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Arquivo da Categoria Estórias

25/08/2011 - 11:33

Portal e fan films que mereciam estar no Cannes

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(sente só como essa Chell tá forte, mermão!)

Após assistir ao vídeo aí em cima me peguei pensando: é bizarro a qualidade de fan films que a série Portal inspirou. É impressionante como estes curtas são mais preocupados em explorar as nuances da Chell (personagem principal da série e muda nas horas vagas) do que o fato dela ter uma arma que cria portais. O que é bizarro, não? Afinal de contas, segundo todas as pessoas que consideram games uma mídia incapaz de transmitir emoções “profundas” ou contar histórias interessantes, nós só somos capazes de ter jorros incontroláveis de adrenalina enquanto matamos coisas, certo?

Mas por que essa fascinação pela personagem muda e não por sua arma/capacidade de telportar? O que há de tão interessante na mente de alguém que mal sabe quem é – sinto muito, você precisará conhecer a história de Portal para entender melhor este texto, mas a Wikipedia está aí, né? – e não tem ideia do porque estar presa em um laboratório?

Você jogou os dois games da série Portal? Se sim, por que a história é tão importante? Convenhamos, o título é, atualmente, um dos pináculos do “videogame”, tudo nele é focado na jogabilidade e em como o jogador responderá aos desafios propostos. Bem, nem tudo… Chell está lá. E GlaDOS. E Wheatley, que apareceu neste último game.

Sendo justo, Portal 2 teve muito mais história que o primeiro, contando mais sobre a origem de Chell e do próprio laboratório da Aperture. O caso é que: poucos games impulsionaram vídeos tão “profundos e dramáticos”… Por que?

Particularmente, acho esse segundo muito mais “tenso”

Em que momento o jogador, que controla a própria Chell em uma câmera primeira-pessoa, simpatiza tanto com o sofrimento da personagem? Quando ele foi obrigado a incinerar o Companion Cube (sente só a bizarrice: nós nos ligamos emocionalmente a um objeto inanimado criado dentro de uma realidade virtual nada parecida com a nossa própria realidade… )? Ou foi quando GlaDOS lhe negou a liberdade no primeiro título, ou a traição de Wheatley no segundo? Ou mesmo a redenção de GlaDOS?

Será que o silêncio de Chell, que me colocou num estado de semi-revolta em ambos os jogos, é o que faz o jogador berrar ele mesmo contra toda a trama (ou a favor dela)? E, em um mundo completamente desconhecido (sem identidade, sem rumo, sem perspectiva) por que, raios, Chell quer escapar? Quer viver? POR QUE O JOGADOR QUER JOGAR?!

Portal é demais…

Notas relacionadas:

  1. Carajo List: Top 10 FPSs
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, games, video Tags: , , , , ,
26/02/2010 - 16:29

Gamers organizam petição para acabar com filmes de Uwe Boll

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Fazer com que uma mídia – digamos “games” – funcione em outra mídia – talvez “filmes” -, é um trabalho difícil, e muitas vezes acabam em um “epic fail” de proporções… Épicas. Agora, se existe um curso para diretores que querem destruir enredos de games em seus filmes, o seu mestre supremo é o alemão Uwe Boll. Mas os gamers do mundo se cansaram e organizaram uma petição online para que o diretor simplesmente pare de fazer qualquer coisa relacionada a games ou cinema.

uwe
“Xá comigo que eu sei o que to fazendo com a adaptação de God of War, champz”

A fama de “Boll, O Destruidor” começou em 2003, com a produção e direção do filme House of the Dead, longa-metragem baseado no shooter on rails homônimo. Pegue um filme bem ruim, aí acrescente a Rita Cadilac tentando representar enquanto, ao fundo, você escuta Hebe Camargo cantando o hino do Ituano… Em slowmotion. Pensou? Então, isso é bem melhor que House of the Dead. Crítica e público odiaram o filme, mas Boll simplesmente não ligou e continuou com a sua saga: em 2005, o facínora lançou Alone in the Dark e BloodRayne, com a mesma – ou pior – qualidade de House of the Dead. O que não dá pra entender muito bem é como Sir Ben Kingsley foi parar em BloodRayne.

