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Arquivo de novembro, 2006

10/11/2006 - 13:20

A verdade 360

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Você, informado que é, já deve saber de tudo isso, mas vale a pena repetir.

- O Xbox 360 chega oficialmente ao Brasil no dia 1º de dezembro de 2006. Será vendido em lojas online (Submarino, Americanas.com) e offline (FNAC, FastShop, UZ Games, Blockbuster, Saraiva), entre outras.

- O preço não é barato – R$ 2.999,00; mas o pacote (exclusivo para o mercado nacional) acompanha três games. Project Gotham Racing 3, Perfect Dark Zero e Kameo: Elements of Power. Além disso, a embalagem traz um faceplate exclusivo (para mudar a aparência do console), um controle remoto universal e um joystick sem fio, além do HD de 20GB embutido. Em outras palavras, é o pacote premium com três jogos.

Durante a coletiva, questionei o porquê de se incluir 3 jogos num pacote com preço já elevado. Não seria melhor excluir os games da embalagem para tornar o console um pouquinho mais em conta? Uns R$ 2.500 seria um tanto melhor. Ou então, não daria para oferecer ao consumidor a opção de comprar o console sem jogo nenhum, pagando menos? Milton Beck, o dono da festa, respondeu bem: “Fizemos todos os estudos possíveis, e pode ter certeza que este é o melhor preço possível para o mercado nacional”.

Ok, minha conclusão é: o preço de R$ 2.999,00 é, realmente, o valor-limite para a Microsoft lançar o X360 aqui sem perder muito dinheiro e pagando toda aquela montanha de impostos (nada mudou neste aspecto, por enquanto). Então, para não assustar muito, fizeram o que? Negociaram com a matriz sobre a compra de jogos da “primeira geração” do console, a preço de banana. Incluir estes três jogos no pacote encarece em quase nada para a Microsoft, e soa como a desculpa perfeita para colocar o preço neste patamar. Ou seja, mesmo que eles tirassem os 3 jogos da embalagem, o preço sairia igual. No fim das contas, a Microsoft criou um bom negócio para o seu lado, e também para o consumidor que se interessar em comprar a máquina por aqui.

Vale lembrar que eles oferecem assistência técnica e garantia de um ano – somente para consoles comprados no Brasil. Hmm.

- A surpresa foi o preço dos jogos. Sabe-se lá como, a Microsoft conseguiu um patamar não menos que impressionante, dada a atual conjuntura do mercado. Um game lançamento como Gears of War sairá por R$ 159. Um game catálogo, como Dead or Alive 4, sai por R$ 99. Fazendo as contas “dólar-real”, dá praticamente na mesma comprar aqui ou nos EUA.

- Por volta de 20 jogos estarão disponíveis no lançamento, como Ninety-Nine Nights, Call of Duty 3, FIFA 07, Tony Hawk’s Project 8, Need for Speed Carbon, entre tantos outros. Os jogos produzidos por outras empresas, como a Electronic Arts, serão lançados pelas mesmas – tal qual já acontece lá fora. Ou seja, a Microsoft não irá centralizar os lançamentos para sua plataforma, deixando na mão das publisher o trabalho e a decisão de lançar seus games aqui. Não foi explicado como isso irá acontecer (faltou alguém da EA subir ao palco para explicar), mas fica claro que será assim: se uma empresa quiser lançar um jogo para 360 aqui, só depende dela mesma.

Conversando ontem com um executivo de uma das publishers no Brasil, escutei algo mais ou menos assim: “Vamos fazer umas contas, ver o que poderemos fazer a partir do ano que vem”. Hm. Promissor.

- Todos os manuais e embalagens virão em português. A outra surpresa da noite foi o anúncio de Viva Piñata totalmente na nossa língua. Bela iniciativa, que deve se estender a outros jogos nos quais nosso idioma é ainda mais necessário.

- Acessórios, montes deles. Caros, muito caros. R$ 219 por um joystick sem fio é too much. O joystick com fio é R$ 169, o cartucho de memória estará em R$ 149, e por aí vai.

Deve ter mais coisas, mas depois me lembro. A noite foi longa, com festa para algumas centenas de convidados (um monte de vips que estão sempre na TV, cantores, Vjs, atores de segunda) e TODOS os jornalistas especializados do país (ou 98%, pelo menos). Provavelmente, foi a mais cara festa do mercado de games brasileiro jamais produzida. Um evento digno do momento. Ninguém se assustou com o preço do console, já era mais do que esperado. O clima era de confraternização, porque, de alguma forma, parecia que algo começava a mudar, ali, naquele exato momento. Dá até para ter alguma esperança sobre esse negócio chamado videogame no Brasil, afinal.

Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
09/11/2006 - 18:59

Um dia qualquer?

