; um tanto de alfinetadas, mais um tanto de afagadas, um monte de gente irritada (faz parte); e diversos textos cheios de opinião, nem sempre muito fundamentadas (faz parte também). Foi uma longa viagem.

Eu agradeço a você, que faz parte dessa história toda e que ajuda a me manter aqui regularmente (pero no mucho). Espero continuar atendendo às expectativas, e que esse tal de mercado brasileiro de games deixe de ser mero eufemismo e se torne efetivamente uma realidade – e que isso não leve mais quatro anos para isso acontecer.

Aproveite o seu feriado (desligue o videogame, se possível) e retorne aqui na semana que vem. Bolei uma promoção para distribuir uns prêmios legais. Na quarta-feira que vem eu digo qual é.

Um abraço a todos. São quatro anos, mas parece que foi o dobro.

Notas relacionadas:

  1. 2 anos de Xbox 360 no Brasil: a Microsoft fala
  2. O Ringo Starr? Não, foi Paul McCartney no correio…
  3. Alguns Pensamentos sobre a História dos Videogames no Brasil
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
07/06/2010 - 17:02

A última semana… antes do que realmente interessa

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Vamos, que a semana promete.

É a última antes do início da Copa do Mundo. E a última antes do início da E3 2010. Qual desses eventos é mais importante pra você?

A resposta mais convincente ganhará um brinde da E3 (alguma lembrancinha que vou arrumar por lá). É sério! Pode escrever ali embaixo. Prometo que dessa vez não vou me esquecer de enviar o prêmio ao vencedor. Aliás, você ganhou algum prêmio aqui e não recebeu? Me mande um e-mail.

Mas falemos sobre o que interessa – novidades.

***

Green Day: Rock Band já existe – uma cópia quentinha está na minha mesa, enviada via FedEx.  Vou encarar e depois conto o que achei. Lembrando que o lançamento oficial lá nos EUA é amanhã.


Billie Joe, Mike Dirnt e Tré Cool – versões Rock Band

E enquanto escrevo isso, recebo a confirmação do horário de meu encontro pessoal com Rock Band 3, o game que “irá mais uma vez mudar a maneira com que as pessoas enxergam os games musicais” (é a Harmonix quem está falando, não sou eu).

Pessoalmente, tenho minhas dúvidas sobre uma nova revolução nesse gênero, mas sejamos otimistas – pra variar, eu sou sempre o último dos otimistas.

***

E amanhã é dia de visita internacional: um executivo mexicano que responde pela THQ estará em São Paulo, para falar de negócios, bater papo e mostrar novidades da produtora para 2010.

E é a chance que a gente tem de encontrar os colegas de profissão… apesar de que a E3 está aí, e com ela, a promessa de muita interação etílica e festeira entre as partes envolvidas. Sempre no bom sentido, é claro. A imprensa brasileira de games é toda de família.

***

Imagino que você só deva estar preocupado com a Copa do Mundo nesse momento, mas anote na agenda: logo após o torneio (na verdade, a partir do final de semana da final da Copa), irá rolar um grande evento de games em São Paulo. Debates, palestras, estandes e tudo aquilo que você imagina estão no cardápio. Minha presença também foi confirmada. Mais detalhes, em breve.

***

A Microsoft mandou todos os e-mails de confirmação que tinha direito nesse feriado.

Ao que parece, está todo mundo convidado e confirmado para os eventos da fabricante durante a semana da E3. E veja só que moderno, o convite-confirmação tem até um código de barras, pessoal e intransferível. Isso para garantir que ninguém que não tenha sido chamado terá acesso. E claro, não faltaram os avisos – proibido levar câmeras ao evento do Project Natal, tentar chegar cedo para garantir lugar, pegar a credencial antes para não pegar fila… Esquema de guerra total. Será que bater palmas pode? Mas se não fosse desse jeito, não seria a Microsoft.