O diretor deu um boi por dois anos, mas em 2007 chegaram Postal – o game homônimo é uma das obras-primas do politicamente incorreto, o filme é só ruim mesmo – e BloodRayne: Deliverance (se liga na tara que ele tem por BloodRayne). Já em 2008, Boll lançou Far Cry e se retirou por outros dois anos do tema “filmes de games”, mas, ao que tudo indica, ele volta este ano com BloodRayne: The Third Reich (e ele ainda tem colhões de fazer referências ao nazismo. Ou seja, um homem extremamente a frente de seu tempo).


SE LIGA nos efeitos sonoros de Far Cry

Se você, assim como os outros 352.706 gamers que assinaram a petição, também acha que o gênero deve parar de ser dilapidado por Uwe Boll, assine o documento online.Pense em nossas crianças!

uwe_boll_finger
E isso é só um “incentivo” para seu voto

Valeu pela dica @kadutrisquad !

Notas relacionadas:

  1. Criador de “God of War” debate sobre comercialização de games usados
  2. Coisas que são mais fáceis de se fazer na vida real do que nos games
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, games Tags: , , , , , , , , , , ,
07/12/2009 - 19:14

As galhofadas das promoções de advergames no Brasil

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Com a dica do amigo Guilherme cheguei ao texto do jornalista Luis Sucupira com certo receio, afinal, na minha cabeça bizarra o site Fórum PCs é algo mais técnico, mais voltado para os über-nerds da computação (aqueles caras que brincam com equações do 3º Grau como se fossem bolinhas-de-gude). Me enganei.

Sucupira levantou uma grande questão sobre as “coincidências” que têm acontecido nas promoções realizadas por advergames no Brasil. Eu vou resumir a reportagem, mas aconselho veementemente que você a leia na íntegra.

Sucupira, fazendo uma pesquisa básica, chegou a uma conclusão da qual eu já desconfiava a tempos: o jeitinho brasileiro também já chegou nos advergames. E os personagens principais das “coincidências” nessas promoções são Paulo Roberto Demétrio de Oliveira e Danilo Neves Cruz. Calma, eu explico.

Ou melhor, Sucupira explica, dando quatro exemplos: as promoções “Peugeot 207 Racer”, “T-Racer Punto T-JET”, “Rexonna Energizing XRace” e “Rexona Tuning Race”.

As “casualidades” se apresentam da seguinte forma: os nomes de Paulo Roberto e Danilo Neves aparecem em todas as promoções citadas acima – às vezes só um aparece, em outras os dois. Paulo Roberto é sempre o competidor sortudo, agraciado pelo destino algumas vezes (quando ganha a promoção sem ser o primeiro colocado da disputa), ou usando técnicas escusas para burlar o sistema do jogo (como mostrado no post de Sucupira, quando Demétrio teria conseguido acesso ao código fonte do game e se aproveita disso para melhorar sua pontuação nos campeonatos). Já Danilo Neves é o programador de todos esses advergames. O melhor? Ao que o Orkut indica, eles são amigos.

orkut_paulo_roberto

Como Sucupira disse: “um é pouco; dois pode não ser bom; três, na maioria das vezes, pode ser demais e quatro já é abusar da nossa paciência”. Das promoções citadas, Paulo Roberto ganhou duas, a “Peugeot 207 Racer” e a “Rexona Tuning Race” – sendo que esta última tinha como prêmio uma viagem para a Itália, com direito a dirigir uma Ferrari, porém, somente com uma carteira de habilitação especial (internacional e traduzida) o vencedor poderia dirigir o carro, do contrário, um piloto conduziria a Ferrari e o campeão ficaria de passageiro. Paulo Roberto, com extrema confiança, tirou sua carta internacional 2 semanas antes do resultado da promoção. Ele também ficou em 5º lugar na “T-Racer Punto T-JET”.

Já Danilo Neves participou do desenvolvimento de todas as promoções – em tempo, a promoção que Paulo Roberto não participou, “Rexona Energizing XRace”, foi vencida por Rafael Brejão, também amigo de Danilo Neves. E que havia ficado em 6º lugar, mas recebeu o prêmio porque a comissão julgadora “não encontrou” os outros cinco melhores colocados que Brejão.

orkut_brejão

Casualidades.