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Rápido, rasteiro, correndo, saindo para o evento da Microsoft. O convite diz, em letras garrafais, verde cor de garrafa: Lançamento Oficial no Brasil – Xbox 360.

Coisa de gente fina. Presença de famosos (pior que é sério). E executivos da Microsoft lá de cima. E toda aquela pompa e circunstância de eventos internacionais. Tem até aquele climinha de E3 no ar, forçando um pouco a barra. Comentei com o Fabão e o Bueno que este é, provavelmente, o maior evento para imprensa na curta história do mercado nacional de games. Isso sim, não é exagero. O 360 será o primeiro console a ser lançado no Brasil desde 2001 (Gradiente e GameCube). Antes disso, só mesmo os consoles da Sega (pela Tec Toy) e da Nintendo (pela própria Gradiente, antes pela Playtronic). Quer dizer, é alguma coisa.

Em outras palavras, o que acontece hoje é, no mínimo, histórico.

Aliás, já estou atrasado. Vamos lá?

Depois, na volta, mais tarde, poderemos falar a respeito. Porque por enquanto, ninguém está mesmo podendo.

Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
08/11/2006 - 19:31

Sobre coisas pequenas

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Enquanto o mundo lá fora gira e pira pela nova geração, a gente aqui vai enxergando as coisas mais de pertinho. Uma coisa é falar do impacto causado por lançamentos gigantescos como o PS3, o Wii, Gears of War. Outro, é falar de micro-temas. Pensar globalmente é legal, mas o bacana é pensar pequeno de vez em quando.

Por exemplo, hoje li no UOL Jogos que a versão Game Boy Advance de Earthbound não será lançada no ocidente. Acho que eu sou uma das pouquíssimas pessoas deste país que realmente se importa com isso. Qualquer dia escreverei um post sobre o impacto que este game (a versão 2, para Super NES) teve em minha vida. Aliás, é algo relacionado ao clima de Earthbound que mais me faz falta nos jogos lançados atualmente. Sabe aquele algo a mais que leva você para dentro da história, aquela idéia que gera uma identificação imediata? Do tipo “este sou eu”?

Então. Não há muitos exemplos recentes – a maioria dos games atuais coloca o protagonista como um assassino, um extraterrestre, um caçador, um elfo, um craque de futebol, um ogro, uma criatura com poderes sobrehumanos. Eu não sou nada disso, logo, não me identifico. Em Earthbound, entre outras coisas, de certa forma, eu me sentia totalmente parte daquilo tudo.

Talvez eu fosse mais jovem e mais suscetível a emoções (era 1996, faça a conta). Talvez não. Vai saber. São tantos os detalhes e fatores que fazem de um jogo importante para alguém… eu diria que isto é algo indiscutível.

Tal qual aquela velha indagação: “videogames são arte, sim ou não?”. Detesto essa conversa, acho que gera muito pano pra manga, conversa de bar, que acaba não chegando a lugar nenhum. E você, acha o que?

E sim, isto é uma pesquisa de opinião.

***

Esse ataque estranho de nostalgia parece fora de propósito em uma semana como essa. Semana de PS3 no Japão; Gears of War e Guitar Hero II chegando (já tem gente até terminando, pode?); 10 dias para o Wii. E amanhã tem a festa de lançamento do Xbox 360 no Brasil, com todos os detalhes da chegada, preço, data, games etc. É mesmo hora de olhar para o futuro.

É claro que o futuro tem um preço e poucos podem pagar por ele, mas isso é mero detalhe.

***

Hoje tem Revista Rolling Stone no Combo Fala + Joga do canal Play TV, às 22h. O editor-chefe, Ricardo F. Cruz, bate um papo com a Luiza Gotschalk. Assista, depois me conte.

Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
07/11/2006 - 17:13

Festa estranha, gente esquisita

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Todo mundo sabe já que a E3, maior evento de games do mundo, irá mudar totalmente de cara no ano que vem. A idéia é que se torne algo menor, mais focado e acessível a menos pessoas. O motivo da mudança é justamente este: a festa estava grande demais. Muitos visitantes, muita barulheira, muitas filas, bagunça em excesso. O foco estava totalmente desviado. Ninguém mais conseguia prestar atenção no que havia realmente de importante. E as empresas pequenas, coitadas, ficavam obscurecidas diante do tamanho dos estandes das principais produtoras. Sabe o Kentia Hall? Ninguém passava por lá – estava todo mundo muito ocupado nos estandes da Sony, Nintendo, EA…

Pois então, as preces da maioria das empresa foram ouvidas, e a E3 virou festa chique – ou seja, é mais fácil ficar de fora do que conseguir entrar. A nova E3 se chamará E3 Media and Business Summit e acontecerá em Los Angeles, durante dois dias de julho de 2007. Só vai quem receber convite. A novidade divulgada esses dias é que os convites não partirão da organizadora, a Entertainment Software Association (ESA), e sim das empresas que fazem parte da associação (veja a lista aqui – Nintendo, Microsoft, EA, Sony estão entre elas). A ESA não controlará os convites: ela apenas receberá nomes das próprias empresas e usará isso como base para criar a lista definitiva de convidados.

