iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
31/05/2007 - 20:33

Precisamos?

Amigos, a promoção desta semana surge antes mesmo de eu publicar o resultado da anterior – ou melhor, a íntegra da entrevista com o Milton Beck, da Microsoft. Eu sei, prometi, não cumpri. Essas coisas acontecem com mais freqüência que se pensa nesse universo editorial. Por exemplo, meu fechamento estava marcado para hoje. Fechou? Claro que não.

Mas mesmo assim, mando uma promoção para distribuir uns prêmios. Assim a vida fica mais divertida, diz aí?

Na semana passada, foi apresentada a mais nova revista de games do mercado, a NGamer, que vai bater de frente com a Nintendo World pelos nintendistas de plantão. Minha pergunta é das mais sacanas. Escreva nos comentários a sua opinião sobre a seguinte frase:

Será que o mercado brasileiro ainda precisa de revistas de games? Se sim, por que? Se não, por que?

As duas respostas mais criativas, originais e interessantes vão ganhar:

*1 exemplar da revista GameMaster, edição 28 (Editora Europa)

*1 exemplar da revista Second Life Brasil, edição 1 (Futuro)

*1 exemplar do mangá Warcraft: Trilogia da Fonte do Sol (Conrad Editora)

*1 exemplar da revista M3: Massive Multiplayer Magazine, edição 1 (Futuro)

*1 exemplar da revista Dicas e Truques para PlayStation, edição 100 (Editora Europa)

Sim, parece irônico que eu questione o papel das revistas de games e dê alguns exemplares como prêmios. Mas a idéia é essa mesma!

O resultado sai na segunda que vem. Não deixe de escrever seu e-mail correto, senão o prêmio não tem como chegar.

Participe!

***

O PlayTV avisou:

*Play TV dá instrumentos musicais autografados pela Banda Angra

A Play TV em parceria com a Banda Angra promove um Concurso Cultural “Ao som do Angra” que dará instrumentos musicais autografados pelos integrantes da Banda. Para participar, basta ligar para o 03131 8831 0101 e responder “Que desculpa você dará a seus vizinhos para tocar em peso os instrumentos do Angra?”
A resposta mais criativa será premiada com os instrumentos da Banda Angra e o vencedor irá recebê-los diretamente do vocalista Edu Falaschi, dos guitarristas Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt, do baixista Felipe Andreoli e do baterista Aquilies Priester.
O concurso vai até 29 de junho. O regulamento completo e mais informações podem ser obtidas no site www.playtv.com.br

E por falar em PlayTV, tudo indica que amanhã é a vez da Renata Honorato dar as caras no Combo: Fala+Joga, às 21h30. Se não for, desculpe aí. Se for, assista e me conte depois.

UPDATE: Conforme avisou a Renata nos comentários, a aparição dela no Combo será na segunda, 21h30.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:

18 comentários para “Precisamos?”

  1. Carlos disse:

    É claro q sim!!! Com os jogos originais tão caros, vale mais gastar dinheiro com as revistas de games do que com games fracos. Assim, podemos nos informar melhor sobre os lançamentos e só torrar nosso “rico dinheirinho” naqueles jogos que são realmente obrigatórios!

  2. Lucas Patricio disse:

    Hum tema muuuito difícil, mas vamos tentar.

    O mercado de games brasileiro precisará de mais revistas enquanto as que já existirem não estiverem fazendo o trabalho de maneira plenamente satisfatória.

    É facil entender um exemplo disso: A NW acabou tendo problemas, e se tornou bimestral. Logo, era obvio que uma nova revista especializada iria aparecer, pois os milhares de fãs não poderiam ficar chupando dedo.

    Outrra situação é quando existem novos horizontes para se especificar. As revistas “SL Brasil” e “m3″ são exemlos disso. Novos tipos de mercados foram integrados, e isso acaba abrindo espaço para revistas especializadas.

    Sou ainda da opinião que toda revista deve ter uma concorrente direta. Assim como acontece com a ROX, que agora possui uma concorrente direta no ramo “Xbox 360″, acho que isso é muito benéfico para o mercado, e para o consumidor final, o leitor, que sempre sai ganhando…

    Eu acho que nosso mercado suporta sim todos esses tipos de revistas que andam chegando. mas isso porque são temas segmentados.

    No mercado brasileiro a unica coisa que não existe mais espaço é desculpa para não comprar uma revista de game. Pois qualidade e quantidade é o que não falta…

    Grande abraço pablo!

