Inutilidade (ou Não) | GameOver
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Arquivo da Categoria Inutilidade (ou não)

23/06/2010 - 13:11

Epifania do dia: Nintendo e Paulo Coelho

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Enquanto eu tomava banho hoje de manhã – momento em que meu pensamento mais “passeia” -, pensando sobre coisas que vimos durante a E3, novidades no Arena e em o que almoçar hoje, cheguei a uma conclusão sobre a Nintendo: ela é o Paulo Coelho dos games. Calma, eu explico.

Quem lê com certa frequência acho que entenderá os meus argumentos, quem não lê… Bem, só isso já explica muita coisa.

O jeito mais fácil de fazer essa comparação, a meu ver, é explicar o que o Paulo Coelho significa para a literatura nacional e mundial e, a partir destes pontos, é só os estenderem para a Nintendo:

Paulo Coelho é um escritor brasileiro, amigo e compositor do Raul Seixas, que já vendeu uma cacetada de livros – cerca de 100 milhões de exemplares, o que não é muito se compararmos a uma J.K. Rowling ou Stephenie Meyer, mas o cara é mais overrated que elas e é por isso que o uso em meu argumento.

Enfim, Paulo Coelho escreveu uns três livros realmente famosos (O Alquimista, Maktub e O Diário de um Mago, algo como o Super Mario, Zelda e Metroid), que foram traduzidos para diversos idiomas e vendidos em centenas de países. Todos eles escritos a décadas atrás e, desde então, Paulo Coelho surfa na onda deles, afinal, ele não precisa se esforçar muito mais, até para a Academia Brasileira das Letras ele foi parar – se isso é um mérito ou não, é outra história. Todos os seus livros são parecidos com os três supracitados (vocês estão pegando a relação?), narrativa (jogabilidade) coerente e até envolvente, história simples para todo mundo entender, preços módicos para todo mundo comprar e uma aura de genialidade que a crítica passada o deu e ninguém mais criticou.

Antes de você sair remoendo sua infância e querer me bater, pense um pouco sobre isso. Vamos concordar com uma coisa: o Paulo Coelho faz bem para a indústria literária nacional e internacional. “Como assim?! Tá maluco?!”, até hoje o meu inconsciente replica rapidamente, apontando o quanto ele sucateia a literatura, atrapalha o desenvolvimento dos “leitores casuais” com histórias ralas e blábláblá. Mas há uma explicação racional: sem um Paulo Coelho, que movimenta rios de dinheiro, a indústria não teria capital para investir em escritores menores, desde nacionais a internacionais. Se o cara escreve bem ou não, é uma história, mas que a indústria precisa dele, é um fato.

Hoje eu enxergo a Nintendo da mesma forma, aliás, até me forcei uma aproximação com a fabricante durante a E3 desse ano. Fui jogar Metroid: The Other M (que gostei), testei o Nintendo 3DS (que achei simplório demais, e não adianta berrar comigo, você não o viu de perto ainda) e até entrevistei um dos cabeças de Donkey Kong Country Returns, Kensuke Tanabe.

Porém, continuo não gostando das plataformas, dos títulos e ideias que a Nintendo tem sobre videogames. Sei lá, não é nem a questão de sempre ter seguido pelo lado da SEGA, depois Sony, é mais a questão de “o que eu acho divertido”. Cenários bonitinhos, com personagens fofinhos, barulhinhos engraçadinhos e histórinhas interessantinhas, muito diminutivo, sabe? Gosto, sim, de grandes narrativas, por mais confusas que sejam (Metal Gear Solid), momentos emocionantes de verdade (Shadow of the Colossus) e realismo, por mais irreal que seja (Call of Duty). Continuo achando que minha infância já passou e que videogame, cada vez mais, envelhece com o jogador. Se isso é bom ou ruim, é uma outra discussão.

Tudo isso só para poder explicar, com um pouco mais de conteúdo, quando me perguntam, com cara de assustados: “Como assim você não gosta da Nintendo?! Sem ela os videogames não existiriam!”. De fato, os videogames poderiam até não existir, mas não irei gostar de algo só porque meu trabalho depende disso. É como você me afirmar que preciso gostar do meteoro que ajudou a extinguir os dinossauros: nós poderíamos não existir, mas dinossauros são muito mais legais.

Pronto, nunca mais falo sobre isso… É sério.

