Entrevista da Semana: Cláudio Batistuzzo (GamesBrasil)
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Gamer.br: Me diga como começou o projeto do seu site, e como você transformou a idéia em trabalho.Claudio Batistuzzo: Não houve na verdade um projeto muito definido quando eu criei a GamesBrasil. Sou aficionado por games desde meus seis anos com Atari e computador desde que coloquei as minhas mãos com 13 anos. Acabei me envolvendo com comunidades virtuais antes mesmo da Internet ainda na era das BBBs (chegando a “Coordenador da Área de Jogos”). Comecei a usar a Internet bem no início, em dezembro de 95. Em 97 fiz a minha página pessoal, em 98 uma página pessoal de games e no final deste ano me veio a ideia de criar um site sobre o assunto. Fiz umas pesquisar, vi alguns nomes disponíveis e após consultar alguns amigos, resolvi ficar com o GamesBrasil (que hoje tenho certeza que foi a melhor opção), comprado em março de 1999. Inicialmente, eu pensei em trazer para o site as coisas que normalmente não achava nos sites brasileiros de games, já que na época as notícias não eram o enfoque, sendo mais voltados para especiais, dicas e análises.
Eu acompanhava sites internacionais que traziam notícias diárias e achava muito interessante, então desde a primeira versão do site – uma versão totalmente tosca, diga-se de passagem, feita totalmente por mim no FrontPage e Image Ready – eu trazia notícias com demos, patchs, e algumas novidades de games para PC.
No início, porém, eu atualizava o site uma vez por semana, normalmente nos finais de semana, pois morei os primeiros seis meses fazendo faculdade em São Paulo sem computador e banda-larga, mas depois as atualizações foram ficando mais constantes. Mesmo com essa versão tosca, o site rapidamente começou a chamar a atenção de colaboradores, que vinham pedir para ajudar de alguma forma, e sem dúvida essa ajuda foi essencial para que, logo no ano seguinte, o site desse um grande salto de qualidade, tanto visual como de conteúdo, o que abriu as portas para estarmos onde estamos hoje. Você está no mercado então há alguns anos, viu o estouro da bolha da internet e o início da decadência do meio impresso. Como todo esse processo influenciou na visitação e aceitação ao seu site?
O estouro da bolha nos anos 2000 foi um momento delicado, pois aconteceu justo quando o site crescia para alcançar a crista da onda, e não há como negar que os anos anteriores deixaram transparecer que seria muito fácil ganhar dinheiro fazendo aquilo que nós estávamos nos dedicando. Porém, exatamente por ter sido antes do site completar sequer dois anos e por não ter consumido nenhum grande investimento de capital até então, não foi algo que chegou a colocar nosso futuro em risco.
Pensando nos dias atuais, passar por este momento acabou sendo uma ótima experiência para o que veio depois, já que acabou nos ajudando a fortalecer e quando a Internet voltou a ter mais forças, a GamesBrasil continuava viva e teve um forte crescimento no número de visitantes.
Já sobre a decadência do meio impresso, nós não sentimos tanto impacto com relação ao número de visitantes, até porque eu acho que a onda foi o inverso. Primeiro, teve mais visitantes usando sites e eles foram abandonando as revistas aos poucos, e não o contrário como o cara deixar de comprar e aí entra na internet para buscar as informações. Por outro lado, acho que a decaída do meio impresso teve um reflexo negativo em termos de anunciantes para todo o mercado, acompanhando dá grande queda que tivemos com o fim das feiras especializadas que durante dois anos nos fizeram acreditar que estávamos próximos de um futuro promissor. Como funciona o dia a dia de um site independente? Como é a rotina, quem faz o quê?
No caso da GamesBrasil, inicialmente nós não seguimos nenhuma fórmula do sucesso ou planejamos como iríamos crescer e expandir. As coisas simplesmente foram acontecendo. Existe um escritório da GB em Sorocaba (SP) há mais de seis anos, onde eu trabalho diariamente (não só com o site, pois também sou técnico em informática), onde tento administrar e acompanhar o trabalho de cada colaborador.
