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20/06/2011 - 20:18

Aonde o Brasil dos Games quer Chegar?

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Ressaca de E3? Imagine…

Demorei mais do que o esperado para retornar ao batente por aqui. Está tudo uma confusão – na mesa, na sala, na vida -, então vou me organizar antes de qualquer coisa. Para compensar, faço um dos meus velhos truques de sempre aqui no blog: reciclo texto antigo com cara de inédito. Sempre funciona (até agora funcionou).

Esse artigo a seguir foi publicado na revista EGW do mês de abril (não sei a edição, alguém me ajuda?). Ele discute a questão do crescimento sempre constante da indústria nacional de games: afinal, estamos chegando ao ápice? Quantos degraus ainda precisamos superar?  Será que dá para melhorar mais ainda? O que nos impede de crescer?

É claro que nenhuma dessas perguntas possui resposta simples, mas é aí mesmo que está a graça. Leia, opine, comente. Aproveite que o assunto é infinito e polêmico.

***

Navegando por Altos e Baixos*
Talvez seja melhor que o mercado de games brasileiro jamais alcance o topo

Há alguns dias [o texto foi escrito em março] aconteceu o evento Gameworld 2011, em São Paulo. A festa durou três dias, de 11 a 13 de março, em um shopping center muito bem localizado, próximo ao coração financeiro da cidade. Na sexta, executei uma função nobre: apresentei a premiação Troféu Gameworld, ao lado do mito Carlos Eduardo Miranda. Devo dizer que foi divertido, descontando alguns percalços pelo caminho. Quem sabe faz ao vivo, bem dizia aquele poeta televisivo que continua no ar aos domingos desde o fim dos anos 80.

Não consegui passear pelo Gameworld naquele dia. Mas, no dia seguinte, lá estava eu circulando por aqueles corredores abarrotados de gente, desviando de empurrões, suando e encontrando velhos amigos. Confesso que gostei de estar lá, no meio da muvuca. A organização estimou em mais de 21 mil o público total do fim de semana. Fazia tempo que eu não comparecia a um evento especializado no Brasil (a E3 de Los Angeles, fechada ao público normal, não conta). A culpa em parte é de minha falta de tempo e desorganização crônicas, mas não é só por isso: festas para o público gamer são raras em nossa terra brasilis. Eles estão se espalhando aos poucos pelos grandes centros, mas ainda assim, dá para contar nos dedos das duas mãos os acontecimentos relevantes nesse sentido.

Mas será que quantidade é melhor que qualidade? Quero dizer, se houvesse um evento aos moldes do Gameworld em cada capital brasileira, será que isso significaria que estamos evoluindo em algum sentido? Mais eventos de games representariam um crescimento verdadeiro de nosso mercado?

Coloquei a questão e aproveito para eu mesmo discordar: acredito que não há relação entre uma coisa e outra. O fato é que há uma demanda muito reprimida por qualquer acontecimento ou fato relevante relacionado aos videogames no Brasil. O público gamer quer ter o que fazer além de jogar e gastar (muito) dinheiro. Estamos na crista da onda da tecnologia e somos considerados o porto seguro dos investimentos estrangeiros, mas ainda existe bastante lentidão em se tratando de uma evolução real. Há quase dez anos o Brasil engatinha para chegar lá – seja esse “lá” onde for. Há alguns anos, nossa referência de progresso era o México. Hoje, o mercado de lá anda saturado e estagnado – cresceu o que tinha que dar e não tem mais muito para onde ir. Sob esse ponto de vista, acredito que deveríamos almejar outra situação. Não é legal imaginar que iremos entrar em um processo de decadência após tantos anos lutando para que o “Brasil dos games” cresça e apareça.

Reflitamos juntos. Hoje, temos as três principais plataformas lançadas oficialmente por aqui. Os games chegam quase simultaneamente, muitas vezes traduzidos para o português. Os preços, aos poucos, se tornam mais adequados (se comparados aos preços de cinco anos atrás). Portáteis como smartphones, iPhones e iPads se popularizam, assim como seus games. O que exatamente falta para alcançarmos um topo? Melhorando a pergunta: será que precisamos chegar a esse topo? Porque você sabe bem: tudo o que sobe, um dia desce.

É aí que está: acredito que o Brasil jamais chegará ao ápice em se tratando do mercado de games. Estaremos sempre progredindo, evoluindo, mas jamais alcançaremos um estado em que nos daremos por satisfeitos. Tudo faz parte da tradição de ser brasileiro – essa insatisfação com as coisas, essa postura crítica e mordaz, esse jeitinho de ir empurrando com a barriga até tudo certo. É como muito bem proclama o belo estandarte nacional: (des) ordem e progresso (constante). E devagar vamos caminhando.

* Texto publicado na edição 113 da EGW, abril de 2011.

