Left 4 Dead | GameOver
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06/05/2009 - 18:58

Carajo List: Top 10 FPSs

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Calma, eu explico. Meu apelido é Caio Carajo, logo, essa lista de Top 10 First-Person Shooters é completamente feita por mim e ninguém tasca. Nela estão os jogos que eu mais gostei, gosto e gostarei. Sou extremamente viciado no gênero e não vejo por que não fazer minha própria lista. Então é isso, “fogo no buraco!”:

10 – “BioShock”

Lembro exatamente da primeira vez que joguei “BioShock”, era o meu primeiro mês no Arena Turbo, meu primeiro mês trabalhando com games em tempo integral, então chega o demo tão esperado. Eu parecia uma criança descontrolada, enchendo o saco de todos na redação e quando a barra de instalação acabou, lembro do mundo parar enquanto eu assistia ao trailer de abertura. Meus olhos brilhavam enquanto a máquina de testes da redação (um QuadCore, com duas GeForce 9800 GT funcionando em SLI, ele só não faz café) brilhava com os tiros, Big Daddys e minhas plasmids. Foi emocionante…

9 – “Killzone 2”

Com esse título eu não posso ir muito longe. Por alguma razão, os deuses do FPS não me concederam a honra de jogá-lo, mas por tudo que já vi, escutei e li, tenho certeza que “Killzone 2” acabaria com minha vida social por alguns dias.

8 – “F.E.A.R.”

Eu nunca vou esquecer de uma cena fatídica: acabo de sair de uma batalha gigante contra dezenas de soldados da Armachan e corro por uma plataforma procurando energia. No final desta plataforma encontro uma escada para descer ao nível inferior, quando aperto “E” para meu personagem descer, a câmera focaliza o chão até eu me apoiar na escada, virar de costas e começar a descer, o problema é que nesse momento – quando começo a descer a escada – o espírito/projeção astral do vilão Paxton Fettel está logo acima, olhando para mim. Tenho certeza absoluta que meu coração parou por alguns segundos enquanto eu berrava loucamente no meu quarto. Minha família odeia o “F.E.A.R.”

7 – “Half-Life 2”

Uma das minhas melhores compras “gamísticas” de todos os tempos, com certeza, foi o “The Orange Box”, só perdendo para meu antigo GameShark. “Half-Life 2” é um dos games do pacote da Valve e uma série que eu tinha em baixa-estima por algum motivo estranho, mas quando assumi o papel de Gordon Freeman novamente, foi simplesmente incrível. Fiquei embasbacado como a Valve conseguiu misturar ficção-cientifica, momentos extremamente dramáticos (vide o final do game) e terror barra-pesada quando os ETs transformam seus hospedeiros em zumbis. Eu nem vou entrar no mérito de diversão que a arma de gravidade proporciona. Já fiquei horas brincando com barris.

6 – “GoldenEye 007”

Quando descobri “GoldenEye 007” eu estava na 6ª série, estudava de manhã e já tinha algumas aulas durante a tarde, se não me engano de segunda e quarta-feira. Bom, depois de achar uma locadora de videogames perto do meu colégio que deixava você, de fato, alugar um videogame e jogar, misteriosamente minhas aulas da tarde ocuparam todos os dias da semana, às vezes até nos finais de semana. Só espero que minha mãe nunca leia isso.

5 – “Portal”

Ok, ok, “Portal” não cai exatamente na definição shooter, mas ele é, com certeza, um dos games mais inovadores já lançados. Quando consegui que minha arma de portais disparasse entra E saída, oh boy, foram horas rindo de uma queda “infinita” entre o teto e o chão de um corredor. Isso sem falar que NUNCA foi tão triste incinerar um cubo de aço, coisa que eu realmente tentei evitar de todas as maneiras imagináveis, e isso fez com que eu demorasse 32 horas para acabar a campanha normal de “Portal”.

4 – “Brothers in Arms: Hell’s Highway”

Você já deve ter assistido algum filme de guerra (“Resgate do Soldado Ryan”, “Linha Vermelha”, “Platoon”, “Apocalypse Now!”), afinal, são dezenas. E você também já deve ter jogado algum game de guerra (“Medal of Honor”, “BattleField”, “Call of Duty”). Junte essas duas mídias, cinema e games, e você terá uma ideia do porque ontem, quando terminei o “Story Mode”, eu chorei. Nunca, nenhum game, conseguiu trabalhar tão bem sua jogabilidade – permitindo que além de você atirar, também comande seus esquadrões para emboscar inimigos – com um roteiro magistral e uma dublagem inigualável. Não vejo a hora da continuação…