Claro que meu sonho sempre foi ter uma redação com jornalistas contratados e tudo mais, mas por outro lado sempre ponderei para não dar um passo maior do que a perna. A divisão está no tipo de conteúdo de cada colaborador, há aqueles que escrevem notícias diárias, outros que escrevem reviews ou especiais, têm os moderadores do fórum, e eu acabo fazendo um pouco de cada e ainda cuidando de toda a parte de infraestrutura, respondendo e-mails de visitantes, cuidando da parte comercial, parcerias e outros negócios que aparecem com frequência. E a pergunta que não quer calar quando o assunto é projeto pessoal na internet: de onde vem a grana? Ela vem?
Essa é a grande questão quando se trata de um site de conteúdo, como é o caso da GB. Não é nem um pouco fácil ganhar dinheiro com conteúdo para Internet, mas acho que o fato de nós estarmos a uma década na estrada nos ajuda um pouco na atual conjuntura.
O mais difícil disso tudo é saber como você vai conseguir que uma empresa de grande porte como Coca-Cola ou McDonalds saiba que você exista e tenha interesse em anunciar nele.
Quem acha que vai mandar um contato para eles só porque tem um site com 100 mil visitantes e as empresas vão querer anunciar, está redondamente enganado. O caminho é muito mais difícil e necessita descobrir o caminho das pedras para obter sucesso (entram ai as agências de publicidade). Já tivemos diversos anunciantes de peso em um só mês e já passamos meses consecutivos com apenas um anunciante fixo e o resto dependendo das benditas comissões. É, sobretudo, um mercado incerto e quem trabalha com isso precisa ter essa perspectiva, para não gastar ou investir tudo após um mês bom, para depois não fechar as contas num mês magro. Posso dizer que se formos somar tudo o que eu já gastei e ganhei com a GB, o saldo deve ficar próximo do zero, mas por outro lado, ainda tenho nas mãos um site que acabou virando referência de conteúdo no país e até internacionalmente. Mesmo assim, com esse saldo empatado, você acha que ainda compensa fazer seu próprio site ao invés de, digamos, trabalhar para algum portal mais poderoso? Ou seja, você recomenda a independência?
Vou ser bem sincero, eu não começaria a GB ou outro site similar hoje do zero. Acho que está cada vez mais difícil, em especial pela diversidade de blogs, twitters e outros meios, que acabaram popularizando ainda mais os conteúdos.
Em 99, a realidade era outra e dava pra contar nos dedos de uma mão os sites similares, sem gastar 1 tostão em publicidade fomos escolhidos em 2003 para o Top-10 do Prêmio iBest na Categoria Entretenimento (ao lado de Playboy, Casseta & Planeta e muitos outros nomes fodônicos). Em 2005, tínhamos quase 4 mil visitantes únicos, isso tudo dependendo quase que exclusivamente do boca a boca. Essas coisas eu vejo cada vez mais difícil de acontecer a cada dia que se passa, pois hoje está tudo mais disputado, o conteúdo está mais popular e parece que para ganhar espaço não basta apenas um trabalho legal ou diferenciado, você precisa de investimento para fazer algo grande.
A GB saiu em uma série de jornais entre 2002 e 2003, após um breve trabalho de divulgação que fiz de casa, colocado apenas por ser um site de conteúdo de games. Isso você não consegue mais nos dias de hoje, ninguém vai colocar numa revista um link para um site novo, só porque trata de games, a não ser que traga algo muito revolucionário ou genial. Sei que há projetos novos e dou muita força para eles – inclusive o GamerView do Vinícios (responsável pelo layout atual da GB) -, acreditando que eles tem um grande potencial e até podem virar uma enorme surpresa. Mas o trabalho terá que ser muito maior do que o meu, pois hoje a realidade é outra. Qual o futuro do jornalismo de games?
Acho que o futuro do jornalismo já chegou. Graças a profissionais de muita competência como Renato Villiegas, Fábio Santana, Théo Azevedo, Renato Bueno e, logicamente, você, a imprensa brasileira já enxerga o jornalismo de games de outra forma hoje. Deixou de ser aquele estereótipo de nerd que não toma sol com óculos fundo de garrafa e totalmente tímido, passa o dia inteiro jogando, não tem vida social e não sabe falar de nada além das sequências de golpes especiais de Street Fighter. Hoje, jornalistas de game são vistos como iguais a qualquer pessoa “normal” e que está nesta profissão por escolha e competência, não por se enquadrar como um ser anormal. Como você vê a cobertura jornalística daqui uns anos?
