iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
18/12/2007 - 16:12

Entrevista da Semana: Ronaldo Testa (Nintendo World)

Para animar a penúltima semana de 2007, vamos de mais uma Entrevista da Semana. O escolhido desta vez é o Ronaldo Testa, o atual editor da Nintendo World, uma das revistas especializadas mais antigas do mercado brasileiro. Testa, com a franqueza que lhe é peculiar, falou sobre a concorrência que sua revista enfrenta atualmente (com a NGamer), imprensa nacional, pirataria do Wii e outros temas um tanto polêmicos. Leia, e não deixe de comentar no final.

***

Gamer.Br: Você trabalha há muitos anos no mercado editorial de games. Passou pela maioria das editoras de destaque nesse mercado (Abril, Digerati, Conrad/Futuro) e participou de muitas revistas que tem relevância. Resuma o que aconteceu desde que você entrou nessa até hoje. Se o mercado evoluiu, quanto foi?
Ronaldo Testa: O meu começo no mundo editorial de games foi um pouco inusitado. Chegou uma época da minha vida em que eu precisava trabalhar sério, então, eu o Humberto (Martinez, Editora Europa) começamos a ligar para as editoras que faziam revistas de games para entender como funcionava o lance de escrever sobre o assunto. Ele deu mais sorte do que eu, e depois de um tempo começou a colaborar na Ação Games, da Editora Azul. Eu comecei a visita-lo e um dia tomei coragem de pedir para colaborar. O Ivan Cordon e o Ronny Marinoto me ajudaram muito nessa, devo a chance a eles. Isso foi perto do final de 1998, gostei tanto que estou até hoje, e pretendo continuar. Se o mercado evoluiu? Acredito que sim. Hoje as coisas são mais fáceis, se comparadas ao tempo do fotolito e fotos de jogos tiradas direto da televisão. Hoje é mais fácil pegar o telefone e ligar para uma grande produtora/desenvolvedora e tentar uma entrevista exclusiva. O mercado está mais exigente, e… ah… evoluiu sim!

Como o mercado editorial “de papel” pode superar a concorrência quase desleal com a internet? Dá para dizer que as revistas como conhecemos vão acabar logo?
Não acho que as revistas irão acabar logo, mas isso depende, e muito, do modo como são feitas. Na Nintendo World, por exemplo, eu exploro o conteúdo oficial e exclusivo que raramente vai para a internet, como as entrevistas com Miyamoto, Koji Kondo, Eiji Aonuma e com Koji Igarashi agora na edição 108. Além disso, procuro inovar criando seções como a “Comunidade N”, que mostra coisas feitas pelos fãs, musica e mais um monte de coisas que acabam ficando bem diferentes da internet. Algumas pessoas colocam internet e revista no mesmo balde, mas elas são bem diferentes, e a revista, na minha opinião marca mais – vai dizer que você não guarda uma revista aí com uma matéria que você achou fantástica? É diferente de adicionar um site ao favoritos…

Mas há algo a ser dito aos críticos que acham que as revistas de games estão com os dias contados?
Claro que há! Continuem visitando seus sites e sejam felizes. Há mercado para todo mundo, e os sites, que teoricamente destroem as revistas, raramente apresentam uma matéria bem trabalhada visualmente. Sem falar na repetição de notícias e artigos. Continuo apostando nas revistas.

Você trabalha em uma revista exclusiva de uma marca. Quais são as principais diferenças de trabalhar nesse tipo de publicação e em uma revista multiplataforma?
As principais diferenças são também as que mais atrapalham. Acredite você leitor desse blog que há mais desvantagens do que vantagens. Houve uma época em que não podíamos nem citar o nome de um console concorrente nas páginas da revista – não muito na minha época, você deve ter passado por coisas parecidas e conhece bem o rigoroso controle de qualidade da Nintendo. Ainda bem que agora é diferente, dá para falar de “quase tudo”. Na Ação Games, a revista multiplataforma que eu tinha mais liberdade, era mais fácil, dava para falar de qualquer coisa, sem se importar com o que as grandes produtoras e desenvolvedoras iriam falar depois. Mas deve ser por que eu não editava a revista, as buchas sempre sobram para o editor, você sabe, né?