3 – “Call of Duty 4: Modern Warfare”

Mais um game de guerra, mas esse baseado nas batalhas atuais. Apesar de sua campanha solo ser muito bem engendrada, e conter a cena mais “tensa” de todos os tempos dos games (quando a bomba nuclear é detonada no centro de uma cidade do Iraque), o forte de “CoD4” é o multiplayer. Eu sou sniper por natureza e camper por escolha, e game algum nunca proporcionou uma camuflagem tão boa para os seres da minha raça. Era simplesmente encontrar uma vegetação um pouco mais alta, deitar e esperar os “patinhos” pularem na minha mira. Ouço os gritos de fúria de meus oponentes sempre que apago as luzes para dormir.

2 – “Left 4 Dead”

Sabe quando zumbis invadem a sua casa, correndo, berrando e rasgando absolutamente tudo que encontram para frente? Então, se você já jogou “Left 4 Dead” sabe exatamente do que estou falando. O game, também da Valve, conseguiu trazer pela primeira vez o horror de George Romero, o terror de estar sendo caçado de fato e a raiva de depender realmente de seus outros três companheiros para completar uma fase. Sem falar que esse jogo é o único, além de “F.E.A.R.” e “Silent Hill”, que me faz berrar sem perceber enquanto jogo.

1 – “Team Fortress 2″

“Man, grass grows, birds fly, sun shines and brother… I hurt people”, preciso falar mais alguma coisa? O MELHOR game multiplayer já feito, com o melhor replay do mercado, melhor comunidade consolidada e um fenômeno de vendas. “Team Fortress 2” faz você se sentir dentro de um filme da Pixar… Mas com muito, muito sangue mesmo! Desde que eu comprei essa “praga”, todos os meus compromissos passaram a ser marcados “antes ou depois da hora de ‘TF2‘”, é sério! Pergunte para minha chefe!

Edit: Valeu, Dan Pereira, pelo toque sobre a configuração da máquina no comentário sobre o Bioshock! Abraços e continue visitando!

Notas relacionadas:

  1. Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA
  2. Site consegue testar atualização de “Left 4 Dead – Survival Pack”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Opinião, Trailer, games Tags: , , , , , , , , , ,
30/04/2009 - 18:15

Rapidinhas: “L4D” de graça, EDGE chega no País e site gringo no Brasil

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Vai, me deem um desconto! Hoje é, praticamente, sexta-feira! Não vou viajar, mas tenho que sair rápido da redação para aproveitar meu feriado de bares decentemente. Então, vamos logo com isso!

Valve libera “Left 4 Dead” de graça nesta quinta-feira

Não, você não leu errado. A Valve quer atrair mais jogadores para o “Left 4 Dead” liberando-o “na faixa” durante 24 horas nesta quinta. Se você ainda não baixou o jogo, corra! Os servidores serão abertos às 21h, horário de Brasília!

Revista EDGE chega oficialmente no Brasil

Eu quase tive uma síncope quando fiquei sabendo que a Editora Europa estava trazendo a revista gringa EDGE oficialmente para o Brasil. E quase quebrei meu monitor quando descobri que cada edição sairá pela facada de R$ 14,90. Pesquisando mais sobre o assunto, descobri que se você fizer uma assinatura anual (R$ 59,45), a revista chega por R$ 5 o exemplar. Não entendi o porque da hipervalorização da EDGE nas bancas, mas ok, dá para pagar R$ 60 por uma PUTA revista.

Site gringo ganhando versão brasileira

Conversando com diversos jornalistas especializados, descobri (faz um tempo, desculpem-me por ter demorado para divulgar) que um site norte-americano está desembarcando em nossas praias. Qual? Não faço a menor ideia, mas os palpites estão apontando para o Kotaku, uma pena, já que eu prefiro o Joystiq ou GameTrailers.

E por hoje é só, galera. Bom feriado e não esqueçam: se verem que vão cair, deitem!

Até!

Notas relacionadas:

  1. Mais um sociopata é colocado no hall de gamers
  2. Site consegue testar atualização de “Left 4 Dead – Survival Pack”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, games Tags: , , , , , , ,
06/04/2009 - 20:20

Glitches: diversão garantida nos games

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Se tem uma coisa que eu amo é um glitch de game. Sabe, aqueles problemas de programação, bug de software que faz com que, sei lá, guardas copulem com paredes…

Ou que pessoas caiam do elevador passando pelo chão…

Ou que discípulos de Jesus apareçam no “The Sims“…

Enfim, os glitches são como erros de gravação. São as piadas de qualquer game que pretenda ser sério. Glitches são aquela narigada que você deu na porta de vidro de uma loja no shopping e agora, os caras da segurança riem da sua cara com o vídeo que gravaram.