P.s.: Falando em E3, escuta o podcast improvisado que gravamos no último dia de feira, ficou… Peculiar.

Notas relacionadas:

  1. Nintendo lança mais um controle clássico para Wii
  2. Minhas impressões sobre a E3 – Primeira Parte
  3. E3: Eu não fui o único
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Opinião Tags: , , , , , , , ,
19/05/2010 - 19:54

“JUCA Invaders”

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Se você já fez faculdade ou já ouviu falar de uma, com certeza já escutou sobre eventos como Economíadas e o famigerado JUCA. Este segundo eu conheço melhor, já que são os Jogos Universitários de Comunicação e Artes. Já até cheguei a participar de alguns deles, mas pouco lembro do que aconteceu…

O JUCA é um lugar mágico, onde um bando de universitário se junta durante dias esportivos para fazerem o que sabem melhor: beber. Alguns até tentam ser atletas, mas poucos conseguem. Não tem como descrever o evento de uma maneira muito diferente.

Hoje o Homem-Boleto (@boleto), semi-mascote-ídolo da Escola de Comunicações e Arte (ECA) da USP, liberou o web-game JUCA Invaders. No melhor estilo retrô, a coligação das universidades “do bem”  trollaram o Mackenzie e o transformaram em um alvo “especial” .

Se você é uma dessas pessoas insanas que irão participar do JUCA 2010, faça um favor a si mesmo e não misture destilados com fermentados.


..
.

Quem eu quero enganar, eu mesmo não escutaria esse conselho. Bom JUCA!

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), games Tags: , , ,
07/05/2010 - 15:31

Konami e Electronic Arts fazem recall de games de futebol (BAZINGA!)

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**PIADA ALERT!**

Tudo que você ler a partir do parágrafo abaixo faz parte de uma PIADA. Não fique bravo e/ou ressentido. Afinal, a culpa não é minha que o Corinthians perdeu… #PutaFaltadeSacanagem

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Recebi um comunicado interessante hoje (clique no link abaixo para ler):

Comunicado Konami/EA

Com relação ao comunicado, uma palavra…

P.s.: Muito obrigado a todos que pedem a volta das postagens no GameOver. Isso acontecerá. Tá tudo bem agora.

Notas relacionadas:

  1. Diretor da EA quase apanha de lutador profissional
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não) Tags: , , ,
26/02/2010 - 16:29

Gamers organizam petição para acabar com filmes de Uwe Boll

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Fazer com que uma mídia – digamos “games” – funcione em outra mídia – talvez “filmes” -, é um trabalho difícil, e muitas vezes acabam em um “epic fail” de proporções… Épicas. Agora, se existe um curso para diretores que querem destruir enredos de games em seus filmes, o seu mestre supremo é o alemão Uwe Boll. Mas os gamers do mundo se cansaram e organizaram uma petição online para que o diretor simplesmente pare de fazer qualquer coisa relacionada a games ou cinema.

uwe
“Xá comigo que eu sei o que to fazendo com a adaptação de God of War, champz”

A fama de “Boll, O Destruidor” começou em 2003, com a produção e direção do filme House of the Dead, longa-metragem baseado no shooter on rails homônimo. Pegue um filme bem ruim, aí acrescente a Rita Cadilac tentando representar enquanto, ao fundo, você escuta Hebe Camargo cantando o hino do Ituano… Em slowmotion. Pensou? Então, isso é bem melhor que House of the Dead. Crítica e público odiaram o filme, mas Boll simplesmente não ligou e continuou com a sua saga: em 2005, o facínora lançou Alone in the Dark e BloodRayne, com a mesma – ou pior – qualidade de House of the Dead. O que não dá pra entender muito bem é como Sir Ben Kingsley foi parar em BloodRayne.

O diretor deu um boi por dois anos, mas em 2007 chegaram Postal – o game homônimo é uma das obras-primas do politicamente incorreto, o filme é só ruim mesmo – e BloodRayne: Deliverance (se liga na tara que ele tem por BloodRayne). Já em 2008, Boll lançou Far Cry e se retirou por outros dois anos do tema “filmes de games”, mas, ao que tudo indica, ele volta este ano com BloodRayne: The Third Reich (e ele ainda tem colhões de fazer referências ao nazismo. Ou seja, um homem extremamente a frente de seu tempo).


