Carajo List: Top 10 FPSs
Calma, eu explico. Meu apelido é Caio Carajo, logo, essa lista de Top 10 First-Person Shooters é completamente feita por mim e ninguém tasca. Nela estão os jogos que eu mais gostei, gosto e gostarei. Sou extremamente viciado no gênero e não vejo por que não fazer minha própria lista. Então é isso, “fogo no buraco!”:
10 – “BioShock”
Lembro exatamente da primeira vez que joguei “BioShock”, era o meu primeiro mês no Arena Turbo, meu primeiro mês trabalhando com games em tempo integral, então chega o demo tão esperado. Eu parecia uma criança descontrolada, enchendo o saco de todos na redação e quando a barra de instalação acabou, lembro do mundo parar enquanto eu assistia ao trailer de abertura. Meus olhos brilhavam enquanto a máquina de testes da redação (um QuadCore, com duas GeForce 9800 GT funcionando em SLI, ele só não faz café) brilhava com os tiros, Big Daddys e minhas plasmids. Foi emocionante…
9 – “Killzone 2”
Com esse título eu não posso ir muito longe. Por alguma razão, os deuses do FPS não me concederam a honra de jogá-lo, mas por tudo que já vi, escutei e li, tenho certeza que “Killzone 2” acabaria com minha vida social por alguns dias.
8 – “F.E.A.R.”
Eu nunca vou esquecer de uma cena fatídica: acabo de sair de uma batalha gigante contra dezenas de soldados da Armachan e corro por uma plataforma procurando energia. No final desta plataforma encontro uma escada para descer ao nível inferior, quando aperto “E” para meu personagem descer, a câmera focaliza o chão até eu me apoiar na escada, virar de costas e começar a descer, o problema é que nesse momento – quando começo a descer a escada – o espírito/projeção astral do vilão Paxton Fettel está logo acima, olhando para mim. Tenho certeza absoluta que meu coração parou por alguns segundos enquanto eu berrava loucamente no meu quarto. Minha família odeia o “F.E.A.R.”
7 – “Half-Life 2”
Uma das minhas melhores compras “gamísticas” de todos os tempos, com certeza, foi o “The Orange Box”, só perdendo para meu antigo GameShark. “Half-Life 2” é um dos games do pacote da Valve e uma série que eu tinha em baixa-estima por algum motivo estranho, mas quando assumi o papel de Gordon Freeman novamente, foi simplesmente incrível. Fiquei embasbacado como a Valve conseguiu misturar ficção-cientifica, momentos extremamente dramáticos (vide o final do game) e terror barra-pesada quando os ETs transformam seus hospedeiros em zumbis. Eu nem vou entrar no mérito de diversão que a arma de gravidade proporciona. Já fiquei horas brincando com barris.
6 – “GoldenEye 007”
Quando descobri “GoldenEye 007” eu estava na 6ª série, estudava de manhã e já tinha algumas aulas durante a tarde, se não me engano de segunda e quarta-feira. Bom, depois de achar uma locadora de videogames perto do meu colégio que deixava você, de fato, alugar um videogame e jogar, misteriosamente minhas aulas da tarde ocuparam todos os dias da semana, às vezes até nos finais de semana. Só espero que minha mãe nunca leia isso.
5 – “Portal”
Ok, ok, “Portal” não cai exatamente na definição shooter, mas ele é, com certeza, um dos games mais inovadores já lançados. Quando consegui que minha arma de portais disparasse entra E saída, oh boy, foram horas rindo de uma queda “infinita” entre o teto e o chão de um corredor. Isso sem falar que NUNCA foi tão triste incinerar um cubo de aço, coisa que eu realmente tentei evitar de todas as maneiras imagináveis, e isso fez com que eu demorasse 32 horas para acabar a campanha normal de “Portal”.
4 – “Brothers in Arms: Hell’s Highway”
Você já deve ter assistido algum filme de guerra (“Resgate do Soldado Ryan”, “Linha Vermelha”, “Platoon”, “Apocalypse Now!”), afinal, são dezenas. E você também já deve ter jogado algum game de guerra (“Medal of Honor”, “BattleField”, “Call of Duty”). Junte essas duas mídias, cinema e games, e você terá uma ideia do porque ontem, quando terminei o “Story Mode”, eu chorei. Nunca, nenhum game, conseguiu trabalhar tão bem sua jogabilidade – permitindo que além de você atirar, também comande seus esquadrões para emboscar inimigos – com um roteiro magistral e uma dublagem inigualável. Não vejo a hora da continuação…
3 – “Call of Duty 4: Modern Warfare”
Mais um game de guerra, mas esse baseado nas batalhas atuais. Apesar de sua campanha solo ser muito bem engendrada, e conter a cena mais “tensa” de todos os tempos dos games (quando a bomba nuclear é detonada no centro de uma cidade do Iraque), o forte de “CoD4” é o multiplayer. Eu sou sniper por natureza e camper por escolha, e game algum nunca proporcionou uma camuflagem tão boa para os seres da minha raça. Era simplesmente encontrar uma vegetação um pouco mais alta, deitar e esperar os “patinhos” pularem na minha mira. Ouço os gritos de fúria de meus oponentes sempre que apago as luzes para dormir.
2 – “Left 4 Dead”
Sabe quando zumbis invadem a sua casa, correndo, berrando e rasgando absolutamente tudo que encontram para frente? Então, se você já jogou “Left 4 Dead” sabe exatamente do que estou falando. O game, também da Valve, conseguiu trazer pela primeira vez o horror de George Romero, o terror de estar sendo caçado de fato e a raiva de depender realmente de seus outros três companheiros para completar uma fase. Sem falar que esse jogo é o único, além de “F.E.A.R.” e “Silent Hill”, que me faz berrar sem perceber enquanto jogo.
1 – “Team Fortress 2″
“Man, grass grows, birds fly, sun shines and brother… I hurt people”, preciso falar mais alguma coisa? O MELHOR game multiplayer já feito, com o melhor replay do mercado, melhor comunidade consolidada e um fenômeno de vendas. “Team Fortress 2” faz você se sentir dentro de um filme da Pixar… Mas com muito, muito sangue mesmo! Desde que eu comprei essa “praga”, todos os meus compromissos passaram a ser marcados “antes ou depois da hora de ‘TF2‘”, é sério! Pergunte para minha chefe!
Edit: Valeu, Dan Pereira, pelo toque sobre a configuração da máquina no comentário sobre o Bioshock! Abraços e continue visitando!
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Foi noticiado nesta terça-feira que Erik Salvador Ayala (foto ao lado), acusado de atirar contra nove pessoas em uma danceteria de Portland, nos Estados Unidos, era um jogador assíduo de shooters. Ayala teria feito os disparos em frente a uma boate chamada The Zone, matando duas adolescentes e ferindo mais sete, antes de atirar contra si mesmo.



