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28/11/2006 - 14:35

Hands on (”Mãos ligadas”)

Semaninha agitada essa passada.

Joysticks de PlayStation 3 e Wii passeram pelas mesmas mãos que escrevem este blog. E pode parecer desprezo (longe disso), mas não fiquei lá muito empolgado.

É claro que não tive tanto tempo para me dedicar quanto desejava. Se joguei duas horas de PS3, foi muito. Já o Wii eu pude explorar mais, mas não muito mais. É essa maldita rotina corrida que não nos permite a plena dedicação às boas coisas da vida…

A idéia não é fazer review (este espaço virtual não serve para isso), mas faço um breve resumo opinativo do que joguei. Repito, isto não é review nem opinião definitiva – tudo pode mudar à medida em que eu tiver mais contato com as novas plataformas.
E agradeço muito aos amigos da Editora Europa e da Futuro Comunicação, por darem acesso à informação a este pobre blogueiro sem-console.

Primeiro, o PlayStation 3:

O melhor do PlayStation 3, até agora:
Os games que ainda não foram lançados. Não é brincadeira. Me diverti mais com os demos embutidos no console, como MotorStorm e F1 2007. Mas ainda assim, não foi muito – o upgrade visual engana bem, mas não foi suficiente para cegar minha primeira impressão.

O que precisa melhorar no PlayStation 3:
A sensibilidade aos movimentos do joystick SIXAXIS. Jogar MotorStorm com esta opção ligada é um exercício de paciência, uma dificuldade imensurável para iniciantes. Passei vergonha na frente da “platéia”. É sensível sim – e até demais.

A decepção do PlayStation 3:
De cara, foi Resistence: Fall of Men. Em certos momentos, tive a impressão de estar jogando um game de PS2. Feio e limitado, não passa de um jogo de tiro sem muita inspiração. Deve ficar bem melhor nas fases avançadas, mas a impressão inicial foi frustrante.

Agora, para nintendista nenhum ficar chateado… Wii:

O melhor do Wii, até agora:
O esquema de criação dos Miis. É diversão para toda a família, e a grande jogada da Nintendo com seu novo console. Personalizar usuários é um charme adicional que já se faz obrigatório em qualquer outro lançamento vindouro.

O que pode melhorar no Wii:
Os jogos, de um modo geral. Início de plataforma é assim mesmo, pouca coisa se salva. Os minigames do Wii Sports são ótimos, mas são, como acabei de dizer, “mini”: de curta duração, enjoam rápido. Trauma Center é ótimo, me disseram. E Zelda é Zelda, não tem como errar muito. E por enquanto é só.

A decepção do Wii:
As características “sensíveis” do Wiimote ainda precisam ser aprimoradas. Nada de muito grave, mas que fariam diferença. Por exemplo, em Zelda, gostaria de movimentar o joystick para a esquerda e dar uma espadada para o lado esquerdo. Movimentar para a direita e dar um golpe para o lado direito… e por aí vai. É pedir demais?

E leiam direito: relembro que estas são as opiniões de quem não jogou o bastante, e pretende jogar muito mais nas próximas semanas, meses, anos.

E que chovam pedras neste blog.

Autor: pablo - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:

22 comentários para “Hands on (”Mãos ligadas”)”

  1. Douglas Vieira disse:

    E dá-lhe o Sr. Pablo com informações sempre concretas!
    Eu tive a oportunidade de jogar o Wii Sports e o Zelda. O primeiro é bem interessante, e serve como ótimo passatempo demonstrativo do poder de captação de movimentos do controle do Wii (tudo bem que muitas vezes ele não corresponde ao desejado, mas…). Já o Zelda, mesmo sem essa opção, traz gráficos surpreendentes. E Zelda é Zelda!
    Já o PS3 ainda não pude testar… mas aparentemente, coisas boas virão por aí, como F.E.A.R. e Fatal Inertia. É aguardar pra ver.
    Meu palpite sobre a guerra Wii X PS3? Provavelmente, o PS3 irá continuar a sua empreitada de trazer gráficos agradáveis aos olhos dos jogadores, enquanto o Wii prezará pela inovação.
    Se eu fosse escolher um pra ter na minha sala, sem sombra de dúvidas seria um Wii.

  2. gabriel disse:

    todos os pablos que eu conheço são viados

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