Epifania do dia: Nintendo e Paulo Coelho
Enquanto eu tomava banho hoje de manhã – momento em que meu pensamento mais “passeia” -, pensando sobre coisas que vimos durante a E3, novidades no Arena e em o que almoçar hoje, cheguei a uma conclusão sobre a Nintendo: ela é o Paulo Coelho dos games. Calma, eu explico.
Quem lê com certa frequência acho que entenderá os meus argumentos, quem não lê… Bem, só isso já explica muita coisa.
O jeito mais fácil de fazer essa comparação, a meu ver, é explicar o que o Paulo Coelho significa para a literatura nacional e mundial e, a partir destes pontos, é só os estenderem para a Nintendo:
Paulo Coelho é um escritor brasileiro, amigo e compositor do Raul Seixas, que já vendeu uma cacetada de livros – cerca de 100 milhões de exemplares, o que não é muito se compararmos a uma J.K. Rowling ou Stephenie Meyer, mas o cara é mais overrated que elas e é por isso que o uso em meu argumento.
Enfim, Paulo Coelho escreveu uns três livros realmente famosos (O Alquimista, Maktub e O Diário de um Mago, algo como o Super Mario, Zelda e Metroid), que foram traduzidos para diversos idiomas e vendidos em centenas de países. Todos eles escritos a décadas atrás e, desde então, Paulo Coelho surfa na onda deles, afinal, ele não precisa se esforçar muito mais, até para a Academia Brasileira das Letras ele foi parar – se isso é um mérito ou não, é outra história. Todos os seus livros são parecidos com os três supracitados (vocês estão pegando a relação?), narrativa (jogabilidade) coerente e até envolvente, história simples para todo mundo entender, preços módicos para todo mundo comprar e uma aura de genialidade que a crítica passada o deu e ninguém mais criticou.
Antes de você sair remoendo sua infância e querer me bater, pense um pouco sobre isso. Vamos concordar com uma coisa: o Paulo Coelho faz bem para a indústria literária nacional e internacional. “Como assim?! Tá maluco?!”, até hoje o meu inconsciente replica rapidamente, apontando o quanto ele sucateia a literatura, atrapalha o desenvolvimento dos “leitores casuais” com histórias ralas e blábláblá. Mas há uma explicação racional: sem um Paulo Coelho, que movimenta rios de dinheiro, a indústria não teria capital para investir em escritores menores, desde nacionais a internacionais. Se o cara escreve bem ou não, é uma história, mas que a indústria precisa dele, é um fato.
Hoje eu enxergo a Nintendo da mesma forma, aliás, até me forcei uma aproximação com a fabricante durante a E3 desse ano. Fui jogar Metroid: The Other M (que gostei), testei o Nintendo 3DS (que achei simplório demais, e não adianta berrar comigo, você não o viu de perto ainda) e até entrevistei um dos cabeças de Donkey Kong Country Returns, Kensuke Tanabe.
Porém, continuo não gostando das plataformas, dos títulos e ideias que a Nintendo tem sobre videogames. Sei lá, não é nem a questão de sempre ter seguido pelo lado da SEGA, depois Sony, é mais a questão de “o que eu acho divertido”. Cenários bonitinhos, com personagens fofinhos, barulhinhos engraçadinhos e histórinhas interessantinhas, muito diminutivo, sabe? Gosto, sim, de grandes narrativas, por mais confusas que sejam (Metal Gear Solid), momentos emocionantes de verdade (Shadow of the Colossus) e realismo, por mais irreal que seja (Call of Duty). Continuo achando que minha infância já passou e que videogame, cada vez mais, envelhece com o jogador. Se isso é bom ou ruim, é uma outra discussão.
Tudo isso só para poder explicar, com um pouco mais de conteúdo, quando me perguntam, com cara de assustados: “Como assim você não gosta da Nintendo?! Sem ela os videogames não existiriam!”. De fato, os videogames poderiam até não existir, mas não irei gostar de algo só porque meu trabalho depende disso. É como você me afirmar que preciso gostar do meteoro que ajudou a extinguir os dinossauros: nós poderíamos não existir, mas dinossauros são muito mais legais.
Pronto, nunca mais falo sobre isso… É sério.
P.s.: Falando em E3, escuta o podcast improvisado que gravamos no último dia de feira, ficou… Peculiar.
Notas relacionadas:

Cara, vc citou todos os motivos de eu por toda a vida ter detestado qualquer coisa com a marca da Nintendo: esses “inhos” e “inhas” da vida! Sem mencionar que lançam 1.487.458 títulos daquela porcaria do Mario, a cada ano!
Como você sou mais hardcore!
Minha opinião!!!
Parabéns pelo artigo!
Forte abraço!
A Nintendo vem revolucionando a indústria (olha o “novo” joystick de movimento da sony), querer comparar um autor que vive de sucessos antigos é meio errado, e a recorrência de franquias funciona diferente nos games do que na literatura ou cinema, por exemplo.
Foi como eu falei, Maicon. Eu não nego a importância da Nintendo, mas isso não me obriga a gostar dela. =)
[...] This post was mentioned on Twitter by Caio, O Teixeira and Gustavo Petró, Daniel Trezub. Daniel Trezub said: RT: @gustavopetro: @caio_o_teixeira: Pronto, nunca mais dou minha opinião sobre a Nintendo, tá tudo aqui – http://bit.ly/99fIz3 // Concordo. [...]
Também acho que games envelhece com cada um. Vendo na conferência o novo Zelda. Tive a sensação clara de que tipo: acho que cresci. Zelda é sempre a mesma coisa e sempre “inho”. Assim como todas as grandes franquias da Nintendo. Legal, ela tem jogos divertidos e tudo mais. Mas Mario nunca vai sair daquela velha, batida e amarrotada história simplória de salvar sua princesinha.
A “batida” história de salvar a princesa é tão batida quanto a “busca de vingança” do Kratos ou “Salvar o mundo” como o Snake. A diferença é como contar, enquanto uns focam no roteiro a Nintendo foca em level design, jogabilidade e outros fatores que SÓ os games conseguem fazer.
parei de ler na 1a linha, voce tomando banho????? ja começou com mentiras!!! pau no rego da nintendo!
Eu tenho uma opinião diferente. A Nintendo não vive de passado como o Paulo Coelho. Marcas como Mario, Metroid e Zelda estão sempre inovando e sendo cada vez mais elogiados (Mario Galaxy é melhor exemplo).
Outra coisa que elogio na Big N é que ela é a única que faz realmente jogos. Penso assim: Uncharted é uma das melhores histórias que já vi na vida, mas aquilo não poderia passar para qualquer outra midia e continuar sendo ótimo? Um filme com o Drake como protagonista seria um novo Indiana Jones.
Não acho nenhum demérito as outras empresas fazerem jogos realistas e até gosto deles assim como gosto de filmes, mas se você ver esse Kirby anunciado na E3 onde há interação com o cenário que é todo feito de tecido você percebe que aquilo só é possível em games.
Continuarei jogando meu PS3 pelas boas histórias, mas pelos bons games eu fico com a Nintendo.
Grande Emarx! Os argumentos que me dá, para mim, são “gostos”. O que você chama de inovar, chamo de evoluir, o que é natural, pois sem isso a empresa já teria falido. Entretanto, considero a evolução dos games da Nintendo algo meio moroso, ancorado nos sucessos que fez 20 anos atrás. O Wii nada mais foi que uma evolução da PowerGlove, o Mario Galaxy é uma evolução do Mario64, que é uma evolução natural do Super Mario. Não houve nenhum salto no escuro aí. Não como Shadow of the Colossus, que foi o único, até hoje, a fazer gamers chorarem (me incluo aí).
