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Arquivo de setembro, 2009

30/09/2009 - 18:09

Se você é macho irá jogar “Lose/Lose”

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Você é machão? Não importa o seu sexo (ou falta dele), mas responda: você é machão? Tem colhões para qualquer coisa? Curte viver a vida perigosamente e ri na cara do perigo? Xinga mãe de traficante e não tem medo da maldição Belchior (aquela que some com as pessoas)? Então eu te desafio a jogar “Lose/Lose” (confira o vídeo mais abaixo).

A premissa é bem simples, saia destruindo os alienígenas que aparecerem na tela no melhor estilo “River Raid”, mas as consequências são cruéis. Cada inimigo criado pelo jogo tem como base um arquivo aleatório do seu computador, ou seja, quando você destrói um inimigo o arquivo que ele representava é deletado do seu PC. Sem dó, sem misericórdia. “Tá, mas e se eu não destruir ninguém?”, vão perguntar os espertões. Ok, quando o player perde o aplicativo se auto-deleta.

Em entrevista a Wired do Reino Unido, os criadores do game dizem: “nós queremos abranger uma questão maior com o conceito de ‘Lose/Lose’. Enquanto a tecnologia cresce, nossa dependência pela mesma também aumenta, mas a nossa noção desse fato não é proporcional. Com o nosso game queremos mostrar o quão dependentes as pessoas estão”.

Bah! Maricas esses criadores, eu diria que o jogo é só para sacanear o computador do “amigo” desprevenido. Então vai, se você é machão, baixe o game, jogue e me mande um print da sua sessão suicida. Eu te desafio.

Notas relacionadas:

  1. OMFG! – “House” vira game
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), games, video Tags: , , , ,
29/09/2009 - 18:02

Divulgados novos vídeos de jogabilidade de “DJ Hero”

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Eu estou de saco cheio de games musicais. Sério mesmo. “The Beatles: Rock Band” foi a gota d’água; muito hype, muito estardalhaço, muita gente que não sabe lhufas do assunto dando pitaco. Mas um título que me deixa curioso é o “DJ Hero”, afinal de contas, como fazer as malditas mixagens, scratches e outras firulas perpetuadas pelos disc-jóqueis?

Bom, aí inventaram uma turn table periférica para o game. Estranho. Mas aí eu vi o vídeo do MC Hammer vs. Vanilla Ice:

Isso sem falar na possibilidade de rolar um dueto entre guitarras e turntables:

Melhor que a batalha entre os ícones dos 80s, só Rick Astley vs. Nirvana:

Não vejo a hora de alguém fazer um mashup de Tonico e Tinoco vs. Velhas Virgens.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , ,
25/09/2009 - 20:12

TGS 09: “Dead Rising 2” e a cadeira de rodas da morte

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A Tokyo Game Show deste ano está boa (é sério! Confira o blog do Bagaço, nosso enviado especial). Ela só não está ótima porque acontece depois da E3 deste, que vamos concordar, foi estonteante. De qualquer maneira, a forma que a TGS achou de se redimir é colocando as demos jogáveis de vários jogos, entre eles “Dead Rising 2”. Obviamente, não faltam vídeos da carnificina:

Isso já é animal, sério. Eu sou um entusiasta da causa zumbi e acredito piamente no apocalipse morto-vivo que, inevitavelmente, acontecerá nos próximos anos (ando com dois manuais de sobrevivência na mochila para provar a minha crença). Com tudo isso em mente, imagine o quanto eu gosto de games com a temática dos não-mortos. Bom, “Dead Rising” já era muito bom (o fato de poder tirar fotos das bizarrices era uma das grandes sacadas do game), e a Capcom promete manter a qualidade com o novo game da série: “mas como fazer isso?”, pensei, já acreditando que ficaria uma sequência horrível. Errei. E sabe por que?

A Capcom apresentou a cadeira de rodas da morte. O que? Você não sabe como pode ser? Explico: pense numa cadeira de rodas. Não, energúmeno, não é o carrinho de feira da sua vó. Então, uma cadeira de rodas, agora acrescente uma escopeta em cada braço e pronto. THE ULTIMATE HANDICAPPED WEAPON!