Aliás, o resultado do “T-Racer Punto T-JET” até foi parar na Justiça de São Paulo, com outros participantes reclamando da maneira “dobrada” pela qual Paulo Roberto acabou se classificando, usando uma falha do jogo (aliás, os outros competidores que fizeram essa reclamação foram expulsos do campeonato pela comissão. Fica melhor a cada coincidência).

De qualquer forma, sejamos justos, isso tudo é especulação. Coincidências encontradas com uma pesquisa básica, nada que não seja achado por qualquer pessoa mais curiosa.

Mas e se não forem? E se uma maracutaia digna de formação de quadrilha está minando as chances de qualquer pessoa que não seja amigo de Danilo Neves – ou que não seja o próprio Paulo Roberto – de ganhar uma promoção de advergames de maneira honesta no Brasil?

Leiam a matéria na íntegra, vejam as outras coincidência encontradas, formem sua opinião, comentem. Quanto a mim, deixo (ansiosamente) espaço aberto para todos os “coincidentalistas” (uma nova seita, eu diria) citados neste post.

[UPDATE]: Assim como afirmei em meu post, deixo um espaço aberto para todos os envolvidos. Mas para melhorar a apuração da história, hoje (8) eu enviei um e-mail para Danilo Neves pedindo uma entrevista. Como é tradição do GameOver, toda a troca de e-mails será publicada para deixar clara a transparência da conversa. Acompanhem:

Olá, Danilo. Como vai?

Antes de qualquer coisa, deixe-me apresentar: meu nome é Caio Teixeira, sou o editor de games do iG (Arena Turbo).

Ontem eu li uma matéria no Fórum PCs, escrita pelo jornalista Luis Sucupira, onde o seu nome é citado diversas vezes. Caso você não a tenha lido, segue o link: http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=261910

Bom, eu gostaria de escutar a sua versão da história mostrada por Sucupira. Você estaria disposto a conversar? Afinal, as “acusações” feitas a você são sérias e acredito que você queira expor o seu lado.

Grato pela atenção,

Caio Teixeira

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Notícia, Opinião, Teorias Tags: , , , , , , , , ,
07/12/2009 - 19:01

Um pedido de desculpas…

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Caros leitores, antes de qualquer coisa, peço desculpas pela ausência. Na realidade, não há desculpa, mas eu consigo mostrar vários motivos plausíveis de eu ter sumido por tanto tempo do GameOver:

1 – A querida colega (e chefe) Renata Honorato (Game Girl) se foi para mares nunca dantes navegados… Bom, não por mim, pelo menos. Com isso tornei-me o editor do Arena Turbo, porém, cuidando do site sozinho. Ou seja, o tempo que tinha para escrever no GameOver foi redirecionado para o site.

2 – Como vocês podem ter lido por aí, o iG está passando por uma reorganização gigantesca. Nesse arrastar de móveis incessante, apareceu a possibilidade do GameOver morrer. Com isso, a minha depressão se instalou e eu acabei desencanando de escrever. Um #mimimi clássico, admito.

Bom, como podem perceber, a sentença de execução não foi cumprida e nem deve ser. Trocando em miúdos: volto com o GameOver em força total e a prova é o post aí de cima. Divirtam-se (ou não)!

Abs,

Caio Teixeira

Notas relacionadas:

  1. Sobre aquela moça que adora colocar gatinhos na boca
  2. Pedido de desculpas e um “até logo”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não) Tags: , ,
04/11/2009 - 12:39

Strippers não conseguem distrair jogadores de “Counter-Strike”

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Em uma das listas de e-mails das quais eu participo hoje pulou o seguinte e-mail: “Strippers não param jogos”. É lógico que eu corri para ver o que se tratava e se não era uma pegadinha (de muito mal-gosto, afinal, não se brinca com strippers), e foi isso que encontrei:

Todos sabemos o poder que o famoso jogo de PC “Counter-Strike” tem sobre as pessoas que o jogam. Este é um daqueles jogos que se pode dizer intemporais e que mesmo com o passar dos anos este continua a ser dos mais jogados na Internet. Na Rússia, um treinador de uma equipe de “Counter-Strike” decidiu contratar umas strippers para distrair os seus pupilos, mas, ao que parece, a coisa não correu como ele queria.

strippers_cs

A lan-house em que decorria a batalha foi inundada de strippers. Estas entraram e começaram a meter-se com os rapazes que estavam a jogar “Counter-Strike”. Elas bem “brincaram” com eles, mas estes veteranos do “Counter-Strike” não descolavam os olhos da tela. Será que estes jovens desistiram das mulheres?