Quanto a games como o Kirby, fico com Echocrome e Braid, jogos mais intrigantes. Porque, você tem de concordar comigo, toda a temática de Kirby é infantil. Se adultos vão jogar é outra história, mas o game tem cara do seu priminho de 10 anos.
Outra coisa, os seus “jogos reais” você limita ao simples fato da “jogabilidade (palavra horrível, mas não temos um “gameplay” para nos ajudar)”. Quando penso em videogame penso em um pacote completo: jogabilidade, história e gráfico. Para mim, a Nintendo só entrega (e de uma maneira que não me apetece) o primeiro item. Novamente, assim como meu gosto literário mudou e não comporta apenas a narrativa desenfreada de Harry Potter, não consigo achar Mario divertido.
Cara a passagem do game para qualquer outra mídia independe do jogo em si, e depende sim da equipe que está cuidando dessa convergencia, um game bom não significa um filme bom e todos os vice-versas possíveis com essas possibilidades.
Dê Uncharted para o Uwe Boll fazer e será uma droga, dê Super Mario ou Zelda para o Paul W. S. Anderson e provavelmente você terá um bom material.
Uncharted é fodissimo, não é a toa que ganhou o GOTY e não deixa de ser jogo só porque tem aspectos cinematográficos, muito pelo contrário, só acrescenta.
Afinal boa parte dos elementos que existem nos games foram tirados dos filmes, boa parte dos elementos dos filmes foram tirados do teatro, boa parte dos elementos do teatro foram tirados dos livros, boa parte dos elementos dos livros foram tirados da capacidade oral de contarmos histórias… é um ciclo, não há como fugir disso e dizer que um jogo é menos jogo só porque se utiliza mais dessas artificies filmisticas.
Pode não gostar, mais deu um imenso gancho pro pessoal comentar que existem trocentos Marios e ele sempre salva a princesa…e tal…mas ninguém para pra pensar em como a evolução da franquia se confunde com a própria evolução dos games em sí, seja em momentos impares como em inventar o genêro plataforma e a concepção do game com objetivo final definido (NES), re-inventá-lo em 3D (N64) ou mesmo quando apenas acompanhou a evolução tecnológica nos consoles de transição (SNES e GC), enfim, só é mais do mesmo e infantil pra quem desdenha.
Uau, fazia mais de 8 anos que eu não entrava em uma disputa “nintendo x rivais”, obrigado por essa motivação nostálgica em uma tarde de quarta-feira!
Não concordo, o gancho está lá, não precisei mostrar nada. É real. Mas entendo o seu argumento, porém, acho que muitas pessoas tendem a esse erro de “a Nintendo é a própria indústria de games”, balela das grossas que alguém inventou anos atrás e todo mundo comprou a ideia. A indústria é um conjunto de milhares de fatores, que vão desde o marketing até a física de cada jogo. A Nintendo soube sim se aproveitar de cada novidade e, com uma ótima auto-propaganda, se colocar no topo do mundo.
Os jogos da Nintendo são mais do mesmo sim, como Call of Duty também o é, mas prefiro o mais do mesmo no qual me identifico atualmente do que o mais do mesmo que se remete claramente à minha infância. As ferramentas apresentadas nos games do Mario são desafiadoras e inteligentes? Não nego, porém, me incomoda como elas são apresentadas. O sistema de gravidade de Mario Galaxy é genial, mas toda vez que me catapulto para outro “mundo” do tamanho de uma bola de golfe, dando berrinhos de excitação enquanto solto estrelas pelos meus pés, me broxa de maneira inumana.
E eu não propus um debate “Nintendo x Rivais”, nem citei as outras plataformas, mesmo porque não a considero influente o suficiente para aguentar um “contra a rapa”. Nenhuma aguentaria.
Só queria deixar claro que isso tudo é uma questão de gosto, e expus os meus argumentos que suportam o meu gosto. Acho legal a galera que gosta de Nintendo mostrar a sua opinião também!
And you’re welcome! =)
Falar da Big N é sempre complicado, ainda mais nesse período pós E3 quando os entusiastas de ânimos exaltados de Nintendo, Microsoft e Sony estão se matando nos fóruns da vida provando que a sua empresa mandou melhor que a empresa dos outros, a Nintendo foi essencial para a indústria gamer, isso é inegável, ela que renasceu a indústria que estava prestes a ruir, que de fato reinventou os video-games, os caras possuem o Shigeru Miyamoto do lado deles, é foda de concorrer, mas a questão é que a Nintendo entende de fazer games, só que não consegue suprir a necessidade de jogadores que buscam por experiências mais adultas e envolventes, com uma narrativa fantástica e cinematográfica, é claro que os nintendistas de plantão jogarão Zelda na cara de quem diz isso, mas tá, e depois o que mais tem ? Não tem, e mesmo o Link herói do jogo não vai arrancar o braço de um inimigo, espetar uma cabeça, e isso as vezes faz falta, violência é bacana as vezes (serei crucificado por dizer isso na era do bom senso), se não fosse bacana Mortal Kombat nunca teria feito tanto sucesso, e nesse aspecto a Nintendo inexiste, é tudo realmente infantilizado, mas não passa de uma questão de gosto pessoal, eu adoro a Nintendo mas admito que ela não agrada aos jogadores hardcores.
Haha já to enchendo o seu saco!
a disputa de gostos é complicada, mas acredito que muito produtiva pra quem aprecia games de qualidade e principalmente por eu ter a chance de ouvir os argumentos de quem realmente entende do assunto.
só não posso concordar que vc ache Mario64 uma simples evolução da série Super Mario, acho que pode ter sido um marco único de re-invenção na série (não aconteceu novamente, sunshine e galaxy são praticamente continuações) mas se houve um tiro no escuro, foi onde a Nintendo esteve mais perto disso com o seu carro chefe.
Que “enchendo o saco”, rapá! Tamos ae pra isso!
Seguinte, Mario64 não foi tiro no escuro porque o mundo queria ver coisas em 3D, era uma evolução dos videogames como um todo. Se Mario64 não fizesse, Sonic ia fazer (e ficar uma merda).
Tiro no escuro seria se a Nintendo decidisse mudar os gráficos do Mario, colocar uma história de verdade e matar o Luigi no final. Mas sim, tiros no escuro tendem a ser sucesso apenas de crítica, com o público geral odiando a todos.
Mario 64 não foi arriscado, foi necessário e natural. Uma hora ia acontecer, kudos para a Nintendo que fez primeiro. =)
Mas é só isso.
Tiro no escuro pra mim é Killer 7.
Bem lembrado! Jogão!
A Nintendo podia ter feito mario64 na estrutura que foi Crash Bandiccot no PSONE, seria em 3d como todo mundo esperava e uma evolução muito mais orgânica para quem veio da plataforma 2d, mas não, foi um salto em imersão, isso não é mérito?
Caio Teixeiradisse:23/06/2010 às 15:41
“Tiro no escuro seria se a Nintendo decidisse mudar os gráficos do Mario, colocar uma história de verdade e matar o Luigi no final.”
Ja jogou Super Mario RPG no SNES?
Novamente, o Mario64 é um mérito. Mas não é O Mérito, got it? Bom, não na minha opinião…
E Super Mario RPG eu só não joguei porque perdi o lançamento e acabei mais entretido com Final Fantasy VII.
ok ok! I understand! O.o
Só pq vc citou Final Fantasy (não por acaso, minha série favorita), a decima versão é a prova máxima que o detrimento da jogabilidade pelo enredo é danoso. A Nintendo sempre soube disso.
Parei de jogar Final Fantasy no X e acho que foi o último que prestou.
o curioso é que a versão XII introduziu conceitos bem legais de jogabilidade, mas se enrolou toda no enredo, a era PS2 de Final Fantasy foi de altos e baixos.