Ou da minha cara…

Enfim, o site GamePlayer preparou um compilado dos 20 melhores glitches dos games, dá uma olhada lá!

Notas relacionadas:

  1. O que “Left 4 Dead” ensina sobre zumbis?
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não) Tags: , ,
09/03/2009 - 18:59

Site consegue testar atualização de “Left 4 Dead – Survival Pack”

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Não vou negar que eu sou fã de “Left 4 Dead”, mesmo porque, qualquer macaco sem treinamento perceberia isso só de olhar as tags mais usadas no GameOver. Agora, o GamesRadar conseguir jogar a atulização “Survival Pack” do shooter e, literalmente, esfregar na minha cara é muita sacanagem!

Pelo menos eles postaram dois vídeos (de péssima qualidade) do novo mapa “Lighthouse”:

A inovação desse pack é o modo survival, onde os jogadores tem de sobreviver a cada horda de zumbis que chega devorando tudo o que vê pela frente em intervalos periódicos. Basicamente, quem respirar por mais tempo ganha.

Além disso, as fases Death Toll e Dead Air agora também podem ser jogadas no modo versus (antes somente as fases No Mercy e Blood Harvest possuiam o modo).

Com certeza, essa atualização fará com que o replay de “Left 4 Dead” atinja um outro patamar. Ou seja, mais cérebros para a galera! Posso ouvir um aleluia?

Notas relacionadas:

  1. Mais um sociopata é colocado no hall de gamers
  2. O que “Left 4 Dead” ensina sobre zumbis?
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Trailer, games Tags: , , , , , , ,
03/03/2009 - 19:03

O que “Left 4 Dead” ensina sobre zumbis?

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Notas relacionadas:

  1. Mais um sociopata é colocado no hall de gamers
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), games Tags: ,
30/01/2009 - 13:37

Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA

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Eu falo, falo e falo, mas ninguém escuta. Todo mundo acha que eu estou brincando, ou que simplesmente estou louco, quando afirmo que é questão de tempo para que uma horda de zumbis domine a Terra. A prova cabal que mostra que estou certo em minhas previsões foi noticiada pelo Gizmodo: o site afirmou que placas de sinalização eletrônica foram hackeadas para exibir mensagens de alerta “engraçadas”, mas eu tenho certeza de que os avisos são reais!

E você achando que games como “Left 4 Dead” e o novo “Resident Evil 5” estão apenas se fazendo de engraçadinhos… Que nada! Eles estão nos treinando, tentando nos avisar do perigo eminente que nos assombra em cada tumba, em cada cemitério!

Minha própria família já sofreu com os malditos mortos-vivos. Minha tia avó Noraide era um desses não-vivos que vagava pelas ruas de São Paulo em busca de cérebros, mas NÃÃÃO, o Caio é maluco e só fala besteira! A sorte é que devido sua cegueira e lerdeza, própria dos zumbis, ela não conseguia se alimentar. Com isso titia acabou entrando em um estado de hibernação (meus parentes falam que ela morreu, mas eu não acredito) e foi enterrada.


Esse foi o primeiro kit de segurança que comprei para meu apartamento

É por essas e outras que já li o “The Zombie Survival Guide” e “World War Z”, do Max Brooks. Conclamo a todos: se virem alguém com um andar cambaleante vindo em sua direção, atire primeiro e pense depois! Esse ser não é mais seu vovô, agora é um dos que “levantaram”!


E você achando que estava seguro enquanto seu avô cantava “balança caixão”…

Notas relacionadas:

  1. Garotas gostosas odeiam zumbis
  2. Mais um sociopata é colocado no hall de gamers
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Opinião, Teorias Tags: , , , , , ,
27/01/2009 - 17:15

Mais um sociopata é colocado no hall de gamers

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Foi noticiado nesta terça-feira que Erik Salvador Ayala (foto ao lado), acusado de atirar contra nove pessoas em uma danceteria de Portland, nos Estados Unidos, era um jogador assíduo de shooters. Ayala teria feito os disparos em frente a uma boate chamada The Zone, matando duas adolescentes e ferindo mais sete, antes de atirar contra si mesmo.

A matéria, publicada no jornal Oregonian, informa que seis das vítimas não eram dos EUA e estavam em um programa de intercâmbio do Rotary Club. Ayala não morreu, mas está em estado grave no hospital.