Vejo que cada vez mais as empresas em todo o mundo dão mais importância para os veículos online, liberando quase que diariamente novos conteúdos e surpresas sobre seus principais games em desenvolvimento. Por mais que eu não acredite que as revistas devam acabar ou tenham uma data para morrer, acho que está mais do que claro que, em termos de novidades, não dá para qualquer meio impresso competir com os sites, não só pela rapidez como pela maior abrangência, seja com screenshots em alta definição e vídeos para assistir assim que leu uma novidade. O jornalismo de games brasileiro é chapa-branca, ou seja, não fala o que pensa por medo de se comprometer?
Não enxergo isso de maneira nenhuma sobre o jornalismo de games brasileiro. Lembro-me até de uma história curiosa quando começamos a publicar reviews na GB. As primeiras reviews publicamos no começo do ano 2000, com games comprados por mim numa grande rede supermercados e enviados ao responsável que se comprometeu em fazer. Bom, para a minha surpresa, recebi uns dois meses depois o e-mail de uma pessoa de dentro da Microsoft oferecendo dois games para a gente avaliar. Nem era da assessoria de imprensa, acho que na época o negócio era tão pequeno que algum funcionário da própria empresa cuidava disso. Enfim, ele me mandou dois games e um deles era um de futebol. Um game horrível lançado naquele ano pela Microsoft, e eu não tive medo de meter a boca, falei bem mal do jogo mesmo, de forma até despretensiosa (acho que nem imaginava as possíveis conseqüências que poderia ter), e o funcionário voltou a entrar em contato por e-mail dizendo que achou que eu tinha pegado muito pesado, e coisas assim. Ai eu respondi ele numa boa, citando os pontos do jogo que para mim eram muito ruins e fazendo um comparativo com o que se tinha até então na concorrência (como FIFA). Para terminar ele acabou reconhecendo os problemas, concordando comigo e continuamos o contato, recebendo outros games depois.
Acabei tomando isso como lição, de que você não precisa ter medo de falar o que quiser se tiver seus fundamentos. Claro que é essencial saber separar aquilo que é problema do produto com o que é desagrado de gosto pessoal, mas eu nunca senti qualquer tipo de pressão de assessores ou pessoas ligadas a empresa para falar bem de um produto ou tentar ser menos duro com uma crítica. O jornalismo de games brasileiro ainda é muito inexperiente, na prática? O que falta?
Acho que, no geral, o jornalismo de games do Brasil já está com alguns calos nos dedos, embora ainda não dê para comparar com o mesmo que se pode obter com uma experiência internacional, onde os games são realmente levados a sério. Acho muito complicado a baixa remuneração dos profissionais da área e a única solução que enxergo é o crescimento do mercado como um todo. Só mais um parênteses, se você me permite, acho importante dizer para aqueles que estão começando que trabalhar na imprensa dos games não significa que você vai passar boa parte do dia jogando. Acho que é bem pelo contrário, uma das coisas que menos se faz durante o dia todo é jogar, pois requer muito tempo de leitura e outras funções que impossibilita ficar jogando. O que você, como empreendedor, recomenda a jovens empreendedores independentes hoje em dia, que querem tocar seus sites e fazer jornalismo por conta própria e se manter com isso? O que gostaria que tivessem dito a você?