Mas nenhum, eu disse nenhum, superará os VII e VIII.
No meu caso principalmente o VIII :)
Gosto mais do VII, os personagens me agradam mais, tenho o Cloud e o Sephirot como ídolos, mas já que o papo é inovação, o VIII é muito mais inovador, o esquema que fizeram de animações como background realmente foi uma boa sacada.
tanto o VII quanto o VIII estão em um nível de excelência altíssima, então isso fica em uma escala mais pessoal, gosto mais dos personagens, da arte e das cgs do VIII, acho que ele desenvolve mais a narrativa cinematográfica, insere o romance efetivamente, foi um marco na adolescência, e ai entra mais um quesito pessoal haha
Exatamente, como você disse os dois estão ali juntinhos, ai temos que apelar para os gostos pessoais, é sempre boa essa discussão, pelo menos para mim que sou apaixonado por games e sempre gosto de ir além de jogar, é um assunto que realmente me interessa profundamente, e o melhor, como você já disse também, com um pessoal que entenda do que está falando, o Caio fez bem em levantar o assunto!
Muito agradecido! =)
Esse Caio é genial! pena que não curte a nintendo haha
Não entendi o “apertar botões e não pensar nas consequências”. Isso não acontece com a maioria dos jogos? Poucos são os jogos onde ações tomadas influenciam de alguma forma…
Sobre a resposta ao meu outro comentário você deu como exemplo Shadow of the Colossus e esse jogo se encaixa pra mim na categoria do que só é possível em games, assim como o primeiro Metal Gear Solid, que é genial.
Metal Gear tem uma ótima história e utiliza muita coisa como bater na parede pra ver se é oca (coisa que vi pela primeira vez em um Zelda!), usar os calmantes para não tremer ao segurar a arma ou ler o memory card do gamer pra ver o que ele costuma jogar.
SotC também é algo único, utilizando uma história “batida” ele consegue criar uma ligação entre o jogador e os personagens de uma forma sutil, sem contar a emoção que consegue passar na luta contra os gigantes graça a jogabilidade (ou gameplay como você prefere).
É aí que acho que um game como God of War ou Uncharted fica devendo. Os dois são perfeitos para se divertir, mas PRA MIM fica devendo o algo a mais que eu SÓ conseguiria aproveitar nessa forma de entretenimento que são os consoles
Também entendi o seu problema com a “infantilidade” dos games criados pela Big N. Continua sendo aquela mesma coisa que jogavamos quando a gente tinha 8 ou 9 anos, porém farei uma analogia: Toy Story também tem cara de ser algo para o meu priminho de 10 anos, mas o que me atraiu no filme foram outros aspectos, assim como Kirby, Mario e etc.
Os gráficos que você se refere como um dos itens essenciais eu passo, porque dentro de 10 anos a perfeição de God of War 3 não será a mesma (Só ver o God of War Collection hoje…). História não é algo que realmente preciso pois como gamer antigo estou acostumado a Megaman, Alex Kidd, Double Dragon, titulos que não são pérolas no roteiros criados. Novamente uma analogia: Uma foto pode ser boa em preto e branco, nem sempre precisa de cores :p
Eu entendo e respeito a sua opinião, acho que o único problema do post foi comparar Paulo Coelho com a Nintendo, como se ela estivesse vivendo de Super Mario 3, Link to the Past e Super Metroid, mas ela tá sempre ai com um Mario Galaxy, Wind Waker e Metroid Prime.
O meu “apertar botões” foi com relação à história inócua. Eu não me sinto impelido a salvar a princesa do Mario, já que a maluca, por algum motivo que eu não entendo, será raptada novamente.
Quanto aos jogos, nem citei Uncharted e GoW, muito pelo contrário, para mim esses jogos são apenas uma “atualização” de coisa há muito já propostas. Não os acho menos importantes por isso. Mas as histórias que eles contam, mesmo tendo os mesmos dilemas básicos que qualquer outra história, são contadas de maneiras mais atraentes, com momentos éticos, morais e atuais que nenhum jogo da Nintendo jamais pensou em abordar. É picuinha de alguém que vive disso? É, mas eu avisei que era uma opinião pessoal.
Assisti Toy Story 3 anteontem e me emocionei como em todos os outros, sendo que os primeiros assisti anos atrás. Porém, ao contrário do Mario e da Samus, a carga emocional do desenho (mesmo que, teoricamente, feito para crianças) é infinitamente maior que pular em cogumelos e atirar em cérebros gigantes. Temos gostos e vivências diferentes, Emarx.
O gráfico do jogo é apenas um pilar dos que considero importante, afinal, gosto sim de assistir a CGs realistas e bem desenhadas (o meu “bem desenhada” é obviamente diferente do seu). Eu também sou um “gamer antigo” – se é que existe isso numa mídia relativamente tão nova -, e exatamente por isso, acompanhando a história e a evolução dos jogos, que vi suas histórias crescerem, tomando contornos de épicos romances (ICO, Final Fantasy) e me acostumei com isso. É a mesma coisa com quadrinhos: não consigo mais ler Turma da Mõnica sem querer dar uns tapas no Maurício de Souza, e hoje leio pouca coisa do estilo, pois não é o meu gosto. Nossa mentalidade é diferente, considero games tão influentes quanto livros e filmes e os coloco no mesmo patamar, logo, procuro a mesma excelência tanto em um game quanto em qualquer outra forma de entretenimento “culto”. É bem difícil encontrar, mas tenho certeza de que na Nintendo eu não posso procurar.
Mantenho a minha comparação com Paulo Coelho, mesmo porque você me citou como exemplo três jogos que seguem franquias antigas e continuam com os mesmos elementos básicos, assim como O Diário de um Mago continuou em O Alquimista, que continuou em Maktub, que continuou em Brida, que continuou em… ad infinitum. O nome mudou, mas a essência é a mesma.
Puxa, extremo é isso: comparar a Big N ao Paulo “Mago”. Sou fã de Zelda e Mario, embora não goste de todos os jogos com eles. Tenho, também, o PS3, e sei que os desenvolvedores da plataforma adoram seguir os best com jogos bestas. Pesou a mão, hein?!
Realmente não há algo mais profundo nessas franquias e concordo com você nisso, mas que nunca vai num cinema ver um filme “pipocão”. É algo realmente muito pessoal, eu não procuro um envolvimento e emoções tão grande assim em games, minhas prioridades são outras.
Mesmo assim ainda acho que Paulo Coelho está mais para a Sega e sua tentativa de reviver o Sonic, haha. O que você acha de nós concordamos em discordar? :P
PS: E Metroid Other M, você chegou a jogar? Nem naquele você vê esperanças em uma história melhor construida?
Hahahaha que SEGA?!
De fato, curto muito assistir filmes descerebrados, porém, quando me proponho a assisti-los, o mínimo que espero é um show de gráficos e cenas estonteantes e, novamente, a Nintendo, a meu ver, não me entrega isso.
De qualquer forma, sim, teremos de concordar em discordar.
P.s.: Cara, joguei e gostei, mas ainda acho a história muito simplória… Sem falar que desde que Samus virou mulher, tudo é motivo para deixá-la sem armadura. Não que eu me incomode, mas, po, get a life!
Muito bom em interessante.
Realmente a Nintendo não deixou ruir a era dos vídeo-games com o Wii, aquecendo o mercado japonês e mundial. A SONY lançou o Playstation 3 algo acima da realidade do “momento”, antecipou uma máquina que vem lhe custando milhões de iens mas que é fantástica, é!!! Enquanto o x-box tenta andar na sombra do PS2, com “pessoas” fazendo aquelas mudancinhas que todos sabem mas nada que possa intimidar o império da SONY ou NINTENDO. Assim acredito que o Caio Teixeira tem a razão. Que desculpem os outros por não concordar,é uma questão de ponto de vista.