Impotentes perante o grande “Counter-Strike”, as meninas decidiram tirar a roupinha que estava a mais e fazer pequenas brincadeiras perto deles mas mais uma vez sem sucesso. Mesmo com elas a escassos centímetros, eles não descolaram os olhos dos monitores. Como vão poder ver pelas imagens muitos deles estão com cara de quem diz “Quem tem ‘Counter-Strike’ tem tudo”.

strippers_cs2

E eu ainda tento defender os gamers, falando que são pessoas normais e tals. Ledo engano…

(Agradecimento especial a Ewandro Schenkel, o provedor deste e-mail)

P.s.: Eu juro que a tarja preta na menina não é culpa minha…

Notas relacionadas:

  1. Tava demorando: Imprensa afirma que assassino alemão era jogador de “Counter-Strike”
  2. Dica de filme para o final de semana e “algunas cositas más”
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Notícia, games Tags: , , ,
30/10/2009 - 17:18

Raven Alexis: Atriz pornô e nerd

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O Kotaku apelou e seguiu a minha linha de “posts canalhas”: entrevistaram a atriz pornô Raven Alexis – que se auto-intitula “estrela da pornografia real” (então o que as outras fazem é de “brinks”?!). Fiz um resumão da entrevista abaixo. Para lê-la na íntegra é só dar um pulo no Kotaku. Enjoy:

Com seus olhos castanhos, 22 anos e cabelos presos, Raven acaba de assinar um contrato com a produtora de vídeos adultos Digital Playground e seu primeiro filme pela empresa está marcado para o dia 29 de dezembro.

Mas essa é sua face pública. Sua vida secreta é cheia de lascívia nerd: LAN parties, “Star Trek“, “World of Warcraft” e modding de PCs.

raven

“Eu comecei a jogar quando tinha 13 ou 14 anos, logo quando “Age of Empires” foi lançado, e desde então não parei”, conta Raven.

A atriz também é viciada em “WoW”, “jogo desde que foi lançado e passei por todas as expansões”, comenta. Mas ela não SÓ joga, ela é realmente viciada: “tenho várias contas no ‘WoW’ e diversos personagens, os principais são um Night Elf Druid level 72, um Tauren Hunter level 44 e um Blood Elf Mage level 64”.

raven_2

Ao contrário de algumas celebridades, Raven prefere não passar os nicks que usa durante as partidas. “Eu gosto dessa vida alternativa, é um ‘lugar’ para descansar, sabe?”, diz.

Agora, queridos leitores, se isto foi ou não uma jogada de marketing para atrair os nerds – como se fosse muito necessário… -, não posso saber. O que eu não tenho dúvida é do “talento” da garota:

raven_3

Notas relacionadas:

  1. Rapidinhas: “L4D” de graça, EDGE chega no País e site gringo no Brasil
  2. Caso Belchior: Novas pistas sobre o desaparecimento do cantor
  3. Saga “Bayonetta”: Os japoneses sabem MESMO fazer propaganda
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Notícia, games Tags: , , , , , , , ,
05/10/2009 - 17:30

Hideo Kojima mostra suas armas (ui!)

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Vamos falar sério, ok? TODO MUNDO sabe que o designer Hideo Kojima, criador de “Metal Gear Solid”, é bem… hm… como falar isso? Ok! Ele é uma fruta! Pronto, falei! Ele é uma frutinha, florzinha, curte brincar com a Barbie, belisca o azulejo, morde a fronha e de maneira alguma esconde isso (se você falar que eu estou mentindo é porque nunca viu os cintos de strass que o rapazola usa). Não tenho nada que ver com isso, tampouco acho ruim ou bom, a vida é do cara e ele faz o que bem entende com as “vias de acesso” dele, mas sair mostrando o muque por aí no blog dele… Pô, aí já é exagero!

hideo_kojima_muque

Olha, certeeeeza, certeza de que o bracinho bombadinho aí em cima é dele eu já não tenho, mas o Kotaku afirmou, e o Google Translator confirmou (na medida do possível).