Enquanto isso, nenhum detalhe mais específico sobre o evento da Sonyprincipalmente a parte sobre o jogo do Brasil contra a Coréia do Norte acontecer no mesmo horário…

Já a Nintendo está preparando sua programação para durante a E3. O evento pré, que rola na manhã da próxima terça, 15, não será no tradicionalíssimo Kodak Theater (onde costuma rolar a cerimônia do Oscar): será no moderninho Nokia Theater, localizado ao lado do Convention Center.

Estou especialmente curioso para saber sobre a atração musical convidada pela Nintendo esse ano – são sempre surpreendentes (em todos os sentidos). Já rolou Black Eyed Peas quando não eram desse tamanho todo. Rolou Smashmouth quando ninguém mais se importava. Rolou Sheryl Crow quando já era mais ou menos. Esse ano, chuto algo no gênero Justin Bieber/Jonas Brothers/Miley Cyrus.

Isso sim é brincadeira, ok?

***

Agora, volto a falar sério.

Sabe o que quero ver mesmo na E3? Os novos games para iPad e iPhone.

O futuro está ali, e é bom acreditar nisso. Se bem que já me cansei de entrar em bate-boca por causa da utilidade do iPad…

Estamos aqui. Apareça sempre.

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Eduardo Trivella (D&T p/ PlayStation)
  2. Entrevista da Semana: Alex Rigopulos (Harmonix)
  3. Entrevista da Semana: Shigeru Miyamoto (Nintendo)
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , ,
01/06/2010 - 13:03

Jogos que viciam, sites que (não) chegam

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Santa contradição, Batman.

Em minha mesa de centro, empilhados e intactos, Alan Wake, Red Dead Redemption e UFC 2010 esperam para entrar em ação. Mas continuam ali, intocados (exceto o Red Dead, que dei uma testadinha de leve, só para constar).

Enquanto isso, já gastei horas (que somadas dão um dia completo) nesse game maldito chamado Godfinger, para o iPad.

Por que? Eu não sei. Gostaria de saber. Mas juro que vou parar de xingar mentalmente os viciados em Farmville e Colheita Feliz

Quando esse vício acabar, eu aviso. É, e eu continuo a jogar. Mas me impus um limite: quando chegar ao level 20, paro.

Ou não.

***

Você se lembra de quando mencionei, no meio do ano passado (ou será que foi antes? Vejamos) sobre um novo portal de games que iria estrear no Brasil?

Fiquei fazendo segredo por tanto tempo que a notícia virou fumaça. Agora, não tem mais nem graça falar sobre isso. Ou será que tem?

Bem, o site em questão era o Kotaku. Mas isso você já deve saber. Afinal, ninguém se aguenta quieto nesse nosso mercado.

O que talvez você não saiba é que o negócio que andava a passos lentos. E agora, meio que parou. Pelo que ouvi dizer, a pessoa que estava envolvida com o projeto não está mais. Mas isso não quer dizer que a ideia foi pelo ralo. Parece que ainda existe a intenção de trazer o portal para cá, em versão brasileira. Este post publicado recentemente no Gizmodo deixa uma pista. Mais do que isso, só mesmo perguntando para o pessoal do Gizmodo. Vejamos o que eles têm a dizer.

***

E para coroar essa terça-feira fria e premiada, nada como a nostalgia:

“Cliffs of Dover”, do guitarrista Eric Johnson… em versão 8-bit. É velho, e é ótimo. E não faz o menor sentido. Por isso que é legal.

***

E amanhã, publico minha resenha do filme Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo, que estreia nesse feriado no Brasil. Já adianto: talvez seja uma das cinco melhores adaptações dos videogames para o cinema em todos os tempos. Não que isso seja muito mérito, mas…

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Nelson Alves Jr. (Revista Xbox 360)
  2. Entrevista da Semana: Felipe Azevedo (NGamer)
  3. Entrevista da Semana: Odair Braz Junior (GameTV)
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
26/05/2010 - 17:01

Surpresas e desapontamentos (e não é o fim de Lost)

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Saudações!