O gráfico é apenas o glacê do bolo… tu pode se sentir atraido pelo visual, mas se o bolo não for bom, o glacê não vai fazer a mínima diferença.
E acho q situações como essas ja ocorreram com todos, em relação a jogos. tinha aquele jogo, q soh você jogou e achou genial, como experiencia pessoal, Legend of Legaia. ou mesmo aquele q vc desdenhava, n achava graça, mas qnd realmente foi jogar, se apaixonou. comigo foi o FFVIII.
os jogos da nintendo são muito legais, vc SEMPRE se diverte. mas no final(ou no meio) vc pensa nele não mais do que um jogo.
hj um bom jogo causa o mesmo sentimento que um bom filme ou livro no qual vc quer ver oq acontece com a personagem, se ela vai conseguir e como vai conseguir. e dá aquela euforia que outros tbm conheçam a história.
esse é o problema da BIG N. ela faz apena bons jogos.
adoreii!!
Concordo, a nitendo fez parte de toda a minha infância, mais agora ficar lançando joguinhos fofinhos pra um console de ultima geração isso é brincadeira né? enquanto a microsoft e a sony estão fazendo jogos cinematográficos com graficos extraordinários e historias cativantes, a nitendo anda fazendo joguinhos fofinhos com barulhinho engraçados aff… Quero v até quando a nitendo vai permanecer nessa fantasia boba, os jogadores cresceram e amadureceram, a nitendo tb tem q seguir esse ritmo, nem meu sobrinho de 5 anos gosta de jogos como Super mario ou donkey kong, ele ja gosta é de Resident Evil 4 e 5 Final Fantasy, Call of Duty, nem as crianças querem jogos assim, será se na proxima geração a nitendo vai continuar com essa mesmice?
Você deixar seu sobrinho de 5 anos ver e jogar Resident Evil 4, 5 etc é lamentável.
parabens caio, excelente critica e comparação, qdo li o titulo pensei: “esse cara manja do assunto…” e sim, eu concordo com você qto a abordagem infantilíssima da Big N em relação aos seus games, na boa, beira o ridículo.
das atuais fabricantes, a nintendo é a mais antiga, e portanto, deveria crescer com seus jogadores, o que não aconteceu…
pessoalmente, eu desisti da nintendo a partir do n64……
ah, e não desiste de falar no assunto não, além de divertido ver os fanboys debatendo, vale pela reflexão do valor q damos aos games como forma de entretenimento e sobre o q buscamos neles.
abraços
De fato a Nintendo joga muito pelo lado “seguro” quando o assunto é games (no hardware pelo menos eles tem coragem para trazer inovações importantes para a indústria). E esse é o ponto fraco da Big-N, pois genialidade para criarem algo a mais do que salvar a princesa eles têm.
Mesmo assim, sempre fui Nintendista pois pelo menos na área do gameplay eles mandam muito bem, ou pelo menos atendem as minhas expectativas, mesmo com jogos infantis como Kirby. Quando penso em jogo já procuro saber se a jogabilidade é boa e se o game é divertido ou não, o roteiro deixo em segundo plano. Mas sem dúvida a Nintendo seria perfeita se procurasse inovar ao invés de evoluir. Queria muito que fizessem algo do tipo “Epic Mickey” com o Mario, ae sim!
Globo.com informa: Nintendo fecha as portas. CEO da Nintendo informa que “jornalista” latino-americano especializado em games fez a empresa envergonhar-se de seus mais de 100 anos de história e eternos fracassos.
Shigero Miyamoto foi encontrado morto em seu apartamento de Osaka. Ralatório preliminar da polícia japonesa informa ingestão de cogumelo venenoso como causa da morte. Um investigador que não quis identificar-se afirmou que “ele ingeriu o cogumelo propositalmente”. O mesmo policial disse que o notebook de Miyamoto estava aberto num site brasileiro.
CNN e BBC informam que milhões de pessoas ao redor do mundo estão se desfazendo de seus consoles Nintendo Wii, Game Cube e Nintendo 64. O motivo alegado pelos consumidores é de se sentem traídos pela empresa e sua incrível falta de criatividade e aparente incompetência.
PS – Que falta faz uma pauta.
PS do PS – MINHA OPINIÃO PESSOAL!!
Se o Presidente da Nintendo tropeça e cai do palco no meio da conferência da E3, a imprensa especializada vai dizer que foi uma revolução nas conferências.
A real: a Nintendo faz jogos de produção barata, para um aparelho de fabricação barata, cobra o mesmo preço de quem vende coisas de ponta e, com o argumento de que está focando na diversão, convence você a gastar um rio de dinheiro para ter um jogo pior que o do PS2. E o mais maluco, você fica feliz pois está consumindo algo inovador… UAU, que nogocião hein!
O artigo do link é bem pertinente com este: http://wii.ign.com/articles/105/1054621p1.html
Da série: “comprei um PS3 e a vizinha gostosa insiste em dizer que o Wii é mais legal”. Percepção é tudo (rs).
O problema do Caio não é ele não gostar da Nintendo e seus personagens e jogos inocentes claramente desenvolvidos para crianças.
O problema dele é não suportar nenhum tipo de crítica. Masmo as bem humoradas como a que fiz ontem e que ele deletou.
Até mesmo um crítico tem de ter culhões para perceber que nem todo mundo concorda com tudo o que escreva por mais que pareça a você a “verdade absoluta do universo”.
Que isso, Paulo? Tá estressado com algo, rapaz?
Nunca deletaria uma crítica. Se você acompanhasse o blog veria claramente que tem mais gente me xingando nos comentários – na grande maioria das vezes sem nenhum argumento que preste – que elogiando minhas opiniões. Só não entrei no sistema de admin do blog nos últimos dias.
Mas respondendo rapidamente à sua “crítica” – porque, sejamos sinceros, aquilo não é uma crítica, é uma tentativa de sarro. Não é falta de pauta não, meu caro, não preciso de pauta no meu blog. Aqui é puramente minha opinião, minhas pautas você pode acompanhar no Arena Turbo.
Quanto aos “culhões” (é “colhões”, champz), os meus estão em seus devidos lugares, ou seja, não em meu cérebro, ao contrário de muitos fan-boys que não sabem argumentar e somente atacar sem qualquer lógica. Mas tudo bem, o ensino brasileiro nunca foi exemplo.
Então, diga lá, rapaz! O que te incomoda em minha crítica? O que discorda de fato, além de ser diferente da sua opinião. Pontue os seus argumentos, aí, talvez, discutirei contigo.
P.s.: Uma dica, leia a discussão que tive com o Emarx nos comentários deste post mesmo. Ficará impressionado como aceito críticas… Embasadas.
Concordo em partes com você Caio. Realmente, em matéria de inovação em games, a Nintendo está em um passo mais lento. Mas acho que o Wii e o PS3, por exemplo, são complementares. Quer jogar um game For Fun, pra relaxar? Pegue um Mario ou um Wii Sports da vida. Quer mergulhar de vez no jogo e passar milhares de horas nele? Mande ver no PS3, com Final Fantasys e afins…
Ou seja, um é para jogadores casuais (que não deve ser seu caso) e outros para os hardcore (acho que você se encaixa nesse).