***

Você notou que comentei sobre a possibilidade de novos eventos de games no país. Acabou atraindo boas notícias: durante a E3 2011, recebi a confirmação de que está tudo certo para o retorno do Electronic Game Show, ou EGS, à cidade de São Paulo. Melhor ainda, as negociações estão bem adiantadas com a maioria das publishers atuantes no Brasil. Quando esse evento vai acontecer? No segundo semestre de 2011. Se a informação é de fonte quente? Não poderia ser mais quente. Agora é torcer para se tornar realidade, porque já ouvimos essa história antes…

Notas relacionadas:

  1. Alguns Pensamentos Otimistas Sobre os Games no Brasil
  2. Videogame é caro no Brasil… mas porque a indústria assim o quer
  3. O que falta para o Brasil dos games?
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Cobertura E3 2011, Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , ,
13/01/2011 - 16:28

Revistas de games: o que o futuro reserva?

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Continuando a retrospectiva 2010 (acabou de acabar, mas ainda dá tempo), resolvi matutar a respeito de um tema que sempre dá pano para a manga: revistas de games.

Não foi exatamente o melhor ano do mundo para as publicações segmentadas de papel no Brasil. Revistas foram descontinuadas, equipes foram desfeitas e o veículo propriamente dito perdeu em status e relevância entre consumidores que se diziam fiéis. Tendência ou coincidência? Seja como for, não há melhor hora para se discutir o papel (literal) e a função atual da revista de videogame.

No final do ano passado, fui atrás dos três responsáveis pelas principais revistas disponíveis nas bancas brasileiras: André Forastieri, diretor editorial da Tambor, que publica a EGW e a Nintendo World; Luiz Siqueira, diretor na editora Europa, responsável pela Dicas e Truques para Playstation e a Revista Oficial do Xbox; e Allan André, editor-chefe na Digerati, que faz a X360 e a PS3W. Cada um, a sua maneira, respondeu à questão simples e capciosa:

“Revistas de games (aqui e lá fora) – como foi 2010, e o que o futuro próximo reserva?”

A seguir, as opiniões dos especialistas. É para pensar e discutir.

***
Por André Forastieri, diretor da Tambor

O que é uma revista? É um ponto de vista sobre um tema; um conjunto de soluções para um segmento econômico; uma comunidade onde você se sente bem; uma marca com a qual você tem uma relação emocional.
Isso é o passado, presente e futuro da revista. Mas daqui para frente, entendo que a revista deve tentar oferecer o mais amplo leque de serviços, nas duas pontas – para o consumidor e para o anunciante, buscando o justo (e difícil) equilíbrio. Por isso não acredito que simplesmente transferir uma revista em papel (mais alguns links) para o iPad é a solução de tudo. Embora a experiência da EGM – revista em papel mensal, na web semanal, e agora para tablet – eu venha acompanhando atentamente.

Eu acho que uma revista de games deve informar, criticar, provocar, refletir. E deve oferecer venda de games e acessórios e downloads digitais. E deve oferecer games free to play. E deve ter fóruns. E deve ter programa em vídeo, e podcast, e eventos. E pode oferecer cursos online. E deve promover eventos fantásticos. E deve oferecer aos desenvolvedores, publishers, varejistas, escolas de games todas as oportunidades de engajar o apaixonado por games, seja ele amador ou profissional.

É muita coisa. É difícil. Por isso é difícil a sobrevivência da maioria das revistas de games do nosso mercado. As editoras enfrentam muitos desafios. A maioria das editoras que publica revistas de games publica revistas de muitas outras coisas. Como ter o foco necessário, do ponto de vista conceitual e comercial, e ao mesmo tempo investir num portfolio de serviços ambicioso?

A Tambor atua cada vez mais como agência de publicidade – tanto atuando na criação, como no planejamento para empresas de games – e isso é uma demanda do mercado que não vai diminuir, só aumentar. Vantagem? Por estarmos há tanto tempo neste mercado, dominamos muito mais a linguagem que funciona para se comunicar com o gamer (ou o varejista de games) do que uma grande agência de publicidade tradicional, por mais prêmios que ela tenha ganho em Cannes.
No caso da Tambor, a união entre esta expertise na comunicação, o prestígio da revista impressa e a força instantânea e massiva dos nossos sites – impactamos mais de 3 milhões de gamers todos os meses – tem dado resultado. Fechamos o ano melhor que começamos. Para mim, esta é a medida de sucesso que importa.

Acredito que chegaremos a 2012 com o leitor bem servido de revistas impressas de games – a Tambor tem as duas principais de multiplataforma e Nintendo; a Europa, de Playstation e Xbox (deixamos de concorrer, alguém reparou?). Outras editoras têm produtos viáveis e interessantes. E hoje temos dezenas de bons blogs e sites sobre games. O que é o UOL Jogos, se não uma revista? O Arena Turbo? Now Loading? Nintendo Blast? Adrenaline? Cada qual com sua voz e sua pegada.

