O grande Mestre Jedi Pablo Miyazawa publicou, nesta quarta-feira, em seu blog as novidades do mercado editorial de games brasileiro: foi anunciada, oficialmente, a revista EGW (Entertainment + Game World), que substituirá a EGM Brasil, a partir da semana que vem. Bom, segundo Miyazawa, a edição da revista continua por conta do Ricardo Farah, mas sai da editora Futuro e passa para as mãos da Tambor, além de ter um portal próprio, o que é bem legal! Até aí, ok.
Mas o problema começa com a EGW mantendo a numeração da EGM Brasil, que estava na edição 88, ou seja, a “nova” revista já sai do número 89. Como “um cara muito bravo” comentou no Gamer.br:
Manter a numeração é completamente absurdo. Ok, essa é a #89, EFW #89, cadê as anteriores? Querendo ou não, conteúdo ou não, EGW não é EGM. Baita oportunismo manter a numeração. E na edição #100, o que irão comemorar? 12 edições da EGW ou 100 edições de que?
Concordo com nosso amigo raivoso. Não faz o menor sentido a revista partir do 89. Comofas? Uma fissura no espaço-tempo se abre e já começamos do 89?! Estranho, bem estranho. Outra coisa que assustou foi um comentário do próprio Farah no blog do Miyazawa: “o conteúdo se dividirá em 80% games e 20% cinema, TV, DVD Blu-Ray e etc…”. Como assim, rapá? Some uma revista puramente de games (EGM) para entrar uma com entretenimento no meio? Já não temos isso o suficiente no mercado?
De qualquer forma, estou animado com o site da EGW. Será que ele terá cojones de fazer frente aos gringos? Difícil, sim, mas nunca impossível…
Ah, sim. A nova EGW sairá por R$ 9,90, que apesar de eu saber o trabalho e o custo que é manter uma revista (ok,ok, eu só imagino isso), ainda acho que 10 mangos é muito para uma publicação segmentada dessa.