Como vai essa ressaca? Pós-Lost, é claro. Mas nerdices de lado, vamos primeiro ao que interessa.

(Rá!)

***

Enfim, descobrimos o que é GamerTag (o questionamento surgiu aqui, lembra?).

É um programa em vídeo para a web, de uma hora de duração, no formato debate/entrevistas/crítica. E a primeira edição já está no ar, aqui.

Por enquanto é isso, mas deve vir mais coisa, conforme promete o cabeçalho do site. Assista inteiro antes de comentar. E antes de jogar pedras, se pergunte se não era melhor você tentar fazer alguma coisa também. Sabe como é, criticar é fácil, fazer é complicado etc…

***

E como você já deve ter ouvido dizer, rolaram mudanças na final brasileira do torneio de cybersports ESWC. O problema, para a tristeza de quem torce pelo mercado nacional, foi a falta de um patrocinador que pudesse bancar o projeto. O release divulgado pela assessoria (que está no site oficial do evento – curiosamente, eu não recebi esse) dá uma esclarecida na situação. Mas não deixa de ser melancólico e lamentável que um evento de nível internacional não aconteça por falta de investimento privado:

“A organização vem a público apresentar informações e esclarecer dúvidas relativas ao campeonato Electronic Sports World Cup 2010, a saber:

1. Este evento é totalmente dependente de patrocínios. A organização não possui interesse e/ou verba própria para a realização do mesmo.
2. Era credo da organização que o mercado nacional de jogos eletrônicos e empresas, direta e indiretamente interessadas no mercado e público alvo do evento, estariam preparadas para apoiar financeiramente a realização do mesmo. Não o fizeram.
3. A organização do evento desde Dezembro de 2009 negocia com mais de 60 empresas, enviando dezenas de propostas formais, com valores cujo objetivo era somente a subsistência do evento e realização da Final Nacional, sem visar o lucro.
4. O mercado não respondeu e tornou inviável a realização da Final Nacional nos moldes em que a Organização considera digno para um evento desta dimensão.
5. A organização sente muito, pois acredita que a comunidade de e-sports brasileira merece vários eventos profissionais de qualidade, como o que estava disposta a organizar.
6. A organização se solidariza com os atletas e junta-se ao coro de insatisfação, esperando que em um futuro próximo o mercado brasileiro esteja preparado para receber grandes eventos independentes como o ESWC.
7. Esta organização reafirma ainda seu compromisso com a comunidade e com a execução de eventos profissionais e de alto padrão, incluindo a Final Nacional do ESWC Brasil 2010.
8. A organização pede para que todos estejam atentos pois as informações oficiais serão unicamente publicadas no site oficial da organização do ESWC Brasil (http://www.eswc.com.br/). O único canal com informações oficiais sobre a Final Nacional do ESWC Brasil 2010 é o acima.
(…)
Esta organização gostaria ainda de agradecer a compreensão e suporte da comunidade de games, que certamente entenderá que os motivos das modificações acima fogem completamente da vontade da organização, e que o objetivo do evento é e sempre foi o privilegiar o e-sport nacional, seja nos momentos fortuitos, seja nos desafiadores como este.

Atenciosamente,

Organização ESWC Brasil 2010″

Mais informações sobre as finais do ESWC podem ser lidas no site oficial do evento, aqui.

***

E o final de Lost, o que você achou?

(E não, não acho que seja off-topic.)

Elaborei uma pensata sobre o assunto, mas fiquei com preguiça de me aprofundar mais. Aí, me emocionei sozinho, escrevi uns rabiscos e postei nos comentários do melhor site brasileiro a falar sobre o tema, o Trabalho Sujo do amigo Alexandre Matias. E acho que ele me autoriza a republicar por aqui, não é mesmo? E passe por lá para ler as outras teorias. E aqui para ler umas respostas às suas dúvidas mais secretas.

