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04/02/2009 - 18:11

(Não) há vagas

A seguinte mensagem  está no blog do André Forastieri, diretor editorial da Tambor (editora da EGM Brasil, Nintendo World, entre outras). Reproduzo ela aqui, porque pode lhe ser útil. Quem sabe não é para você?

Quer um emprego?

Procuro jornalista louco por games e tecnologia, que escreva bem, saiba fazer uma pauta, saiba editar, tenha paciência com leitores e internautas, seja fuçador, com fome de bola, que queira conhecer toda a indústria de games, viajar pelo mundo afora etc.

Jornalista é jornalista, fã é fã, lembre.

Não precisa ser jovem nem jornalista profissional, que diploma o quê, fuck that shit. Dentistas desempregados ou seringueiros, quem se importa.

Aliás, se não for homem, estudante de jornalismo, branco e blogueiro, ganha ponto. Tem muitos por aí. O jornalismo nacional de games precisa de um mulher negra. Alguma aí fora?

Quero ver o CV, um texto seu que ficou legal, umas idéias de pauta, e por favor mande uns exemplos de sites de games / tech sensacionais na sua opinião.

Pra trabalhar muito, em São Paulo, na Tambor, e ganhar pouco. Mas se nosso novo projetinho for bem, o potencial, baby, é infinito. Você tem que querer conquistar o universo, naturalmente. 

Mande para o email: andre.forastieri@tambordigital.com.br.

Último prazo: essa sexta!***

 

E por falar nisso…

A Conrad, editora que tinha o Forasta como sócio – e que hoje é do Rogério de Campos - agora faz parte do grupo IBEP/Companhia Editora Nacional. Pelo que consta, a linha editorial e a equipe serão quase todas mantidas (mas algumas demissões rolaram por lá durante o dia de hoje). Atualmente, a editora era especializada em quadrinhos adultos, mangás e literatura política/cultural/subversiva. Até 2005, eles editavam as revistas de games que hoje são da Tambor, entre outras publicações.

A Conrad negociava desde o ano passado com a IBEP, mas também manteve conversas com a Ediouro. O Rogério de Campos continua como diretor editorial nessa nova empresa. Ele também promete voltar a bombar o mercado de mangás e retomar presença nas bancas.

O que essa mudança significa? É esperar o anúncio oficial para ver onde vai dar.

***

E por falar em revistas…

A próxima EGM Brasil (sim, ela continua) chega nas bancas na semana que vem, com duas capas e os últimos vestígios da extinta edição norte-americana – inclusive uma belíssima matéria sobre os 20 anos da publicação lá fora:

    
Halo Wars…                                           … e Street IV

Já a Gamemaster da Editora Europa, que também chega nas bancas na segunda-feira da outra semana (16/2), conseguiu uma bela exclusividade para sua capa:


Killzone 2, do PlayStation 3

E as revistas de games continuam a existir e a fazer sentido em nosso mercado. Será? Até quando? Eis a questão de um milhão.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,

6 comentários para “(Não) há vagas”

  1. Timóteo André disse:

    Um texto desses deixa qualquer um querendo trabalhar ali =p

    Gostei bastante, mas não é pra mim, não no momento pelo menos.

  2. Timóteo André, tu quer ser jornalista? xD

  3. Alexandre Soares disse:

    Texto altamente preconceituoso e discriminatório, ele teria outras mil formas de escrever que sonha em seu cast uma Mulher Negra. E fala sério pessoas que ainda ligam para a “cor” da pele são coisa arcaicas, se eu estive-se no cargo que ele ocupa eu gostaria de conhecer pessoas competentes (pouco importando qq discriminação) e não ficar escolhendo pela sua cor de pele, simplesmente rídiculo, se bem que as revistas da Tambor estão uma merda já faz tempo. hj comprei minha última EGM, já tinha decidido isso, mais ao ler esse relese só confirmou a minha decisão.

    Sinto pois ainda existe algumas pessoas competentes trabalhando lá, como o Shamam por exemplo, mais uma andorinha só não faz verão.

    Primeiro eu deveria ter parabenisado pelas atualizações muito frequentes de ultimamente, tomara que não cheguemos a um fechamento tão breve para mudar essa realidade..

  4. Blip disse:

    Não teve como segurar essa, Alexandre. Mas escrevendo “estive-se”, “relese” e a falta de pontuação que permeia seu comentário, acho que não tinha como você estar no cargo do cara.

    Mas concordo com o comentário sobre a qualidade das revistas e da equipe que as faz.

  5. fezones disse:

    Não tão precisando de alguém pra arte, hãn, hãn, hãn?

  6. Daniel Oliveira disse:

    Me recuso a comentar qualquer coisa vindo do cabeça branca.

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