Coisas que são mais fáceis de se fazer na vida real do que nos games
Aí você está jogando um “Doom” feliz da vida quando encontra uma mureta na sua frente, você logo pensa: “ok, só pular isso e…”, nada. Não dá para pular a mureta, não dá para abrir a maldita porta não importa quantas granadas você jogue nelas e tampouco é possível atravessar uma parede de arbustos. Maldita vida virtual. Você também se irrita? Então confira a lista e, se lembrar de algo, deixe um comentário:
- Pular pedras de meio metro de altura
Ok, ok, nós sabemos que ainda não existe uma forma de fazer um jogo tecnicamente infinito como o nosso, onde (tecnicamente) podemos ir para qualquer lugar, mas colocar uma maldita pedra de 35 cm como um obstáculo é uma ofensa a qualquer mente pensante.
- Abrir portas sem a maldita chave, mesmo que você destrua o prédio no qual ela está
Certo, toda aventura depende de você encontrar uma chave para abrir aquela porta de madeira já meio quebrada e que você até consegue olhar o outro lado pelos buracos dela. Mas se isso é a aventura NÃO ME DÊ UM MALDITO LANÇADOR-DE-MÍSSEIS porque eu vou gastar toda a munição tentando derrubar aquela Porta-Deus.
- Se arrastar por baixo de uma cerca, ou pular uma
Novamente os designers colocando os limites de uma fase de maneira esdrúxula. Certo, eu tenho que dar uma volta imensa para sair do outro lado de uma parede, ou cerca, ENTÃO NÃO FAÇA ELA TÃO BAIXA OU COM BURACOS POR BAIXO, porque eu vou passar dias tentando pular ou me arrastar!
- Encontrar munição de Magnum (se você jogou “Resident Evil 5″ sabe do que estou falando)
Tudo bem, tudo bem. Você está em uma África sitiada por zumbis, mas caceta! Ainda é a África! Uma zona de conflitos constantes, guerras civis em geral, milícias, enfim, arma é que não pode faltar no lugar então, porque raios, não me deixa achar munição?! Isso vale para qualquer outro jogo que teima em colocar você em uma zona de conflito e com poucas balas.
- Não ser protagonista de uma história
Eu não sei vocês, mas são poucas histórias nas quais eu sou o personagem principal. Já nos games você SEMPRE é o personagem principal, e se não é logo de cara, irá se tornar no final, quando salvar o mundo.
- Piscar os olhos (“Alone in the Dark”)
Começo de “Alone in the Dark”, seu personagem acaba de acordar e na tela escura aparece “Aperte RT para piscar”. Oi? Piscar? Como assim eu tenho que apertar um botão para poder piscar? Espera, eu vou ter que fazer isso para o resto de minhas funções corporais? RT para piscar, LT para usar o pulmão esquerdo, X para o coração bater, Y para o lobo frontal funcionar, A para o fígado, B para o intestino delgado?
- Matar inimigos
Vocês assistem noticiários e sabem muito bem que um tiro já é suficiente para, no mínimo, incapacitar qualquer pessoa. Mas não, nos games você gasta cinco pentes de M41 e mais duas granadas para tirar metade da “vida” do chefão, seja lá o que isso quer dizer.
- Olhar para seus pés (a não ser que você seja um gorducho)
Pegue praticamente qualquer jogo em primeira pessoa. Ok. Agora tente achar seus pés. ELES NÃO EXISTEM! Você é perneta, não foi avisado disso e ainda flutua, algo que você também não sabia.
- Administrar um inventário (ou seus bolsos e mochila)
Tudo bem, os inventários nos games te deixam ver claramente cada objeto, mas caceta! Como que na minha mochila não cabe mais uma chave?! Não dá nem para colocar ela no cinto da minha calça só para eu não ter que jogar fora um kit de primeiros-socorros? Se bem que no completo oposto disso temos o Solid Snake que tem os bolsos que fazem a sacola do gato Felix parecer um porta-moedas.
- Respirar
Você consegue fazer seu personagem respirar em um jogo? Não importa quantos botões aperte. Pois é, nem eu.
- Nadar
Seu personagem anda de bicicleta, pula do 4º andar de um prédio, é atirador profissional, assassino treinado e piloto de fuga, mas basta você jogar ele numa poça d’água de um metro de profundidade que o corno se afoga? Daí que vem o ditado: “água acima do umbigo, sinal de perigo”.
- Intimidar
Você tem um arsenal que vai desde facas de caça até metralhadoras anti-aéreas, mas nada disso importa com o maldito informante que tem os arquivos que você precisa para acabar a missão. Ele ri de suas pistolas e acha você uma criancinha que não sabe usar nada disso. Agora, na vida real, chegue com uma Colt .45 em um vendedor qualquer que ele vai confessar até
Notas relacionadas:
- Mimimi: Entre reclamações e zumbis
- “Resident Evil 5”: Quase… quase o jogo do ano
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