“Confesso que me emocionei uma meia dúzia de vezes. E acho que justamente era esse o intuito da coisa toda. Fazer o público ter contato com seu lado espiritual, ou se confrontar com a pergunta mais sem resposta de todas (mais do que qualquer mistério de Lost): o que acontece depois da morte?
Os criadores de Lost sabem que essa pergunta jamais terá uma solução, então se penduraram nela para criar toda a trama da série. Todo o resto, as referências a ficção-científica, foi tudo perfumaria para nos manter ocupados durante seis anos. Conseguiram, né?

Foi assim – a bomba explodiu e acabou pro Jack (e pra vários outros). O que vemos na sexta temporada é o rito de passagem do herói para “o outro lado”. Na realidade paralela, vemos o que “poderia ter sido” se todos fossem bons, bacanas e honestos. Na ilha, acompanhamos a luta de Jack pela redenção espiritual. Quando ele enfim cumpre sua “missão”, está pronto para partir. Como não existe temporalidade no “outro lado”, todas as pessoas importantes para Jack aparecem juntas na igreja. Mas não quer dizer exatamente que todas morreram juntas quando a bomba explodiu ou coisa parecida. Elas foram morrendo ao longo dos anos, e se juntaram todas ali na “igreja” para juntas pularem para o outro lado.

Os criadores de Lost sabiam que se equilibrassem ciência com fé, seria a combinação perfeita para nos manter ligados. O desfecho inteiramente baseado na fé não pode ser considerado uma enganação, ou simplesmente uma “solução fácil”. Não foi nada fácil nos manter acompanhando esse tempo todo. Eles se arriscaram, e no fim, tiveram sucesso. O público queria que houvesse uma explicação científica ou lógica para as grandes questões da existência humana, mas o fato é que ninguém tem essas respostas – nem os roteiristas de Lost. Todas essas questões não respondidas servem como metáfora para os grandes mistérios que o homem jamais conseguirá resolver na vida terrena.

Mas claro, isso sou só eu falando.”

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Ivan Cordon (Electronic Game Show)
  2. Começou o Ano
  3. Quinta (ou Sexta) Super
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
21/05/2010 - 19:44

Alguns Pensamentos sobre a História dos Videogames no Brasil

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Saudações!

Antes de entrar no fim de semana, publico minha coluna Gamer.br, que foi publicada na edição mais recente da revista EGW – o texto tem um quê de comemorativo porque apareceu na edição 100 da revista (é um marco histórico para qualquer publicação hoje em dia).

O tema da coluna é dos mais atuais – pelo menos para mim: a absoluta falta de registro sobre a história dos videogames no Brasil e como a imprensa de hoje está trabalhando para mudar essa situação. Você já parou para pensar nisso? Então pense comigo. O texto rendeu uma repercussão legal entre os leitores da revista, então acredito que por aqui será a mesma coisa. Se tiver algo a acrescentar, é só comentar ali no final.

***

Velhos Tempos que Não Voltam Mais

Desde que virei jornalista “de verdade”, tenho constantemente recebido solicitações de estudantes de jornalismo. Explico: de uns anos para cá, virou praxe nas faculdades fazer trabalhos de conclusão de curso (os chamados “TCC”) sobre o assunto videogame. Tem gente que direciona bem o trabalho: alguns ex-estudantes, hoje bem sucedidos colegas de profissão, tiveram a ideia de criar uma revista independente sobre games. O projeto, eles me contaram, os ajudou a ganhar experiência que seria utilizada ao longo da carreira e estreitou os laços com profissionais que já se encontravam consolidados no mercado. Nesse caso, foi uma ideia que deu muito certo.

Mas há tantos outros estudantes – bem mais ambiciosos – que não se contentam em fazer um trabalho “simples”. Não são poucos os que me abordam pedindo uma força em tarefas árduas, como, por exemplo… em trabalhos de pesquisa sobre a história completa dos videogames no Brasil.

