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Arquivo da Categoria Notícia

04/11/2009 - 12:39

Strippers não conseguem distrair jogadores de “Counter-Strike”

Em uma das listas de e-mails das quais eu participo hoje pulou o seguinte e-mail: “Strippers não param jogos”. É lógico que eu corri para ver o que se tratava e se não era uma pegadinha (de muito mal-gosto, afinal, não se brinca com strippers), e foi isso que encontrei:

Todos sabemos o poder que o famoso jogo de PC “Counter-Strike” tem sobre as pessoas que o jogam. Este é um daqueles jogos que se pode dizer intemporais e que mesmo com o passar dos anos este continua a ser dos mais jogados na Internet. Na Rússia, um treinador de uma equipe de “Counter-Strike” decidiu contratar umas strippers para distrair os seus pupilos, mas, ao que parece, a coisa não correu como ele queria.

strippers_cs

A lan-house em que decorria a batalha foi inundada de strippers. Estas entraram e começaram a meter-se com os rapazes que estavam a jogar “Counter-Strike”. Elas bem “brincaram” com eles, mas estes veteranos do “Counter-Strike” não descolavam os olhos da tela. Será que estes jovens desistiram das mulheres?

Impotentes perante o grande “Counter-Strike”, as meninas decidiram tirar a roupinha que estava a mais e fazer pequenas brincadeiras perto deles mas mais uma vez sem sucesso. Mesmo com elas a escassos centímetros, eles não descolaram os olhos dos monitores. Como vão poder ver pelas imagens muitos deles estão com cara de quem diz “Quem tem ‘Counter-Strike’ tem tudo”.

strippers_cs2

E eu ainda tento defender os gamers, falando que são pessoas normais e tals. Ledo engano…

(Agradecimento especial a Ewandro Schenkel, o provedor deste e-mail)

P.s.: Eu juro que a tarja preta na menina não é culpa minha…

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Notícia, games Tags: , , ,
30/10/2009 - 17:18

Raven Alexis: Atriz pornô e nerd

O Kotaku apelou e seguiu a minha linha de “posts canalhas”: entrevistaram a atriz pornô Raven Alexis – que se auto-intitula “estrela da pornografia real” (então o que as outras fazem é de “brinks”?!). Fiz um resumão da entrevista abaixo. Para lê-la na íntegra é só dar um pulo no Kotaku. Enjoy:

Com seus olhos castanhos, 22 anos e cabelos presos, Raven acaba de assinar um contrato com a produtora de vídeos adultos Digital Playground e seu primeiro filme pela empresa está marcado para o dia 29 de dezembro.

Mas essa é sua face pública. Sua vida secreta é cheia de lascívia nerd: LAN parties, “Star Trek“, “World of Warcraft” e modding de PCs.

raven

“Eu comecei a jogar quando tinha 13 ou 14 anos, logo quando “Age of Empires” foi lançado, e desde então não parei”, conta Raven.

A atriz também é viciada em “WoW”, “jogo desde que foi lançado e passei por todas as expansões”, comenta. Mas ela não SÓ joga, ela é realmente viciada: “tenho várias contas no ‘WoW’ e diversos personagens, os principais são um Night Elf Druid level 72, um Tauren Hunter level 44 e um Blood Elf Mage level 64”.

raven_2

Ao contrário de algumas celebridades, Raven prefere não passar os nicks que usa durante as partidas. “Eu gosto dessa vida alternativa, é um ‘lugar’ para descansar, sabe?”, diz.

Agora, queridos leitores, se isto foi ou não uma jogada de marketing para atrair os nerds – como se fosse muito necessário… -, não posso saber. O que eu não tenho dúvida é do “talento” da garota:

raven_3

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Notícia, games Tags: , , , , , , , ,
27/10/2009 - 16:11

Vanessão em: “Para a moto na BR!”

Antes de qualquer coisa. Você conhece a Vanessão, certo? Só para certificar:

Bom, agora que você já conhece Vanessão podemos continuar com o post. Uns game designers dementes (entenda: “dementes”, nesse caso, quer dizer “geniais”), do site aparentemente iniciante NADACONTRA, decidiram criar um web game da(o) musa(o) Vanessão e, amigos, ficou FODA.