Você dirige uma revista que está há quase 9 anos no mercado e possui seguidores fiéis – no caso, a Nintendo World. Como é lidar com a concorrência da NGamer, que chegou recentemente mostrando qualidade editorial e a participação de diversos profissionais que já passaram pela Nintendo World?
Uma coisa é certa, os caras que fazem a revista são bons! Mega, Trivas e todo o staff que eu conheço, e também os que não tive o prazer de conhecer, estão de parabéns. A grande realidade é que essa é a primeira vez que a Nintendo World tem uma concorrente de peso, mas minha intenção foi sempre jogar limpo e praticar da maneira mais saudável essa concorrência. É bom concorrer com a NGamer, ela me faz querer melhorar cada vez mais a Nintendo World, e tem dado resultado. Quem mais ganha nessa são os jogadores, que podem analisar os dois produtos e comprar o que mais interessar. Eu cuido da minha parte, para que escolham a NW. Já faz uns cinco anos que conheço o Mega (Felipe Azevedo) e uns dois ou mais que conheço o Trivas, e nesse tempo em que eles estão fazendo a NGamer eu dificilmente falo com eles. Mesmo assim já aconteceu de batermos muitas matérias e capas. Isso mostra que queremos o melhor para os leitores – Mega e Trivas, já aviso que não vou facilitar para vocês!

Houve algum tipo de reação natural da Nintendo World diante da concorrência? Existe algo em mente para combater de igual para igual, visto que a NGamer tem mais páginas e uma freqúência maior [é mensal enquanto a NW é bimestral]?
O que eu procuro fazer é aproveitar o máximo possível de material exclusivo da Nintendo Power – mas só aqueles que sei que fazem sentido publicar no Brasil, e também criar matérias diferentes que envolvam a equipe. Outra coisa que faço é ficar bem próximo dos membros do fórum da Nintendo World e da comunidade de Orkut da revista, para ter uma idéia melhor do que os leitores estão esperando.

E por falar na imprensa de games nacional, ela é “chapa-branca” ou pode, em sua maioria, ser celebrada por sua seriedade e integridade?
Tem muita gente na imprensa de games nacional que não vale o que come. Toda vez que esse assunto vem a tona eu fico de cabeça quente, e olha que sou o cara mais calmo do mundo. Quando eu comecei, sempre prestei atençao nos que estão a mais tempo no ramo e tento segui-los sem faltar com o respeito a ninguém. Infelizmente eu conheço pessoas que se acham um Deus, e que aproveitam cada oportunidade que tem para pisar nas pessoas sem se importar com as consequências. Pessoas que falam uma coisa para uns, e distorcem informações para outros só para aparecer na mídia. Para todos vocês (eles sabem quem são): vocês estão se autodestruindo sem perceber, cresçam, sejam mais humildes, e comecem a praticar jornalismo de forma saudável.

E você acha que as empresas de games – seja as locais, seja as só localizadas lá fora – ajudam os jornalistas o suficiente? O suporte que a NOA dá é o bastante?
Não acho, de maneira alguma. A NOA e outras empresas de fora resolvem o básico. Mesmo com o bom relacionamento com o pessoal de lá, é difícil conseguir algo mais eleborado. Não seria bacana levar um leitor para conhecer a Nintendo? Não seria legal se o Myiamoto respondesse meu e-mail em que eu pedia para ele desejar bons games e feliz aniversário aos leitores da NW? A Nintendo é a segunda casa do cara, teoricamente, seria muito fácil de ele ser contactado, mas não acontece. Aqui no Brasil é mais fácil conseguir as coisas, mas mesmo assim, eu cansei de procurar consoles e jogos para testes e receber a resposta: “ainda não temos”. Mas basta umas ligações para descobrir que o produto já está sendo testado em outra editora. As coisas poderiam ser melhores, é verdade, mas é assim, umas vezes conseguimos, outras não.