Esses dias, desencorajei um estudante dos mais dedicados. A proposta dele para o trabalho final do curso de jornalismo era uma reportagem investigativa, na forma de livro, sobre a trajetória da indústria de games brasileira dos os anos 70 até hoje. Em nossa primeira conversa, joguei a real: “Você simplesmente não terá de onde tirar informações sobre isso”. Emendei dizendo que a maioria das pessoas que participou desses acontecimentos ou não está mais viva, ou não se lembra de detalhes porque mudou de área. E não ajuda em nada o fato de não haver bibliografia decente publicada sobre o assunto. As revistas de games surgiram no Brasil no início dos anos 90, mas não passavam de páginas coloridas cheias de dicas e telinhas. Só se tornaram realmente informativas e interessantes em meados do século XXI.

(A publicação que você tem em mãos, aliás, faz parte deste processo de profissionalização da cobertura jornalística nacional dos games. A EGM Brasil surgiu em 2002 com uma proposta diferenciada, visando entregar informações competentes e reflexões aprofundadas a um consumidor cada vez mais interessado e de alto nível. Hoje a revista se chama EGW, mas dá uma grande satisfação vê-la alcançando a centésima edição firme e forte, após vencer tantos percalços e contrariar expectativas.)

Fechando o parêntese, voltemos ao tema. Existe um problema grave para qualquer um que se arrisque a investigar a saga do mercado de games no Brasil: simplesmente não existe registro confiável sobre o início e o desenvolvimento dessa história toda. Muito porque a imprensa “séria” sempre ignorou os games. Não havia especialistas assumidos sobre o tema. E muito menos se discutia o potencial positivo dos jogos em debates intelectualizados. Toda essa movimentação que você vê hoje é muito recente.

E talvez seja justamente este fato que me faça adiar a ideia de escrever um livro aprofundado sobre o assunto. Vou entrevistar quem? Pesquisar aonde? Onde andam os executivos responsáveis pelo lançamento do Telejogo nos anos 70? E o pessoal que trabalhou na Polyvox, que lançou o Atari, o que anda fazendo? Percebe o tamanho do problema?

Tocando especificamente na questão da imprensa, me parece óbvio o porquê de os veículos sérios não estarem interessados em videogames antigamente. O assunto realmente parecia banal e assustador para leigos. E isso demorou a mudar. Há até uns dez anos, os jogos só apareciam nos grandes veículos em matérias depreciativas ou não tanto lisonjeiras. Felizmente, a percepção geral mudou, e para melhor. Hoje, os games não são mais considerados os causadores de surtos psicóticos ou responsáveis pela má atuação dos jovens na escola. Mas isso você está cansado de saber, não é mesmo?

Apesar dos pesares, temos mais é que comemorar essa enorme aceitação dos videogames na sociedade. Se o passado permanece uma incógnita, pelo menos podemos ter certeza de que o período atual está sendo muito bem documentado. E que assim continue.

* Texto publicado na edição 100 da EGW, maio de 2010.

Notas relacionadas:

  1. Pela não-obrigatoriedade de se falar sobre o diploma. Mas falarei mesmo assim…
  2. Alguns Pensamentos Sobre a Sony e o Brasil
  3. Alguns Pensamentos sobre o Mercado Nacional
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
13/05/2010 - 20:12

O Circo do Project Natal na E3

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A grande notícia do dia é: o show do Cirque du Soleil no evento da Microsoft antes da E3 2010.

Será justamente na apresentação do Project Natal, no domingo, 13 de junho. A confirmação via e-mail chegou hoje de manhã aqui.

Você sabe, Cirque du Soleil é aquela trupe circense conhecida mundialmente, cheia de estilo, pompa, cores e imaginação. Ao que parece, o glamour voltou com tudo ao mundo encantado da E3. A vida noturna de Los Angeles agradece.