Não me considerado exatamente um empreendedor, pois sei que um empreendedor de sucesso precisa ter diversas características diferentes das minhas, além de toda uma estratégia e planejamento. Eu me considero mais um cara de sorte, por estar no momento certo com o conhecimento que eu tinha, e tive apenas um estalo de ir atrás e criar um site quando isso ainda não era muito comum ou fácil. Os conselhos que eu dou são: 1) Se você se acha talentoso, crie um blog ou algo similar e tente ocupar uma posição de destaque, trazendo coisas diferentes, porém, sem perder a credibilidade ou baixar o nível. Ao alcançar uma boa reputação, tente entrar com contatos com sites maiores e tentar sua participação como colaborador de conteúdo, seja pago ou não. Mesmo que você não ganhe nada inicialmente, a experiência pode ser muito valiosa, pois a pessoa poderá aprender muitos detalhes que não seriam tão fáceis de descobrir começando do zero. Além disso, se você começar como colaborador e não gostar, você deixa o lugar e está tudo certo (quem sabe a partir daí criar o seu), mas se tiver um site logo no começo, os custos para mantê-lo online estarão ao seu encargo antes mesmo de ele ficar pronto, sendo que o retorno pode demorar meses ou anos. 2) Não faça uma sociedade para criar um site com alguém que você conheça a menos de 1 ano. É comum duas pessoas se conhecerem a alguns meses, verem que têm afinidades em comum nesta área e já pensarem em criar um site em conjunto. Isso é um pouco complicado, pois com o passar do tempo cada um pode descobrir características ainda não vistas no outro que o incomode muito e torne impossível a convivência. E como fazer para separa a sociedade de um site, sendo que o principal bem é a informação? Não é a toa que muitas separações deste tipo acabam em confusão e ódio. 3) Busque sempre publicar textos seguindo as formas corretas gramaticais no país e sem exagerar no “miguxês”. Por mais que o jornalismo de games tenha um toque a mais de irreverência, o exagero pode cansar os leitores e depreciar seu valor para as empresas mais sérias. 4) Evite publicar releases na íntegra. Os releases são feitos para informar ao jornalista, e cabe ao profissional fazer sua leitura sobre ele e formar o seu texto com suas palavras e conhecimento do mercado, não copiar exatamente o release todo e lançar como um conteúdo seu. Além do mais, se todos publicarem os releases na íntegra, porque eles vão buscar o seu site se é tudo igual mesmo? 5) Nunca busque copiar alguém para criar o seu site. Lembre-se que se você for copiá-lo, será mais difícil alcançá-lo ou vencê-lo, já que ele largou bem na sua frente. Se inspirar em idéias boas é uma atitude produtiva, mas não limite o seu site a isso, tente enxergar além e trazer “um algo” mais que possa lhe destacar no mercado. Perdi a conta de sites iniciantes que copiavam o conteúdo descaradamente da GB e até o layout nesses 10 anos, mas como eu sempre achei que iria acontecer, nenhum deles foi pra frente.
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O Batz ainda mandou avisar sobre a promoção de 10 anos de aniversário do GamesBrasil, que dará 10 games distribuídos pela Synergex para cinco participantes - são kits de dois games cada, sendo um para Xbox 360 e quatro para PC, incluindo Street Fighter IV, Far Cry 2 e Prince of Persia. Clique e participe, porque só vai até este domingo (o Batz aumentou o prazo até 15 de abril, esta quarta-feira. Aproveite a boiada).Notas relacionadas:

Muito boa a história do Cláudio e do GamesBrasil. Assim como ele acompanho a internet desde o começo e realmente as coisas deram um giro de 180 graus.
Há alguns anos os sites especializados em games eram poucos e o foco era somente em detonados ou dicas. Hoje a coisa é diferente. É melhor, mas ao mesmo tempo mais competitiva.
E dos cinco conselhos no final da entrevista me identifiquei com o primeiro. Quem sabe daqui a alguns anos eu e o Deu Tilt não estaremos conquistando nosso lugar na internet?
Vai saber…
Uia o Batz
Kde a entrevista que tava aqui?????
Sumiu, mais já reapareceu……rssssss.
Ótima a entrevista, e não acredito que não conhecia um site com tamanha história, mais antes tarde do que nunca.
Já virei frequentador.
Grato pela lembrança e elogio. =P
Fazia tempo que eu não visitava o Gamer.BR, sabe, e é triste saber como isso aqui deteriorou.Puta blog chato, cara.
Será MESMO que as pessoas só querem saber sobre mercado, picuinhas do clubinho de jornalistas (quem saiu de onde, quem montou o quê, etc, etc) e porcarias afins?
Cadê a PAIXÃO com que o Pablo escrevia lances geniais como a memorável coluna No Controle?Assim, o blog periga perder toda a sua relevância… Está muito enfadonho, francamente, o Gamer.BR virou a Exame dos games…
É tudo pasteurizado, morno, cadê os cojones?