Pelo que você acompanha do mercado nacional, estamos indo bem, estamos lentos ou estamos aquém do que poderíamos?
Na minha opinião estamos indo bem, e as coisas tem tudo para melhorar. Os jogadores (conheço principalmente os que jogam Nintendo) estão comprando mais jogos originais, e eu acredito que esse foi um dos pontos que fizeram com que caras como Glauco Bueno (Synergex) e Luiz Paredes (Gamers) apostassem no país. É bom saber que teremos uma distribuidora e uma rede de lojas especializadas no que gostamos: games. Acho que o Brasil irá crescer muito nos próximos anos, mas para isso a galera precisa colaborar, e dar preferência para o original.

Diga algo que você ainda não viu acontecer no Brasil e gostaria de ver.
Gostaria de ver consoles e jogos mais baratos, e uma política de importação com taxas adequadas. Não aguento mais ir nas Casas Bahia e ver Nintendo 64 por R$ 500, ou outros consoles de geração anterior por R$ 300 e cacetada. Ah, queria ver todo mundo comprando revista! [Risos]

Já que você tocou no assunto, não dá para deixar de perguntar: a pirataria é o problema ou a solução? Cá entre nós, foi um alívio quando o Wii foi enfim destravado – no ponto de vista de quem faz uma revista da Nintendo?
É um problema que se disfarça de solução. A primeira coisa que se pensa é que o número de pessoas que comprariam o Wii aumentaria bastante, mas esse é um pensamento cego. Só quem sabe o mal que a pirataria faz ao mercado (e não estou falando dos mitos de estragar canhão e essas coisas) é capaz de entender. A conta é simples, muitas empresas grande não olham para o Brasil por conta da pirataria. As coisas seriam mais fáceis para nós sem os pirateiros, que defendem colocando a culpa nos preços absurdos (reflexo da pirataria?) patricados pelas lojas. Não é um problema, é um PROBLEMÃO.

E a guerra da nova geração? O Wii caiu nas graças do mundo. Ele passa o 360 e supera o PS3?
É suspeito eu falar a respeito, mas para mim, sempre esteve na frente. O Wii ofereceu inovação e uma tremenda curiosidade, ao ponto que os seus concorrentes por um bom tempo só apresentaram jogos bonitos cheios de efeitos de luz, som e outras melhorias. Mas eram melhorias.
Agora sim, a guerra está boa. A Nintendo passa por uma fase louvável de grandes lançamentos, o 360 tem jogos magníficos, e o PS3, bem, ainda não senti vontade de comprá-lo. A ordem de compra para mim seria assim: Wii, Xbox 360, e talvez o PS3. Para mim o Wii ganhou, o 360 ganhou em segundo, e o PS3 está perdendo.

Você entrou nesse mercado por seus próprios méritos. Há algum conselho para alguém que quer chegar lá, visto que hoje o mercado esta bem diferente?
Eu sempre procurei entender porque escrever de um jeito, e não de outro, porque agir de um jeito, e não de outro, sempre pensando em não fazer mal a ninguém. Acho que é uma boa idéia tentar aprender com quem já está no ramo a muito tempo e é respeitado por seus trabalhos. Sem falar que um pouco de humildade não faz mal a ninguém. Façam a coisa certa, sem passar por cima de ninguém para atingir seu objetivo. Ah, participe das revistas, jornais ou sites que você gosta. mande sua opinião, crítica e faça de tudo para melhorar. É um jeito mais fácil de se aproximar da equipe e pode render até uma vaga.