***

Mas a Sony Brasil não deixa por menos, está pensando o quê?

A assessoria de imprensa da fabricante divulgou hoje uma queda de preços considerável nos games de PlayStation 3:

“A partir deste mês, a Divisão PlayStation da Sony Brasil reduz os preços de cinco games para PlayStation 3. Os jogos God of War Collection, Infamous, Killzone 2, Resistance 2 e Little Big Planet – Game of the Year Edition passam a custar R$ 119, o que representa uma  queda de mais de 30%.

“Esta redução de preços faz parte da estratégia da Sony Brasil de trazer ao gamer brasileiro a melhor experiência em jogos de PlayStation”, afirma Anderson Gracias, Gerente Geral da Divisão PlayStation na Sony Brasil.”

Lembrando que R$ 119 equivale a US$ 66 (com a cotação a US$ 1 = R$ 1,80) – exatamente o valor de um game lançamento para PlayStation 3 nos EUA (US$ 59 + impostos). Não dá para dizer que é barato (videogame jamais será barato, já disse o profeta), mas é um pouco mais justo.

***

E os jornalistas contratados para a equipe Arena Turbo são…

Caio Corraini, Gus Lanzetta e Henrique Sampaio.

Parabéns e boa sorte a todos os envolvidos.

Notas relacionadas:

  1. Wii fica mais barato. Por enquanto, não no Brasil
  2. Sony reduz preços de jogos no Brasil
  3. God of War III no Brasil – e “simultaneamente ao resto do mundo”
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , ,
04/03/2010 - 15:23

God of War III tem data limite no Brasil

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A Sony Brasil avisou: começou  a pré-venda de God of War III.

A compra pode ser feita imediatamente pelo site da Sony Style, por R$ 199,00. O game terá embalagem e manual em português e deverá estar disponível até 25 de março. O que isso significa? Que poderá ser antes, mas nunca após essa data. Pelo menos é o que se espera. A frase que explica isso no release divulgado hoje é a seguinte:

“O jogo também estará nas lojas Sony Style e nos revendedores autorizados até o dia 25 de março, podendo ainda ter suas vendas antecipadas.”

O release ainda destaca que “o jogo contará com conteúdo extra disponível por meio de download”, mas não explica como o consumidor brasileiro deverá proceder para baixá-lo. É a vida. Pelo menos, a notícia é boa.

Mas… e o Play 3, minha gente?

***

Gamer Tag?

Alguém sabe o que é e quem é o responsável por isso? Eu estou curioso.

***

Jogar games no escuro, é difícil? Então que tal finalizar um game de olhos vendados? E se você fosse cego, conseguiria fechar Zelda: Ocarina of Time do início ao fim? Esse cara conseguiu.

E pare já de reclamar de sua vida.

***

Gus Lanzetta e Caio Corraini, dois representantes da nova geração de jornalistas de games do País, estão juntos com uma empreitada nova: ambos cuidam atualmente do GameBlog, site de games reformulado da editora Europa (que publica as revistas Edge e Old! Gamer).

uma visitada e confira.

Notas relacionadas:

  1. Sony reduz preços de jogos no Brasil
  2. Sony lança MAG no Brasil – com manual em português
  3. God of War III no Brasil – e “simultaneamente ao resto do mundo”
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
15/10/2009 - 18:07

Coisas que talvez você (ainda) não saiba

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O Capitão Lou Albano morreu ontem, aos 76 anos.

