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21/10/2008 - 12:40

Próximo passo: Proximo Games

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E o Brasil continua a me surpreender. Ok, se não é o Brasil, são as empresas que apostam no Brasil. Ou algo do tipo, vejamos.

Na semana passada, a Proximo Games anunciou, em um press release, o início de suas atividades na América Latina. Se você também jamais ouviu falar deles, não se culpe: até ontem de manhã, esse nome não me dizia nada. Mas, apesar do nome bizarro, é pra valer: é uma empresa afiliada à rede de lojas Game Quest, cujo único objetivo é abrir pontos de vendas de games em todo o continente. O Brasil, mercado inexplorado que é, obviamente está incluido na jogada. E os planos, aparentemente, são ambiciosos.

Conversei ontem com um dos cabeças da operação, Kevin Baqai, direto de seu escritório em Miami. Uma Entrevista da Semana, com as informações que todo mundo quer saber, deve ser publicada aqui, ainda essa semana (espero). Enquanto isso, fique com o site da Proximo, que revela quase nada (a parte em português ainda está “em construção”), mas já dá um gostinho dos planos dos caras.

Das duas, uma. Ou é uma muita bem-vinda concorrência a redes como Gamers, UZ Games e outras lojas menores, e, talvez, mais um passo na profissionalização de nosso mercado. Ou também pode ser mais uma evidência do abismo que separa hoje aqueles que têm condições de comprar produtos originais e aqueles que não têm outra alternativa, senão os piratas. O tempo irá dizer.

Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:

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4 comentários para “Próximo passo: Proximo Games”

  1. zeromil disse:

    Pablo, perguntou sobre as cidades nas quais eles pretendem abrir lojas (se é que esse o caso)?

    Se tiver oportunidade, cutuque-os para lembrarem as principais cidades do país e a capital. :)

    Falou!

  2. Gus Lanzetta disse:

    O Kevin Baqai, da Proximo Games falou bastante sobre o Brasil na entrevista que fiz com ele: http://digeratigames.com.br/blog/?p=302

  3. Luiza disse:

    É, Pablo, temos que esperar pra ver…

    Ia fazer a mesma pergunta: perguntaste onde eles planejam abrir lojas?

  4. Edes disse:

    Saudações Pablo…

    Respeito e admiro seu trabalho e o acompanho faz tempo, mas creio q a seguinte declaração foi equivocada: “…pode ser mais uma evidência do abismo que separa hoje aqueles que têm condições de comprar produtos originais e aqueles que não têm outra alternativa, senão os piratas.”
    Se ñ tem dinheiro para comprar, alugue, procuro usados ou não compre! Pirataria como alternativa nunca deve ser considerada.
    Continue com o excelente trabalho, grande abraço!

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