  3. allen patrick neves disse:

    O acesso a informação deve utilizar aos mais variados veículos de comunicação. Mas, nada substitui ao cheirinho de revista nova, principalmente aquelas que falam de games. A NW reinou absoluta todos esses anos sem concorrência, talves por isso ela esteja digamos “cansada”. Tomara que agora com a nova NGames a NW se fortaleça cada vez mais, pois, ambas as revistas só tem a ganhar com isso. Pelo menos eu quero saber qual vai ser a melhor de cada mês. : )

  4. Gleidson disse:

    Diria que se há uma brecha no mercado editorial (má qualidade da Nintendo World, que se tornou bimestral) ela deve ser explorada, agora vamos convir que o mercado não suporta tantas revistas (chegamos a 10?) porque o brasileiro não lê, ele simplismente vai na banquinha do camelo e pergunta qual novidade?, prova disso que no meu estado, segundo a distribuidora, aqui chegam mensalmente 130 EGM pro estado inteiro, MS que tem 1,5 milhão de habitantes.

    Nem precisa falar mais nada sobre o habito de leitura!

  5. Mais um Gamer disse:

    A verdade é que o mercado de revistas de video-games sofreu um grande baque com o advento da Internet. (sparkle@ig.com.br)

  6. Renata Honorato disse:

    O dia de passar vergonha em rede nacional será segunda-feira :´(

  7. Pablo Raphael disse:

    O mercado brasileiro precisa de revistas de games? Essa pergunta é facil de responder: claro que precisa. As revistas são uma parte fundamental do mercado, como os jogadores, os consoles e os games. Formam opinião, servem de canal entre os fabricantes e os consumidores, ajudam a vender games e consoles. A mídia impressa tem um peso maior do que as demais, pela sua tradição e sua formalidade. Mesmo a velocidade e a liberdade de expressão da internet não se comparam ao peso de um review escrito no papel, na banca ali da esquina. Uma pagina postada num blog pode ser deletada. O quatro e meio no Ninja Gaiden na EGM é para sempre. A imprensa especializada pressiona a industria, agita e aproxima os jogadores e serve de porta-voz desses ultimos junto ao governo, às midias “leigas”…
    Enquanto houver imprensa especializada, havera a esperança de um mercado gamer de verdade.

    A pergunta que deve ser feita é outra: Qual o tipo de revistas de games o mercado brasileiro precisa?

  8. Andre Ryunoken disse:

    O Brasil ainda precisa de revistas especializadas em videogames? A resposta vai além de um simples sim ou não. Desde a pioneira VídeoGames o mercado de revistas especializadas no Brasil quase sempre segue um padrão: uma é líder de mercado, duas ou mais que possuam qualidade tentam se diferenciar ou copiar a líder, e na cola dessas surgem dezenas de revistas de dicas e detonados genéricas. Definitivamente, essas últimas não são necessárias, mesmo quando nos vem a lembrança a saudosa Gamers e seus guias fantásticos (apesar que a Gamers era um caso à parte, pois o restante do material da revista também era soberbo.Pra sempre em minhas lembranças!). Os antigos moldes de revistas, apresentando mais estratégias ou “walktroughs”, não são mais o que o público espera ou precisa. Com o advento da internet, dicas, truques, estratégias e até análises são facilmente encontrados. O Gamefaqs matou os detonados, e estes só se saem bem em revistas especiais: Tudo sobre Jogo X, Todos os jogos da Série Y e por aí vai. Então, para a revista do tipo guia, o mercado se fechou, e a resposta, somente para esses casos, é não. Mas dou meu sim, o Brasil precisa do mercado das revistas de videogame, e tem espaço pra ele, ainda mais na forma como ele vem se desenvolvendo: de um lado temos as revistas especializadas, como a revista oficial do X-Box, a Nintendo World, a SDP, só pra citar as minhas preferidas, e que só aumenta e se diversifica vide a M3; e o nicho das revistas gerais, que infelizmente para o público, é dominado pela EGM, sendo que as outras não tem uma representatividade considerável… Não considerem aqui que eu estou criticando a EGM, a revista vem evoluindo e mudando, e eu gosto do trabalho feito nela. Ela mostra exatamente o tipo de revista que precisamos nesses tempos de internet: uma revista com sessões fixas, matérias diferenciadas, entrevistas e reportagens. Quem gosta de carros tem isso em uma revista de carros, quem gosta de saúde também tem revistas especializadas; a espaço, então, para as revistas de games no Brasil. Só lamento a EGM ser a única revista de videogames em geral com expressividade considerável no país porque a concorrência sempre força a melhora. Acredito, por exemplo, que a Nintendo World, que eu ainda considero muito infantil e protecionista, será obrigada a amadurecer mediante a concorrência que surgira. Acredito que o mercado de revista de games crescerá ainda mais, e que novas revistas de qualidade aparecerão, mesmo com a profusão de revistas genéricas que ainda dificultam nosso trabalho de achar o mainstream nas bancas, e até as impedem de crescer ainda mais, roubando uma fatia do mercado, pois sempre tem aquele comprador casual mais desinformado ou que esta apenas procurando umas dicas pro “UINIELEVIN” que leva esse material pra casa. Pra finalizar, eu acho que esse espaço nunca morrerá, contrariando as previsões mais pessimistas, pois o brasileiro tem uma relação de amor com o Papel: seja pra levar no ônibus, pra ler no banheiro, pra esconder na gaveta da repartição ou pra ostentar a bela coleção, o brasileiro gosta de possuir a revista. Só por esse caso de amor, do qual eu me orgulho de fazer parte, nem precisaria do resto da minha explanação para responder que, sim, o Brasil ainda tem espaço para as revista especializadas em videogame.