Eu, como estou no meio do caminho, (curto ambos os lados), fico na fala… Quer relaxar, Nintendo… Quer detonar, PS3 ou Xbox…
Agora quanto aos “inhos” que você falou… realmente a Nintendo está colocando a maioria dos jogos nesse “nível”. Mas é neles que a criançada se acha para jogar e chegar, um dia, a pegar um Final Fantasy futurista ou um Gran Turismo realista. Até mesmo a Nintendo tem esses jogos mais “adultos”, como por exemplo o Zelda (OoT é muito bom, Twilight Princess tbm), que tem uma história densa, bem amarrada e com gráficos que passam bem… (não comparado ao bluray do PS3, tenhamos isso em mente).
Vou dar um exemplo que aconteceu comigo… quando comecei, vim da SEGA (SONIC Rulez!) e depois acabei caindo com o Chrono Trigger, Ocarina of Time e FF VII… Nesse caso debandei de vez pros jogos mais hardcore, mas ainda assim tenho um tempinho relax com Sonic, Sports e o que a Nintendo inventa (menos Mario, que não tenho muita paciencia pra ficar batendo a cabeça em blocos ou salvando princesas pela enésima vez).
Enfim, acho que a Nintendo complementa os outros games, trazendo games mais relax. Já as outras produtoras são mais pros hardcores, que ficam horas na frente da TV tentando acessar aquela zona perdida e tentando fazer 100% do game. Ambos são válidos, e agradam mais a uns do que a outros…
Um abraço garoto!
Parabéns pelo blog!
O fato de vender milhares de livros populares e compor letras rdículas ao lado de um desiquilibrado do Raul Seixas, pra mim, é puro demérito.
Para exprimir melhor sua ideia você poderia ter citado os jogos de Pokemon para os portateis GB, GBA, DS. Mas a nintendo vende bem mais com esses titulos e ela nunca deixa de trazer novidades apenas essas nao fazem sucesso. Pela sua opniao voce gosta de jogos mais adultos, provavelmente por que é adulto e esse publico é bem grande por isso a Eletronic Arts ganha tanto dinheiro atualmente.
Respeito o direito de discordar da maioria, ter opinião é bacana, mas acho que a comparação é um pouco fora de proporção. Pensemos, ninguém que leva a literatura brasileira a sério, leva o Paulo Coelho a sério. Agora por outro lado, você pode até não gostar de Machado de Assis, mas não pode negá-lo. Você pode achar chato, antiquado, mas vai ser sempre importante. Acho que a nintendo de certa maneira “reinventa” os seus produtos de sucesso, “mais do mesmo”, agora o Paulo Coelho “reinventa” o sucesso dos outros, então achamos uma outra diferença não é. Agora os remakes estão em alta na indústria, veja o exemplo da Capcom, em menos lançou o Street Fighter IV e o super Street Fighter IV(sem mencionar o anuncio do Street fighter VS Teken), para quem jogou o street fighter II,o super, o combo, o zero e afins, sabe que é mesmo jogo com gráficos novos, mas foi um sucesso e salvou os games do gênero nas plataformas atuais. outro Exemplo recente é o Star Craft II, os caras pegaram um clássico e colocaram um roupa 3D e HD, a mesma cartilha, isso foi ruim? de maneira alguma, foi ótimo, todo mundo adora o primeiro que é um clássico. Em resumo(bom este comentário não tem nada de resumido), O Mario e sua turma são clássicos e tem seu lugar ao Sol, mas é bom que não sejam unanimidade, já o Paulo Coelho ….
Achei o máximo esta ponte que você fez entre games e literatura, é uma discussão totalmente construtiva e nasce de um pensamento crítico bacana,abrindo um diálogo entre a cultura gamer e outras produções culturais. Bem legal!!
comentário ridículo e contraditório
se bobear o Caio deve detestar a sua própria mãe…
q legal
q legal novas tecnologias
Bah, eu ouço pessoas falarem “Nintendo é pra criancinhas, eu sou jogador hardcore”, mas essa frase é tão infantil que chega a ser irônica. Parece necessidade de afirmação. Vão jogar e pronto.
os livros do P.C e como o joginho robocop no nintendo meio plaguimatico, mecanico e de final previsivel….. a sem contar aqueles cenarios mal feitos
Boa tarde a todos. Quero, antes de mais nada ressaltar que sempre acompanhei os comentários sobre jogos, mas é a primeira vez que envio uma comentário. Talvez, na história desse país não exista alguém qu goste mais de videogame do que eu, no máximo igual. Já tive vários consoles ( nunca mais de um ao mesmo tempo ); e, recetemente ocorreu um fato que me motivou a estar aqui, agora: Meu irmão pediu emprestado meu PSP por um mês e não demorou 24 horas para os efeitos da ausência dele se abater sobre mim, peguei então algumas economias e fui tentar comprar outro…foi então que surgiu a idéia do NDS por ser mais barato e para saciar meu desespero por jogar alguma coisa…bom, não há comparação, a sensação de estar jogando algo ultrapassado é muito grande…veja bem: gosto muito de jogos, não importa de qual marca – já tive game boy, game gear, mega, snes, n64, play 1, play2, psp e, agora, nds ( sendo a primeira vez que tenho dois deles ao mesmo tempo ). Não dá para ficar jogando, por mais incrementos que tenha, jogos que já joguei há vários anos atrás. E, ainda vou conseguir entender por que alguns dizem que gráficos não contam, ora bolas então que vão jogar polystation ( que também já tive ). Só não tenho um ps3 hoje, por ainda não estar com dinheiro disponível para comprá-lo, pq pelo amor de Deus, se não é para acompanhar a evolução pq o desespero de todos em adquirir esas tv`s de última geração, por exemplo? O fato é: por mim teria todos, mas fica evidente que a satisfação é bem maior qdo se fica diante do que se consegue fazer hj em dia com a tecnologia ( ou os chamados nintendistas não estão ávidos para ver o que o nds 3d será capaz de fazer?…………)
Na minha opinião, as pessoas que criticam a nintendo são aquleas que não curtem jogos de RPG. Pra quem curte o gênero, ou pelo mesno entende dele, sempre colocará a nintendo num patamar bem superior a sega.
Basta lembrar de jogos como chrono trigger, ultima, breath of fire…a sega não disponibizou nada melhor, muito longe disso.
O artigo é bom. Agora me supreendo em encontrar (cada vez mais) pessoas que se colocam num debate sem fim. É como o Fifa x Winning Eleven. Abraços…
Faltou o principal, Quem é o público alvo?
Crianças, mulheres e jogadores não casuais.
Bota a sua mãe para jogar um superjogo. Em 10 minutos ela vai achar uma porcaria, já que tem muitos comandos complicados.
A Nintendo não tirou mercado da Sony.
Apenas percebeu que video game não precisa ser coisa de Nerd. E conseguiu um novo mercado só para ela.
É… realmente sou obrigado a concordar com nosso amigo Caio.
Demais a matéria,a nintendo ainda vive do seu passado o velho mundo dos irmãos Mario,investe muito em interatividade,mas quem vem desde os Atari tenho certeza que não quer ver bichinhos na tela mas sim cada vez mais um realismo nunca visto, ou seja,aproximar o fictício o mais possível e torná-lo real, os 3DS já estão atacando e a Nintendo está ficando a cada dia que passa entretida com os bichinhos que saltam nas telas.
Bom, se vc tem um blog e precisa sempre atualizá-lo, nada melhor que levantar essa discussão de comparação….entendi exatamente sua analogia com Paulo Coelho, vc tirou essa da cartola…rs….só acho totalmente inútil….Videogame sempre será uma questão de gosto….tem uns que preferem uma jogabilidade boa a gráficos cinematográficos, e os que não jogam um jogo se não existir um gráfico de cair o queixo, mesmo que a jogabilidade não seja tão boa…..isso é gosto….