CARA! SÉRIO! Obviamente, não encontrei nenhuma imagem da belezoca dando sopa na internet, mas procurando eu encontrei coisas como isso:

wheelchair
wheelchair-hunt3-102920 wheelchair-machine-gun

Uma palavra: medo.

Se eu fosse cadeirante eu super pimparia minha cadeira de rodas desse jeito. Pera… Eu não preciso ser cadeirante para isso… Já sei como gastarei meu final de semana!

E pensarei melhor se comprarei a camiseta dos meus sonhos:

camiseta

Notas relacionadas:

  1. Minhas impressões sobre a E3 – Segunda Parte
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Eventos, Inutilidade (ou não), Notícia, Opinião, games Tags: , , ,
22/09/2009 - 18:48

Suásticas, racismo e outros banimentos babacas

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E parece que o novo “Wolfenstein” foi banido na Alemanha. Duas chances para você descobrir o motivo… É, eu sabia que você nem precisava. Parece que a versão germânica do game, que deveria esconder todas as suásticas que aparecem nas versões do resto do mundo, acabou por passar umazinha, agora a Activision está pedindo um recall para todas as cópias que ainda estão nas lojas.

wolfenstein_box

Agora vamos falar sério: qual é o problema das pessoas? Por que, raios, um game é banido por ter uma suástica no meio?! Ou melhor, por que os games que contem qualquer “ponto sensível” da sociedade tendem a serem banidos? Falso moralismo infernal. Caraca, “Wolfenstein” se passa durante a 2ª Guerra Mundial, eu sei disso, os alemães sabem disso, então por que a suástica – provavelmente o símbolo mais reproduzido na época – não pode aparecer? Para mim isso é tão estranho. Espero que para você também.

O engraçado é que esse problema com a suástica só aconteceu na Alemanha. Nenhum outro país saiu proibindo “Wolfenstein”. WTF? Seguindo a lógica moralista, não era o MUNDO que deveria banir o símbolo da Terra e não só a Alemanha?

Vamos lá, galera, é só um símbolo que era usado muito antes do bigodinho vir tacando o terror com ele. Não estou desmerecendo as tragédias ocorridas na 2ª Guerra Mundial, o meu problema é com as pessoas que tem algum tipo de terror noturno para com qualquer coisa que as lembre de tal, e vamos concordar, uma parcela cada vez menor da população pode se considerar afetada diretamente pelo evento, ou seja, quem fica chocado está sendo uma mariquinha.

O mesmo problema acontece quando um avatar branco (o provável, em 95% dos casos, personagem principal) bate em um negro: todo mundo já sai às ruas berrando racismo. Entendam, o problema vai muito além dos sopapos inter-raciais, vai desde a criação de toda a história, vai desde a educação recebida por toda a equipe de desenvolvimento – majoritariamente branca. Pô, se o personagem negro fosse o principal e tivesse dando a sova do século no branco ninguém falaria nada. Eu sei que você pensa assim, todos pensam assim. É um comportamento babaca imposto pela sociedade da moralidade falsa, das boas senhoras católicas que lutam pela família.

E nem me deixem entrar na discussão sobre religião nos games. Ou na discussão só da religião…

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Dúvido que os alemães falem: “Ufa! Ainda bem que tiraram aquela suástica! Agora posso jogar tranquilo!”

Aliás, outro problema sério que eu tenho é que a tal “moralidade” impede que os games, filmes, séries, contem como foi o lado dos “perdedores”, dos “inimigos” – salvo alguns títulos pontuais. Ué, por que, raios, eu não posso jogar do lado dos nazistas? Isso não faz de mim, necessariamente, um camarada do Hitler que vai querer sair dominando o mundo. Um amigo uma vez me disse que isso é o natural da história: o vencedor é o que tem o direito de contar e retratar o seu lado. De fato, mas acho que do alto de nossa cultura e inteligência teoricamente evoluída, nós já conseguimos olhar as coisas um pouco além, um pouco menos cínicos, certo?

