Resident Evil 5 | GameOver
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01/09/2009 - 17:43

Coisas que são mais fáceis de se fazer na vida real do que nos games

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Aí você está jogando um “Doom” feliz da vida quando encontra uma mureta na sua frente, você logo pensa: “ok, só pular isso e…”, nada. Não dá para pular a mureta, não dá para abrir a maldita porta não importa quantas granadas você jogue nelas e tampouco é possível atravessar uma parede de arbustos. Maldita vida virtual. Você também se irrita? Então confira a lista e, se lembrar de algo, deixe um comentário:

- Pular pedras de meio metro de altura
Ok, ok, nós sabemos que ainda não existe uma forma de fazer um jogo tecnicamente infinito como o nosso, onde (tecnicamente) podemos ir para qualquer lugar, mas colocar uma maldita pedra de 35 cm como um obstáculo é uma ofensa a qualquer mente pensante.

- Abrir portas sem a maldita chave, mesmo que você destrua o prédio no qual ela está
Certo, toda aventura depende de você encontrar uma chave para abrir aquela porta de madeira já meio quebrada e que você até consegue olhar o outro lado pelos buracos dela. Mas se isso é a aventura NÃO ME DÊ UM MALDITO LANÇADOR-DE-MÍSSEIS porque eu vou gastar toda a munição tentando derrubar aquela Porta-Deus.

- Se arrastar por baixo de uma cerca, ou pular uma
Novamente os designers colocando os limites de uma fase de maneira esdrúxula. Certo, eu tenho que dar uma volta imensa para sair do outro lado de uma parede, ou cerca, ENTÃO NÃO FAÇA ELA TÃO BAIXA OU COM BURACOS POR BAIXO, porque eu vou passar dias tentando pular ou me arrastar!

- Encontrar munição de Magnum (se você jogou “Resident Evil 5″ sabe do que estou falando)
Tudo bem, tudo bem. Você está em uma África sitiada por zumbis, mas caceta! Ainda é a África! Uma zona de conflitos constantes, guerras civis em geral, milícias, enfim, arma é que não pode faltar no lugar então, porque raios, não me deixa achar munição?! Isso vale para qualquer outro jogo que teima em colocar você em uma zona de conflito e com poucas balas.

- Não ser protagonista de uma história
Eu não sei vocês, mas são poucas histórias nas quais eu sou o personagem principal. Já nos games você SEMPRE é o personagem principal, e se não é logo de cara, irá se tornar no final, quando salvar o mundo.

- Piscar os olhos (“Alone in the Dark”)
Começo de “Alone in the Dark”, seu personagem acaba de acordar e na tela escura aparece “Aperte RT para piscar”. Oi? Piscar? Como assim eu tenho que apertar um botão para poder piscar? Espera, eu vou ter que fazer isso para o resto de minhas funções corporais? RT para piscar, LT para usar o pulmão esquerdo, X para o coração bater, Y para o lobo frontal funcionar, A para o fígado, B para o intestino delgado?

- Matar inimigos
Vocês assistem noticiários e sabem muito bem que um tiro já é suficiente para, no mínimo, incapacitar qualquer pessoa. Mas não, nos games você gasta cinco pentes de M41 e mais duas granadas para tirar metade da “vida” do chefão, seja lá o que isso quer dizer.

- Olhar para seus pés (a não ser que você seja um gorducho)
Pegue praticamente qualquer jogo em primeira pessoa. Ok. Agora tente achar seus pés. ELES NÃO EXISTEM! Você é perneta, não foi avisado disso e ainda flutua, algo que você também não sabia.

- Administrar um inventário (ou seus bolsos e mochila)
Tudo bem, os inventários nos games te deixam ver claramente cada objeto, mas caceta! Como que na minha mochila não cabe mais uma chave?! Não dá nem para colocar ela no cinto da minha calça só para eu não ter que jogar fora um kit de primeiros-socorros? Se bem que no completo oposto disso temos o Solid Snake que tem os bolsos que fazem a sacola do gato Felix parecer um porta-moedas.

- Respirar
Você consegue fazer seu personagem respirar em um jogo? Não importa quantos botões aperte. Pois é, nem eu.

