Brasil Game Show: Um pouco do primeiro dia

O final de semana foi pesado (compromissos, shows de rock, um Beatle tocando umas músicas em um estádio de futebol). Por isso, não pude comparecer ao Brasil Game Show no Rio de Janeiro. Mas o Gamer.BR tinha um correspondente por lá, o repórter Gus Lanzetta, que enviou seu relato do primeiro dia de evento, no sábado. Confira:
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Primeiro dia de Brasil Game Show
Por Gus Lanzetta, enviado especial Gamer.BR
Olá leitores do Gamer.BR!
Estou no Rio de Janeiro, em missão especial: cobrir o Brasil Game Show.
Como o Pablo está ocupadíssimo aí em São Paulo, tendo de ficar de olho no Phoenix, Girl Talk e Sir Paul McCartney, coube a mim trazer um pouco de informações sobre o que está rolando aqui.
Nos últimos meses, a expectativa por parte do público quanto ao Brasil Game Show – sucessor do Rio Game Show – variava, mas muita gente estava animada com os dois dias dedicados aos videogames, principalmente os que estarão na Cidade Maravilhosa e poderão jogar lançamentos e novidades que só chegam às lojas no ano que vem.
Por isso mesmo, uma fila imensa se formava no ensolarado calor do Rio de Janeiro, jovens e não-tão-jovens aguardavam a abertura das portas do Centro de Convenções SulAmérica, às 11h deste sábado, 20/11. Com o passar do dia, ainda mais gente encheu o show floor e ficou quase impossível se locomover entre os estandes, especialmente pelas aglomeração criada pela competição de Starcraft II, que contava com narrador e telão.
Como em quase todo evento brasileiro, a presença mais esperada e comentada é a de um estrangeiro. O gringo da vez? Hector Sanchez, produtor do novo Mortal Kombat, que veio falar sobre a renovação da franquia, detalhes da experiência de jogo e dar a chance do público brasileiro experimentar um grande lançamento de console meses antes de seu lançamento, experiência raríssima para os gamers do país.
A apresentação foi a mesma dada aos visitantes da Penny Arcade Expo (PAX), nos EUA e na Electronic Game Show (EGS), no México. Mas juntou dezenas de frequentadores que bateram palma pra fatalities, fizeram perguntas e até puderam enfrentar Sanchez em Mortal Kombat.
Também rolaram palestras de grandes nomes, como o ícone das histórias em quadrinhos Maurício de Sousa e Bertrand Chaverot, o diretor da Ubisoft no Brasil. Não pude estar nessas duas apresentações porque tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que não dá pra ver tudo mesmo. Mas assim que o BGS terminar, prometo que conto mais detalhes do que os caras aí falaram.
Agora vou correr para aproveitar o último dia, que promete ser tão interessante quanto o primeiro.
Ah, antes de ir, acabei de receber das mãos de uma das assessoras do evento, um release que informa as datas da edição 2011 do BGS: 5 a 9 de outubro. Pois é, o pessoal percebeu a fome do público brasileiro por eventos de videogame e dobrou a duração da farra.
Notas relacionadas:



Falou, falou e não disse nada. Lendo aqui a matéria não se tem a menor ideia do que teve a feira e ainda tenho que ler que: “Mas assim que o BGS terminar, prometo que conto mais detalhes do que os caras aí falaram.”
A única conclusão é que teve fila e muita gente… pelamordedeus…
Será que ainda vou ter que ler algo requentado?
Não meteu o pau em nada?
PQP, hoje chove mamute em S.P. hahaha
Uau, que texto hein. Ele foi pago pra isso? Também queria ter ganhando uma grana para passear lá no Rio.
[...] This post was mentioned on Twitter by Pablo Miyazawa, Gus Lanzetta and Gus Lanzetta, Claudio (AglioEoliO). Claudio (AglioEoliO) said: RT @GusLanzetta: Texto meu no #gamerbr é tipo dream come true MESMO. http://digs.by/c7h9W3 agradeço ao @pablomiyazawa pela graça alcançada [...]
Puxa, Pablo, nessa tenho que concordar com a galera: falou tanto e não disse nada. Tah faltando correspondente no Rio, cumpadre???!!!
Legal! Mais um evento de games ajudando o Brasil!