Multimídia
Quem joga game online tem tempo de ler quadrinhos? Óbvio que sim. Se o quadrinho tiver a ver com o game, dizem, é melhor ainda (nem sempre, mas falo sobre isso outro dia).
Isso é só uma desculpa para falar que a Conrad divulgou hoje o lançamento de Warcraft – Trilogia da Fonte do Sol, uma série em três volumes (um por mês) vendidos em banca de jornal, no formatinho mangá (13,5 cm por 20,5 cm).

A primeira edição terá 160 páginas a R$ 9,90 (comprando por aqui tem desconto). Folguei em saber que a tradução é do Eric Araki, com quem trabalhei durante muitos anos na Conrad e é um verdadeiro especialista em RPGs online e offline (e mestre Pokémon nas horas vagas). O roteiro é do norte-americano Richard Knaak e os desenhos são do coreano Jae-Hwan Kim.
O enredo é mais ou menos o seguinte, segundo o release que recebi:
Warcraft – Trilogia da Fonte do Sol conta a história do dragão azul Kalec, que foi mandado pelo seu clã para descobrir e proteger a Fonte do Sol – uma construção que oferece um suprimento ilimitado de energia mágica. Perseguido por um grupo de anões, Kalec chega perto da morte e é salvo por Anveena, transformando-se em humano e escondendo-se na casa da garota.
Porém, ambos são capturados pelo Flagelo dos Mortos-Vivos, que estão sob o comando do maligno feiticeiro élfico Dar´Khan. Kalec e Anveena são submetidos a um interrogatório, onde Dar´Khan utiliza colares mágicos especiais para tentar descobrir onde está a Fonte do Sol. A dupla de heróis é salva por Tyri, outro dragão azul, que na verdade é a noiva de Kalec. Preso à sua forma humana graças ao colar mágico, Kalec agora tem uma jornada dupla: livrar-se do artefato em seu pescoço e impedir que os Mortos-Vivos cheguem à Fonte do Sol.
Confesso que não me senti atraído nem pelo enredo, nem a marca Warcraft, muito menos pelo formato mangá. Mas deve ser porque sou um velho chato que não tempo para ler e se divertir. Mas isso sou eu, vai que você gosta?
Quem quiser ler, veja aqui.
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Hoje foi dia de ver Piratas do Caribe 3: No Fim do Mundo, que estréia nesta sexta-feira no Brasil. Se alguém me perguntasse “E aí, é legal?”, a resposta seria um tanto esquizofrênica. Primeiro, diria que os efeitos especiais são absurdos, que o Johnny Depp continua engraçado como Jack Sparrow, que a Keira Knightley está linda de doer. Ou seja, tudo conforme o previsto.
Em seguida, eu diria que boiei em mais da metade do filme, que é confuso, longo demais e sofre de excesso de informação.
Resumindo: “É legal?”. É. E não é.
Quem achou o filme anterior confuso (O Baú da Morte), vai achar engraçado saber que o novo consegue ser ainda pior nesse sentido. É difícil entender quem está de cada lado, quais as motivações de cada personagem, quem matou quem e o porquê de certas coisas acontecerem (é de se questionar que o filme seja divulgado como um produto infantil. Nem parece). Achei bizarro não rolar um flashback no início, uma vez que o público é praticamente obrigado a assistir ao 2 para sequer entender a primeira cena do 3. Para se ter uma idéia, fui sacar que um certo personagem não era quem eu pensava só nos dez minutos finais. Isso porque assisti a O Baú da Morte ontem (em DVD), e a No Fim do Mundo menos de oito horas mais tarde. Imagine se nunca estivesse visto?
Assim mesmo, é um filmão imperdível. Dá para entender? É, eu também saí da sala de cinema sem saber o que sentir…
Já o game de Piratas do Caribe, pelo que me garantiram, é ótimo. Na medida que um game baseado em filme pode ser, claro. Alguém aí jogou qualquer versão de Spider-Man 3? Dizem que é uma piada sem graça, de tão ruim.
Cinema e games, apesar de andarem lado a lado, em paralelo, falam idiomas cada vez mais diferentes.
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Informação inútil e interessante: na platéia que assistiu a Piratas 3, três pessoas jogavam Nintendo DS antes da exibição começar.
Dois jogavam Pokémon. O outro, Elite Beat Agents.
E juro que eu não era um deles.
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Para quem perdeu, ouvi dizer que aquele Combo Fala + Joga de sexta-feira passada logo vai cair no YouTube. Qualquer hora o link surge por aqui.
Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
Huuum, quadrinhos do WoW. Estava até demorando né, hehe. Afinal de contas um publico alvo de 8 milhões de jogadores não é mole não! heheh
Sobre o Piratas, eu gostei muito do jogo (versão X360). Como vc disse, por ser um jogo baseado num filme, deu conta do recado..
E sobre ds+pokemon, bem, sou supseito para falar sobre isso. Ando jogando em todos os intervalos de tmepo que posso…É, viciado…
Grande abraço Pablo!
d+,to doido pra asssitir o filme..adorei o game..terminei ele no 360..agora sobre o game do homem aranha meu deus..tenho ele no wii e no 360 no wii a jogabilidade é d+..mas os graficos..está pior do que os anteriores para o NGC…fora que o poko que joguei de cada..sao diferentes!!..eu assisti o combo!! foi show de bola!abraço a todos
Bom saber que vou poder ver o Combo Fala + Joga pelo YouTube – p’ra mim só assim mesmo. Fiquei imaginando como seria o esquema da entrevista, já que o Sr Pablo estaria “playando” e respondendo perguntas.Vamos ver.
Fico agora me perguntando quando a série A Era dos Video Games vai seguir a mesma “idéia”/tendência:YouTube neles, p’ro nosso bem.
Mano, tô ligado que você é WoWzista.
Primeiro dá uma capa de revista com WoW, depois inventa uma HQ do WoW….
Como diria algum leitor da EGM: “Quanto a Sony tá te pagando?”
O game de Spider Man 3 é um lixo velho e malcheiroso.
Piratas 3 é muito melhor. Joguei só umas horinhas, mas deu para ver que é coisa fina.
Piada sem graça? Spiderman 3 no PS2 é uma ofensa das piores, não é piada não…