A Tambor terá novidades na web, sim; e temos o grande desafio de fazer um evento GameWorld 2011 melhor que o de 2010. Agora: nós editores old-school não podemos nos esquecer de fazer revistas impressas melhores. Nossa qualidade está longe da desejada. Foi assim sempre e sempre será. Em 2011 a Nintendo World comemora 13 anos de idade e a EGW, juntando suas encarnações, oito anos. E embora frequentemente eu tenha me orgulhado delas, nunca achei que chegamos lá.

Em 2011, prometo me manter insatisfeito…

***

Por Luiz Siqueira, diretor da Editora Europa

A sensação é de que continuamos no olho do furacão da revolução das mídias. Algumas revistas de games sentem menos essa revolução, outras sentem mais. O fato é que na maioria dos casos as publicações mantém leitores cativos e fiéis. A revista, seja qual for, tem uma função clara de “revisitar os fatos, notícias, informações do período”, e no futuro, essa missão não irá sumir. Os leitores ainda precisarão dela, seja no papel, seja na internet, seja no iPad, ou seja em qualquer outra invenção hipnotizante que surgir.

***

Por Allan André, editor-chefe da Digerati

2010 foi um ano dificil para as revistas de games quando o assunto é vendas. Três das melhores revistas deixaram de circular aqui no Brasil: NGamer, Edge e a recém-nascida Powerstation. Não sei ao certo os motivos para as duas da Editora Europa acabarem por aqui. Minha querida Powerstation encerrou na Inglaterra e tivermos que tirar de circulação também. Eu adorava editar essa revista.

O número de leitores que procura conteúdo nas bancas está cada vez menor, não apenas quando o assunto é videogame. Mais revistas podem acabar em 2011, principalmente no exterior, mas acredito que nem todas estão com os dias contados. O que precisa haver é uma reformulação na pauta e edição destas mídias. É desleal competir com a internet, então as revistas devem começar a oferecer conteúdo com melhor qualidade e, se possível, diferente do encontrado na web. Eis um desafio para nós editores em 2011.

***

Isso é o que eles acham. E para você, o que vai acontecer com as revistas de games em 2011 e além?

Notas relacionadas:

  1. Revistas de games no Brasil: sim, não ou depende?
  2. Editores das revistas EGW e Nintendo World deixam cargos e abrem empresa própria
  3. Revistas Edge e Ngamer vão parar de circular
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
01/04/2010 - 16:13

Troféu Gameworld 2010 – Como foi

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“www.impostojustoparavideogames.com.br”

Sob aplausos e gritaria, André Martins, diretor geral da editora Tambor, anunciou ontem, 31 de março, a iniciativa online que se propõe a reunir assinaturas e gerar discussão em torno da questão que mais incomoda o consumidor de games brasileiro.

“Queremos levar esse abaixo-assinado para o Congresso”, disse Martins, sobre o material que será gerado pelo site, que entrou oficialmente no ar há algumas horas. “Vamos fazer muita pressão para que o imposto seja diminuído e, consequentemente, que os preços de jogos, consoles e acessórios caiam drasticamente nos pontos de venda.”

Foi o momento mais barulhento da sexta edição do Troféu Gameworld, que misturou entrega de prêmios com o tradicional esquema de feira de games, em São Paulo. Organizado pela Tambor (que hoje publica as revistas Nintendo World e EGW, entre outras), o Gameworld ganhou força no mercado brasileiro muito por conta de sua singularidade – foi o único evento que sobreviveu em meio a tantas tentativas passadas (e frustradas) de se organizar e reunir os principais players da indústria em um só movimento. Hoje, é o único evento do setor que pode ser considerado parte do “calendário” nacional. E a edição 2010 teve porte e pompa para garantir que a iniciativa poderá perdurar.


Gente bonita, selecionada e comportada na torcida

O diretor editorial André Forastieri abriu o evento que aconteceu ontem, pontualmente às 20h30 no Teatro Frei Caneca: “Os personagens dessa noite são todos aqueles que jogam esse grande e desafiador jogo, que é fazer o negócio de games crescer no Brasil: vocês”, declarou. A apresentação dos prêmios ficou por conta da jornalista Flávia Gasi, que com habilidade e bom humor anunciava e convocava os vencedores em categorias variadas, de “Melhor Campanha de Marketing para games” a “Melhor game do ano” (leia sobre o evento aqui e sobre os vencedores aqui).