É só um jogo. Vamos fazer esse mantra? Todo mundo junto: É SÓ UM JOGO. Isso. Pode apostar, nem a Activision, nem qualquer outra desenvolvedora, quer desrespeitar o seu avô judeu, ou sua família negra, ou os imigrantes italianos e por aí vai. O que elas querem fazer é um game divertido e se você não acha engraçado é simples, não compre, não jogue. Garanto que qualquer um levantando bandeirolas contra alguma coisa fará com que ela se torne desejada automaticamente (lembrem-se de “Carmageddon”).

wolfenstein_suastica
E foi essa merdinha que causou toda a merda

Que fique claro, eu não sou racista ou “pró” algum lado político/religioso. Se você me der um jogo divertido no qual eu sou um chinês massacrando mexicanos eu vou me esbaldar tanto quanto um bom jogo que mostra o eticamente correto durante uma sessão de chá das 17h (ok, exagerei, mas vocês entenderam).

Respirem. É só um jogo.


..
.

E isso, uma piada:

3

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião Tags: , , , ,
18/09/2009 - 18:27

O dia em que eu calei o Submarino

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Uma semana atrás, exatamente, escrevi um post apontando a lógica – pela falta de melhor de palavras – nonsense de preços do Submarino para com o PlayStation 3 Slim. A loja virtual anunciou a nova versão do console por R$ 2 mil, sendo que a fabricante Sony o havia desenvolvido exatamente para cortar o preço no mundo. Ou seja, o Submarino se acha mais importante, ou num patamar acima, do que a própria Terra. Normal, egocentrismo é o que não falta nesse mundão. Bom, pela prática do bom jornalismo eu enviei o meu texto para a assessoria de imprensa da loja, afirmando que eles teriam total liberdade de resposta e espaço em meu próprio blog.

O Submarino não respondeu.

Vou ser justo, eu enviei o e-mail para a assessoria no dia 15, terça-feira, ou seja, três dias para resposta. Quero acreditar que em um mundo “internético”, as assessorias dedicam seu tempo pesquisando sobre seus clientes, cuidando de sua imagem (é o seu trabalho, bátima!), logo, desde sexta-feira passada a assessoria teve oportunidade de conferir meu post. “Mas seu blog é desconhecido, caraca”, berrarão alguns. De fato, o GameOver não é (AINDA!) um grande expoente no blog roll brasileiro, porém, o iG é, e durante todo o final de semana passado o GameOver esteve em sua capa, prova disso é o fluxo de visitantes e o número de comentários no post inicial. Pensando nisso, acredito que concedi um tempo razoável para a resposta.

Evoco palavras sábias do tempo do Guaraná com rolha: “Quem cala, consente”. De um lado eu fico feliz, afinal, as “acusações” foram verdadeiras e contundentes. Não há defesa. De outro, fico emputecido pela falta de consideração com a imprensa e o consumidor, afinal, é de puro interesse da loja que seu nome não fique tão “feio na fita assim, mano”.

E esse foi o dia em que eu calei o Submarino.

Notas relacionadas:

  1. GamesTown: a esperança dos games no Brasil?
  2. Não se engane, as lojas do Brasil querem arrancar o seu couro com o PS3 Slim
  3. Espaço para direito de resposta do Submarino está liberado
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, arena news Tags: , , ,
15/09/2009 - 18:11

Espaço para direito de resposta do Submarino está liberado

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E não é que o post da semana passada, sobre o preço absurdo cobrado no Playstation 3 Slim pelo Submarino, teve uma boa repercussão mesmo? Bom, pensando nisso resolvi disponibilizar um espaço de resposta para o Submarino, afinal, todas as pessoas com quem travei discussões, receberam o devido direito de resposta, com a loja virtual não deveria ser diferente.

Você, que acompanha o GameOver, já sabe como funcionam minhas discussões: toda e qualquer troca de e-mail sobre o assunto discutido que eu faço com o “acusado” é devidamente publicada, sem qualquer edição, para manter a maior transparência possível, logo, aqui vai o e-mail que enviei hoje à assessoria de imprensa do Submarino.

Olá, Cristina

Sou jornalista do Arena Turbo, site de games do iG. Semana passada escrevi um post em minha coluna sobre o preço do PlayStation 3 Slim oferecido pelo Submarino, criticando sua política de aumento do valor de uma mercadoria que, supostamente, deveria ter tido seu preço cortado em todo o mundo. Disponibilizo a vocês espaço e destaque para o direito de resposta.