- Nadar
Seu personagem anda de bicicleta, pula do 4º andar de um prédio, é atirador profissional, assassino treinado e piloto de fuga, mas basta você jogar ele numa poça d’água de um metro de profundidade que o corno se afoga? Daí que vem o ditado: “água acima do umbigo, sinal de perigo”.

- Intimidar
Você tem um arsenal que vai desde facas de caça até metralhadoras anti-aéreas, mas nada disso importa com o maldito informante que tem os arquivos que você precisa para acabar a missão. Ele ri de suas pistolas e acha você uma criancinha que não sabe usar nada disso. Agora, na vida real, chegue com uma Colt .45 em um vendedor qualquer que ele vai confessar até

Notas relacionadas:

  1. Mimimi: Entre reclamações e zumbis
  2. “Resident Evil 5”: Quase… quase o jogo do ano
  3. Sobre aquela moça que adora colocar gatinhos na boca
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Opinião Tags: , , ,
19/03/2009 - 18:50

Sobre aquela moça que adora colocar gatinhos na boca

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Olha, por mais que ultimamente eu tenha sido um tanto engajado, na realidade eu sou sem-noção. É verdade! Só ler uns posts antigos meus. Mas esse problema com o professor Setzer tem me tirado do caminho da “luz”. Voltemos a ele com a notícia da senhorita Shoko Nakagawa ter comprado um videogame. Mais exatamente um Xbox 360.

E você deve se perguntar: “Ok, e o que isso tem de relevante?”. Lhe respondo, pequeno gafanhoto: Primeiramente, Shoko é uma japa gata; além de ser gata, ela tem uma estranha mania de colocar gatinhos na boca; e o último motivo é… hm… Eu aceito qualquer desculpa esculachada para colocar fotos de mulheres lindas no GameOver.

O pessoal do Kotaku e do Destructoid já estão tentando adicioná-la na lista de amigos da Xbox Live. Eu também tentei, mas não tive êxito. Isso só porque eu queria jogar umas partidas de “Resident Evil 5” com ela (informações confirmam que “RE5” foi o primeiro jogo que ela comprou).. Alguns mais ousados pretendem dar um pulo no Japão para conhecê-la pessoalmente, eu estou tranquilo, prefiro não morrer sufocado pela minha namorada.

Ok… Esse post ficou mais non-sense do que eu imaginei…

Notas relacionadas:

  1. “Resident Evil 5”: Quase… quase o jogo do ano
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não) Tags: , , , ,
17/03/2009 - 19:24

“Resident Evil 5”: Quase… quase o jogo do ano

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Como eu anunciei ontem aqui, “Resident Evil 5” chegou na redação para testarmos e lá fui eu. Tudo o que eu queria era uma boa e velha carnificina, atirar primeiro e nunca perguntar, estraçalhar cada cabeça semi-morta que encontrasse pela frente – se matasse alguns inocentes na jornada também… aceitável. Mas lá vou eu cair em outra polêmica: o dito racismo de “Resident Evil 5”.


Isso, definitivamente, é uma conjuntivite da brava, meu filho!

Ok, ok, senhores politicamente corretos. O game acontece na África. A maior parte do tempo você passa abrindo o seu caminho entre hordas zumbis africanas. O cenário é baseado em vilarejos africanos. Um dos personagens principais é um típico “Capitão América” branquelo, o Chris “Bomberman” Redfield. Tudo isso é fato, e, assim como Jim Sterling do Destructoid, eu achei “RE5” tão não-racista! Acho difícil ficar prestando atenção nesse tipo de questão superficial (hey! No jogo eu estou lutando pela minha vida, todo o resto é superficial sim!). Isso sem falar nas diversas vezes que os africanos, tadinhos, viravam monstros diretamente saídos dos piores pesadelos de H.P. Lovecraft, descarecterizando completamente a questão racial.

A mídia não-especializada vai encher o saco? Opa se vai! Até alguns da especializada vão ficar de “mimimi” com o game. Mas fica meio difícil você enxergar além do racismo se tudo o que você quer ver é o racismo.