E onde você se enxerga no mercado de games nacional daqui uns cinco anos?
Daqui a cinco anos? É difícil dizer, mas se eu não estiver fazendo a Nintendo World #168, vou estar cuidando do meu site, o HardGamer (pode jabá?)… acho que é uma boa. Só quero fazer parte do mercado de games nacional de alguma forma!

Autor: pablo - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: ,

20 comentários para “Entrevista da Semana: Ronaldo Testa (Nintendo World)”

  1. Fabão disse:

    Esse é sanguebão!

  2. Jocelyn Auricchio disse:

    O Testa é um dos profissionais mais competentes do mercado. Tive a honra de trabalhar vários anos com ele.
    Como pessoa, o que dizer? Fiel, leal, decente, enfim, gente de primeiríssima grandeza. Como é bom saber que existe gente de bem nesse mercado esquisito.
    Um abração, Testa!

  3. Daniel Oliveira disse:

    Mandou Bem Testa.
    Gosto pra KCT dele, pena que é politico demais… uahhuahahuauhahauuha

    Testa, Pablo, Felipe, Trivas, Nelson e Ronny, na minha humilde opinião, são os melhores na área.

    Se trabalhassem junts não teria pra ngm.

  4. Rodrigo disse:

    É ridículo ver um jornalista que se diz tão preocupado com o mercado de games e que trabalha tanto tempo no “meio” soltar uma frase como essa: “Cá entre nós, foi um alívio quando o Wii foi enfim destravado “. Deveria ter vergonha de exercer a profissão. Patético.

  5. Lucas Patricio disse:

    Não sou bom para comparações, mas lá vai:
    O Testa é o kaka do jornalismo de games: um sujeito transparente e completamente gente boa. Dá pra perceber isso de loonge :)

    Muita sorte pra ti, Testa, e pra NW ;)

  6. Alexandre M. disse:

    /”É ridículo ver um jornalista que se diz tão preocupado com o mercado de games e que trabalha tanto tempo no \\”meio\\” soltar uma frase como essa: \\”Cá entre nós, foi um alívio quando o Wii foi enfim destravado \\”. Deveria ter vergonha de exercer a profissão. Patético.
    Em: 18/12/2007 21:23:34 “/

    Acho que você faltou nas aulas de português em que a professora ensinou sobre o famoso ponto de interrogação. =P

  7. ecesar disse:

    Levar adiante uma revista como a NW, esmagada por um lado pelas limitações inerentes a um veículo oficial e esmagada por outro por uma concorrente de qualidade (superior, em minha opinião), deve ser uma tarefa muito difícil.

    Fico curioso sobre o futuro da NW. Apesar de não serem divulgados números de venda, nas bancas minha cidade fica fácil ver a diferença. A banca de jornais de minha rua encomenda 10 exemplares da N-Gamer mensalmente, e 3 exemplares da Nintendo Wold bimensalmente.

    Venda nem sempre se traduz em qualidade, que seja bem dito. Mas que existe gente pensando duas vezes antes de escolher qual levar para casa, isso tem.

  8. bueno disse:

    Ô, Testa. Larga de falar groselha e vai ali capturar umas telinhas.

    Depois você passa no Chivito e traz umas paradas aí pra gente.

    Se o Ramal ligar, fala que estamos de férias em Ubá.

  9. Pablo Miyazawa disse:

    Rodrigo, como você deve ter notado, aquilo era uma pergunta em uma entrevista, em um determinado contexto. Eu não fiz apologia de qualquer espécie, como você deve ter insinuado. O jornalista em questão (eu), na condição de entrevistador, tem o direito/obrigação de provocar o entrevistado na busca de um certo direcionamento ou resposta. Isso [e uma técnica de entrevista das mais velhas.
    Outra coisa – se me conhecesse bem, ou se visitasse esse blog com mais freqüência, sentiria a ironia da frase. Que aliás não é uma frase, e sim uma pergunta para o entrevistado.

