E o PS3 no Brasil, por quanto vai sair?
Quanto tempo!
Sobrevivemos aqui a mais um fechamento. Espero que você não tenha cansado de esperar. Eu me cansei um pouco de ficar longe daqui.
Vamos à retrospectiva do que rolou esses dias:
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Da parte da Sony, nenhuma novidade sobre o lançamento da linha PlayStation no Brasil. O preço do PS2 é aquele mesmo, os valores dos jogos são aqueles, e a Sony não está muito disposta a abrir um setor de reclamações para todo mundo botar a boca no mundo. E assim que é a vida. Acostume-se.
Mas alguns amigos apuraram o que vem depois disso. Ou seja, PlayStation 3 e PSP no Brasil. E estão vindo mesmo. Mas só no ano que vem.
Segundo esta nota publicada no site GameTV, R$ 2500 deve ser o preço de sugestão do PlayStation 3 Slim trazido oficialmente pela Sony. Trazido sim, e não fabricado, montado ou embalado por aqui. O PS3 vendido pela Sony no Brasil será importado, como todos aqueles vendidos atualmente por aqui. As grandes diferenças serão a garantia da Sony e – espera-se – o manual de instruções em português. Os jogos devem ser vendidos ao preço inicial de R$ 249 (os lançamentos -os games mais antigos devem sair mais em conta). O PSP também chegará ao Brasil, mas somente o modelo 3000, não o Go. O preço do portátil por aqui ainda não foi apurado.
As fontes dessa notícia foram alguns lojistas que já tomaram conhecimento da estratégia da Sony. Na verdade, já tem muita gente sabendo das coisas por aí, com bastante antecedência. É a imprensa e, por consequência, o público consumidor, que fica sabendo de tudo por último. Então fica a dica: se você conhece alguém que trabalha em lojas que vendem games, pergunte tudo o que puder a essa pessoa – com certeza ela sabe das coisas.
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Esses dias, fiquei acompanhando a repercussão da notícia sobre o início das atividades da Sony no Brasil (a qual, espero, você leu aqui antes – ou leia aí embaixo). Todos os portais repercutiram a história, assim como vários blogs independentes. Foi interessante também ver a repercussão no exterior. Sites internacionais que deram a notícia aproveitaram para tirar uma onda com o mercado brasileiro. Nada mais justo. A piada estava pronta. Só rindo mesmo.
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Essa semana, dei uma entrevista de bate-pronto para o site Garagem dos Games, que faz parte do portal da rádio Jovem Pan. Para quem não escutou no rádio, pode ouvir por aqui. Peço desculpas pela voz de sono. Era de manhã.
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No começo de dezembro, mais especificamente no dia 8, representantes da Take 2 estarão visitando o Brasil. Quem avisou foi o Luiz Passos Paredes, velho conhecido do mercado nacional, e que fala em nome da IDG Consulting, empresa que representa algumas publishers em nosso país – além da Take 2, a Activision, só para citar duas.
Os nomes dos visitantes são Nick Van Amburg, gerente de produtos da Rockstar Games, Tom Bass (diretor de marketing da 2k Games) e David Gershik, vice-presidente de vendas da Take 2. No encontro em questão, além de exibir alguns previews de jogos como Bioshock 2, Read Dead Redemption e Mafia II, a IDG também irá anunciar suas ações efetivas no mercado brasileiro em relação às empresas que representa.
É aquela coisa: mais empresas estrangeiras se interessando pelo mercado nacional. Agora só está faltando que os consoles tenham preços mais acessíveis para o público médio brasileiro. É pedir muito?
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E muita gente veio me cobrar uma atitude sobre o caso dos banimentos na Xbox Live. O que é dizem é que há muita gente sendo banida da rede online da Microsoft simplesmente por viver no Brasil e estar conectado ao sistema. A Microsoft não confirma oficialmente que estaria fazendo mais essa limpeza em sua rede, mas alguns visitantes deste site juram que está sendo o caso (leia nos comentários para entender melhor).
Para esclarecer a situação, fui atrás de quem interessa: conversei ao vivo sobre este e outros assuntos com o Milton Beck, diretor da área de games e entretenimento da Microsoft. O papo/almoço rendeu uma bela Entrevista da Semana que publicarei na íntegra no blog, nos próximos dias. Espero que você possa esperar até lá.
E vamos nessa, que é domingo e ainda dá tempo de fazer alguma outra coisa. Menos DJ Hero, que já enjoei por enquanto. Mas talvez eu esteja jogando da maneira errada…
Notas relacionadas:
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Mas Li, que nasceu em Hong Kong e fala em um sotaque carregado, garante que a participação no game foi um mero detalhe para a carreira do Dragonforce. “Nós já tinhamos uma enorme base de fãs”, ele dispara, de maneira relativamente ríspida, como se já tivesse respondido centenas de vezes a esse tipo de questão. “É claro que uma grande quantidade de pessoas começou a se interessar por nossa música, mas já éramos o Dragonforce antes de disso, fazíamos shows lotados, éramos reconhecidos na rua”.