Em outras palavras, as pessoas que quiserem receber convites para a nova E3 precisam ir atrás das produtoras de games e apresentar um bom motivo para isso. É claro que as vagas são limitadíssimas e devem ser, em sua maioria, reservadas aos membros da imprensa. E é claro que ser convidado não é garantia de chegar em Los Angeles, uma vez que os custos da viagem ainda devem ser arcados pelo próprio jornalista. O convite parece até mera formalidade, mas que deverá ser cobrada de todos, sem exceção. Ou seja, nem adianta ir para LA sem um convite, porque não vai adiantar muito.

E o que isso quer dizer, você pergunta?

Bagunça completa, sem dúvida. Já estou vendo muita gente se sentindo injustiçada… e muita saia justa entre as assessorias das empresas que estão no Brasil e os pobres membros da imprensa especializada.

Ninguém disse que seria fácil.

E saiba você que já tem uma empresa planejando uma “nova E3″, a qual, logicamente, não se chamará E3. O GamePro Expo será organizado pelo grupo de mídia IDG e deverá acontecer de 18 a 20 de outubro de 2007, em Los Angeles. O evento seria aprovado pela própria ESA, e, desta vez, seria aberto ao público, com previsão de 60 mil visitantes. O local? O mesmo L.A. Convention Center de todos os anos. Mais detalhes em breve, assim que os organizadores o divulgarem. Se terá o mesmo peso que a “E3 original”, ainda é difícil saber.

Enquanto isso, a nossa boa e velha EGS rolará mesmo somente em 2007, ainda no primeiro semestre. Detalhes também em breve.

***

Felizes dos norte-americanos que têm um Xbox 360 em casa. Hoje iniciaram-se as vendas do maravilhoso Gears of War; Maravilhoso sim, porque só elogio o que conheço, e tive o privilégio de jogá-lo em duas ocasiões este ano. Se há um game capaz de obscurecer o Wii, é este – mesmo porque, não há nada muito impressionante para se esperar do PS3 este ano.

Aliás, o PS3 sai neste sábado no Japão. Já encomendou o seu?

Sim, estou sendo irônico.

Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
06/11/2006 - 02:36

Entrevista da Semana: Marcus Henderson (Guitar Hero II)

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Continuando a série de entrevistas especiais às segundas-feiras, apresento aqui o papo cabeça com Marcus Henderson, o músico responsável por todos os sons de guitarra que você escuta nas músicas de Guitar Hero 2 (vai dizer que você não sabia que todas as músicas foram regravadas para o jogo?). Leia e entre no clima, já que o game acabou de ser lançado e é sensacional.

Lembro apenas que esta mesma entrevista, bastante editada, saiu na edição 1 da Rolling Stone. A seguir, a versão completa e sem cortes. Leia, comente.

Gamer.br: Pra começar, qual foi a música mais difícil de dominar? E qual foi a mais divertida de tocar? Por que?
Marcus Henderson: A mais divertida, provavelmente foi a “Laid to Rest”. Acho que conseguimos fisgar o estilo e o peso da original. Eu já curto o Lamb of God, então fiquei empolgadão quando soube que eles permitiram que colocássemos a música no jogo. Agora, a música mais difícil? Bem, vamos colocar desta forma… se “Hangar 18″ [Megadeth] existisse, eu saberia dizer o que eles fizeram nessa música… tentar inventar maneiras diversas de enfiar 11 solos em uma música de apenas 5 minutos. Obrigado, pessoal. Meu punho está ótimo. [risos]

O que é melhor? Tocar covers com seus amigos, do jeito que você quiser, ou tocar as músicas para o Guitar Hero II, exatamente da maneira que foram gravadas, nota por nota?
É mais intenso no Guitar Hero, porque você quer que tudo soe e pareça igualzinho. Mas como eu nunca toquei numa banda cover, tive a oportunidade de curtir as músicas como um fã, e ao mesmo tempo mergulhar nelas e recriá-las. Eu tenho a tendência de analisar as coisas repetidamente, então a coisa funcionou bem dos dois jeitos. Ao mesmo tempo que preciso aprender a tocar algumas das minhas músicas favoritas em todos os tempos, preciso dissecá-las e deixar de lado qualquer reações emocional que eu tenha em relação a elas. Isso faz eu apreciar o trabalho dos mestres de maneiras diferentes.

