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Arquivo da Categoria Estórias

27/04/2009 - 14:53

Konami amarela e cancela lançamento de “Six Days in Fallujah”

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Tava demorando, mas não foi um choque de verdade: a Konami cancelou, oficialmente, o lançamento do shooter “Six Days in Fallujah”. A premissa do título era retratar os primeiros dias da invasão norte-americana no Iraque, voltado mais para os combates da cidade de Fallujah (duh!), onde os embates mais pesados ocorreram.

Sério, alguém realmente esperava que esse game vingaria? E se vingasse, não seria o título mais achincalhado de toda a indústria? Começa que os norte-americanos são um bando de bebês chorões: quando quiseram invadir o Iraque, todos aplaudiram, quando se atolaram em meio a uma guerra civil, todos apontaram e choraram. Bem-feito. Quem mandou enfiarem o bedelho onde não deviam? Ah sim, as indústrias petrolíferas mandaram, mas isso é assunto para consultores políticos…

“Depois de ver a reação ao videogame nos Estados Unidos e escutar as opiniões enviadas por telefone e e-mail, decidimos uns dias atrás que não iríamos mais vendê-lo”, diz o comunicado oficial da Konami publicado no site Asahi.com. (Via Arena Turbo)

Enfim, quando a Konami anunciou o título, eu realmente arregalei os olhos e me perguntei:

Era impossível negar que o tema do jogo estava, no mínimo, 20 anos adiantado. Fazer um game claramente voltado para eventos tão, relativamente, recentes é um tiro no pé gigantesco. É como querer fazer um jogo da Segunda Guerra Mundial nos anos 50. Não ia dar certo. Não deu certo. Todos os pais de soldados mortos nos combates do Iraque e ONGs pacifistas botaram a boca no trombone, fizeram muito barulho e a população, como um bom rebanho, foi atrás. Game cancelado.

Na minha humilde opinião: Konami errou no timing de lançamento, mas, no fundo, acho tudo uma grande babaquice. Já que daqui alguns anos eles lançam um game melhor, mais realista, sobre os mesmo fatos e todos vão aplaudir. Vide “Medal of Honor”, “Call of Duty”, “Wolfenstein” e “Brothers in Arms“. Isso tudo é mágoa de miguxo, que acha que um game vai desrespeitar “a memória de nossos mortos”. Galera, primeiro, honrem os vivos: tragam os soldados de volta e, depois, deixem os mortos em paz que, eu aposto, se tiverem alguma preocupação, definitivamente, não será com um bando de pessoas jogando videogame. Como até Renata Honorato afirmou: “Konami? Uns vendidos!”.

Mas e você, caro leitor? Acha louvável o fato da Konami cancelar “Six Days in Fallujah”? Ou, não estão ligando para essa coisa de pessoas que morreram em combate e querem mais um shooter da produtora?

Notas relacionadas:

  1. Site consegue testar atualização de “Left 4 Dead – Survival Pack”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Notícia, Opinião, Trailer, arena news, games Tags: , , , , ,
11/03/2009 - 18:35

Estudo determina quantas vezes a “Princesa está em outro Castelo”

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Quantas vezes você “ouviu” aquele maldito cogumelo Toad falar “The Princess is in another castle”, no Super Mario? Dependendo do seu tempo de gamer, pelo menos milhares. Mas calma, a ciência veio para nos salvar e um estudo (sério, eu queria ser pago para esse tipo de pesquisa) provou que, ao contrário do que você acha, não é sempre que ela está em outro castelo.

De acordo com a pesquisa, a Princesa só está no outro castelo (não importa qual, simplesmente não é onde você está mesmo…) em 87,5% das vezes, ou seja, a cada oito tentativas, sete a vadia Princesa estará do outro lado do mundo.

Por que, raios, ela simplesmente não fica trancada no quarto dela? Aliás, como ela consegue ser raptada por tartarugas? TARTARUGAS!

Notas relacionadas:

  1. Depois dos zumbis, chega o Mario
  2. Depois dos zumbis, chega o Mario
  3. Depois dos zumbis, chega o Mario
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Notícia, video Tags: , ,
17/02/2009 - 12:36

Pai de 13 anos só queria jogar videogame

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O mais novo “hit” do momento é o caso dos britânicos Alfie Patten, de 13 anos, e Chantelle Steadman, de 15, que tiveram a brilhante ideia de terem um filho… agora. O jornal The Sun mostrou que, na realidade, Patten só queria jogar seu PlayStation 3 tranquilamente e errou de “achievement” quando completou a missão “sexo desprotegido com menina mais velha”.