  9. Ericson Vilela disse:

    Revistas de games foram muito importantes p o meu “crescimento gamístico”, bons tempos da SuperGamePower, Ação Games, Game X, Gamers, Nintendo World, EGM…
    Mas parei de comprar revistas graças ao advento da internet, q dispõe de muito mais informações e com muito mais velocidade. Em termos de notícias, provavelmente eu já saberei de todas elas antes q alguma edição nacional a publique. Por outro lado, tem as matérias, o q p mim até justificariam o investimento numa revista de games, mas acabaria ficando caro, comprar uma revista apenas por 1 ou 2 matérias, não valeria a pena p mim.

    É maravilhoso manusear uma boa revista de games, cherinho de nova e tudo, mas p mim, isso já não vale 9 ou 10 reais…

  10. Rodrigo Martins (Bel disse:

    O Mercado precisa de Revista de Games?

    Sinceramente: NÃO!

    Muito simples: a Internet está aí e não há como uma revista competir com a grande rede.

    Mas calma, isso não significa que as revistas deverão sair de circulação, pois nem todo mundo tem Internet; ao contrário, todos os que trabalham com revistas de games terão que pensar em duas palavras muito essenciais hoje em dia: adaptação e inovação.

    Adaptar aqui significa ser rápido ao dar notícias, e inovar significa uma nova maneira de fazer revista. Um simples exemplo: revistas como IstoÉ e Veja, que saem semanalmente. Os editores deveriam considerar em lançar revistas semanais de Games. Mas claro, com um preço acessível, justamente por ser semanal (algo como R$ 5,00).

    Ou também poderia haver a possibilidade de lançar um tipo de jornal diário. Não digo algo grande como a Folha e o Estadão, mas algo equivalente à um “caderno” desses jornais. E claro, com preço acessível (imagino que R$ 1,00 está bom para começar)

  11. Aline Brito disse:

    O mercado editorial de games hoje, ao meu ver, possui espaço para crescimento, mas para que isso seja possivel é necessário diversificar ainda mais, a internet hoje tem o diferencial da velocidade da informação, mas acredito que a midia impressa pode obter destaque pela qualidade e apresentação da informação, cada resvista tem que procurar seu espaço no mercado, e com isso só quem tem a ganhar somos nós os leitores que teremos uma vasta gama de informações sobre diversas temas relacionados aos games com estrutura e conteúdos únicos.

  12. gilvana disse:

    Sim! Os jogos é fundamental não só para os adulto ,também p/ as crianças q/ buscar interagir através dos jogos o aperfeiçoamento do seu interlecto e seu interpessoal.

  13. Daniel Valle disse:

    Na minha opinião, precisa só que com conteúdo, entrevistas e materiais exclusivos, que não são encontrados na net. As revistas mais importantes da atualidade já mudaram seus formatos.Antes se encontrava uma quantidade grande de notícias, reviews e previews que hoje podem ser encontrados na internet facilmente.Hoje o materia é diferente e abrange conteúdo exclusivo.

  14. Leonardo Marinho Mar disse:

    Será que o mercado brasileiro ainda precisa de revistas de games?