Se os gráficos são infantis pra vc, são o que muitos procuram em um jogo….ou seja, a Nintendo tem seu público e faz jogos pra ele, assim como a Sony, a Microsoft etc…
Você pode não gostar da Nintendo, mas esquecer seus méritos ou fazer pouco deles, isso não cabe a você….
Acho melhor perder seu tempo escrevendo coisas mais construtivas do que essa….
Abraços
É por isso que existe algo chamado nicho de mercado.
O fato de tu teres sido apresentado aos primeiros Mario Bros e levá-los até hoje na lembrança, não elimina as várias outras pessoas que não ouviram ou ainda querem ouvir essa história, por mais “batida” que ela pareça.
Taxar Mario 64 de mais do mesmo por achar ser uma mera evolução natural é leviano. Ainda que o grande mérito tenha sido o fato de ser precursor, até hoje existem vários jogos em 3D de plataforma feitos que não possuem aspectos técnicos tão bons. Várias franquias poderiam ser citadas como “evolução natural e mais do mesmo”, e muito de seus méritos técnicos, como jogabilidade, câmera, som, gráficos… seriam esquecidos no processo, mesmo sendo bem diferentes.
Concordo com o fato de que não deve se levar em conta que a Nintendo é a melhor e única. Nenhuma empresa é. E isso vale pra música, cinema e qualquer outra coisa.
Só lembra que o mercado de jogos que não possuem obrigatoriamente uma história tão cinematográfica é bem maior, incluindo até jogos simples em redes sociais. E que o “público das boas histórias” também é muito bem servido em outras mídias, como o cinema, além dos games.
Nintendo = Paulo Coelho
Sega = Raul Seixas
Que pena que não temos mais o Raul…
A metarmofose ambulante, leva à falência.
Pense nisso!
E que venha sempre um velho NOVO MARIO….
Nunca joguei Zelda, Mario Bros mto pouco e metroid.
Não gosto de nenhum. Jogo jogos de estratégia, shooters e FIFA.
Há multi-universos dentro dos games, e nem todos são parte da cultura gamer.
Tb não tenho Nintendo, só um PC tunado e um Alienware q me custou o preço de um carro pop usado.
Então…eu não caí no conto das mesmas plataformas, nem jogo apenas as novidades ou jogos populares, até os evito.
E não vivo sem meus games. Adoro mulher, mas meus games me dão mais prazer e trazem menos problemas. ;-)
Sua comparação foi muito fraca e seus argumentos não convenceram nem um pokemon. É fato que o perfil de consumidor procurado pelo Wii não é o mesmo de Ps3 e Xbox360.
A Nintendo continua sendo competitiva, atrativa e revolucionaria. Tá ai pra todo mundo ver.
Nintendo não da os caras são muito ( mais do mesmo sabe) ja encheu
Bom, concordo em partes com o Caio, mas o lance da Nintendeo é que ela tem OUTRA prioridade no mercado. A de consoles diferentes. Todo mundo sabe que o PS3 tem capacidade Tipo, a minha vida toda eu fui dono de videogames da Sega e da Sony, só em 2009 que eu larguei tudo por um Nds. Realmente a nintendo tende ao lúdico e ao simplório, com jogos rasos e tal, porém, se não fosse o DS eu teria parado de jogar! Bem, os jogos de hoje exigem uma dedicação mais de profissão. Quase não existem mais jogos “descompromissados”.
Veja o caso do Final Fantasy 12. passei masi de 80 horas nele e nada de zerar, so que ai vem casamento, trabalho e essas coisas que impedem você de se dedicar 100% ao jogo.
Vendi meu PS2 e comprei um DS. Todo lugar é hora de jogar, minha ,mulher ta vendo o pau-per-view do BBB32? eu to lá jogando um jogo sem compromisso.
A grande diferença entre os consoles é a temática envolvida. O forte da Nintendo sempre foi o publico pré-adolecente ou os velhos bobos (tipo eu, que até hj jogo alex kid). Mas isso não quer diser que a PALTAFORMA inteira não tenha jogos adultos. Varios jogos pra ds (Hotel Dusk, Dementiun, Blood of Bahamut…) tem temáticas mais sérias. Ou voc~e quer me fazer engolir que Litle Big Planet ou Viva la Piñata são jogos sérios ou 100% inovadores?
A diferença pra mim é que umas plataformas são pra quem dispõe mais de tempo que outras pessoas.
PS: Você cita Metal Gear como sendo um jogo maduro, mas a franquia sempre foi da Nintendo
PS2: Antes que eu me esqueça, gostaria de avisar que eu não sou um fanboy da Nintendo. Na verdade meu videogame favorito foi e sempre será o Playstation, porém novas situações (casamneto, cuidar de casa, trabalho, estudos) exigem uma nova solução.
Perfeito principalmente nas linhas “(…)Porém, continuo não gostando das plataformas, dos títulos e ideias que a Nintendo tem sobre videogames. Sei lá, não é nem a questão de sempre ter seguido pelo lado da SEGA, depois Sony, é mais a questão de “o que eu acho divertido”. Cenários bonitinhos, com personagens fofinhos, barulhinhos engraçadinhos e histórinhas interessantinhas, muito diminutivo, sabe?(…)”. Sempre percebi a Nintendo desta forma realmente… Segunda coincidência, sempre segui a SEGA e também depois a Sony!!! Parabéns pelo artigo, até parece que fui eu que escrevi!!!
É….?!?! Hããã….?!?!? Veja bem…?!?! Então …?!?!? Sabe o que é …?!?!? Acho que isso ja é o suficiente para dizer o que achei sobre o artigo (Sinta-se elogiado). Concordo com a importancia de Paulo Coelho, com a importancia da Nintendo, apesar de não gostar de nenhum dos dois. Mas o que raios você quis dizer? A Nintendo é boa ou ruim? E pobre do Paulo Coelho, o que esta fazendo no texto? Era melhor ter citado os Beatles, ou até mesmo os Trapalhões.
cada um tem um gosto, depois de jogar gears of war, god of war, call of duty, os jogos da nintendo parece q perderam a graça.. mas nao da pra negar q já me diverti muito com os jogos da nintendo e da sega, desde master system e nes. Se nao fosse nintendo e sega, que sempre fizeram jogos, sony e microsoft que vieram de outros meios nao fariam video games
Uma analogia muito bem elaborada e muito bem exposta. Parabéns pelo texto, é difícil não concordar.
Sinto muito, mas a sua comparação foi muito, muito infeliz. Aliás, lendo-a e depois suas respostas aos comentários, a única coisa que realmente tá parecendo é que você tá querendo se achar muito adulto, e que perdeu sua imaginação.
Mas primeiro, tem tanta gente aí dizendo que a Nintendo só faz games imaturos, de criança, blá blá blá. Quem fala isso nunca jogou 999 9 hours, 9 persons, 9 doors, para NintendoDS e também nunca deve ter jogando Silent Hill Shattered Memories, por exemplo, (que, ok, não é o melhor Silent Hill, o meu preferido é o 2, mas é um ótimo game da franquia, com uma trilha sonora fantástica, e a nostalgia de novamente jogar com o Harry Manson, com uma jogabilidade nova). Quanto a 999, é um jogo de classificação M, se isso é tão importante assim para um gamer mais velho, que não quer mais ser criancinha… com um enredo fantástico, que nem precisa de gráficos maravilhosos (o jogo é em estilo mangá e parece um livro) para ser brilhante (e completamente viciante).