Flávia Gasi ao lado do vencedor do sorteio de uma viagem para a E3 2010

Além da presença dos executivos, varejistas e produtores brasileiros de sempre – e diversos estrangeiros, como o pessoal da Hudson e o Mark Wentley, homem forte da Nintendo of America para o mercado latino-americano -, o Gameworld ganhou em carisma com a presença do Charles Martinet, o norte-americano responsável pelas vozes dos personagens da família Mario nos games Nintendo. Bem-humorado, solícito e incansável, o ator (que mora em San Francisco, na Califórnia) de 54 anos distribuiu autógrafos, fotos e sorrisos como se não houvesse amanhã, e não hesitou em subir ao palco para receber o prêmio destinado a New Super Mario Bros. Wii como se fosse um autêntico representante da famiglia. Ganhou o troféu simpatia para a eternidade e deve se tornar figurinha fácil dos eventos brasileiros (a entrevista com ele, publico na semana que vem).


Mark Wentley (NOA) e Charles Martinet, durante a premiação

A parte “feira” do Gameworld aconteceu em 30 e 31 de março e tinha entrada gratuita. O visitante tinha boas opções nos vários estandes montados no quinto andar do Shopping Frei Caneca, desde testar games inéditos (Copa do Mundo 2010, por exemplo) a conferir de perto jogos recém-lançados, como God of War III para PS3.


Thiago Borbolla (MTV) entrevista cosplayer de Samus (Metroid)

E claro, havia o ilustre Charles Martinet distribuindo assinaturas e posando para fotos no estande da Nintendo (o novo Nintendo DSi XL também podia ser testado por ali), além de diversos torneios com distribuição de brindes, garotas sorridentes uniformizadas, campeonato de cosplay e uma boa cobertura da mídia não-especializada. Eu me diverti, mesmo ficando pouco por ali – e tive a chance de encontrar um monte de leitores das antigas. Me senti um pouco mais velho, aliás.


Charles, o melhor amigo do Mario. Aquele lá

Dadas as devidas proporções, o Gameworld até lembrou um pouco o finado Electronic Game Show que rolou entre 2004 e 2006 e deixou saudades. A organização divulgou que, em dois dias, mais de 10 mil pessoas circularam pelo Gameworld (mais de duas mil simultâneas). Se vai durar ou não, se vai crescer mais no ano que vem, se a iniciativa do “impostos justos para videogames” vai dar em alguma coisa, é impossível prever. Porém, se levarmos em conta a máxima de que “o futuro é importante, mas o presente é muito mais”, há bastante coisa a ser comemorada. É torcer para que tanta bola dentro resulte logo em gols e mais vitórias, e não apenas em oba-oba.

Otimista e engajado, o consumidor de games brasileiro agradece.

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: André Forastieri (EGW)
  2. Sony, Nintendo e Microsoft, pela primeira vez em um evento de games brasileiro
  3. Gameworld – é hoje
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , ,
15/10/2009 - 18:07

Coisas que talvez você (ainda) não saiba

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O Capitão Lou Albano morreu ontem, aos 76 anos.

Quem tem mais de 21 anos nas costas deve se lembrar quem ele é: é simplesmente o cara que fazia o papel do Mario (aquele!) em um seriado televisivo exibido antes do “The Super Mario Bros. Super Show!”, aquele desenho animado pirado bancado pela Nintendo – no Brasil, ele ficou no ar por um bom tempo graças ao glorioso programa da Xuxa.

lou.jpgPara nós, ele era apenas a encarnação humana daquele encanador de bigode. Nos Estados Unidos, Albano era muito cult. Foi um dos mais famosos e odiados lutadores da liga World Wrestling Enterprise (WWE)  durante muito tempo. Também participou de um monte de clipes da Cindy Lauper (inclusive aquele famoso dos Goonies) e fez participações em seriados e vários filmes. Mas ficou eternizado como o Super Mario mais realista da história da ficção. Nem a interpretação do Bob Hoskins (que fez o papel do herói naquele filme ridículo para os cinemas) chegava perto do Mario “Jumpman” Mario eternizado por Captain Lou.

É o tipo de notícia que só serve para nos lembrar da falta que aquela época ainda faz.

***

E lembra da Luiza Gottschalk?

luiza.jpgO público do Play TV sabe muito bem quem é – Luiza foi VJ e apresentadora do canal durante alguns bons anos. Fez o “Combo Fala+Joga”, entre outros programas, alguns ao lado do Luciano Amaral. Daí houve um monte de reformulações na emissora, ela partiu para outros projetos e há muito não se ouvia falar dela.

O release que recebi esses dias (com a foto ao lado, bem recente) dá pistas do que a Luiza anda fazendo:

“Após figurar na telinha como apresentadora da Play TV, Luiza Gottschalk retoma à montagem de espetáculos teatrais e assina a produção da peça O Arquiteto e o Imperador da Assíria, protagonizada por Paulo Vilhena e Beto Bellini. O espetáculo entrou em cartaz no último dia 08 de outubro, no Teatro Leblon, no Rio de Janeiro e fica até 20 de dezembro, de quinta à sábado, às 21h e aos domingos, às 20h.
Luiza acaba de voltar da Europa, viagem realizada com o objetivo de estudar e buscar novos formatos e ideias para o teatro e a televisão. “

E há quem ainda chore pela possibilidade de a Luiza retomar sua carreira dedicada aos games na televisão. Será que um dia ela volta?