Quem tem mais de 21 anos nas costas deve se lembrar quem ele é: é simplesmente o cara que fazia o papel do Mario (aquele!) em um seriado televisivo exibido antes do “The Super Mario Bros. Super Show!”, aquele desenho animado pirado bancado pela Nintendo – no Brasil, ele ficou no ar por um bom tempo graças ao glorioso programa da Xuxa.

lou.jpgPara nós, ele era apenas a encarnação humana daquele encanador de bigode. Nos Estados Unidos, Albano era muito cult. Foi um dos mais famosos e odiados lutadores da liga World Wrestling Enterprise (WWE)  durante muito tempo. Também participou de um monte de clipes da Cindy Lauper (inclusive aquele famoso dos Goonies) e fez participações em seriados e vários filmes. Mas ficou eternizado como o Super Mario mais realista da história da ficção. Nem a interpretação do Bob Hoskins (que fez o papel do herói naquele filme ridículo para os cinemas) chegava perto do Mario “Jumpman” Mario eternizado por Captain Lou.

É o tipo de notícia que só serve para nos lembrar da falta que aquela época ainda faz.

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E lembra da Luiza Gottschalk?

luiza.jpgO público do Play TV sabe muito bem quem é – Luiza foi VJ e apresentadora do canal durante alguns bons anos. Fez o “Combo Fala+Joga”, entre outros programas, alguns ao lado do Luciano Amaral. Daí houve um monte de reformulações na emissora, ela partiu para outros projetos e há muito não se ouvia falar dela.

O release que recebi esses dias (com a foto ao lado, bem recente) dá pistas do que a Luiza anda fazendo:

“Após figurar na telinha como apresentadora da Play TV, Luiza Gottschalk retoma à montagem de espetáculos teatrais e assina a produção da peça O Arquiteto e o Imperador da Assíria, protagonizada por Paulo Vilhena e Beto Bellini. O espetáculo entrou em cartaz no último dia 08 de outubro, no Teatro Leblon, no Rio de Janeiro e fica até 20 de dezembro, de quinta à sábado, às 21h e aos domingos, às 20h.
Luiza acaba de voltar da Europa, viagem realizada com o objetivo de estudar e buscar novos formatos e ideias para o teatro e a televisão. “

E há quem ainda chore pela possibilidade de a Luiza retomar sua carreira dedicada aos games na televisão. Será que um dia ela volta?

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E sobre os novos comandantes das revistas EGW e a Nintendo World? Alguém aí já sabe de alguma novidade?

Eu sei e agora divido com vocês. Com a palavra, o publisher da Tambor, André Forastieri:

“O editor-chefe do núcleo de Tecnologia e Games da Tambor, Fernando Souza Filho, é o responsável por todo o conteúdo destes segmentos. Fernando é editor do site www.pcmag.com.br e ex-editor da revista PC Magazine.

O Fernando e eu [Forastieri] estamos envolvidos em uma atualização do projeto do EGW. Não se trata de mudar tudo, mas naturalmente estes momentos de mudança na equipe são momentos de reflexão. Fazemos a revista faz sete anos, e na mudança de EGM para EGW evitamos ao máximo mudar a revista, queríamos que a continuidade fosse clara. Agora vamos dar alguns passos no sentido de a revista ser mais reflexiva, com mais espaço para opinião, dando mais voz a players de todos os segmentos do mercado.

O plano de transição é nos envolvermos muito para a EGW, revista e site, ficarem exatamente com a cara que queremos. Quando este update no projeto editorial, as novas seções e os ajustes no design do EGW estiverem bem definidos e solidificados, nos afastaremos e traremos um gestor para a EGW. Vamos ver se conseguimos no prazo que nos propusemos, três meses.

(…)

Falando em velhos amigos, o novo editor da Nintendo World é o Renato Siqueira. A revista vai ficar com mais cara de Nintendo. Até porque o Renato foi da Pokémon Club, colaborador da Nintendo World de outros carnavais, e conhecidíssimo no mundo do anime e mangá.”

O Gamer. br dá boa sorte para os envolvidos na empreitada. E você, o que achou disso tudo?

Notas relacionadas:

  1. Novo site. E “nova” revista
  2. Entrevista da Semana: André Forastieri (EGW)
  3. Editores das revistas EGW e Nintendo World deixam cargos e abrem empresa própria
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , ,
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