Estou tentando achar o contato dos magnânimos para descobrir que drogas eles usam, mas o site não ajuda. Então, se você os conhece, ajude o pobre jornalista aqui e os informe que PRECISO de uma entrevista.

vanessao
G-E-N-I-A-L

P.s.: Ao NADACONTRA – Eu amo vocês, de todo o coração.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Notícia, games Tags: , , ,
14/10/2009 - 15:07

Piada ou exagero? Como hiperbolizar o jornalismo de games

Graças ao amigo Graça (sim, é o nome dele), tiver a oportunidade de ler uma reportagem… Ou melhor, um conjunto de citações que a publicação “The New Yorker” reuniu em uma matéria sobre “The Beatles: Rock Band” – que tem como título DOENTE: “Video Games Maiores que Jesus” (se eu, que sou ateu, achei um exagero…).

beatles_mk

Olha, eu não estou na indústria a muito tempo, mas posso afirmar tranquilamente que os exageros proferidos pela publicação ganham de longe sobre qualquer discurso evangélico. Sério. Separei os que eu considero como “Top 5 das piadas (ou vergonha) do jornalismo de games”:

O novo game da Nintendo, Duck Hunt, é um jogo sobre caçar patos, certo? Errado! Ele é tão maior que isso. No seu âmago, o jogo tem uma rica narrativa onde nós somos os patos e a sociedade a arma. Simplesmente tente levantar a pistola contra a televisão e você terá uma crise existencial. Por que matar? É por que nos mandaram? Ou é por que fomos feitos para isso? Esse game superou Nietzsche e derrubou Sartre apenas com seu pequeno cartucho de plástico.

Hoje, em uma coletiva de imprensa, o Presidente Clinton falou sobre algo chato e que ninguém liga ou se lembra. A única coisa no qual as pessoas conseguem pensar é no novo game de PC chamado The Sims. No jogo, os usuários simulam seu dia a dia com avatares que eles mesmos criam. A única notícia que poderia superar isso seria se Júpiter colidisse com o Sol.

Uma princesa foi raptada. O seu nome é Zelda, ela é linda, e eu estou apaixonado por ela.

O mundo que conhecemos foi mudado para sempre. Os livros de história precisam ser reescritos. Um novo superpoder emergiu para destruir todos os impérios que vieram antes. Eu estou falando, obviamente, de Pokémon.

Qual é o sentido da vida? Tetris.

E é por esse tipo de coisa que o jornalismo de games é sempre levado como uma piada. Caraco, até EU acho uma piada!

Mais pérolas na matéria do “The New Yorker”.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, Teorias, games Tags: , , , , , ,
06/10/2009 - 19:32

44 anúncios para PlayStation 3 que nem a Sony teria coragem de publicar

Uma coisa que não podemos negar é o gosto duvidoso das campanhas publicitárias que a Sony inventa para seus consoles. Desde o rapaz que tinha um dedão no lugar de “Zé Pequeno” (não encontrei a matéria, se alguém achar o link, mande! Por favor!) até o “Play Face” bizarro.

Pensando nisso, o Gizmodo lançou um concurso de Photoshop desafiando as pessoas a fazerem o anúncio mais bizarro de PS3. O ganhador foi esse:

ps_propaganda

Mas existem outros tão bizarros quanto, confira a galeria.

P.s.: caso você fique com preguiça de ver os outros, deixo mais uma imagem PERTURBADORA para te convencer que, sim, você precisa dar uma olhada no resto:

ps_propaganda2

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Notícia, games Tags: , , , ,
25/09/2009 - 20:12

TGS 09: “Dead Rising 2” e a cadeira de rodas da morte

A Tokyo Game Show deste ano está boa (é sério! Confira o blog do Bagaço, nosso enviado especial). Ela só não está ótima porque acontece depois da E3 deste, que vamos concordar, foi estonteante. De qualquer maneira, a forma que a TGS achou de se redimir é colocando as demos jogáveis de vários jogos, entre eles “Dead Rising 2”. Obviamente, não faltam vídeos da carnificina:

Isso já é animal, sério. Eu sou um entusiasta da causa zumbi e acredito piamente no apocalipse morto-vivo que, inevitavelmente, acontecerá nos próximos anos (ando com dois manuais de sobrevivência na mochila para provar a minha crença). Com tudo isso em mente, imagine o quanto eu gosto de games com a temática dos não-mortos. Bom, “Dead Rising” já era muito bom (o fato de poder tirar fotos das bizarrices era uma das grandes sacadas do game), e a Capcom promete manter a qualidade com o novo game da série: “mas como fazer isso?”, pensei, já acreditando que ficaria uma sequência horrível. Errei. E sabe por que?