***

E sobre os novos comandantes das revistas EGW e a Nintendo World? Alguém aí já sabe de alguma novidade?

Eu sei e agora divido com vocês. Com a palavra, o publisher da Tambor, André Forastieri:

“O editor-chefe do núcleo de Tecnologia e Games da Tambor, Fernando Souza Filho, é o responsável por todo o conteúdo destes segmentos. Fernando é editor do site www.pcmag.com.br e ex-editor da revista PC Magazine.

O Fernando e eu [Forastieri] estamos envolvidos em uma atualização do projeto do EGW. Não se trata de mudar tudo, mas naturalmente estes momentos de mudança na equipe são momentos de reflexão. Fazemos a revista faz sete anos, e na mudança de EGM para EGW evitamos ao máximo mudar a revista, queríamos que a continuidade fosse clara. Agora vamos dar alguns passos no sentido de a revista ser mais reflexiva, com mais espaço para opinião, dando mais voz a players de todos os segmentos do mercado.

O plano de transição é nos envolvermos muito para a EGW, revista e site, ficarem exatamente com a cara que queremos. Quando este update no projeto editorial, as novas seções e os ajustes no design do EGW estiverem bem definidos e solidificados, nos afastaremos e traremos um gestor para a EGW. Vamos ver se conseguimos no prazo que nos propusemos, três meses.

(…)

Falando em velhos amigos, o novo editor da Nintendo World é o Renato Siqueira. A revista vai ficar com mais cara de Nintendo. Até porque o Renato foi da Pokémon Club, colaborador da Nintendo World de outros carnavais, e conhecidíssimo no mundo do anime e mangá.”

O Gamer. br dá boa sorte para os envolvidos na empreitada. E você, o que achou disso tudo?

Notas relacionadas:

  1. Novo site. E “nova” revista
  2. Entrevista da Semana: André Forastieri (EGW)
  3. Editores das revistas EGW e Nintendo World deixam cargos e abrem empresa própria
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , ,
21/05/2009 - 16:11

Entrevista da Semana: André Forastieri (EGW)

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A Entrevista da Semana apresenta uma conversa franca com o jornalista André Forastieri, diretor editorial da editora Tambor. Nos últimos dias, ele foi o responsável por dois anúncios importantes no mercado nacional; O primeiro: o fim da revista EGM Brasil, que recém-completou sete anos de existência, e a substituição pela EGW. O segundo, a criação do portal de internet EGW (Entertainment Game World, que estreou hoje), dedicado ao consumidor não só brasileiro, mas também o ibero-americano. A conversa a seguir esclarece mais sobre as duas novidades e deixa mais clara a visão toda singular de Forastieri sobre a realidade nacional.

Confira a seguir e não deixe de comentar no final.

***

Gamer.br: Trocando em miúdos, quais os diferenciais do portal EGW em relação ao portal Gameworld? André Forastieri: Na verdade, faz quase três anos que incorporamos o Gameworld no Heroi.com.br., que passou a ter um conteúdo maior de games. Mas sentimos que o internauta e os anunciantes exigiam de nós um portal dedicado aos games. Demoramos para lançá-lo mais do que queríamos. Uma das razões foi porque durante muito tempo, o 1UP planejava uma expansão internacional, com os parceiros de cada país. Com a venda do 1UP e cancelamento da EGM nos Estados Unidos, ficou claro que era a hora de lançar uma nova marca que estivesse presente na web, em mídia impressa, em eventos, realmente multiplataforma. O natural foi EGW – Entertainment + Game World, que já nasce como revista, site e como única premiação de games do país.
Dito isso, o site tem um plano de implementação de um ano. A cada mês, novas ferramentas serão introduzidas. A revista também tem um plano de um ano. E o próximo evento vai ser um salto com relação ao deste ano – que já foi muito bacana.

Agora a EGM se chama EGW. Fora a mudança de nome, o que mais muda na revista, grosso modo?
Pensamos a revista e o site simultaneamente. De cara, 20% do conteúdo da revista passa a ser de assuntos do interesse do gamer, mas não sobre games – cinema, DVD, tecnologia. Vai ter mais brindes. Vai ter mais pôsteres. Vai ter surpresas diversas. Vai ter sempre links expandindo as matérias no site.
A revista passa a ter “páginas infinitas” no portal. Teremos o maior e mais completo diretório de dicas, e centenas de reviews publicados desde a EGM nº 1, mais as melhores matérias especiais publicadas na história da revista.
É muito fácil fazer uma revista de games, principalmente através de licenciamento. Basta pagar o dono da marca no estrangeiro. Difícil é fazer uma revista boa, que dure anos, mantendo uma base de leitores fiéis, e garantindo aos anunciantes o retorno para o seu investimento. Nós conseguimos isso com a EGM, e no último período a revista já era 90% produzida por jornalistas brasileiros. A EGW é a evolução lógica dos sete anos da EGM.