Segue o link: http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/09/11/nao-se-engane-as-lojas-do-brasil-querem-arrancar-o-seu-couro-com-o-ps3-slim/

Grato,
Caio Teixeira

Nos próximos episódios: Será que o Submarino responderá? Será que eles querem meu fígado no prato? Será que eu sofrerei um “acidente”? Será que terá bife acebolado e batata frita na minha janta de hoje? Fiquem ligados!

Notas relacionadas:

  1. Liberado vídeo de comparação entre versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de “Resident Evil 5″
  2. GamesTown: a esperança dos games no Brasil?
  3. Não se engane, as lojas do Brasil querem arrancar o seu couro com o PS3 Slim
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, arena turbo Tags: , , ,
11/09/2009 - 17:27

Não se engane, as lojas do Brasil querem arrancar o seu couro com o PS3 Slim

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Minha indignação é tanta que eu nem sei como começar esse post direito. Sério. Então vamos do começo: quando eu li a matéria publicada no UOL Jogos sobre o preço do “The Beatles: Rock Band” e como é algo tão absurdo que é mais vantagem você viajar até os Estados Unidos e comprar o bundle diretamente lá e trazer para o Brasil, eu já sabia do preço (incríveis R$ 2 mil), mas ok, não esperava algo de muito diferente. Agora, quando a mesma matéria mostrou que as lojas, ou melhor (vamos dar nomes aos bois), o Submarino está cobrando MAIS CARO pelo PS3 Slim do que pela versão antiga, sendo que ambas haviam sofrido um corte de US$ 100 lá fora eu fiquei FULO, para dizer o mínimo. Aos preços: PS3 80GB (versão Phat) – R$ 1.489; PS3 Slim – R$ 1.999. Sabe quanto QUALQUER PS3 está custando nos EUA? US$ 299.

ps3_slim_submarino copy
Política do “Como perder um cliente… pelo menos”

Tudo bem, Submarino, nós vivemos em um País onde a carga tributária que incide sobre os games e consoles é algo tão absurdo que faria qualquer país subdesenvolvido (e nós não seriamos um?) sentir vergonha alheia. Mas, agora, vocês darem a resposta mais chucra dos últimos tempos, isso é injustificável. Com vocês, o Submarino, O Espertão (as partes negritadas são minhas):

O Submarino informa que as estratégias de preço praticadas no Brasil e nos EUA não podem ser comparadas (sim, eles são lúcidos e vocês loucos). Por ser tratar de um lançamento e como toda novidade da Sony no Brasil, o PS3 Slim chega com uma política de preço diferente dos EUA, afinal cada mercado tem suas características (de fato, nossa renda per capita é quatro vezes maior que a deles *sigh*). O que exemplifica isto é o que foi visto no lançamento do primeiro PS3 no Brasil, onde ele custava em torno de R$ 6.000, contra U$$ 599 nos EUA (ah, entendi, vocês justificam uma facada com uma demolição em massa feita no passado, justo). Com o tempo de mercado, a análise de desempenho do item e as ações da concorrência (pirataria, contrabando, acho que estou começando a entender o seu mercado), os preços tendem a cair e se estabilizar (opa! Em míseros 4 salários mínimos e meio, afinal, comer é coisa de pobre, rico vive de fotossíntese, muito mais luxo).

Então deixe eu entender: vocês pegam um produto que teve seu preço cortado MUNDIALMENTE (minha namorada trouxe o meu PS3 Slim por 299 euros) e AUMENTAM o custo dele no Brasil. Ou seja, você acham que todos os seus consumidores são uns otários por comprarem algo que só recebeu aumento no Brasil. Aliás, até me sinto lisonjeado, afinal, nós somos realmente especiais por sermos o único País a ser privilegiado com tal política.

Calma, Submarino! Eu também olhei a concorrência (que é tão ridícula quanto você), mas vamos lá:

- FNAC: (não anunciou o Slim) PS3 80GB – R$ 1.799,00
- Americanas.com: PS3 Slim – R$ 1.999,00 (a versão 80GB sai por R$ 1.599,00)
- GamesTown: (não anunciou o Slim) PS3 80GB – R$ 1.399,00
- Ponto Frio: (não anunciou o Slim) PS3 80GB – R$ 1.424,05

Pelo o que eu entendi, só a Americanas (que feio…) adotou a mesma postura que você. Ridículo. Simplesmente ridículo.