Não vou tirar toda a história do contexto, ok? Essa imagem não foi “de graça” e pulou na net quando o Kojima supostamente falava sobre ter ganhado peso durante a Tokyo Game Show deste ano. Tudo por não ter arranjado tempo para malhar (ohn, tadinho!), logo, ele afirmou que perdeu 2 kg de massa muscular e ganhou de pancinha.

Hm… esse post já tá bem estranho. Parei. Mas antes de acabar, uma dica: confiram os comentários da entrada do blog sobre “miguxos” falando que estão se exercitando como o BIGBOSS.

hideo-kojima
E essa obsessão por “snakes”, heim?

Como um pensador já falou: “Hmmmm essa coca é fanta!”

Notas relacionadas:

  1. Minhas impressões sobre a E3 – Primeira Parte
  2. Minhas impressões sobre a E3 – Segunda Parte
  3. TGS 09: “Dead Rising 2” e a cadeira de rodas da morte
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Opinião, Teorias Tags: , ,
25/08/2009 - 17:25

Caso Belchior: Novas pistas sobre o desaparecimento do cantor

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Não, você não está lendo errado. Eu, de fato, encontrei pistas sobre o paradeiro do cantor Belchior, astro da nossa MPB. “Mas o que isso tem haver com games, Bátima”, você pergunta, e eu afirmo que vou chegar no ponto.

Antes de qualquer coisa, uma recapitulação relâmpago sobre o caso: o programa “Fantástico” do último dia 23 comprovou que o cantor Belchior estava desaparecido, até aí nada de extremamente extraordinário. O problema é que só foram perceber o sumiço do artista depois de 2 ANOS. Tento imaginar a mãe dele fazendo a macarronada de domingo, preparando a mesa para a família quando, ao recontar o número de lugares para o almoço percebe que está faltando alguém. Depois de consultar alguns parentes e vizinhos percebe que é seu filhote que está sumido nos almoços… HÁ 2 ANOS.

Calma, antes de continuarmos, você sabe quem é Belchior? Bom, se você for a mãe dele(ou qualquer parente, amigo, conhecido), parece que esqueceu um pouco de quem é o rapazote. Tudo bem, eu dou uma pista:

E o caso vai ficando cada vez mais escabroso. Em diversas matérias pela internet, pessoas afirmam tê-lo visto no Uruguai, outros em São Paulo mesmo, “Johnny Rivers parou no auge e foi ser monge. Não há nada de errado, o Bel deve estar num cantinho”, diz Jorge Mello, amigo e sócio por 15 anos, em uma entrevista a um site. Belo amigo! O cara some por 2 anos e não avisa ninguém!? O pior é que Belchior ainda teve “as moral” de deixar um de seus carros num aeroporto de São Paulo (seria para despistar?) acumulando uma dívida de R$ 18 mil.

Ok, deixando as falsas pistas de lado, eu mesmo fui investigar o caso, já que meus pais tem grande apreço pelo cantor – mas também não avisaram ninguém que ele sumiu há 2 ANOS -, e eu quero o bem dos dois. Cruzei as informações: sumiço + dívidas + cabelos cumpridos + cavanhaque = um perfeito candidato a gamer, mas não qualquer tipo de jogo eletrônico, um gênero muito bem conhecido por causar certa alienação social: MMORPG.

É claro! É lógico! Belchior tem tudo para ser um jogador de MMORPG inveterado que só quer ficar em paz, no seu mundo virtual e sua Guilda. Ok, voltei às investigações e comecei, obviamente, pelo maior game do gênero, o “World of Warcraft”. E nem precisei de muito esforço, caros amigos. Na primeira “googada”, pronto, “achei” o “rapaz latino americano” recrutando membros para um novo grupo da Alliance (da Horde é que o bom-menino não poderia ser!). Não acredita? Dá uma olhada no link e quem está participando da guilda.