O que representa para o mercado de revistas essa mudança da publicação, ao mesmo tempo em que é anunciada a chegada da Edge via editora Europa?
A Edge é uma revista inglesa muito boa, muito sofisticada, dedicada mais ao lado criativo e de negócios no mundo dos games. E tenho certeza que o Fábio Santana e o Gustavo Petró – velhos companheiros, que fizeram parte da equipe da EGM – farão um ótimo trabalho na sua adaptação para o Brasil.Acredito que a EGW e a Edge, juntas, são mais que suficientes para atender as necessidades do leitor que quer se informar sobre o universo de games como um todo. A aposta da EGW é em 100% do conteúdo produzido por brasileiros, para brasileiros. O da Edge, em traduzir ótimo conteúdo produzido na Inglaterra. Acho que talvez haja espaço para a Edge.Mas dificilmente outro título generalista conseguirá espaço. A tendência é ficar uma ou duas de Nintendo, uma ou duas de Playstation, e haver uma depuração do mercado.Agora, a razão da Edge substituir a GameMaster é que a GameMaster nunca conseguiu enfrentar a EGM. A Europa não conseguiu ter a principal revista multiplataforma do país com a GameMaster, agora tenta com a Edge. Como não conseguiu ter a principal revista de Nintendo do país – a N-Gamer nunca chegou perto da Nintendo World.Por outro lado, a gente anos atrás desistiu da SuperDicas Playstation. Éramos a número dois do mercado, mas a Dicas e Truques Playstation nadava de braçada em publicidade. Ganhamos umas, perdemos outras…Acho que a diferença entre a Tambor e a Europa ou a Digerati é que elas têm muitos negócios diferentes. Primeiro, nós somos muito focados em games, tecnologia, entretenimento digital. Todos os jornalistas trabalham numa redação só e eu junto. Segundo, nós somos muito focados em internet. Nossos sites falam com mais de dois milhões de gamers todo mês. No Brasil, ninguém chega perto.

Como dono de editora, você acha que atualmente é preciso investir mais em produtos para a internet do que em produtos de papel? Ou seja, ainda compensa investir na mídia revista?
Revista custa muito mais para fazer, mas a receita é muito maior. E de fato dá uma credibilidade muito diferente. Porque passa pelo crivo dos leitores, que estão tirando dinheiro do bolso todo mês para comprar a revista, “votando com a carteira”. E porque passa pelo crivo dos anunciantes, que só continuam anunciando se a revista realmente der retorno. Dito isso, temos que reaprender a fazer revistas a cada ano que passa. Não pense que estamos satisfeitos com nossas revistas, e mesmo com a EGW. A busca da atualização e da surpresa tem que ser permanente.
Fizemos uma capa toda preta, homenageando o Black Album do Metallica, para a edição de aniversário da EGM. Foi uma ousadia (pra não dizer maluquice). A venda subiu 20%.Eu acho que o melhor mix é “revista + digital”. Um ajuda o outro. Na verdade, todo mundo gosta de revista! O que ninguém gosta é de pagar por uma revista que só te oferece o que você já tem de graça na internet. Nem eu.

Quem é o consumidor de games hoje no Brasil? Para quem exatamente você faz suas revistas e sites?
Você, Pablo. …Se você achar que estamos fazendo direito, provavelmente estamos!
Não, depende. Assim: a Nintendo World é para nintendista. O Portal MSN, que fazemos para o MSN e atinge 1,6 milhão de gamers por mês, é muito aberto. A comunidade EGW continua a trajetória de sete anos da EGM, no sentido de fazer jornalismo sério sobre games.Mas, em um certo sentido, vai no caminho inverso da Edge. Principalmente no portal, nosso objetivo é sermos mais abrangentes, atrair o hardcore gamer e o jogador adulto, pai de família; o teen, o molecão, o jogador de MMO, e o cara que nem quer saber tanto dos bastidores da indústria, mas não passa um dia sem jogar no seu PSP. Ah, e as mulheres também.Inclusive, o portal EGW já nasce com a missão de atender também ao mercado português, e a partir de agosto, a todo o mercado latino-americano, com conteúdo em espanhol.Nossa missão é sermos “O primeiro portal de games da América Latina”. Ou seja, fazemos conteúdo de games para gamers de todos os tipos, idades, gostos e agora até de línguas diferentes!