    Tal pergunta vem gerando polêmica desde que a Internet se mostrou acessível a todos. Em poucos anos a grande rede se expandiu, sempre em progressão geométrica; com a velocidade com que as informações circulavam não demorou muito até surgirem sites especializados em divulgar notícias na rede. O mercado de games, como sempre evolui, não pôde deixar de garantir seu espaço nessa nova tendência. O resultado foi o surgimento de diversos portais especializados em games, o que, segundo alguns, iria tirar de circulação as revistas de games do mercado. As diversas publicações brasileiras do ramo porém se mostraram firmes e possuidoras de um público fiel, garantindo até hoje sua permanência.
    As revistas de games ainda têm espaço no mercado brasileiro em grande parte pela credibilidade que conquistaram ao longo de todos esses anos, enquanto alguns sites ainda divulgam certas notícias pouco confiáveis, e que depois de algum tempo se mostram falsas. Mesmo com informações surgindo a cada instante na Internet, as revistas ainda conseguem material exclusivo e diversas vezes apresentam melhor qualidade em seus textos.
    A convergência para o meio digital não conseguiu atrair uma minoria conservadora, que ainda se mostram fãs da mídia impressa. Uma nota dada por um portal pode desaparecer, enquanto a nota dada por uma revista é para sempre. A sensação de ter seu nome em uma revista não é a mesma de tê-lo em um site. Falando de sensações por que não citar aquela gostosa espera pela revista tão cobiçada que trará uma matéria sobre sua série favorita, ou o detonado daquele jogo difícil que lhe consumiu horas a fio. Folhear a revista e apreciar cada imagem, desde a capa até a última página. É diferente em um site, tudo isso parece não existir e a sensação de informação imediata deixa um vazio as vezes. E a mágica seção de cartas, em que se pula de felicidade ao ver sua carta ou e-mail publicado na revista, como foi dito, é para sempre.
    Sites como o Gamefaqs abocanharam os detonados, e algumas vezes deixam as revistas para trás, com isso as publicações têm que se aperfeiçoar a cada edição, para manter seu público, e quem sabe, conquistar novos leitores. O ponto positivo é para os consumidores, já que a cada edição a revista precisa melhorar. O negativo é que a concorrência é desleal, e muitas vezes as revistas não conseguem manter o alto nível, deixando de existir.
    O mercado brasileiro ainda precisa sim de revistas de games, mas de uma maneira diferente da que era antes, agora as revistas precisam de conteúdo exclusivo, de textos com qualidade, e de uma melhor relação com o público, que as vezes é ignorado por alguns sites. O mercado se expandiu e prova disso é o surgimento de publicações especializadas em temas que não tinham tanto foco (como os MMO). O mercado editorial já cresceu e pode crescer ainda mais com o passar dos anos, para garantir seu espaço as revistas precisam buscar novos caminhos e inovar, mantendo sua excelência.

    Abraço a todos!

    Leonardo Marinho Martins.

  15. Flávio Demarchi disse:

    O mercado brasileiro precisa tanto de outra revista de games quanto precisa de óleo de fígado de anchovas. Olha que as anchovas ainda tem a vantagem de chegarem mais frescas na nossa casa.

  16. Luiz Eduardo Freitas disse:

    É claro que há espaço. Não só há espaço, mas a presença de revistas de circulação nacional periódica é extremamente crucial para o crescimento (ou seria formação?) do mercado brasileiro de jogos eletrônicos, sendo uma forma muito mais acessível de espalhar informações a respeito desta área que é tão restrita e dificultada na internet.

    Não é difícil chagar a esta conclusão. Os sites disponíveis sobre videogames, atualmente, são muito intimidadores para os jogadores casuais. Qualquer um que esteja tentando entender mais sobre esta complicada indústria precisa ter bons conhecimentos em inglês ou saber selecionar muito bem o que deseja ler entre as centenas de notícias e ‘press releases’ que são divulgados diariamente – e é aí que as revistas entram, para esclarecer de forma concisa o que acontece de mais importante e relevante nessa indústria maluca que movimenta mais dinheiro que o cinema (alguém já tinha esquecido disso?).

  17. gilvana de jesus cha disse:

    O mercado Brasileiro precisa revistas de gemes sim!.Por que é fundamental tanto para o adulto, como p/ as crianças que buscar interagir através do seu jogos o seu intelecto.Assim buscando sempre o aperfeiçoamento do seu interpessoal.

  18. LEANDRO FERREIRA DE SOUSA disse:

    existe codigos para game shark do essepcional jogo FINALFANTASY? caso tenha imploro que passe para mim, porque a dificuldade e muito grande obg. leandro

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo