Está acontecendo de novo. Um monte de gente está fazendo, e estou achando isso ótimo.
Quero dizer, fazendo suas coisas, coisas legais, não me entenda errado. Algumas vezes me parece que está todo mundo parado, esperando as coisas tombarem lá de cima (nenhuma referência aos torós e tragédias horríveis rolando em SC, por favor…). E daí, de repente, um monte de gente boa começa a tocar seus projetos pessoais. Ou mesmo reviram seus baús cheios de tesouros e os apresentam para o mundo.
Neste caso, estou me referindo ao André Forastieri. Jornalista, meu ex-chefe na Conrad/Futuro, guru profissional (e muitas vezes espiritual, por que não?). Afagos à parte, fiquei muito feliz em ver que o Forasta finalmente começou um blog só dele – logo ele, o cara mais inteirado e bem resolvido sobre essas novas alternativas de mídia, os avanços e os retrocessos, caminhos e becos sem saída desse mundo digital louco em que estamos de passagem (isso foi bem bonito, admito). Na verdade, ele já havia me avisado da empreitada há um tempo, mas demorei a comentar aqui (e o Álvaro Pereira Jr. foi bem mais eficiente que eu nessa divulgação, na coluna dele no Folhateen dessa segunda-feira. Vacilei).
Forasta está postando seus textos antigos da Bizz, Folhateen, Folha de São Paulo, Caros Amigos, Meio e Mensagem e tantos outros veículos, além de dar uns pitacos diários sobre o que ele enxerga lá do alto de seu navio (não, ele não é um pirata – foi um eufemismo). Ele não deve se lembrar, mas é algo que eu vivia dizendo a ele, nos oito anos que trabalhamos juntos: “você deveria republicar suas coisas!”. Mas ele desdenhava, e dizia que aquilo deveria ficar guardado nas pilhas de revistas velhas que as pessoas guardam em casa. Ainda bem que ele mudou de idéia, e agora, muita gente pode, ainda que numa mídia diferente, conhecer todos os textos que ajudaram em muito em minha decisão de seguir essa carreira maldita. Eu até citei esse fato na primeira entrevista de emprego que fiz, no tão distante junho de 1998 (estamos velhos mesmo), mas ele desconversou, como sempre fez dali em diante. A babação de ovo fazia parte, mas a partir dali, passei a ver o cara como meu chefe e companheiro de trabalho. O Forastieri das antigas, aquele que não poupava vacas sagradas e tão bem levantava a bola de quem merecia, deixei guardado lá na pilha de revistas mofadas.
Então, fica a dica. E linquei ali embaixo, retribuindo a gentileza. Eu se fosse você, visitaria hoje.
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E também divulgo aqui a estréia do GoLuck, empreitada esperta do Lucas Patricio e sua equipe. O site está bem feito e merece aplausos. E antes tarde do que nunca, também aplaudo o Girls of War, blog da Bruna Torres, Carlinha Rodrigues, Clarice dos Santos e Vivi Werneck. Meninas de atitude, que fazem sozinhas, e bem feito, só porque gostam.
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E logo mais, ouvi falar, uma figura conhecida da imprensa de games brasileira ganhará um espacinho na televisão aberta. E para falar de games, veja bem. Quando puder ser divulgado, é claro que eu divulgo. Por enquanto, vamos mantendo o mistério.
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A Microsoft topou responder minhas perguntas sobre os dois anos de Xbox 360 no Brasil. Assim que as respostas chegarem, elas aparecerão aqui, graças à magia que é o jornalismo de internet. Não é incrível?
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Dei uma entrevista em vídeo ontem para a Veja Online, citando os 10 melhores games de todos os tempos – listinha polêmica, pra variar. Outros colegas de profissão também votaram, que eu sei. Assim que a matéria for ao ar, será lincada aqui também.
Listas são cruéis demais, e improvisar em cima de uma escolha desse naipe é pior ainda. Mas acho que deu pra enrolar bem. As escolhas foram não tão óbvias, e certamente eu teria feito diferente se fosse entrevistado no mês passado, digamos. Alguém aí adivinha quais jogos citei? Eu mesmo não adivinharia… nós, gamers, somos volúveis, acima de tudo.
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Uma notícia tardia e triste: na sexta-feira passada, faleceu a Karla Nagai, jornalista e assessora de imprensa de 29 anos. Ela trabalhou durante um tempo na FirstCom, ajudando a divulgar a Level Up Games e seus lançamentos. Atualmente, ela estava na RMA, que entre outras empresas, assessora a Electronic Arts. Apesar de não ter conhecido a Karla pessoalmente, chegamos a nos comunicar algumas vezes pela internet. Fica aqui a homenagem e minhas condolências aos seus familiares e amigos.