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30/01/2009 - 18:44

Me disseram…

Alô? Tem alguém aí?

É, amigos. A vida é bem dura. É claro que você não tem nada a ver com isso, mas… é o blog quem sofre. Mas agora, voltaremos à programação normal. Vou aproveitar pra fofocar, que ganho mais. Afinal, é isso que rende papo e cliques.

O resultado da votação Melhores de 2008 será publicada toda junta, na próxima semana. Não vou prometer a data, porque como você deve imaginar dá trabalho reunir todos os votos, caçar imagens, escrever sobre cada tema… então, quando der, estará aqui. Será quando você menos esperar, isso eu garanto. O resto, não posso garantir.

E vamos às fofocas. Para variar, não cito fontes, nem envolvidos. Deixo para você imaginar o resto…

***

Lembra do Kevin Baqai, cabeça do projeto Proximo Games? Então, ele estará de passagem pelo Brasil nos próximos dias, para uma turnê de business pelos principais estados. Ao que parece, o negócio está mesmo indo em frente (se não se lembra do que se trata, clique aqui).

***

Outro que visitará o Brasil nos próximos dias é o CEO de uma empresa internacional muito atuante no mercado brasileiro de games. O objetivo da visita? Business, claro. Mas deve ter algo mais…

***

A Samsung, organizadora do World Cyber Games, está com planos ambiciosos para a final nacional deste ano: fiquei sabendo que o braço nacional da empresa coreana está em contato com as publishers de alguns dos games utilizados no torneio para possíveis parcerias (o que, exatamente, não consegui apurar).

Mas o que está rondando os ares é a possibilidade do Brasil sediar o WCG Pan-Americano, que é uma espécie de prévia regional do WCG mundial. No ano passado, o torneio rolou no México. Este ano, há um falatório de que pode rolar aqui, em São Paulo. Quem sabe? Já é um passo para começar a pensar em final mundial em solo brasileiro em um futuro próximo. 

***

A Latamel, representante da Nintendo no Brasil, tem planos de marketing diferentes para 2009 – traduzindo: propaganda. Fiquei sabendo que eles tem planos de publicar anúncios dos produtos Nintendo fora do mercado convencional, ou seja, não necessariamente em revistas especializadas. É esperar para ver se acontece mesmo. Aliás, tem gente ansiosa esperando.

***

E tem um conhecido jornalista especializado que vai ser pai…

E há outro(s) que só querem saber de mudar de ares… mas será que o mercado tem vagas sobrando?

***

E vamos embora, que a chuva parou. Bom fim de semana.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,

8 comentários para “Me disseram…”

  1. pablo disse:

    Não foi de propósito que deixei este comentário fechado. Agora, abriu.

  2. Gus disse:

    Agora abriu como o mar vermelho na frente do Charlton Heston.

  3. Pablo disse:

    Grande Charlton.

  4. LeonardoK disse:

    “uma empresa internacional muito atuante no mercado brasileiro de games”.. curiosidade

    quero ver o que a Latamel vai fazer… já vi anúncios de DS no metrô de SP

  5. Pedro disse:

    quem vai ser pai? O fabao?

  6. Gus disse:

    Grande galera,

    se querem saber quem é o pai to be do jornalismo de games brasileiro é só ouvir o Digerati GamerTime especial: http://digeratigames.com.br/blog/?p=3

  7. Alexandre Soares disse:

    Exatamente o pod cast do Nelson Rubens…… hehehehe.

    Eu falei aquilo no poste de vc deixar fechado, pensando que vc tive-se esquecido de liberar comentários e como sei que vc deve receber todos os comentários no seu e-mail foi a maneira que encontrei de te avisar e tirar um sarro por isso…… rssss. Se pareceu uma reclamação desculpe, definitivamente não foi a intenção.

    Aproveitando que estou “falando” diretamente com vc nesse comentário, as suas colunas vão ser re-upadas no Blog da Digerati, pois não consegui ler a segunda coluna por falta de tempo.

    Legal esse post lotado de rumores,

    Mais vou reforçar, não foi minha intenção reclamar, foi apenas te avisar.

  8. Adonis kill disse:

    A respeito do Kevin Baqai e das empresas que almejam um mercado lucrativo no brasil. Creio que isso só acontecerá quando nosso tão débil governo perceber o quão bem ao país isso poderia fazer, baixando os impostos, que aliás, se não me engano, tinha uma lei em votação e ao que me parece não foi aprovada, pois enquanto um jogador poder comprar um jogo de Xbox 360 por 15 reais, ele o fará, nem todo mundo tem consciência ou liga para o mercado nacional. A pirataria é um dos fortes fatores contrários ao nosso tão sonhado próspero mercado de games, mas é o preço que se paga por tantos anos de exclusão. Podemos realmente culpa-los? só fazem o que sempre fizeram, o que sabem fazer : Comprar o pirata.

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