No evento Troféu Gameworld, você afirmou que o Brasil é o país com maior possibilidade de crescimento da indústria de games em todo o mundo. De que depende esse crescimento, afinal? O que nos impede?
O Brasil é a décima maior economia do mundo. Temos uma população na maioria jovem, todo mundo fala a mesma língua, a maioria é urbana, não temos guerras civis, a economia está sofrendo menos que o resto do mundo. Somos o nono maior mercado de TI. Mas hoje o Brasil é 1 a 2% do negócio de games global. Isso não tem sentido. Por isso, o crescimento do mercado formal será muito grande nos próximos anos, a despeito de todos os problemas habituais – impostos, preços altos etc. Vamos dobrar, triplicar, ano após anos.
Acredito que vai crescer o modelo habitual – venda de hardware e caixinha de jogo em lojas especializadas e em grandes varejistas, online e offline – mas também vão crescer muito negócios que fogem ao beabá, como jogos cada vez mais sofisticados para celular, MMOs com modelos diferentes de receita, distribuição digital, eventos ligados a games e por aí vai.Claro que quem se mexer mais vai levar vantagem. Se a Sony começa mesmo a fabricar jogos para PS3 em Manaus em 2010, leva vantagem. Se não, não.O grande portal tipo UOL ou Terra ou MSN que resolver investir sério para ter o maior share de MMOs levará vantagem. A agência de publicidade que ficar conhecida como a melhor em advergaming levará vantagem. O primeiro varejista online a oferecer compra de jogos via distribuição digital em reais e em parcelas levará vantagem. Por aí vai.Eu editei minha primeira revista de games em 1994 e nunca estive tão otimista com nosso mercado quanto agora. Tenho certeza que o mercado brasileiro de games vai ser 10% do mercado mundial, em um prazo curto.
Quer uma previsão? 2015. Me cobra pra ver se eu acertei daqui a seis anos!

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Renato Bueno (EGM PC)
  2. Entrevista da Semana: Nelson Alves Jr. (Revista Xbox 360)
  3. Entrevista da Semana: Gustavo Hitzschky (Arena Turbo)
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , ,
19/05/2009 - 17:05

Novo site. E “nova” revista

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E o Gamer.br apresenta com exclusividade mais um lançamento do mercado editorial brasileiro.

É a EGW, que a partir da semana que vem substituirá a EGM Brasil nas bancas. O o nome é novo, mas a revista continuará sendo editada pela mesma equipe (a edição continua por conta do Ricardo Farah) e lançada pela Tambor. A numeração também seguirá a da EGM, ou seja, a EGW já começa na edição 89. Terá 100 páginas e sai em 25 de maio, por R$ 9,90.

E antes mesmo da chegada nas bancas, o site EGW estreia na internet, com o objetivo de ser “o primeiro portal de games para a comunidade ibero-americana”. O comando do site é da Beatriz Sant’Anna, que conforme o pessoal das antigas se lembra, foi editora da EGM e da Nintendo World há alguns anos.

A seguir, o release oficial divulgado hoje pela Tambor.

Tambor lança EGW, o primeiro portal para a comunidade de gamers ibero-americana

A Tambor revitaliza uma de suas marcas mais antigas suprindo a necessidade por um excelente conteúdo em entretenimento e jogos no Brasil com o EGW (Entertainment + Game World), primeiro portal de games e entretenimento digital para a comunidade de jogadores iberoamericana. “Os jogos eletrônicos hoje são parte de toda uma indústria do entretenimento geral. A grande maioria dos games que são lançados acompanha um filme nos cinemas, um Blu-ray nas locadoras ou até mesmo uma animação para a TV. Por isso assumimos este novo desafio editorial, trazendo conteúdo de qualidade e competência no que tange todos os segmentos do entretenimento e não apenas os jogos eletrônicos”, explica André Martins, Diretor Geral da Tambor.

Além de trazer todo conteúdo editorial da revista, como matérias especiais sobre tecnologia e entrevistas com produtores e desenvolvedores, o portal nascem também com a pretensão de ter o maior acervo de dicas de jogos, que estarão disponibilizadas também em serviços mobile. Podcasts e chats com os editores, vídeo análises dos principais lançamentos em jogos e colunistas de diversos países da América Latina, Espanha e Portugal também serão destaques exclusivos do portal que nasce tanto para a comunidade de jogadores brasileiros como também de ibero americanos, com conteúdo em português de Portugal e espanhol. “O EGW é feito pela equipe de games da Tambor e também por quem quiser participar. O leitor dá a opinião, manda textos, fotos e vídeos mostrando sua relação com o mundo dos games”, explica Beatriz Sant’Anna, editora do portal, que também trará uma área exclusiva para os usuários participarem de uma comunidade de jogadores e se tornarem colaboradores.

