E3 2009: Projeto Natal é brasileiro
Logo mais eu falo sobre o Projeto Natal. Ou Project Natal. Foi esse o nome que a Microsoft deu para a nova tecnologia que irá permitir interação corporal total no Xbox 360. É como o que acontece no Wii, mas sem nada nas mãos. E reconhecendo voz, traços faciais, movimentos etc. É bem absurdo. Parece filme de ficção científica.
Mas e esse nome, Natal? Pegue essa (e quem me contou foi a Carlinha do Girls of War): segundo este artigo da revista Time (um dos poucos veículos que pôde testar a tecnologia – algo que, segundo a assessoria da Microsoft, somente uns quatro o farão nessa E3), Natal refere-se ao nome da cidade onde nasceu Alex Kipman, um dos principais idealizadores do projeto. Sim, é verdade. Natal, capital do Rio Grande do Norte. Aquela cidade das dunas, do cajueiro, da Praia da Pipa, do bugre com emoção. Então, a revolucionária tecnologia do Xbox 360 tem gostinho brasileiro.
Para quem quiser conhecer o Alex Kipman, um potiguar simpático na casa dos trinta anos que trabalha na Microsoft desde 2004, aqui está um blog dele de quando ele entrou na empresa.
Leia aqui a matéria - e veja como o repórter da Time, o Lev Grossman, fala, sem vergonha alguma, que o Project Natal vai “acabar com o Wii”.
Eu não sei se concordo. Mas acho que a Nintendo terá que mostrar muito serviço amanhã para convencer o mundo do contrário. Vejamos.
Notas relacionadas:

a briga fica cada vez melhor e o clichê “quem ganha é o jogador” não para.
Assisti ao vídeo e a tecnologia parece bastante promissora, Pablo. Quanto a superar o wii, depende da veracidade do que foi mostrado. Caso tudo aquilo reflita o estado atual da tecnologia, nao tenho dúvidas de que o wii será detonado. hehehe Abraço!
Pablo, depois confere a cobertura da E3 do GameBase: http://www.gamebase.com.br
Ainda bem que o cara não nasceu em Tribobó, hein? Rs…
Cara não tem jeito. Essa geração é da Microsoft.
[...] Fonte bb_keywords = “Microsoft”; bb_bid = “15306″; bb_lang = “pt-BR”; bb_name = “custom”;bb_width = “550″;bb_limit = “5″; [...]
Jogar video games sem um controle tangível parece uma idéia muito boa, mas nunca será concretizada de uma forma 100% imersiva. Como eu jogaria um jogo estilo God of War com um sistema assim? Meu personagem andaria sozinho? Eu precisaria de uma sala de estar de 5 km²? Serve pra vc mostrar pro seu pai e falar “olha só, como a tecnologia está evoluindo!”. Por enquanto nada mais é do que um tech demo impressionante com aplicações sem graça (como o “paredão e o jogo de pintura demonstrados) ou duvidosas e sem um aspecto lúdico evidente (como o Milo, que para interagir de forma coerente com todos os nosso estímulos precisaria processar 10 terabytes de data, e, mesmo assim, nada mais seria que um tamagochi atualizado).
Em suma, não estamos tão perto assim da efetivação dessa tecnologia e, mesmo quando o dia chegar e ela estiver pronta para ser aplicada, será difícil produzir software compatível com as vantagens que ela proporciona, de modo a transformar completamente a indústria dos games.
No fim do dia, eu prefiro o bom e velho controle. Não tem nada de errado com ele. Essas outras alternativas são bacanas pra reunir a família num domingo e jogar boxe/tênis. Mas não consigo me imaginar sozinho, ou jogando online, um game complexo utilizando esse tipo de tecnologia.
Se o projeto tem um pé no Brasil eu não sei, mas a verdade é que essa tecnologia não é nova e foi apresentada ao mundo na verdade na CES do ano passado – como muito bem noticiado pela Ars Technica
http://arstechnica.com/gaming/news/2009/05/microsofts-big-surprise-at-e3.ars
A Microsoft que não é boba viu o potencial da coisa e comprou a companhia
[...] que um dos idealizadores do projeto é um brasileiro! Sim, o nome dele é Alex Kipman e segundo o Gamer.Br está na empresa desde 2004. Saber que teve um brasileiro envolvido num projeto desse nível é [...]
li em algumas matérias que o Alex é curitibano.