Tirando toda essa babaquice, “Resident Evil 5” é um ótimo jogo! Muito bom mesmo! Mas possui um GRANDE defeito. Imagine a seguinte cena: lá está você, andando serelepe entre barracos de uma vila africana qualquer e então, mais que de repente, zumbis começam a, literalmente, brotar do chão. Pulam grandes, caem do teto e outros parecem cagar não ligar para as leis da física e simplesmente aparecem. Enfim, como qualquer ser pensante armado, seu instinto é empunhar sua arma (não importa qual ela seja) e sair correndo para algum lugar mais protegido enquanto atira. Ok, lá vamos nós, a horda aparece, eu seguro o LT (estou com a versão de Xbox 360) para empunhar a arma, aperto o A (para correr) e mexo no analógico esquerdo para definir a direção e… Pera, o que aconteceu? SOLDARAM AS MINHAS MALDITAS PERNAS NO CHÃO ASSIM QUE PUXEI A ARMA! Exato, você NÃO PODE correr e atirar ao mesmo tempo e isso vale para facas, ou seja, se você quiser fatiar algum espertinho, puxe o facão e espere pela bondade do inimigo para se aproximar o suficiente…


Pssst! Psst! Vem, zumbi! Veeem, zumbi fofo!!

Tirando isso, o jogo é ótimo, como já falei antes. Além do “boob locator“, tem até zumbis pilotando motos (no mesmo nível do Evil Knievel!)O modo cooperativo online é muito divertido… Bom, é para mim, agora para um tal de Mitchel23 que jogou comigo, não deve ter sido muito, afinal, morrer duas vezes com um raio solar que EU refleti nele com um cristal não é o que eu chamaria de diversão… Mal ae, champz!


Contemplem o Evil Zombie! Muahaha!

Notas relacionadas:

  1. Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA
  2. Liberado vídeo de comparação entre versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de “Resident Evil 5″
  3. “Resident Evil 5” e o ápice da criação humana: o localizador de peitos
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, games Tags: , , ,
16/03/2009 - 19:26

Mimimi: Entre reclamações e zumbis

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Hoje foi um dia corrido. Gravar Arena News, editar o Arena Turbo, receber o “Resident Evil 5” para análise e moderar os comentários do GameOver.

De qualquer forma, arranjei um tempo para fazer algo que deveria ter realizado semana passada, logo após publicar o post: mandar um e-mail para o professor Valdemar Setzer, afinal, o homem precisa se defender de minhas acusações, oras!

Bom, para registrar formalmente, segue o e-mail que enviei a Setzer:

Caro Valdemar Setzer,

Meu nome é Caio Teixeira. Sou jornalista especializado na área de Games do portal iG. Envio este e-mail para lhe indicar a leitura de um post meu a respeito do assassino alemão e a entrevista que o senhor participou na rádio CBN.

Entendo a posição do senhor, mas quero que saiba que sem provas de que games são nocivos a saúde, seus argumentos são inválidos. Como doutor e professor da Universidade de São Paulo, com dezenas de artigos escritos, alguns livros publicados e uma boa divulgação na mídia, a sua entrevista para a CBN foi triste. Imagino, sim, que o senhor possa apresentar alguns dados (que eu veementemente contestarei) científicos corroborando sua tese de “Deixe as crianças serem infantis: não lhes permita o acesso a TV, jogos eletrônicos e computadores/Internet”, encontrada em sua página do IME… Espere um segundo… É impressão minha ou o senhor grita contra o acesso à internet e você mesmo possui um sítio online? Estranho… estranho.

Voltando ao assunto dos games: gostaria muito que o senhor enviasse tais estudos comprovando como games são piores do que má educação e má criação. Gostaria de ver os números mostrando que jogos eletrônicos são piores que o meio social no qual as crianças/adolescentes estão inseridos. Aliás, se possível, mostre-me também alguns dados sobre como a Primeira, a Segunda Guerra e o Vietnã (apenas alguns exemplos, mas posso continuar a citar atrocidades desde o início das aglomerações minimamente organizadas de seres humanos) foram influenciados pelos “malditos” jogos eletrônicos.