    Mas será que eu tenho mesmo que ficar me explicando? :)
    Um abraço.

  10. Daniel Oliveira disse:

    Acho que não, mas ja que fez… òtimo
    =)

  11. Ricardo Farah disse:

    Tá aí um dos mais humanos dos jornalistas de games que conheço! Mais do que um dos melhores profissionais do mercado, o Testinha é meu irmãozão do peito…
    Digo e repito, daqui a cinco anos você ainda estará com a Nintendo World. Uma revista com 180 páginas, mensal, e com a mais alta qualidade que você sempre deixou impresso durante todo este tempo! ^^
    Sucesso, irmão! Conte comigo sempre.

  12. Bruno Zerbinatti disse:

    É difícil falar do Testa sem ficar repetitivo e ser baba-ovo, mas ele merece, pois o Testa É %!@$&@# mesmo com uma testa bem comum.

    Correto, tranquilo, profissional, sincero, sério, e tudo isso sem ser chato – pelo contrário, o cara é muito divertido.

    Foi um prazer trabalhar contigo, mano.

    ORRA MEU, UMA DAS LENDAS VIVAS DO JORNALISMO DE GAMES BRASILEIRO!

    (Por falar nisso: eu não ouvi o Faustão citar a Rolling Stone no último Domingão… Que você fez pra ele, Pablo?!)

  13. Gustavo Petró disse:

    O Testa é um cara que tem todo o meu respeito por 2 motivos: por ter me ensinado muita coisa quando comecei (ainda estou no começo), e por ser meu amigo e me ajudado nos momentos difícies.

    Cara, você é %!@$&@#

    Abação

  14. Gil "Outer Heaven" disse:

    Testa “e aeeeeeeeeeeeeeeee meu!”, um dos caras com quem (também) pude aprende bastante coisa ao longo da estrada “editorial gamística”.

    Até para pegar metrô, voltar pra redação e sair correndo de baixo de chuva usando apenas um jornal de R$ 1,00 pra se cobrir, é divertido com o cara. Além do gente fina, os comentários dos demais camaradas que aqui se manifestaram também fazem parte do que posso dizer.

    Away, bro! E abraço pro PB “Rock Band”.

  15. Claudio Prandoni disse:

    Ae, meninada!

    Todo mundo já elogiou o mano, mas não posso deixar de expressar aqui meu respeito e consideração pelo Testa.

    Um cara extremamente sincero e competente a quem devo muitas de minhas realizações profissionais.

    E apóio o mestre do metal Shaaman: daqui a cinco anos a NW continua firme e ainda mais forte!

    Uhuu!

    Falow!

  16. Rodrigo Budrush disse:

    Eu sempre fico curioso pra saber quem são esses tão falados “malas da imprensa gamer brasileira”!… :P

  17. Frederico Lohmann Jr disse:

    Ê, garoto popular! :)

  18. Gustavo Assumpção disse:

    Pablo e Testa, dois expoentes da NW!!

    Primeiro parabéns pela entrevista, segundo parabéns pelo trabalho Testa, vc tem melhorado muito nossa NW. Desde a edição 86 a revista teve um salto imenso de qualidade. E como vc disse, que a concorrência sirva para o crescimento de todos!

    Sucesso, abraço e pode contar comigo, pois a NW é um pedaço da minha vida!

  19. Boca" Tenreiro disse:

    Grande entrevista! Mas falar que o mercado jornbalístico de games está bom…é…só se for pra vocês. O Testa disse que investiram na Gamers. Investiram em quê, sendo que ela faliu? Segundo, se o mercado editorial “de papel” está perdendo espaço pra Internet, é por falta de criatividade dos editores…boas idéias vendem tão bem quanto muita informação, acredite!

  20. Douglas Vieira disse:

    Eis aí uma pessoa que considero pra caramba e que me ajudou muito no início da carreira: Testa. Gente fina pra caramba, desejo todo sucesso do mundo a ele.

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo