Maior quantidade de apreensões de games piratas significa… mais games piratas circulando. Será?
Só para constar, você sabia que ainda se combate a pirataria de games no Brasil? Pois é.
O release a seguir, divulgado hoje de manhã, é interessante nesse sentido. A notícia, de modo geral, revela que uma quantidade maior de mídias com cópias ilegais estão sendo apreendidas pelas autoridades. Na verdade, o texto não revela que tipo de produtos estão copiados nesses CDs e DVDs apreendidos, mas como há a citação da ESA (Entertainment Software Association, entidade que se responsabiliza pela questão jurídica dos games ao redor do mundo), eu consigo imaginar que estejam falando de games piratas. Então está certo.
Mas tenho uma dúvida: será que o aumento no número de mídias apreendidas também não significaria que há ainda mais pirataria circulando por aí atualmente do que em 2010? É para pensar.
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Ações de combate à pirataria batem recorde em janeiro, afirmam associações
Segundo a ABES e a ESA, durante o período foram capturadas 222,5 mil mídias irregulares, salto de 137% em comparação com janeiro de 2010
2011 está apenas no começo e os trabalhos de combate à pirataria feitos em todo o país já estão acontecendo com força total. Isso é o que mostram os resultados divulgados hoje pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e pela ESA (Entertainment Software Association). Segundo as entidades, em janeiro foram realizadas 71 operações no território nacional, valor 39% acima ao registrado no mesmo período do ano anterior. Como conseqüência, as autoridades brasileiras retiraram de circulação mais de 222,5 mil mídias falsificadas - salto de 137%.
Nesse contexto, o estado do Rio de Janeiro foi a região a registrar o maior saldo de mídias capturadas, o equivalente a 170 mil CDs. No final do mês a DRCPIM (Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial) realizou a maior operação de combate à pirataria já feita no país. Batizada de “Ilegal nunca mais”, a iniciativa aconteceu no Camelódromo da Rua Uruguaiana, principal pólo de comércio informal do Rio de Janeiro. Resultado de sete meses de investigação, a ação demandou a participação de 220 pessoas, entre policiais, fiscais da Receita e oficiais de Justiça.
Fechando os esforços feitos no período, as associações divulgaram ainda o resultado das ações realizadas na Internet. Ao todo foram retirados do ar 32 sites dedicados à venda de softwares falsificados, além de 2,1 mil anúncios destinados a mesma finalidade, valores 39% e 50% maiores que os registrados no mesmo período de 2010, respectivamente.
Notas relacionadas:
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