Mas tudo bem, a Nintendo tem jogos “imaturos” também… se você fica broxado quando vê o Mario gritar “iahu” ao voar para uma nova galáxia, é como eu já disse anteriormente, você perdeu sua imaginação, infelizmente. E aliás, você está querendo mudar a personalidade do jogo, como se fosse colocar o Kratus dançando a hula. Você está cansado de salvar a princesa? Sim, ela é estúpida, mas se você perguntar pra qualquer um que jogue Mario, não se joga Mario para salvar a idiota da Peach, e sim pela aventura, pela diversão, pelo caminho que você percorre. A franquia Mario não se reinventou? Simplesmente a Nintendo criou um dos jogos de corrida mais criativos e divertidos que existem, porque tem uma hora que cansa você querer ser apenas o mais rápido. O que também é um ponto positivo para Burnout Takedown, que colocou elementos criativos, onde você não precisa somente ser o mais rápido, como também ter estratégia e acabar com os inimigos. E vai dizer que Mario Kart não faz isso também, ou não precisa de estratégia para se jogar um casco em um oponente ou colocar a casca de banana no lugar certo?
Mudando de mídia, indo para os filmes, vi muita gente citando Toy Story. Vou citar outro: UP. Aquilo é infantil, imaturo? Quem acha isso certamente não viu o mesmo filme, porque foi um dos filmes (e não só animações) mais sensíveis, inteligentes e humanas que eu já vi. Dizer que isso é imaturo, é como dizer que ICO é chato. Shadow of Colossus, realmente, é lindo, emocionante, e eu chorei. Mas ainda achei ICO mais bonito, mais simples, mais sensível ainda. Mostra apenas a amizade e o companheirismo. Não venha dizer que isso não é mostrado em vários jogos da Nintendo que você diz que são imaturos…
Ah, quase esqueci. A Nintendo também tem 007. Bastante infantil e imaturo esse também né? Tem Dead Rising para Wii, que é somente um jogo de zumbis (zumbis for the win!).
Se a Nintendo não fosse boa, não tinha todo mundo ido na onda de movimento do Wii. O PSMove é uma cópia melhorada, fato. O Kinect é genial, mas um periférico mal aproveitado. Mas o que importa é que todo mundo seguiu o ritmo da Nintendo, assim como aconteceu com o N64, com o Nes… é meio ingênuo dizer que a Nintendo sempre foi atrás da Sega/Sony… o NES veio antes e foi revolucionário. O SNES realmente entrou pra brigar com o Mega Drive, mas fez coisa melhor, inovou e o Mega Drive ficou pra trás.
Agora, eu já tô “velhinha” com 24 anos na cara mas não fico envergonhada que adoro jogar Mario, Zelda, Metroid, assim como adoro jogar ICO, Silent Hill e qualquer-jogo-de-terror-que-você-colocar-na-minha-frente.
Mas o que mais foi insano de sua parte (além da estupidez de comparar a Nintendo com Paulo Coelho), é ainda comparar com Harry Potter, dizer que essa é uma narrativa desenfreada, e dizer que vende tanto quanto Stephanie Meyer. WHAT? Insano. Harry Potter já é um clássico, e se você também acha que é imaturo, é porque não leu tudo, não é possível. É a leitura rasa de alguém que pensa que só porque o livro é a história de um menino/adolescente/homem, que só por causa disso… é coisa de criança. São análises muito, muito superficiais, que só dá mesmo a triste impressão que você quer ser um menino grandinho e dizer que já cresceu. Triste.
Abraços.
Cara, concordo contigo.
Adoro a Nintendo. As vezes em casa dá uma vontade de ligar o snes pra matar a saudade, mas isso dura uns 15 min de jogo depois desligo.
Acho que passou da hora da nintendo começar a repensar sobre o videogame.
Bom, eu sempre gostei dos jogos da Nintendo, Porém apenas os jogos antigos (Super Nintendo).
Eu acho que oque ocorreu foi que a tecnologia evoluiu e o publico também, sempre exigente e querendo sempre experiênciasmais emocionantes, Só que a nintendo acabou ficando parada no tempo nesse quesito. Eu não gosto de nenhum dos jogos atuais da nintendo. Eles estão sempre usando a mesma receita pros jogos com os malditos “inhos e inhas”.
Meu coração bate bem mais rapido quando eu to jogando Mortal Kombat 3 Ultimate no super nintendo, é antigo obsoleto e muito longe da realidade, Mais eu me divirto muito jogando. Um dos poucos jogos que não te irrita com os barulhinhos e historinhas.
Gosto da nintendo sim. A antiga nintendo.
Gostei do Post.
Fala Caio! Gostei do post… e concordo plenamente! Há os que dizem que a Big “N” é super inovadora e tudo mais, dando até o exemplo do Wii e seu controle por sensor. Tá… ok… mas é como se tivessem inventado o limpador de parabrisa…só que aí vem a Sony ou a Microsoft e o colocam do lado de fora do carro! :p Abraços!
Este blog está morto? Ultimo post de 06/2010…
Bom como todo adorador de VideoGames.. posso dizer muito relevante os comentarios e etc… porém uma coisa deixaremos claros.. a jogos para todas as faixas etarias como você mesmo mencionou.. e a Nintendo não podemos deixar de citar que faz parte da infancia de muita criança.. e sim.. deve fazer parte.. afinal não é atoa comandos e jogabilidades tão facilitadas para tal faixas etaria.. diferentemente do que iniciarmos jogando jogos de total agilidade e enredo.. leia um livro de Monteiro lobato para crianças e leia um livro de Stephenie Meyer qual ela gostara mais de ler… bom .. interessante é saber que a partir dali ela começa a gostar de LER e é o que importa assim como a criança começar a gostar de JOGAR…. Abraço muito bom o artigo porém com suas relevancias poderia abrir uma discusão sobre os fatores psicologicos de consumo, desda infancia do jogador..
ÓTIMO POST! Só não concordo com o “não escreverei mais sobre isto”, acho que quanto mais sobre o assunto melhor para todos.
Muito bom o artigo. Opinião muito bem “embassada” como diria um amigo meu.
Desde quando jogar as porcarias dos outros video games que não são nintendo virou hardcore? Meu deus como vocês falam merda. E se tu não gosta da nintendo problema é teu cara ninguém ta interessado em uma opinião tão sensasionalista.
pelo texto ser sobre a sua opinião e não sobre fatos, você perde toda a propriedade pra falar ou fazer comparações sobre aquilo que você não gosta por opinião. e não por fatos.
“Exatamente, mas se eu quisesse só apertar botões e não pensar nas consequências que isso teria para a narrativa, jogaria Nintendo. =)”
god of war é muito mais “só apertar botões” que super mario.
o gosto e opinião são exlcusivos seus. mas em todas suas respostas a comentários você cita fatos (do seu ponto de vista) pra sustentar sua opinião.
seus argumentos são totalmente parciais, e você cita como fatos.
Muito bom este post
parabéns
Dificil encontrar materia de qualidade
sobre este assunto nas redes
Olá, Caio. É a prmeira vez que participo do teu blog. Gostaria de te fazer uma sugestão, que na verdade, nem se vc já postou por aqui ou não. Queria uma opinião especializada da comparação entre o GT5 e o Forza 3, poi o que tenho visto, são opiniões mais cheias de preconceitos do que realmente técnica. Se vc já tiver feito algo igual, por gentileza, pode me passar o link? Abs.
Desculpa pelo assunto off topic…
Um dos seus comentários diz que a Nintendo não dá saltos no escuro. Eu discordo. Mario 64 por exemplo foi o primeiro jogo em plataforma 100% 3D. O primeiro controle com analogico foi a Nintendo que fez. O primeiro controle com Rumble foi a nintendo. Até a primeira fita que continha save point foi a nintendo com Zelda. Mesmo que você diga que o controle do Wii é uma evolução da Power Glove, a Power Glove foi a Nintendo que fez.