Ah, Paulo. Os cojones estão aqui. O mercado que está chato mesmo…
Neste blog, eu me proponho a falar sobre o Mercado Brasileiro de Games (está escrito ali em cima). Não é o espaço para eu dizer o que jogo ou não jogo, o que gosto ou não gosto. Mas valeu a dica. Vamos ver se as coisas se esquentam logo mais.
Um abraço e continue por aqui, se tiver vontade.
Olá Pablito… Entrevista bacana.
Olá!
Bem, cai meio de pará-quedas no mundo do jornalismo de games, e me considero apenas aprendiz de feiticeira, mas confesso que não poderia ter encontrado vertente melhor do jornalismo. Diferente do que as pessoas pensam, jogar não é o máximo do trabalho, talvez a parte mais divertida, mas nem de longe é só isso. Sempre digo que qualquer texto que vá para o ar, tem que ser tratado com muito zelo e responsabilidade, já que temos leitores completamente ligados no assunto. Brinco dizer que escrevo pequenas monografias, de tanto que preciso estudar e ler. Não há escapatória.
Outro fator engraçado é o fato de eu ser menina, é incrível como os meninos ficam deslumbrados com o meu trabalho, e até invejam um pouco. rs. Acho genial a brincadeira. É nítido que ainda rola certo preconceito.
E, assim como o “nosso” entrevistado, acredito que essa é a hora do jornalismo de games, pois a cada dia se vêem mais notícias, a cada dia ele se torna mais respeitado e presente no dia-a-dia. Talvez (ou com certeza) videogame não é levado mais a sério por questões sócio-econômicas que são vistas a olho nu no nosso Brasil, brasileiro. Em relação à boa remuneração. Acredito com fé que é só fazer direitinho que um dia ela chega. =)
Só para constar eu escrevo para http://www.games.limao.com.br, o site da Editora Europa em parceria com o Limão, do Estadão.
Obrigada, e sucesso a todos!
Isso aí, Batz mandando uma entrevista bem completa sobre a história do GB e sobre suas perspectivas. Muito legal.
Bem, acredito que a indústria dos games no Brasil ainda está engatinhando. Temos agora novidades por aqui, já que a própria Ubisoft trouxe um escritório pra cá, além de haver outros lançamentos como o Zeebo e diversos estúdios de criação. Aos poucos, chegamos lá, e como consequência, o jornalismo de games também ganha um espaço maior.
Certamente o trabalho não está apenas ligado ao jogar… fica em segundo plano. Mas sim, está no fato de informar. Todo jornalista e redator de site, revista ou qualquer coisa relacionada a games que se preze, com certeza faz com muito zelo o ato de informar e trazer um texto coeso para todos os seus leitores. A paixão não está só no jogo e no ato do entretenimento, mas também na informação e na comunicação!
=)
Só digo uma coisa: BATZ RULA AS TETA!!!!
Menina Romano para de fazer Jabá hehehe
Eis aí um cara que reúne duas qualidades difíceis de se encontrar nos dias de hoje: competência e caráter. Além disso, é são-paulino, PCzista, Simpsonista e manda bem no churrasco. Uns podem dizer que ele não consome açúcar, que veio do interior ou até mesmo ofender a tía dele, mas não passa de intriga da oposição.
Valeu por citar o meu projeto, Batz.
E parabéns pela entrevista, Pablo. FIcou sensacional!
Abração.
Parabéns pela entrevista, Pablo, e congratualações ao trabalho do Claúdio. Favoritei o GB aqui.
[...] 2009, entrevistei o Batz seriamente para meu blog. Foi muito provavelmente a maior entrevista que ele concedeu sobre seu trabalho. Reli o post no dia [...]
É realmente triste reler uma notícia como essa tempos depois, o que me alegra é saber que os “herdeiros” da Games Brasil estão bastante empenhados em manter o sonho do Batz!
Adorei a intrevista!
Ah, e muito obrigado pelos conselhos no final, até me empolguei um pouco mais com meu blog. Quem sabe um dia, eu consiga um lugar ao sol? =D