A Capcom apresentou a cadeira de rodas da morte. O que? Você não sabe como pode ser? Explico: pense numa cadeira de rodas. Não, energúmeno, não é o carrinho de feira da sua vó. Então, uma cadeira de rodas, agora acrescente uma escopeta em cada braço e pronto. THE ULTIMATE HANDICAPPED WEAPON!

CARA! SÉRIO! Obviamente, não encontrei nenhuma imagem da belezoca dando sopa na internet, mas procurando eu encontrei coisas como isso:

wheelchair
wheelchair-hunt3-102920 wheelchair-machine-gun

Uma palavra: medo.

Se eu fosse cadeirante eu super pimparia minha cadeira de rodas desse jeito. Pera… Eu não preciso ser cadeirante para isso… Já sei como gastarei meu final de semana!

E pensarei melhor se comprarei a camiseta dos meus sonhos:

camiseta

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Eventos, Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, games Tags: , , ,
22/09/2009 - 18:48

Suásticas, racismo e outros banimentos babacas

E parece que o novo “Wolfenstein” foi banido na Alemanha. Duas chances para você descobrir o motivo… É, eu sabia que você nem precisava. Parece que a versão germânica do game, que deveria esconder todas as suásticas que aparecem nas versões do resto do mundo, acabou por passar umazinha, agora a Activision está pedindo um recall para todas as cópias que ainda estão nas lojas.

wolfenstein_box

Agora vamos falar sério: qual é o problema das pessoas? Por que, raios, um game é banido por ter uma suástica no meio?! Ou melhor, por que os games que contem qualquer “ponto sensível” da sociedade tendem a serem banidos? Falso moralismo infernal. Caraca, “Wolfenstein” se passa durante a 2ª Guerra Mundial, eu sei disso, os alemães sabem disso, então por que a suástica – provavelmente o símbolo mais reproduzido na época – não pode aparecer? Para mim isso é tão estranho. Espero que para você também.

O engraçado é que esse problema com a suástica só aconteceu na Alemanha. Nenhum outro país saiu proibindo “Wolfenstein”. WTF? Seguindo a lógica moralista, não era o MUNDO que deveria banir o símbolo da Terra e não só a Alemanha?

Vamos lá, galera, é só um símbolo que era usado muito antes do bigodinho vir tacando o terror com ele. Não estou desmerecendo as tragédias ocorridas na 2ª Guerra Mundial, o meu problema é com as pessoas que tem algum tipo de terror noturno para com qualquer coisa que as lembre de tal, e vamos concordar, uma parcela cada vez menor da população pode se considerar afetada diretamente pelo evento, ou seja, quem fica chocado está sendo uma mariquinha.

O mesmo problema acontece quando um avatar branco (o provável, em 95% dos casos, personagem principal) bate em um negro: todo mundo já sai às ruas berrando racismo. Entendam, o problema vai muito além dos sopapos inter-raciais, vai desde a criação de toda a história, vai desde a educação recebida por toda a equipe de desenvolvimento – majoritariamente branca. Pô, se o personagem negro fosse o principal e tivesse dando a sova do século no branco ninguém falaria nada. Eu sei que você pensa assim, todos pensam assim. É um comportamento babaca imposto pela sociedade da moralidade falsa, das boas senhoras católicas que lutam pela família.

E nem me deixem entrar na discussão sobre religião nos games. Ou na discussão só da religião…

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Dúvido que os alemães falem: “Ufa! Ainda bem que tiraram aquela suástica! Agora posso jogar tranquilo!”

Aliás, outro problema sério que eu tenho é que a tal “moralidade” impede que os games, filmes, séries, contem como foi o lado dos “perdedores”, dos “inimigos” – salvo alguns títulos pontuais. Ué, por que, raios, eu não posso jogar do lado dos nazistas? Isso não faz de mim, necessariamente, um camarada do Hitler que vai querer sair dominando o mundo. Um amigo uma vez me disse que isso é o natural da história: o vencedor é o que tem o direito de contar e retratar o seu lado. De fato, mas acho que do alto de nossa cultura e inteligência teoricamente evoluída, nós já conseguimos olhar as coisas um pouco além, um pouco menos cínicos, certo?

