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Arquivo da Categoria Sem categoria

13/10/2009 - 19:20

Primeiras impressões da Tokyo Game Show (meio atrasado, né?!)

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Demorou, mas o caro amigo Thiago “BeGOD” finalmente publicou as duas partes do “Primeiras Impressões: Tokyo Game Show”. Os fatos de eu participar deste episódio, sentar ao lado do “BeGOD” e dividir jogos com ele não tem nada haver com esta propaganda gratuita…

Como assim você não conhece o programa? O “Primeiras Impressões” é um podcast “animado” e muito bem abalizado sobre as novidades dos games e, enfim, you’ve got the point…

Parte 1:

Parte 2:

O pior é que a bagaça é boa e eu gosto, mas não contem isso para o BeGOD, por favor. Se ele souber disso vai me encher os picuá por meses.

Mais episódios na TViG e no site dele, o TheMentes.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , ,
29/09/2009 - 18:02

Divulgados novos vídeos de jogabilidade de “DJ Hero”

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Eu estou de saco cheio de games musicais. Sério mesmo. “The Beatles: Rock Band” foi a gota d’água; muito hype, muito estardalhaço, muita gente que não sabe lhufas do assunto dando pitaco. Mas um título que me deixa curioso é o “DJ Hero”, afinal de contas, como fazer as malditas mixagens, scratches e outras firulas perpetuadas pelos disc-jóqueis?

Bom, aí inventaram uma turn table periférica para o game. Estranho. Mas aí eu vi o vídeo do MC Hammer vs. Vanilla Ice:

Isso sem falar na possibilidade de rolar um dueto entre guitarras e turntables:

Melhor que a batalha entre os ícones dos 80s, só Rick Astley vs. Nirvana:

Não vejo a hora de alguém fazer um mashup de Tonico e Tinoco vs. Velhas Virgens.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , ,
23/06/2009 - 17:29

Jack Thompson compara games com poliomielite em nova temporada de Penn & Teller

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Eu gosto MUITO da série “Bullshit!“, que é comandada pela dupla de mágicos Penn Jilette e Raymond Teller (mais conhecidos como Penn & Teller). Ok, eles são mágicos, mas a série não tem nada haver com isso, Bullshit! está mais para “Farenheit 9/11”, do Michael Moore, do que para Mister M. A minha animação pela série aumentou ainda mais quando o clip da sétima temporada foi lançado, mostrando entre várias discussões o embate de violência nos games, com a fala do impagável Jack Thompson, um dos maiores nomes do movimento anti-gamer (ou seja, o cara é, basicamente, um babaca).

Se você perdeu as rápidas palavras de Thompson, aí vai: “Grand Theft Auto é o pior ataque às crianças desde a poliomielite”. Pois é, amiguinhos, o rapaz aí comparou um game a uma das mais cruéis doenças de todos os tempos (a poliomielite causa atrofia nos ossos, além de problemas respiratórios, que no passado matava boa parte de suas vítimas). E eu reclamando do Setzer


Jack “Without Notion” Thompson

Bom, se vocês não assistiram as outras temporadas de Penn & Teller: Bullshit! considerem-se menos afortunados… E já pra casa assistir! A nova temporada começa a ser exibida nos EUA nesta quinta-feira, 25.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , ,
02/06/2009 - 15:10

Cobertura da conferência da Sony durante a E3 (ao vivo)

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Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
19/01/2009 - 22:54

E no começo existiu Zeus

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Por gentileza, antes de começar a ler este blog, clique no link logo abaixo e continue o texto. Vale a pena.

<Background de impacto!>

Há muito, muito tempo atrás… Quer dizer, nem tanto tempo assim. Mas isso é relativo. Para uma mosca, que tem uma vida média de uma semana, quatro dias é mais que metade de sua existência. Já para uma tartaruga marinha, que pode chegar a mais de 80 anos sem se esforçar muito – ela nem precisa de uma taça de vinho tinto por dia para ajudar o coração, não que eu ache isso uma grande vantagem -, uma década não é nada.

Enfim, do que estávamos falando mesmo? Era algo sobre o tempo… Longevidade e tartarugas. Não… Ah, sim! Dê um play novamente na música acima, por favor.

Há muito, muito tempo atrás. Algo em torno de 22 anos, encare como quiser. Nascia um pequeno rebento que traria ao mundo o número de R.G.: 43.456.687-9, além de sua incrível sapiensia. Não, esse não era quem vos fala. Quem lhes escreve estava no quarto ao lado, lutando para se desvencilhar do cordão umbilical que o sufocou por mais de um minuto. Médicos afirmaram que isso traria sequelas, mas hoje só sinto uma estranha vontade de andar de lado quando escuto “Meu Deus, o que aqueles flamingos estão fazendo ali junto do Homem-de-Lata e duas lhamas?”.

Aos 4 anos ganhei meu primeiro videogame: um Mega-Drive novinho, com apenas o jogo “Altered Beast”. Durante anos berrei “Rise From Your Grave!” em plenos pulmões toda vez que acordava. Minha mãe, que tinha um senso gamer tão apurado quanto o seu humor, me levou a uma psiquiatra por isso. Fui diagnosticado hiperativo e disléxico, diagnóstico do qual discordo veementemente, afinal, decorar todas as falas de “Altered Beast” (37,5, se você contar que quando leva uma porrada durante um “Power Up!” vale meia frase) é um feito e tanto para uma criança disléxica. A hiperatividade eu não discuto.

Me formei em jornalismo alguns anos após quebrar os dentes da frente de um coleguinha de classe enquanto eu brincava de ser o Jaspion e ele o Satan Goss – por isso fui gentilmente convidado a me retirar do colégio e ditatorialmente proibido de assistir TV por meses.

Ao entrar no mundo jornalístico eu realmente queria ser um repórter de guerras, sabe como é: encontrar outros hiperativos (e suicidas, e psicopatas, e sociopatas, e piromaníacos) como eu. Enfim, levar uma vida tranqüila e produtiva na sociedade. Mas prontamente entendi que o que eu gostava mesmo era de videogame, e logo em seguida descobri que existia jornalista disso também. Passei pela EGM PC, EGM e TRIP antes de chegar ao Arena Turbo, onde fui recebido de braços abertos pela game girl Renata Honorato e seu bichinho de estimação que cuida dos Fóruns do Arena, Thiago “BeGOD” Vilela. Desde então troco minhas folgas pela redação, já que lá temos uma máquina de teste de jogos e “posso” conseguir mais achievements para “Left 4 Dead” e “Team Fortress 2”, entre outros.

E esse blog? Ah, esse blog não pretende ser sério, tampouco puramente inútil. O GameOver quer deixar seu dia um pouco mais surreal, mas ainda assim levando alguma informação no meio. Como fazer isso? Não faço a menor idéia, continue aparecendo. Talvez eu consiga isso. Ou não.

De qualquer forma: “RISE FROM YOUR GRAVE!

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , , ,
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