Foto: The Sun

Com evidente satisfação em seu semblante ao segurar o rebento…

… Patten afirma que cuidar do bebê é “mais fácil do que imaginava”. Alguém, pelo amor de Deus, avisa essa criança – isso, a que está segurando a outra – que o filho não é um G.I. Joe.

De qualquer forma, a matéria do jornal The Sun não mostra qual é o game predileto do garoto, mas tenho um “feeling” de que seja “Leisure Suit Larry”.

P.s.: além de Patten já ter esse maravilhoso trauma para trabalhar o resto da vida, agora parece que ele pode não ser o pai da criança. Ou seja, aos 13 anos ele já foi pai e traído pela mulher… De fato, ele já viveu mais do que muito homem de 35 anos.

Notas relacionadas:

  1. Liberado vídeo de comparação entre versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de “Resident Evil 5″
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Opinião, arena news Tags: , , , ,
10/02/2009 - 18:05

“Resident Evil 5” e o ápice da criação humana: o localizador de peitos

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Quantas sequências de “Resident Evil” já foram feitas? Oito? Dezessete? Quarenta e duas? Não importa! O que importa é que “Resident Evil 5” conseguiu fazer a inovação que nenhum outro game da série chegou a arranhar anteriormente… Pera, da série? NADA. Nenhuma mídia do MUNDO, chegou tão perto da graça divina quanto “Resident Evil 5” e sua novidade! Apresento-lhes o “boob locator (localizador de peitos)”.

Sério, você consegue entender completamente a aplicação desta ferramenta? Dane-se o “Resident Evil 5”! A Capcom superou qualquer outra criação humana (inclusive o zíper) ao inventar o “boob locator”. Zumbis? Tiroteio? Sua vida em jogo? Humanidade na beira da extinção? NÃO IMPORTA! Nada importa com o localizador de peitos! É só você segurar o RT/R2 e lá estão eles, firmes. Sheva, a portadora de tais maravilhas, até se posiciona de maneira favorável para você conferi-los em toda sua magnificência.

Eu estou sem ar. Simplesmente não consigo parar de clicar no “play” do vídeo acima e escutar as trombetas angelicais indicando o ápice da criação humana.

Essa notícia estará marcada para sempre. A vida perdeu seu sentido total, nada mais é novidade ou importante. Tudo se rebaixa à insignificância ao se comparar ao “boob locator”. Vou pular da janela da redação para ver se sinto mais alguma emoção…


..
.

Não. Não sinto mais nada.

*Dica do blog Continue

Notas relacionadas:

  1. Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA
  2. Liberado vídeo de comparação entre versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de “Resident Evil 5″
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Teorias, Trailer, games Tags: , , , ,
02/02/2009 - 19:19

Que tal ir trabalhar em um Warthog saído diretamente de “Halo”?

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Você já parou para pensar no que acontece com aqueles cenários, no caso, carros cenográficos sensacionais depois que seus filmes acabam? Os diretores jogam fora? Fazem doações para auto-escolas? Ficam brincando de bate-bate em casa? Não sei, mas o que eu sei é que na Nova Zelândia, uns sortudos estão dirigindo um Warthog real para ir trabalhar.

Exatamente, após o filme de Neil Blomkamp baseado em “Halo” ter sido abandonado, o que sobrou foi um dos jipes Warthog feito para o longa-metragem, totalmente funcional.


Tá certo. Dirigir um Warthog é demais! Mas não com esse “rapaizinho” na metranca!

Foi nesse carrão (montado na base de um Nissan Patrol, com tração 4×4 e turbo), que o repórter da Official Xbox Magazine (OXM) Alistair Wallis conseguiu dar um volta, mas antes ele teve que se vestir como um verdadeiro personagem de “Halo”. Que chato!


Que sacrifício imenso deve ter sido vestir um uniforme da UNSC Marine

Ok, ok, bem legal. Mas o que me interessava de verdade era dar um volta em uma réplica da Cortana

*Via OXM

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, games Tags: , , , ,
30/01/2009 - 13:37

Corram para as montanhas! Zumbis começam seus ataques nos EUA

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Eu falo, falo e falo, mas ninguém escuta. Todo mundo acha que eu estou brincando, ou que simplesmente estou louco, quando afirmo que é questão de tempo para que uma horda de zumbis domine a Terra. A prova cabal que mostra que estou certo em minhas previsões foi noticiada pelo Gizmodo: o site afirmou que placas de sinalização eletrônica foram hackeadas para exibir mensagens de alerta “engraçadas”, mas eu tenho certeza de que os avisos são reais!

E você achando que games como “Left 4 Dead” e o novo “Resident Evil 5” estão apenas se fazendo de engraçadinhos… Que nada! Eles estão nos treinando, tentando nos avisar do perigo eminente que nos assombra em cada tumba, em cada cemitério!