É só um jogo. Vamos fazer esse mantra? Todo mundo junto: É SÓ UM JOGO. Isso. Pode apostar, nem a Activision, nem qualquer outra desenvolvedora, quer desrespeitar o seu avô judeu, ou sua família negra, ou os imigrantes italianos e por aí vai. O que elas querem fazer é um game divertido e se você não acha engraçado é simples, não compre, não jogue. Garanto que qualquer um levantando bandeirolas contra alguma coisa fará com que ela se torne desejada automaticamente (lembrem-se de “Carmageddon”).

wolfenstein_suastica
E foi essa merdinha que causou toda a merda

Que fique claro, eu não sou racista ou “pró” algum lado político/religioso. Se você me der um jogo divertido no qual eu sou um chinês massacrando mexicanos eu vou me esbaldar tanto quanto um bom jogo que mostra o eticamente correto durante uma sessão de chá das 17h (ok, exagerei, mas vocês entenderam).

Respirem. É só um jogo.


..
.

E isso, uma piada:

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Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião Tags: , , , ,
18/09/2009 - 18:27

O dia em que eu calei o Submarino

Uma semana atrás, exatamente, escrevi um post apontando a lógica – pela falta de melhor de palavras – nonsense de preços do Submarino para com o PlayStation 3 Slim. A loja virtual anunciou a nova versão do console por R$ 2 mil, sendo que a fabricante Sony o havia desenvolvido exatamente para cortar o preço no mundo. Ou seja, o Submarino se acha mais importante, ou num patamar acima, do que a própria Terra. Normal, egocentrismo é o que não falta nesse mundão. Bom, pela prática do bom jornalismo eu enviei o meu texto para a assessoria de imprensa da loja, afirmando que eles teriam total liberdade de resposta e espaço em meu próprio blog.

O Submarino não respondeu.

Vou ser justo, eu enviei o e-mail para a assessoria no dia 15, terça-feira, ou seja, três dias para resposta. Quero acreditar que em um mundo “internético”, as assessorias dedicam seu tempo pesquisando sobre seus clientes, cuidando de sua imagem (é o seu trabalho, bátima!), logo, desde sexta-feira passada a assessoria teve oportunidade de conferir meu post. “Mas seu blog é desconhecido, caraca”, berrarão alguns. De fato, o GameOver não é (AINDA!) um grande expoente no blog roll brasileiro, porém, o iG é, e durante todo o final de semana passado o GameOver esteve em sua capa, prova disso é o fluxo de visitantes e o número de comentários no post inicial. Pensando nisso, acredito que concedi um tempo razoável para a resposta.

Evoco palavras sábias do tempo do Guaraná com rolha: “Quem cala, consente”. De um lado eu fico feliz, afinal, as “acusações” foram verdadeiras e contundentes. Não há defesa. De outro, fico emputecido pela falta de consideração com a imprensa e o consumidor, afinal, é de puro interesse da loja que seu nome não fique tão “feio na fita assim, mano”.

E esse foi o dia em que eu calei o Submarino.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, arena news Tags: , , ,
15/09/2009 - 18:11

Espaço para direito de resposta do Submarino está liberado

E não é que o post da semana passada, sobre o preço absurdo cobrado no Playstation 3 Slim pelo Submarino, teve uma boa repercussão mesmo? Bom, pensando nisso resolvi disponibilizar um espaço de resposta para o Submarino, afinal, todas as pessoas com quem travei discussões, receberam o devido direito de resposta, com a loja virtual não deveria ser diferente.

Você, que acompanha o GameOver, já sabe como funcionam minhas discussões: toda e qualquer troca de e-mail sobre o assunto discutido que eu faço com o “acusado” é devidamente publicada, sem qualquer edição, para manter a maior transparência possível, logo, aqui vai o e-mail que enviei hoje à assessoria de imprensa do Submarino.

Olá, Cristina

Sou jornalista do Arena Turbo, site de games do iG. Semana passada escrevi um post em minha coluna sobre o preço do PlayStation 3 Slim oferecido pelo Submarino, criticando sua política de aumento do valor de uma mercadoria que, supostamente, deveria ter tido seu preço cortado em todo o mundo. Disponibilizo a vocês espaço e destaque para o direito de resposta.

Segue o link: http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/09/11/nao-se-engane-as-lojas-do-brasil-querem-arrancar-o-seu-couro-com-o-ps3-slim/

Grato,
Caio Teixeira

Nos próximos episódios: Será que o Submarino responderá? Será que eles querem meu fígado no prato? Será que eu sofrerei um “acidente”? Será que terá bife acebolado e batata frita na minha janta de hoje? Fiquem ligados!