Você acha que outros guitarristas tem ciúmes porque você tem o trampo mais legal do mundo?
Nem. Todo mundo tem me apoiado de maneira inacreditável por diversas razões, e eu me sinto bem em fazer isso pelos fãs de Guitar Hero. Pra mim, é uma verdadeira honra trabalhar nisso após 20 anos de turnês e shows dignos de um Spinal Tap… acho que todo guitarrista conseguirá se identificar com o trabalho que fizemos no jogo. É até insano pensar que tanta gente está tocando diariamente em cima dos meus riffs… Eu não poderia ficar mais feliz de ter participado disso!

Cite seus cinco heróis da guitarra em todos os tempos.
Bem, vamos lá.

1. Randy Rhoads. Eu comecei a levar guitarra a sério após escutar o solo de “Suicide Solution” no disco Tribute do Ozzy. Ele ainda me assombra até hoje.
2. Stephen Egerton. O guitarrista do Descendents, que teve a manha de ser um puta guitarrista em uma banda de punk rock. Foi o primeiro cara que ouvi tocar acordes de sétima maior em uma música punk e criou um novo estilo só dele.
3. Ty Tabor. O timbre de guitarra mais arrepiante que me lembra exatamente onde eu estava, quem eu era quando eu ouvi o King’s X pela primeira vez.
4. Dimebag Darrell. O Hendrix da minha geração. Ele influenciou milhões de guitarristas e me fez continuar a fazer solos mesmo nos anos 90, quando eles haviam sido quase abolidos das músicas.
5. Jimi Hendrix. Ele morreu no ano em que nasci. A guitarra como a conhecemos não existiria sem ele.

E quais são suas músicas e solos favoritos para tocar junto?
Às vezes, eu curto colocar “Cliffs of Dover” do Eric Johnson só para tocar junto. Eu li em algum lugar há um tempo que o [ex-guitarrista do Danzig] John Christ usa essa música para aquecer antes dos shows. Sempre fiquei imaginando o que o Glenn Danzig pensava antes de subir nos palcos após ouvir essa música toda noite… [risos] Eu também me divirto tocando com os CDs do Jeff Beck de vez em quando, mas ainda consigo tocar o disco The Game do Queen inteirinho, nota por nota. E também curto um pouco de Albert Lee, para manter minhas raízes caipiras acesas….

Notas relacionadas:

  1. Entrevista da Semana: John Tam (Guitar Hero II)
  2. Entrevista da Semana: Luis Pazos Paredes (Microsoft)
  3. Entrevista da Semana: Tommy Tallarico (Video Games Live)
Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
03/11/2006 - 11:07

Grandes Expectativas

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Semaninha agitada essa. Tanto que mal consegui atualizar este veículo “diário” de informação.
Uma pilha de jogos acumula-se em minha mesa – todos ainda fechados com a embalagem plástica, aguardando um momento de paz e tranqüilidade que não deve vir tão cedo. Bully, GTA: Vice City Stories, Caesar IV, Scarface, Flight Simulator X, Battlefield 2142, The Sims 2: Bichos de Estimação… ainda bem que a nova geração ainda não chegou.
Ainda, porque parece que ela vem mesmo. A Microsoft marcou para a semana que vem, dia 9, um evento onde deverá contar tudo sobre sua estratégia para lançar o Xbox 360 no Brasil. Nem dá para acreditar, mas está acontecendo.
Enquanto isso, nintendistas e não-nintendistas revoltam-se com o suposto “preço sugerido” do Wii, divulgado em uma notícia do site do Game TV: R$ 2.399,00, preço confirmado pelo pessoal da Latamel. Prefiro não comentar ainda o valor (um tanto absurdo) enquanto eu não tiver um retorno do pessoal da Nintendo of America sobre o tema. Agora, se vier a se confirmar o valor, é lamentável – mas seria ingenuidade de nossoa parte imaginar que o preço seria o resultado de uma mera conversão (US$ 249 X R$ 2,15 + um lucrinho pequeno). É triste, mas videogame no Brasil é brinquedo caro mesmo.
E o PlayStation 3? Se alguma peça conseguir chegar aos Standcenters da vida, por quanto não sairia? Eu chuto R$ 7.000,00, sem exagerar. E acredite, vai ter muita gente comprando…
Se é que serve de consolo(e), pelo menos ainda dá para aproveitar um pouco da atual geração. Guitar Hero 2 sai oficialmente na semana que vem. E tem o Bully, que se não é um verdadeiro GTA, deve consumir tanto tempo quanto.
***
…apesar de que estamos no meio de um feriadão prolongado. Vá para a praia, ao boteco, não fique jogando nem pense no assunto.

Autor: Pablo Miyazawa - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
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