Minha própria família já sofreu com os malditos mortos-vivos. Minha tia avó Noraide era um desses não-vivos que vagava pelas ruas de São Paulo em busca de cérebros, mas NÃÃÃO, o Caio é maluco e só fala besteira! A sorte é que devido sua cegueira e lerdeza, própria dos zumbis, ela não conseguia se alimentar. Com isso titia acabou entrando em um estado de hibernação (meus parentes falam que ela morreu, mas eu não acredito) e foi enterrada.


Esse foi o primeiro kit de segurança que comprei para meu apartamento

É por essas e outras que já li o “The Zombie Survival Guide” e “World War Z”, do Max Brooks. Conclamo a todos: se virem alguém com um andar cambaleante vindo em sua direção, atire primeiro e pense depois! Esse ser não é mais seu vovô, agora é um dos que “levantaram”!


E você achando que estava seguro enquanto seu avô cantava “balança caixão”…

Notas relacionadas:

  1. Garotas gostosas odeiam zumbis
  2. Mais um sociopata é colocado no hall de gamers
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Opinião, Teorias Tags: , , , , , ,
24/01/2009 - 02:55

Campus Party: Overdose de energético deixa nerds alucinados no evento

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É triste, as drogas hoje em dia não perdoam mais ninguém. E você achando que aquele nerd acanhado, que ficava sentado, encolhido, no canto da sala era o fundo do poço da comunicação… Os nerds da Campus Party, na madrugada deste sábado, mostraram que os tóxicos estão aí, fazendo a vez. “Como assim, drogas no evento?”, você deve se perguntar. Exatamente, drogas, que nesse caso são aceitas pela sociedade: o famigerado energético, que para este grupo, é o suficiente para jogá-los em uma tortuosa alucinação coletiva. No afã do cumprimento da missão jornalística, consegui gravar algumas cenas. Cuidado: as cenas são fortes.

Tudo começou inofensivamente. Por volta das 23h40, um grupo de pessoas iniciou uma ola, tranquila, até mesmo divertida…

Em dado momento, um conglomerado decidiu dar um passo além. Horrorizado, observei os nerds empunhando suas cadeiras e correndo, ensandecidos*, em volta da arena.

É, meus caros, o energético, a bebida maléfica, já corria nas pobres veias dos pequenos nerds, turvando suas mentes, destruindo a timidez, embotando seus sentidos… Basicamente os deixando sem-noção mesmo.

Após alguns minutos de frenesi quase religioso, eles pararam em frente a área musical do evento e começaram a gritar em coro: “Liga o som, liga o som, liga o som!”. Alguns urravam e babavam, outros batiam suas cadeiras no chão, a maioria regredindo ao nível do homo habilis.

Mais alguns minutos e eles decidiram tomar o palco da Campus Party. Fazendo uma estranha corrida de cadeiras, chegaram ao palanque e quando o dominaram, começaram a comemorar como se tivessem acabado de derrubar a Bastilha.

Foi um momento glorioso, mas durou pouco.

Sob o julgo tirânico da organização do evento, seu ânimo foi desmembrado pela carranca bestial do verdugo… Tá, não foi tão difícil assim acabar com a graça do pessoal, afinal, nerds. Seu habitat natural é virtual e não real.

“Pessoal, ontem (quinta-feira) recebemos uma intimação judicial para que parássemos com as festas depois da meia-noite”, disse o Diretor de Comunicação e Marketing (é assim que chamam os carrascos hoje em dia), Beto Andrade. “Existe um hospital logo atrás da Campus e por isso não podemos continuar a música e o barulho”. Alguns protestos tímidos aconteceram, mas a palavra foi fatal: “hoje parou pessoal, mas conseguimos para amanhã (sábado) uma autorização especial para realizarmos a festa de encerramento”.

Cada um voltou ao seu computador meio cabisbaixo, meio vitorioso. O mal havia sido detido. Os anarquistas controlados. Mas eu vi, no olhar de cada um, a sanha de sangue, o ardor da batalha.

Digito este texto escondido embaixo de uma mesa. Escutei boatos de sacrifícios humanos em homenagem ao deus Linuxus. Ainda bem que cortaram o energético.

Errata: Como o caridoso e gentil leitor Van der Lancaster fez o favor de apontar, ensandecidamente escrevi “insandecidos”. Obrigado pelo toque e pelas belas palavras, Lancaster.

Notas relacionadas:

  1. Companheirismo nada! Eu quero é a sua banda-larga!
  2. Campus Party erra feio com música (ou) Gamers atraem multidões com “Rock Band”
  3. Sobre tretas, álcool e games na Campus Party
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Campus Party, Estórias Tags: , , , , ,
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