A fórmula que a Nintendo usa são meio simples mesmo. Sempre o Mario salvando a princesa, o Link salvando a princesa, o Donkey Kong recolhendo bananas… Não fazem uma trama tão realistica, elaborada e dramática como Sillent Hill, Shadows of the Colossus, ou etc. Mas é uma fórmula que a Nintendo adotou, lançar jogos simples, divertidos e sem longos compromissos. Se você tem 10 minutos num dia pra jogar, pode jogar Mario sossegado, passar umas 2 fases e se divertir, agora se vc for jogar Assassins Creed em 10 minutos, não vale nem a pena ligar o video game.
E é uma fórmula que agrada, tanto que muitos jogos estão sendo lançados neste estilo antigo, Sonic Colours e Sonic 4, DK Returns, Mario Wii (que pegou o embalo do New Super Mario do DS, que foi ojogo que mais vendeu na década no japão).
Não estou falando que você está errado. Só estou falando que é, como você disse, uma questão de gosto. Eu gosto muito dos estilos inovadores e realisticos dos jogos atuais, mas não abro mão da nintendo. Ia comprar um Kinect no começo do ano, mas preferi o Wii, e não me arrependo.
Mas como você disse, é uma questão de gosto.
Abraços!
Eu entendo homens com pêlos no saco e na cara achem MUITO FODA passar horas em Call of Duty ou se sentindo picas grossas com GoW. Agora, joguinho bonitinho vende e vende muito bem, obrigado. Crianças pequenas estão jogando e se divertindo com Mario, Kirby – coisinhas fofinhas lindinhas e meiguinhas, e o melhor, brincando junto com seus pais. E o DS é o console portátil que se deu melhor até agora, vários títulos bacanas e divertidos. Sim, sem sangue. Voc~es não entendem que esses jogos não são feitos pra determinado público e nem tem a pretensão de lhe agradar. Eu gosto de sangue, mas gosto também de Okami. Sua visão de mercado é julgar e marcar uma companhia por seu gosto pessoal. E desculpe,a Nintendo não está nem um pouco interessada no target em que você se encaixa. Ela vende bem para um público certo. Sou mulher, tenho 30 anos, jogo desde os 5 anos. Serei mãe e quero brincar com meus filhos, jogando Wii. Onde que a Nintendo está errada em promover isso? Ou, peraí, vou jogar Silent Hill com uma criança de 6 anos e explicar pra ela porque o Pyramid Head comeu o cu dela porque ela não conseguiu apertar a sequencia de botões rápido o suficiente.
Véi, num cospe no prato q comeu naum!!!
Hoje em dia jogo Ps3 mas, véi, oq seria de nos sem a nintendo?!!!
SNEZ foi o melhor console da historia!!
jogando todas as plataformas posteriores até chegar no play 3 (q foi o q chegou mais perto)
nunca mais senti a mesma emoção q sentia na epoca do SNEZ
Sinceramente: Saudades daquela época.
Comparar Paulo Coelho com a Nintendo, vá lá… Achei interessante e acredito ter entendido a proposta.
Não gostei da lógica: Se Paulo Coelho é um escritor, amigo do Seixas, blá-blá-blá, me parece pouco saudável associar à importância de um escritor o fato dele movimentar a “Indústria literária”.
Afinal, a finalidade não é esta; Este é o interesse dos capitalistas, não dos escritores…
Esse é o erro. No mais, bacaninha.
Cara, Chrno Trigger é um dos jgos com enredo mais fabuloso de todos os tempo e foi lançado exclusivamente para SNES. Tá certo que foi fabricado pela Square, mas…
Resumindo…mais do mesmo.
Me da um livro do Paulo coelho: Eu jogo no lixo e rasgo todinho para ninguém aproveitar nada.
Me da um playstation 2 ou3 ou um nintendo ou até mesmo um iPOD ou um iPHONE: Arrebento em mil pedacinhos e jogo no lixo.
Resumindo: Paulo Coelho, Games, Gamers e afins são tudo farinha do mesmo saco de inutilidades.
Prefiro algo útil, palpável, que me proporcione paladar e/ou prazer, principalmente sexual.
Fui…
Tudo isso pra dizer que você acha a receita da Nintendo ultrapassada? (poderia ter economizado linhas), pois bem, acho que você já estava esperando por essa resposta, mas… “Tu e outros tantos”
e não é de hoje: a 15 anos já se dizia que o N64 era um videogame moderno com jogos antigos.
Pois bem, a Nintendo não mudou a receita de 96 pra cá…. E certamente não perdeu popularidade.
Gosto dos dois estilos, os jogos “inhos” e os jogos realísticos. Saber qual vou jogar, depende do momento. Quando tinha o PS-3, fiquei com saudade de jogos “inho” e comprei um Nintendo. E aí fiquei com saudade de jogos realísticos. Hoje tenho um Nintendo para jogar os “inhos” e um PC turbinado para jogar os realísticos. Considero todos os dois estilos muito bons, um mais light, invocando a fantasia, e outros mais realísticos, geralmente com mais suspense. O que importa pra mim é que a trama seja rica, em qualquer um dos estilos. Existem jogos realísticos que não se comparam nem de longe com o bonitinho Final Fantasy VII da SquareSoft, um dos jogos mais aclamados. E existem jogos “inho” que não se comparam com títulos como GTA-IV, Mass Effect, Matal Gear, etc… É uma questão de gosto, gosto de ambos !
Para mim, é uma questão mercadológica em tudo isso. Antes quando éramos menores por volta dos dez anos, a Nintendo e Sega (com mega drive) dominavam o mercado e colocavam jogos de acordo com o bio-tipo do pessoal daquela época. Com o fim da sega (em partes, consoles) apareceu o play 1 com um novo tipo de “embasamento jogável”, onde o título mais lembrado sem dúvida foi Resident evil. Jogos para adolescente nenhum botar defeito e onde filmes e seriados de suspense e terror estava em alta. A nintendo continua e continuará a remexer, a sacudir as plataformar de games pelo mundo, como ela fez com o Wii onde a FAMÍLIA pode jogar (já é um novo nicho econômico “FAMÍLIA”). Então cara eu so fã da Nintendo de Carteirinha e compreendo seu artigo (post), mas acho que é como time de futebol, se torce pra quem?
Nintendo, Sony, Microsoft……. Eu sou nintendo :)
Engraçado que os jogos que vc gosta tb são mais do mesmo, e são lançadas continuações praticamente a cada ano…
a diferença dos “clássicos” da Nintendo é que ela consegue manter o jogo com novidades e interessante a cada versão lançada…
MGS já está com quantas versões???
COD???
FF morreu…
Uncharted fez sucesso e na mesma plataforma está indo para a terceira versão…
cara o mais natural é uma franquia fazer sucesso e a empresa explorá-la…porém a diferença da Nintendo para as outras é que ela consegue manter o jogo com aquele ar de algo novo…senão Mario já teria parado de vender assim como aconteceu com Sonic e diversas franquias…
mas é o seu gosto…
Emarx disse:23/06/2010 às 15:10 (Editar)
A “batida” história de salvar a princesa é tão batida quanto a “busca de vingança” do Kratos ou “Salvar o mundo” como o Snake. A diferença é como contar, enquanto uns focam no roteiro a Nintendo foca em level design, jogabilidade e outros fatores que SÓ os games conseguem fazer.
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Exatamente, mas se eu quisesse só apertar botões e não pensar nas consequências que isso teria para a narrativa, jogaria Nintendo. =)
Caio, você falou em história com moral. Me lembrei de Ultima IV da Sega. Só consegui terminar o game quando parei de “matar” o pessoal das vilas e palácios. Apesar dos gráficos, hoje considerados toscos, me diverti muito (e gastei muito em locação até comprar o cartucho do Master System). Tudo se resume ao que você espera das coisas. Isso vale pro mundo real, também.