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Arquivo de fevereiro, 2010

26/02/2010 - 16:29

Gamers organizam petição para acabar com filmes de Uwe Boll

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Fazer com que uma mídia – digamos “games” – funcione em outra mídia – talvez “filmes” -, é um trabalho difícil, e muitas vezes acabam em um “epic fail” de proporções… Épicas. Agora, se existe um curso para diretores que querem destruir enredos de games em seus filmes, o seu mestre supremo é o alemão Uwe Boll. Mas os gamers do mundo se cansaram e organizaram uma petição online para que o diretor simplesmente pare de fazer qualquer coisa relacionada a games ou cinema.

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“Xá comigo que eu sei o que to fazendo com a adaptação de God of War, champz”

A fama de “Boll, O Destruidor” começou em 2003, com a produção e direção do filme House of the Dead, longa-metragem baseado no shooter on rails homônimo. Pegue um filme bem ruim, aí acrescente a Rita Cadilac tentando representar enquanto, ao fundo, você escuta Hebe Camargo cantando o hino do Ituano… Em slowmotion. Pensou? Então, isso é bem melhor que House of the Dead. Crítica e público odiaram o filme, mas Boll simplesmente não ligou e continuou com a sua saga: em 2005, o facínora lançou Alone in the Dark e BloodRayne, com a mesma – ou pior – qualidade de House of the Dead. O que não dá pra entender muito bem é como Sir Ben Kingsley foi parar em BloodRayne.

O diretor deu um boi por dois anos, mas em 2007 chegaram Postal – o game homônimo é uma das obras-primas do politicamente incorreto, o filme é só ruim mesmo – e BloodRayne: Deliverance (se liga na tara que ele tem por BloodRayne). Já em 2008, Boll lançou Far Cry e se retirou por outros dois anos do tema “filmes de games”, mas, ao que tudo indica, ele volta este ano com BloodRayne: The Third Reich (e ele ainda tem colhões de fazer referências ao nazismo. Ou seja, um homem extremamente a frente de seu tempo).


SE LIGA nos efeitos sonoros de Far Cry

Se você, assim como os outros 352.706 gamers que assinaram a petição, também acha que o gênero deve parar de ser dilapidado por Uwe Boll, assine o documento online.Pense em nossas crianças!

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E isso é só um “incentivo” para seu voto

Valeu pela dica @kadutrisquad !

Notas relacionadas:

  1. Criador de “God of War” debate sobre comercialização de games usados
  2. Coisas que são mais fáceis de se fazer na vida real do que nos games
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, games Tags: , , , , , , , , , , ,
02/02/2010 - 12:28

A UZ Games quer comprar o seu (video)game usado

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Em uma das atitudes mais sóbrias do mercado nacional de games dos últimos anos, a UZ Games deu a maior bola dentro (ui!) ao anunciar que venderá e comprará games (consoles também!) usados. Leia a matéria na íntegra no Arena Turbo.

De qualquer forma, ainda não tenho certeza como as nossas distribuidoras aceitarão esse modelo de negócio, afinal, nessas negociações de usados, nenhum “dinheiros” vai para elas, ou para as publishers. Mas olhando por um outro lado, elas deveriam ficar felizes, já que o novo serviço irá aquecer o nosso mercado, possibilitando a galera que não está tão bem de grana (todo mundo) colocar as mãos num “Uncharted 2” com uns R$ 50 de “desconto”, dependendo do título usado que tiver em mãos.

Uma outra jogada de mestre – e tiro no pé ao mesmo tempo – foi a exigência da UZ: todo produto usado deverá estar acompanhado de sua respectiva nota fiscal para comprovar sua autenticidade, assim a loja sempre venderá produtos com garantia. Porém, o tiro no pé é que, não sei vocês, mas eu NUNCA guardei a nota fiscal de um game por mais de, sei lá, um mês. Imagino que essa pratica organizacional também não é o ponto forte de todo mundo (eu não quero pensar que sou o único otário com um monte de jogo ruim que não poderá vendê-los, ok?!), logo, precisaremos nos reeducar.

Enfim… Ponto para a UZ Games!

[Update]: Conversei com o pessoal da UZ e tirei uma dúvida. Você não precisará utilizar o seu game usado vendido na UZ diretamente na mesma loja. Você pode embolsar a grana. Porém, o pessoal da rede só pede bom-senso dos consumidores para, por exemplo, não aparecer às 10h, logo que o shopping abriu, querer vender alguma coisa e ficar com o dinheiro, eles precisam de um tempo para ter algum em caixa para poder te repassar.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, arena turbo, games Tags: , , , ,
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