SE LIGA nos efeitos sonoros de Far Cry

Se você, assim como os outros 352.706 gamers que assinaram a petição, também acha que o gênero deve parar de ser dilapidado por Uwe Boll, assine o documento online.Pense em nossas crianças!

uwe_boll_finger
E isso é só um “incentivo” para seu voto

Valeu pela dica @kadutrisquad !

Notas relacionadas:

  1. Criador de “God of War” debate sobre comercialização de games usados
  2. Coisas que são mais fáceis de se fazer na vida real do que nos games
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, games Tags: , , , , , , , , , , ,
12/01/2010 - 19:42

Lembrete: Quando entrevistar Mike Tyson, não coloque o próprio apanhando em um game no fundo do cenário

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Amigos, o Mike Tyson pode ser um tremendo cretino com uma voz que faria o Ferrugem rir da cara dele. Porém, ele é barra-pesada. Brincar com o excelentíssimo senhor pode ser um passeio sem volta, logo, tome cuidado! Durante uma entrevista (e um showzinho de metira) no WWE’s Monday Night Raw, enquanto Tyson trocava ternuras com o lutador Shawn Michaels – que, por sinal, havia sido sumariamente nocauteado pelo boxeador nos anos 90 -, uma TV no fundo do cenário exibia imagens do game “Fight Night Round 4”. O curioso: Tyson estava sendo demolido por Muhammad Ali nos ringues virtuais, *confira.

*Como podem perceber, a fúria de Lil’ Mike chegou ao YouTube e o vídeo foi retirado do ar… Se ele voltar, coloco novamente.

É claro que Tyson não viu o que estava rolando na telinha, mas, a essa altura do campeonato, ele já deve ter visto. E amigos… Eu não queria estar no mesmo continente que ele quando isso acontecer.

P.s.: Ei você, amigo que gosta e só fala sobre videogames antigos. É, estou falando com você. PARE DE SER CHATO! Fica ainda mais feio porque a maioria que curte fazer o “intelectualzão old school” nasceu no meio dos anos 80, ou seja, um bando de recém-nascidos e não tem vivência do que estão falando. Além do mais, por favor, não tem como acharem “Pac-Man” divertido depois de jogarem “Echochrome”. Compreendido? Grato.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, video Tags: , , , ,
08/01/2010 - 17:20

Rapper sueco faz clipe (deveras genial) baseado em games

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Pãtz, tenho certeza que, assim como eu, vocês também cansaram de tantos destaques que a mídia de games dá para qualquer banda da esquina quando mesclam jogos + música. Não que seja ruim, mas o hype enche o saco. Porém, graças à dica de dona @biab (e o senhor @reifus), cheguei ao clipe “Follow Me”, do rapper sueco Pato Pooh:

A música é boa (apesar de não ser meu estilo predileto) e as referências gamers estão geniais – caraco, além de “All Your Base Are Belong To Us” piscar na tela, a luta entre o “rapper” e o Super-Man no estilo “Marvel vs. Capcom” é genial!

Vale lembrar que esse vídeo está concorrendo a “Melhor Clipe” no MTV Awards da Suécia, logo, se você quiser ajudar o “brothá”, vota lá!

…é agora que eu termino com um “Yo!”, certo?…

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Notícia, video Tags: ,
07/01/2010 - 19:09

“Pole Dance Hero”: a evolução da diversão (e um tiquinho de carimbó)

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Um amigo já dizia: “escutar AC/DC o dia inteiro faz coisas ‘engraçadas’ acontecerem”. Dito e feito. Logo após escutar o disco “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, a primeira coisa “exquisita” foi o link do Adult Swim Games cair no meu colo: “Pole Dance Hero”.

pole_dance

Se você tem mais de 18 an…. Ah, eu quero enganar quem?! Eu sei que qualquer um vai clicar! Enfim, o jogo é bem divertido para algo tão simples. Mas também, como uma stripper dançando por dinheiro fictício pode não ser divertido?!

A segunda bizarrice foi o vídeo que o @BeGOD passou: “The King of Fighters ‘98 Live Action”.

Sério. Só assistindo:

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), games Tags: , ,
22/12/2009 - 18:56

Feliz Natal, Ano Novo e que venham os garçons!