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, arena turbo Tags: , , ,
11/09/2009 - 17:27

Não se engane, as lojas do Brasil querem arrancar o seu couro com o PS3 Slim

Minha indignação é tanta que eu nem sei como começar esse post direito. Sério. Então vamos do começo: quando eu li a matéria publicada no UOL Jogos sobre o preço do “The Beatles: Rock Band” e como é algo tão absurdo que é mais vantagem você viajar até os Estados Unidos e comprar o bundle diretamente lá e trazer para o Brasil, eu já sabia do preço (incríveis R$ 2 mil), mas ok, não esperava algo de muito diferente. Agora, quando a mesma matéria mostrou que as lojas, ou melhor (vamos dar nomes aos bois), o Submarino está cobrando MAIS CARO pelo PS3 Slim do que pela versão antiga, sendo que ambas haviam sofrido um corte de US$ 100 lá fora eu fiquei FULO, para dizer o mínimo. Aos preços: PS3 80GB (versão Phat) – R$ 1.489; PS3 Slim – R$ 1.999. Sabe quanto QUALQUER PS3 está custando nos EUA? US$ 299.

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Política do “Como perder um cliente… pelo menos”

Tudo bem, Submarino, nós vivemos em um País onde a carga tributária que incide sobre os games e consoles é algo tão absurdo que faria qualquer país subdesenvolvido (e nós não seriamos um?) sentir vergonha alheia. Mas, agora, vocês darem a resposta mais chucra dos últimos tempos, isso é injustificável. Com vocês, o Submarino, O Espertão (as partes negritadas são minhas):

O Submarino informa que as estratégias de preço praticadas no Brasil e nos EUA não podem ser comparadas (sim, eles são lúcidos e vocês loucos). Por ser tratar de um lançamento e como toda novidade da Sony no Brasil, o PS3 Slim chega com uma política de preço diferente dos EUA, afinal cada mercado tem suas características (de fato, nossa renda per capita é quatro vezes maior que a deles *sigh*). O que exemplifica isto é o que foi visto no lançamento do primeiro PS3 no Brasil, onde ele custava em torno de R$ 6.000, contra U$$ 599 nos EUA (ah, entendi, vocês justificam uma facada com uma demolição em massa feita no passado, justo). Com o tempo de mercado, a análise de desempenho do item e as ações da concorrência (pirataria, contrabando, acho que estou começando a entender o seu mercado), os preços tendem a cair e se estabilizar (opa! Em míseros 4 salários mínimos e meio, afinal, comer é coisa de pobre, rico vive de fotossíntese, muito mais luxo).

Então deixe eu entender: vocês pegam um produto que teve seu preço cortado MUNDIALMENTE (minha namorada trouxe o meu PS3 Slim por 299 euros) e AUMENTAM o custo dele no Brasil. Ou seja, você acham que todos os seus consumidores são uns otários por comprarem algo que só recebeu aumento no Brasil. Aliás, até me sinto lisonjeado, afinal, nós somos realmente especiais por sermos o único País a ser privilegiado com tal política.

Calma, Submarino! Eu também olhei a concorrência (que é tão ridícula quanto você), mas vamos lá:

- FNAC: (não anunciou o Slim) PS3 80GB – R$ 1.799,00
- Americanas.com: PS3 Slim – R$ 1.999,00 (a versão 80GB sai por R$ 1.599,00)
- GamesTown: (não anunciou o Slim) PS3 80GB – R$ 1.399,00
- Ponto Frio: (não anunciou o Slim) PS3 80GB – R$ 1.424,05

Pelo o que eu entendi, só a Americanas (que feio…) adotou a mesma postura que você. Ridículo. Simplesmente ridículo.

Ok, só vamos recapitular: a versão Slim foi projetada EXATAMENTE para baixar o preço do console PS3 no mundo inteiro e você, Submarino, decide que isso não é bom e decide AUMENTAR. Raios! O que te coloca acima da própria Sony?!?

Eu realmente espero que alguém do seu marketing ou os negociadores (que deveriam ser demitidos por tal afronta contra o consumidor) leia o meu post e venha me explicar onde, exatamente, vocês acharam que seria uma boa ideia, algo justificável, aumentar o CA$#%$*% do preço.

Enquanto isso não acontece, deleto meu usuário do Submarino. Sei que não é muito para uma empresa do seu tamanho, mas, no momento, é o que está no meu poder. Se você, leitor, também achar isso um absurdo, é simples, não compre. Me assaltar vocês não irão mais.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião Tags: , , , , , , , ,
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