De acordo com o artigo do jornal, o motivo dos disparos ainda não foi esclarecido (eu chuto que foi por causa da espinha imensa na testa do rapaz, coisa nojenta), mas afirma que Ayala jogava muito “Resistance: Fall of Man” e “Left 4 Dead” – quem sabe Ayala não estava tentando salvar a humanidade de um ataque de zumbis? Na matéria não é feita nenhuma ligação entre os games e a ação do atirador, mas, sério, precisava? Depois de dar todas essas “dicas”, duvido muito que não seja exatamente este link que as “senhoras repeitadoras da moral e bons-costumes” estejam fazendo.

É engraçado como, atualmente, toda e qualquer ação psicopata é causada pelos games. Ao que parece, os shooters têm treinado muito bem (nem tanto, afinal, Ayala “só” matou dois entre nove. Péssimo frag) os sociopatas do mundo. Os jornais deveriam começar a pensar que cada vez mais pessoas jogam games, logo, cada vez mais assassinos já terão tido algum tipo de contato com videogames. É como relacionar morte diretamente com a vida, já que a grande maioria das pessoas que batem as botas já viveram algum dia.

Proponho que, a partir de agora, assassinatos em massa sejam motivados por resfriado, rubéola e amendoins. Afinal, todo mundo que já comeu um amendoim que estava meio torrado teve aquela insana vontade de pegar a carabina do seu avô e sair atirando contra criancinhas no parquinho, tipo essa:

Notas relacionadas:

  1. Garotas gostosas odeiam zumbis
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Opinião, Teorias, games Tags: , , , , , ,
20/01/2009 - 20:53

Companheirismo nada! Eu quero é a sua banda-larga!

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É engraçado ver como as pessoas que tem pouca afinidade com os games os encaram. Hoje um amigo veio me perguntar sobre como estavam os gamers na Campus Party. Parei, ponderei:

- Como assim, “como estão”? – retruquei
- É! Como estão? Deve ser mó legal um monte de gente que gosta das mesmas coisas juntos, se divertindo juntos…
- Não é exatamente assim…
- Ah, fala sério! Eles devem combinar partidas, comemorar juntos e tals!

Obviamente que este meu amigo tem o mesmo conhecimento do mundo de games que eu tenho sobre o mundo da matemática. Eu sei que se Joãozinho tem uma barra de chocolate e ganha mais ele vai ficar com duas, além de ser um tremendo sortudo e ter de se esconder da horda de pessoas que irão querer um pedaço. E o conhecimento se acaba logo como começou, na semi-nulidade.


Counter-Strike” é o provável fator que irá provocar a Terceira Guerra Mundial

Tive de explicar ao meu amigo o erro crasso que ele cometia. Gamers não são amigos de outros gamers somente pela coincidência de gostarem de apertar botões e ficarem hipnotizados por pontinhos brilhantes. E vou mais longe, pegue a seguinte situação: você acaba de conhecer um cara que diz “gostar de videogame”, uma incerteza já se implanta ali. Logo em seguida um sorriso amarelo brota nos lábios dos dois. “Qual jogo você gosta?”, alguém solta. Pronto. O alerta sobe para o nível DEFCON-2 e o mundo espera pelo próximo movimento. Se os dois gostarem do mesmo jogo a postura irá mudar automaticamente para um tom cordial, como se dois lordes ingleses acabassem de ter combinado os termos do duelo mortal entre si. E foi algo do tipo que aconteceu nesta situação.


Left 4 Dead” é a prova suprema de amizade. E ele vai te mostrar que você não tem nenhum

Eles marcarão uma data para a partida e, durante alguns minutos, será a sua vida, quero dizer, a vida deles. E isso exemplifica o clima dos games na Campus Party. Assim que outro jogador identifica qual jogo você está rodando em sua máquina, ele vai encontrar o seu servidor e ele vai te desafiar. Não importa sua idade, sua cor ou seu gênero (pensando assim, jogos são um dos campos de batalha mais democráticos do mundo), ele vai querer jogar contra você. “E os jogos com modo cooperativo?”, você deve se perguntar. BALELA! Te respondo. Cooperativo é o prelúdio de uma traição tão suja quanto a do Patolino se fazendo passar por coelha para pegar o Pernalonga.

A Campus Party é isso. Esse bando de jogadores só está junto aqui para dividir a banda-larga de 10 GB de conexão e poder tentar se matar mais rapidamente. Não acredita? Grita “noob” no meio dessa galera. Vão ter que te raspar do chão com uma pá.


Não acredita em mim? Você acha que ele aí cima, que trouxe uma TV de 32 polegadas para a Campus Party iria brincar com essas coisas?

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Campus Party, Eventos Tags: , , , , , ,
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