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Sinceramente, não sou daqueles que gosta de ficar mandando feliz Natal e próspero Ano Novo – ou Hanukkah, ou Mazel-Tov, ou Novjaro, ou Neujooßdaach, ou Соли Нав. Sei lá, às vezes eu não fui amamentado direito.  Além de não ser católico (ou qualquer outra religião), acho toda a comemoração meio bizarra. O que eu gosto mesmo é de férias, festas e drinks. Por isso me despeço deste ano estranhamente produtivo, combativo e engraçado com um bom e velho “Yippie Kay Hey, Motherfuckers!”:

É isso aí, cambada. Ano que vem o GameOver continua do jeito que sempre foi (talvez ainda mais chato, talvez não), trazendo para vocês a minha opinião extremamente parcial – mas sempre transparente – de todos os assuntos importantes da indústria de games nacional, internacional e universal (por que não?!).

Abraços a todos e não se esqueçam, se verem que vão cair, deitem.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não) Tags: , , ,
07/12/2009 - 19:01

Um pedido de desculpas…

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Caros leitores, antes de qualquer coisa, peço desculpas pela ausência. Na realidade, não há desculpa, mas eu consigo mostrar vários motivos plausíveis de eu ter sumido por tanto tempo do GameOver:

1 – A querida colega (e chefe) Renata Honorato (Game Girl) se foi para mares nunca dantes navegados… Bom, não por mim, pelo menos. Com isso tornei-me o editor do Arena Turbo, porém, cuidando do site sozinho. Ou seja, o tempo que tinha para escrever no GameOver foi redirecionado para o site.

2 – Como vocês podem ter lido por aí, o iG está passando por uma reorganização gigantesca. Nesse arrastar de móveis incessante, apareceu a possibilidade do GameOver morrer. Com isso, a minha depressão se instalou e eu acabei desencanando de escrever. Um #mimimi clássico, admito.

Bom, como podem perceber, a sentença de execução não foi cumprida e nem deve ser. Trocando em miúdos: volto com o GameOver em força total e a prova é o post aí de cima. Divirtam-se (ou não)!

Abs,

Caio Teixeira

Notas relacionadas:

  1. Sobre aquela moça que adora colocar gatinhos na boca
  2. Pedido de desculpas e um “até logo”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não) Tags: , ,
04/11/2009 - 12:39

Strippers não conseguem distrair jogadores de “Counter-Strike”

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Em uma das listas de e-mails das quais eu participo hoje pulou o seguinte e-mail: “Strippers não param jogos”. É lógico que eu corri para ver o que se tratava e se não era uma pegadinha (de muito mal-gosto, afinal, não se brinca com strippers), e foi isso que encontrei:

Todos sabemos o poder que o famoso jogo de PC “Counter-Strike” tem sobre as pessoas que o jogam. Este é um daqueles jogos que se pode dizer intemporais e que mesmo com o passar dos anos este continua a ser dos mais jogados na Internet. Na Rússia, um treinador de uma equipe de “Counter-Strike” decidiu contratar umas strippers para distrair os seus pupilos, mas, ao que parece, a coisa não correu como ele queria.

strippers_cs

A lan-house em que decorria a batalha foi inundada de strippers. Estas entraram e começaram a meter-se com os rapazes que estavam a jogar “Counter-Strike”. Elas bem “brincaram” com eles, mas estes veteranos do “Counter-Strike” não descolavam os olhos da tela. Será que estes jovens desistiram das mulheres?

Impotentes perante o grande “Counter-Strike”, as meninas decidiram tirar a roupinha que estava a mais e fazer pequenas brincadeiras perto deles mas mais uma vez sem sucesso. Mesmo com elas a escassos centímetros, eles não descolaram os olhos dos monitores. Como vão poder ver pelas imagens muitos deles estão com cara de quem diz “Quem tem ‘Counter-Strike’ tem tudo”.

strippers_cs2

E eu ainda tento defender os gamers, falando que são pessoas normais e tals. Ledo engano…

(Agradecimento especial a Ewandro Schenkel, o provedor deste e-mail)

P.s.: Eu juro que a tarja preta na menina não é culpa minha…

Notas relacionadas:

  1. Tava demorando: Imprensa afirma que assassino alemão era jogador de “Counter-Strike”
  2. Dica de filme para o final de semana e “algunas cositas más”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Notícia, games Tags: , , ,
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