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13/12/2008 - 00:45

Sem Crise no Frio

Teclo de New York, New York, a meca do consumo e do imperialismo norte-americano, e também uma das cidades mais legais deste planetinha pequeno e divertido em que vivemos.


Cena típica de Natal: pessoas patinam diante do Rockefeller Center (coloquei “esquiam” por vacilo, ops)

A cidade, como não poderia ser diferente, respira (o ar frio do) Natal. Mas dizem que ningúem está comprando nada, por causa daquela crise toda. Bem mentira. O consumo está desenfreado e de vento em popa. Ouvi de um gringo bem típico na fila da Toys R Us da Times Square:

[coloque o sotaque típico do Mr. Anderson do Beavis and Butthead aqui]:
- Falam de crise, coisa e tal, mas está todo mundo gastando dinheiro feito louco! Como pode?

[Respondi, mexendo a cabeça, eu que prometi não gastar nenhum centavo nessa terra, com as mãos cheias de mercadorias]:
- É verdade. Como pode?


Cena típica 2: consumidores consomem, a duas semanas do Natal

Como pode? Eu digo: é mesmo difícil (quase impossível) vir para cá e resistir às tentações consumistas. Eu bem que tentei, mas agora, já foi. A fatura do cartão, pelo menos, só vem no mês que vem. E embarco amanhã mesmo para o Brasil com uns joysticks encomendados por uns amigos, mais um Rock Band 2 – pra mim – na mochila. E um Chrono Trigger também, que comprei por impulso adolescente, mesmo sem ter um Nintendo DS. Acontece. Me empolguei.


Cena típica 3: vitrine da Toys R Us – e os Miis que piscam

Aliás, estou aqui nesse frio (nesse momento, deve estar abaixo de zero lá fora) porque vim assistir a um filme sobre o qual ainda não posso escrever uma linha, e para entrevistar uns artistas que participaram desse filme, sobre os quais também não posso dizer muito agora. Assinei a carta de embargo, então vamos respeitar. Vamos ver se rende alguma coisa para cá também.

Só falo que estou hospedado, ainda que por uma noite apenas, no impressionante e mítico Waldorf Astoria Hotel. Sim, é aquele mesmo do clássico dos clássicos Um Príncipe em Nova York. E ainda tem gente que não gosta desse filme…

Mas o que é bom dura quase nada, então já volto amanhã mesmo, após a rodada de entrevistas com os chiques e famosos.

***

Enquanto isso, você lê mais uma coluna Jogatinas de um Gamer…br aqui. Dessa vez, fala sobre meu período saboroso e bizarro como Powerline da Nintendo. Confira, comente aqui e lá, dê umas dicas de assuntos para eu abordar por ali.

E a gente se fala na volta.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:

6 comentários para “Sem Crise no Frio”

  1. Faure disse:

    Hospedado no Astoria ? Pablo, seu sem-vergonha. Volte já pra cá, que é o que merecemos. Humpf.

  2. Anderson Daniel disse:

    Rapaz esse post ai foi so pra provocar inveja ne???rs
    Essa época do ano NY é demais…

  3. Renatinho-- disse:

    Pessoas PATINAM, japonês… com PATINS, não esquis… hehehe… =P

  4. Douglas Vieira disse:

    Mais um equipado com Chrono Trigger de DS. Falta só o portátil para tirarmos um contra na Arena de Monstros, mestre Pablo. ^^

  5. Pablo Miyazawa disse:

    Bah, Renatinho. Corrigi lá. Chatão.

  6. Carlinha Rodrigues disse:

    Realmente, esse post foi só pra causar inveja. :P

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