Ok, só vamos recapitular: a versão Slim foi projetada EXATAMENTE para baixar o preço do console PS3 no mundo inteiro e você, Submarino, decide que isso não é bom e decide AUMENTAR. Raios! O que te coloca acima da própria Sony?!?

Eu realmente espero que alguém do seu marketing ou os negociadores (que deveriam ser demitidos por tal afronta contra o consumidor) leia o meu post e venha me explicar onde, exatamente, vocês acharam que seria uma boa ideia, algo justificável, aumentar o CA$#%$*% do preço.

Enquanto isso não acontece, deleto meu usuário do Submarino. Sei que não é muito para uma empresa do seu tamanho, mas, no momento, é o que está no meu poder. Se você, leitor, também achar isso um absurdo, é simples, não compre. Me assaltar vocês não irão mais.

Notas relacionadas:

  1. GamesTown: a esperança dos games no Brasil?
  2. Minhas impressões sobre a E3 – Segunda Parte
  3. Comercial do PS3 Slim no Ocidente é BEM diferente do japonês
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião Tags: , , , , , , , ,
08/09/2009 - 19:53

Game (animal!) “Canabalt” deve ser lançado para iPhone

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Eu sou um gênio dos games. Eu nunca falei isso publicamente antes, mas agora eu tenho certeza. Eu sou um gênio. Não acreditam, então prestem atenção: semana passada eu estava boiando pela internet, meio desocupado, meio fingindo trabalhando, quando encontrei o “Canabalt”. Instantaneamente eu vi que havia esbarrado em uma pedra preciosa no meio do pântano de games de internet. Joguei-o. Muito. E até afirmei que era um dos melhores games que eu já havia visto.

Pô, você é um mano que está tentando escapar de uma cidade à beira do colapso e a única coisa que você precisa fazer é pular. É isso. Um botão: pular. Desviar de mísseis, entrar por janelas e sair do outro lado de um prédio, no melhor estilo “Mirror’s Edge“. É simples, gráficos simples, música maravilhosa e diversão infinita.

Bom, depois de até lançar um desafio aqui no blog mesmo, recebo a notícia de que o produtor, Adam Atomic, está fazendo um port do “Canabalt” para o iPhone. Ou seja, a minha profecia não só se concretizou como está sendo levada adiante para o inevitável sucesso (e impressora de dinheiro) do iPhone.

Se você ainda não jogou “Canabalt”, faça isso agora e tente bater meu recorde. Eu sei que você não irá conseguir, mas tente! Outra dica é o site do Adam Atomic, que conta com os outros títulos produzidos pelo rapaz.

Notas relacionadas:

  1. Jogos para o feriado
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, games Tags: , ,
08/09/2009 - 16:28

Igreja + “Street Fighter” = EPIC WIN

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Ao que tudo indica, pastores das igrejas desse mundão de meu deus tem jogado muito “Street Fighter”. Não acredita? Eu mostro:

Mas não é só de Zangief que a Terra gira (turururutunnn-pshhh!). Ryu também anda pregando nas congregações do Brasil. E o melhor? Ganhando de PERFECT:

Duas palavras: EPIC WIN.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Teorias, video Tags: , , ,
03/09/2009 - 20:17

Jogos para o feriado

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Eu costumo dizer que a vida faz com que eu me perca nela várias vezes ao dia. Isso aconteceu duas vezes específicas hoje: primeiro eu encontrei o jogo “Canabalt” no Kongregate e depois um colega de redação me lembrou do antigo (e incrível) “Dropkick The Faint”.

Ambos os jogos são de uma simplicidade aterradora, e uma capacidade de viciar impressionante (principalmente o “Canabalt”). Então aí vai um desafio para o seu feriado: bata os meus recordes nos jogos. Tirei screenshots das minhas pontuações mais altas (logo abaixo) e se vocês conseguirem bate-los… bom… PARABÉNS! Mandem o screen no meu e-mail (cprado@ig.com) que irei avalia-los.

“Canabalt” – Score: 5.336m

“Dropkick The Faint” – Score total: 12.218

É isso, já deixei a lição de casa para o feriado (eu seria um professor muito cuzão) então vai logo se divertir.

Abraços!

Notas relacionadas:

  1. Kongregate: um dos melhores sites de games online do mundo
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), games Tags: , , ,
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