Aliás, se é para generalizarmos, o que acha da relação entre pão e assassinos? Alguns dados apontam que a esmagadora maioria de matadores que já existiram no mundo comiam pão e, por incrível que pareça, o faziam até 24 horas antes de perpetuarem seus atos.

Leia meu post (se isso não for completamente contra a sua religião), leia os comentários nele e depois faça uma reflexão sobre suas próprias palavras. Não é só porque o senhor possui alguns diplomas, está em uma universidade de renome e conseguiu um lugar na mídia que suas palavras são lei. Eu vivo e amo o que faço: games. Sua entrevista foi, no mínimo – citando meu próprio blog -, “obscena”. Sem dados, sem provas, sem base, sem estrutura e sem lógica.

Abro um espaço em meu blog para que o senhor, caro Valdemar Setzer, defenda-se da minha acusação. Sua resposta será totalmente transcrita e devidamente destacada. Gostaria muito de um debate inteligente com vossa senhoria, e não apenas um apanhado de “achismos” proferidos para a massa que não pensa, só engole. Isso é fácil e qualquer um pode fazer.

Grato,

Caio Teixeira

Para minha infelicidade, alguns segundos após enviar, recebi uma resposta automática:

Desculpe, estarei sem conexão com a Internet até 3/4/09.

I’m sorry, I’ll have no access to the Internet until April 3, 2009.

Es tut mir Leid: bis April 3, 2009 werde ich keine Verbindung zum
Internet haben.

V.W.Setzer

Chique o moço, não? Bom, enquanto esperamos a resposta do professor. O que acham de discutirmos sobre a titia Globo (será que eu não posso criticar ela? Ah, agora já foi!) jogando a culpa do monstro que derrubou o avião com a filha em Goiás, na semana passada, em cima do “Flight Simulator” (eu não achei essa maldita citação em nenhuma matéria do caso no G1, mas tenho certeza que ela foi feita no Jornal da Globo do dia 13)? Eu acho que eu só não tive uma síncope, nem um AVC, devido aos remédios que tenho tomado para curar uma inflamação na garganta…

Caros leitores, não entrarei novamente em um turbilhão de ódio e repulsa a tal afirmação por dois motivos: 1º: puta assunto chato de ficar batendo, não tenho paciência para isso; 2º: eu considero a Globo como aquela tia velha, chata de doer, que está em todas as festas familiares. Ela é tão velha e tão chata que todo mundo deixa ela falar, nem que seja sozinha, só para não ter que ficar olhando para a cara feia dela, mas às vezes a tia chata dá um “tapa na pantera” só para descontrair e fala coisas engraçadinhas como, sei lá, Xuxa e Sasha (ou seria Sussa e Xaxa? Sempre confundo), Didi apresentando programas (ele não saberia o que é uma piada nem se ela estripasse a família inteira dele enquanto ele olhasse) e Luciano Huck tentando imitar, na cara dura, programas da People & Arts.

… Ou eu não vou debater sobre Globo porque o que eu quero mesmo é testar logo o “Resident Evil 5”? Dúvida cruel…

Notas relacionadas:

  1. Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA
  2. Liberado vídeo de comparação entre versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de “Resident Evil 5″
  3. Tava demorando: Imprensa afirma que assassino alemão era jogador de “Counter-Strike”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, games, video Tags: , ,
10/02/2009 - 18:05

“Resident Evil 5” e o ápice da criação humana: o localizador de peitos

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Quantas sequências de “Resident Evil” já foram feitas? Oito? Dezessete? Quarenta e duas? Não importa! O que importa é que “Resident Evil 5” conseguiu fazer a inovação que nenhum outro game da série chegou a arranhar anteriormente… Pera, da série? NADA. Nenhuma mídia do MUNDO, chegou tão perto da graça divina quanto “Resident Evil 5” e sua novidade! Apresento-lhes o “boob locator (localizador de peitos)”.