Logicamente, eu não iria acreditar em uma prova tão simplória quanto esta, afinal, quantos “Belchiores” existem por aí? …. Pensando bem, nem tantos assim, porém, a prova ainda era ínfima. Logo continuei minha procura e os frutos não tardaram a aparecerem:

Observei a imagem durante vários minutos. O personagem em questão é da Alliance, assim como a prova acima, e usa o nickname de “Belchior”, mas o que seria o “[U.R.L.A.]”? Confabulei com diversos colegas da redação, e até parti para fórmulas matemáticas de recombinação alfabética (também conhecida como anagrama): LARU? ULAR? RAUL!? Seria uma homenagem ao roqueiro falecido? “Não, não… Não pode ser algo tão simples assim”, minha mente berrava.

U.R.L.A.
U.R.L.A.
U.R.L.A.
U.R.L.A.

Então, “eureka!”, a resposta me veio! Ou melhor, a música:

U.R.L.A. = Um Rapaz Latino Americano! Eu encontrei o Belchior! Bom, quase, já que, fisicamente falando, ele continua sumido. Porém, com a minha descoberta, podemos ficar mais calmos já que o cantor se mantém com ótima saúde jogando “World of Warcraft”!

Mas ele estar na Alliance foi realmente uma decepção…

Será que ele está ansioso para o “Cataclysm”?

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Teorias Tags: , , , , ,
03/08/2009 - 17:37

Minhas férias: Voltei com a sex tape do Mario e da Peach

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Um mês de férias faz milagres que vão desde 18hs de sono até uma recém “semi-cirrose” descoberta (lembre-se, colegas, nunca bebam como se não houvesse amanhã, porque ele, provavelmente, existirá). Também entendi que misturar a Pug da minha irmã com cabos de joystick pode resultar em fratricídio. Ah e, finalmente, consegui terminar “Shadow of the Colossus”, game que comecei a jogar no lançamento (2005) e, após 4 anos, consigo falar com propriedade: um dos melhores jogos já desenvolvidos pela humanidade.

De qualquer maneira, voltei! E na mala trouxe a sex tape do encanador Mario e da Princesa Peach.
Não preciso dizer que o vídeo é “kind of” perigoso para o trabalho… E que, se você tem menos de 18 anos, seja ágil o suficiente para fechar o browser antes dos seus pais verem.

Continuando com os acontecimentos das férias, tenho o grande prazer de anunciar que agora vocês poderão ler este energúmeno que vos escreve também na Mundo Estranho – a partir de setembro (ed. 91), para ser mais exato. Trocando em miúdos, de descanso mesmo foram só as poucas horas passadas em frente a TV, fritando meu cerebelo com “True Blood”, “Twin Peaks” e “Reaper”.


“Isso é uma p$%# cilada, Bino!”, Pedro sobre Laura Palmer

Bom, caros leitores, estamos de volta aos trabalhos de levar um pouco mais de surrealidade – e por que não, irritação também? – para o vosso dia!

Cheers!

Notas relacionadas:

  1. Depois dos zumbis, chega o Mario
  2. Depois dos zumbis, chega o Mario
  3. Depois dos zumbis, chega o Mario
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), video Tags: , , , , , ,
22/05/2009 - 17:26

Encontrados fósseis de consoles em Sergipe

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Foi reportado, nessa sexta-feira, que fósseis de alguns acessórios e videogames foram encontrados no sertão de Sergipe. Arqueólogos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) foram chamados ao local, mas ainda não conseguiram datar os objetos.

Os fósseis foram encontrados pelo garimpeiro Jezuíno da Cruz, “eu tava cavucando (sic) ali perto do rio (Guapibaribe) quando esbarrei nessas pedra engraçada”, afirmou o trabalhador. Segundo pesquisadores da UFS, “o achado é, no mínimo, inusitado, já que esses objetos não existem – pelo menos achamos que não – a tanto tempo assim. Temos de averiguar a autenticidade deles”.

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É UM, PÁ PÁ PÁ! (para os admiradores de Topa Tudo Por Dinheiro)

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não) Tags: , , ,
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