A estreia do portal EGW marca também a mudança de título da revista EGM Brasil para EGW. A revista EGM Brasil, especializada em games de todos os consoles, ganha com isso muito mais conteúdo de entretenimento digital. “A presença da EGM Brasil no mercado brasileiro trouxe um amadurecimento não só editorial como comercial. O mercado brasileiro presenciou um novo jeito de produzir conteúdo sério, informativo e completo. É neste momento que a EGW entra no mercado editorial para dar continuidade à evolução em que a convergência da diversão é cada vez mais notável. Os jogadores terão dois veículos; revista EGW e site egw.com.br, que trarão juntos todo conteúdo pertinente ao entretenimento digital”, define Isac Guedes, Gerente de Publicidade da Tambor.

A edição de maio da revista chega às bancas em 25 de maio. Entre os destaques, a matéria de capa da edição traz detalhes inéditos sobre o novo jogo do Exterminador do Futuro: A Salvação, contando a cronologia da série no cinema, na TV e, principalmente nos games. Ainda nesta edição os leitores têm a oportunidade de conferir previews exclusivos de Star Trek Online e Final Fantasy XIII, entrevistas com os produtores de Persona 4 e Fallout 3, além de análises completas dos principais lançamentos do mês em jogos e em DVD/Blu-ray. “O conteúdo do site em conversa com o da revista EGW é um presente para todos os jogadores do Brasil, mas principalmente para os leitores da revista, que passa a ganhar ‘páginas infinitas’ de conteúdo 100% preciso e confiável”, explica Ricardo Farah, Editor Executivo da EGW.

Com as novidades editoriais, a revista EGW passa a ter 80% de conteúdo sobre jogos eletrônicos e 20% de entretenimento geral, como cinema, DVD e Blu-ray, reafirmando a posição da Tambor na liderança do segmento editorial especializado em entretenimento e tecnologia. “Se você quer saber qual o futuro do cinema, jogue Metal Gear Solid 4. Se você quer saber qual o futuro da música, jogue Guitar Hero: Metallica. Se você quer saber qual o futuro das comunidades online, jogue LittleBigPlanet.  Se você quer saber qual é a revista e o site brasileiro que falam de tudo isso, é o EGW”, afirma André Forastieri, Diretor Editorial da Tambor.

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No dia da estréia do site – provavelmente nesta sexta, logo confirmo isso -, colocarei no ar uma entrevista exclusiva e sincera com André Forastieri, sobre os novos produtos de sua editora e os rumos do mercado editorial brasileiro. É imperdível.

Notas relacionadas:

  1. Nova (?) Revista de Games nas Bancas
  2. Novo site, nova revista: botando mais lenha
  3. E a nova revista brasileira é…
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
27/04/2009 - 23:51

Quinta (ou Sexta) Super

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Boa noite. Isso são horas de atualizar blog? Pois é, estou aqui ainda.

Sobre essa revista nova – qual será? As novidades oficiais chegam nesta próxima sexta, primeiro de maio. É feriado nacional, então vejamos se consigo adiantar a revelação na quinta. Depende da vontade das partes envolvidas, claro.

Você consegue esperar até lá?

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Sexta (ou será quinta?) também marca a estreia do EGW, novo portal de games comandado pelo André Forastieri. E guarde bem esta marca, porque ela significará novidade também em outros ambientes editoriais…

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Assisti a Wolverine hoje. É idêntico à versão que vazou, tirando os efeitos especiais que faltavam. E eu esperando umas surpresinhas… bem, a minha resenha você lê na Rolling Stone de maio, no dia 10 nas bancas. Já o filme estréia também nesta quinta. Esse dia está prometendo…

De qualquer modo, fique até depois dos créditos. A ceninha final dá uma refrescada boa. E indica um outro filme estrelado pelo herói… será?

E confira um pedacinho da conversa que tive com Hugh Jackman em fevereiro passado. A íntegra está na Rolling Stone 31, atualmente nas bancas.

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E começou a minha correira pressoal para ir para a E3 2009. Quer dizer, não sei se vou ainda, mas é bom me agilizar.  De hoje até o primeiro evento, no dia 1 de junho, contabilizo 34 dias. E até agora, só estou sabendo da coletiva da Microsoft. Nintendo, Sony… até agora nada. Todo ano é a mesma história.

E claro, tem o famigerado credenciamento online, que exige que enviemos provas de nossas relações profissionais e bons antecedentes. Não, dessa vez ninguém pediu exames de sangue ou comprovantes de vacinas. Eu não acharia estranho, nesses tempos de gripe suína…

Mais amanhã.

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: Ivan Cordon (Electronic Game Show)
  2. Entrevista da Semana: Felipe Azevedo (NGamer)
  3. Começou o Ano
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Cobertura WCG 2008, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
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