Sério, você consegue entender completamente a aplicação desta ferramenta? Dane-se o “Resident Evil 5”! A Capcom superou qualquer outra criação humana (inclusive o zíper) ao inventar o “boob locator”. Zumbis? Tiroteio? Sua vida em jogo? Humanidade na beira da extinção? NÃO IMPORTA! Nada importa com o localizador de peitos! É só você segurar o RT/R2 e lá estão eles, firmes. Sheva, a portadora de tais maravilhas, até se posiciona de maneira favorável para você conferi-los em toda sua magnificência.

Eu estou sem ar. Simplesmente não consigo parar de clicar no “play” do vídeo acima e escutar as trombetas angelicais indicando o ápice da criação humana.

Essa notícia estará marcada para sempre. A vida perdeu seu sentido total, nada mais é novidade ou importante. Tudo se rebaixa à insignificância ao se comparar ao “boob locator”. Vou pular da janela da redação para ver se sinto mais alguma emoção…


..
.

Não. Não sinto mais nada.

*Dica do blog Continue

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  1. Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA
  2. Liberado vídeo de comparação entre versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de “Resident Evil 5″
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Teorias, Trailer, games Tags: , , , ,
04/02/2009 - 16:54

Liberado vídeo de comparação entre versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de “Resident Evil 5″

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O Destructoid é um ótimo site de games. Ninguém dúvida disso (hm…pelo menos ninguém nesta platéia mostrou alguma reação). Então, quando o site exterioriza sua opinião sobre um game, ela é altamente confiável e imparcial. Não é diferente com o vídeo de comparação entre a versão para Xbox 360 e a do PlayStation 3 de “Resident Evil 5“.

Vídeo em inglês. Quem mandou você dormir na aula…

Muitos podem achar que “Resident Evil 5″ não muda nada entre as plataformas, mas é só acompanhar atentamente o vídeo do Destructoid para ver que a versão para PlayStation 3 está (como já era o esperado) delicadamente melhor.

Agora é esperar que a Capcom dê seu parecer, mas acho difícil ela conseguir se explicar para os donos de Xbox 360 (agora é a hora que alguém do fundão da classe grita um “Iééééé!”, seguido de “Vish!” que antecede o misericordioso “… Que? A mãe dele o que? NOOOOSSSS”).

Notas relacionadas:

  1. Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Opinião, Trailer, games Tags: , , , , ,
30/01/2009 - 13:37

Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA

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Eu falo, falo e falo, mas ninguém escuta. Todo mundo acha que eu estou brincando, ou que simplesmente estou louco, quando afirmo que é questão de tempo para que uma horda de zumbis domine a Terra. A prova cabal que mostra que estou certo em minhas previsões foi noticiada pelo Gizmodo: o site afirmou que placas de sinalização eletrônica foram hackeadas para exibir mensagens de alerta “engraçadas”, mas eu tenho certeza de que os avisos são reais!

E você achando que games como “Left 4 Dead” e o novo “Resident Evil 5” estão apenas se fazendo de engraçadinhos… Que nada! Eles estão nos treinando, tentando nos avisar do perigo eminente que nos assombra em cada tumba, em cada cemitério!

Minha própria família já sofreu com os malditos mortos-vivos. Minha tia avó Noraide era um desses não-vivos que vagava pelas ruas de São Paulo em busca de cérebros, mas NÃÃÃO, o Caio é maluco e só fala besteira! A sorte é que devido sua cegueira e lerdeza, própria dos zumbis, ela não conseguia se alimentar. Com isso titia acabou entrando em um estado de hibernação (meus parentes falam que ela morreu, mas eu não acredito) e foi enterrada.


Esse foi o primeiro kit de segurança que comprei para meu apartamento

É por essas e outras que já li o “The Zombie Survival Guide” e “World War Z”, do Max Brooks. Conclamo a todos: se virem alguém com um andar cambaleante vindo em sua direção, atire primeiro e pense depois! Esse ser não é mais seu vovô, agora é um dos que “levantaram”!


E você achando que estava seguro enquanto seu avô cantava “balança caixão”…

Notas relacionadas:

  1. Garotas gostosas odeiam zumbis
  2. Mais um sociopata é colocado no hall de gamers
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Opinião, Teorias Tags: , , , , , ,
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