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Arquivo de maio, 2009

29/05/2009 - 15:19

Um programa para o final de semana e desculpas

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Primeiro às desculpas: caros, fui um canalha por não ter ligado no(s) dia(s) seguinte de minha anedota. Eu sei. Porém, o motivo para tal é (infimamente) plausível, pois fui tomado de assalto por uma matéria gigante (realmente hercúlea, com suas 7 páginas) para a – que já critiquei previamente – revista EGW. O mundo roda… ainda mais depois de umas… Mas acalmem-se, a reportagem (sobre Distribuição Digital e o futuro dos games) chega na edição de junho da revista, logo, aceitem-na como um pedido de perdão pelos dias afastados do GameOver (quando a edição chegar nas bancas, eu aviso).

Quanto ao programa para o final de semana: o GameTrailers, em conjunto com o Spike TV, fez O MELHOR show de games do ano. Exibido na noite da última quinta-feira, o programa traz várias prévias de games que você só veria durante a E3 (o que não deixa de me preocupar, afinal, o que será novidade na feira, então?). São 40 minutos de anúncios como “Mass Effect 2“, “Alien vs. Predator“, “Uncharted 2“, “Need for Speed: Shift” e “Dante’s Inferno“, entre outros. Então prepare o coração (e o inglês enferrujado):

Bom final de semana a todos e não esqueçam: “Se você está vivo, mas não respira. Se fodeu, morto-vivo”.

[UPDATE: Parece que a bagaça do player num tá funfando. Então clica no "GTHD" do player que ele te levará para o site com o vídeo]

[UPDATE²: Ah, pra porra esse vídeo! Toma o link aqui e vai ser feliz! Aproveita e manda o GameTrailer ir beber no cú por causa disso, combinado?!]

P.S.: Tenho conversado com o André Penha, um dos diretores da Abragames, por causa do burburinho que causei com o Ministério da Cultura. Estou bolando ter uma conversa franca com ele sobre o papel da organização na indústria nacional de games. Já trocamos alguns e-mails, mas nada de extremamente especial, estou programando uma entrevista gravada com ele mesmo. Vou atualizando vocês sobre o decorrer das conversas!

Notas relacionadas:

  1. O melhor “pedido” de demissão de todos os tempos
  2. Rapidinhas: “L4D” de graça, EDGE chega no País e site gringo no Brasil
  3. EGM agora é EGW, que tem site, mas mantém numeração… Péra, confundi…
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Eventos, Notícia, Trailer Tags: , , , , , , ,
22/05/2009 - 17:26

Encontrados fósseis de consoles em Sergipe

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Foi reportado, nessa sexta-feira, que fósseis de alguns acessórios e videogames foram encontrados no sertão de Sergipe. Arqueólogos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) foram chamados ao local, mas ainda não conseguiram datar os objetos.

Os fósseis foram encontrados pelo garimpeiro Jezuíno da Cruz, “eu tava cavucando (sic) ali perto do rio (Guapibaribe) quando esbarrei nessas pedra engraçada”, afirmou o trabalhador. Segundo pesquisadores da UFS, “o achado é, no mínimo, inusitado, já que esses objetos não existem – pelo menos achamos que não – a tanto tempo assim. Temos de averiguar a autenticidade deles”.

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É UM, PÁ PÁ PÁ! (para os admiradores de Topa Tudo Por Dinheiro)

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Estórias, Inutilidade (ou não) Tags: , , ,
21/05/2009 - 17:58

Melhor (e mais assustador) cosplay do “Silent Hill”

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Eu gosto de “Silent Hill”. Sou apaixonado por survival horrors em geral, mas tenho um medo infernal. Hoje em dia eu até tenho a moral de jogar sozinho, mas quando eu era menor não tinha santo que me fizesse ligar um game da série depois das 20h. E agora vem essa MALUCA (Judith Stephens) e me faz um cosplay perfeito da enfermeira de “Silent Hill”.

Judith ficou famosa durante a Anime Central 2009, em Rosemont (nos EUA), e ainda teve a moral de fazer par com um Pyramid Head em um ensaio no seu Flickr. Sério, eu não to zuando que vou dormir mal pra caracoles essa noite…

(via Gamerview)

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Eventos, Inutilidade (ou não), Notícia, games Tags: , , ,
20/05/2009 - 20:12

EGM agora é EGW, que tem site, mas mantém numeração… Péra, confundi…

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O grande Mestre Jedi Pablo Miyazawa publicou, nesta quarta-feira, em seu blog as novidades do mercado editorial de games brasileiro: foi anunciada, oficialmente, a revista EGW (Entertainment + Game World), que substituirá a EGM Brasil, a partir da semana que vem. Bom, segundo Miyazawa, a edição da revista continua por conta do Ricardo Farah, mas sai da editora Futuro e passa para as mãos da Tambor, além de ter um portal próprio, o que é bem legal! Até aí, ok.

Mas o problema começa com a EGW mantendo a numeração da EGM Brasil, que estava na edição 88, ou seja, a “nova” revista já sai do número 89. Como “um cara muito bravo” comentou no Gamer.br:

Manter a numeração é completamente absurdo. Ok, essa é a #89, EFW #89, cadê as anteriores? Querendo ou não, conteúdo ou não, EGW não é EGM. Baita oportunismo manter a numeração. E na edição #100, o que irão comemorar? 12 edições da EGW ou 100 edições de que?

Concordo com nosso amigo raivoso. Não faz o menor sentido a revista partir do 89. Comofas? Uma fissura no espaço-tempo se abre e já começamos do 89?! Estranho, bem estranho. Outra coisa que assustou foi um comentário do próprio Farah no blog do Miyazawa: “o conteúdo se dividirá em 80% games e 20% cinema, TV, DVD Blu-Ray e etc…”. Como assim, rapá? Some uma revista puramente de games (EGM) para entrar uma com entretenimento no meio? Já não temos isso o suficiente no mercado?

De qualquer forma, estou animado com o site da EGW. Será que ele terá cojones de fazer frente aos gringos? Difícil, sim, mas nunca impossível…

Ah, sim. A nova EGW sairá por R$ 9,90, que apesar de eu saber o trabalho e o custo que é manter uma revista (ok,ok, eu só imagino isso), ainda acho que 10 mangos é muito para uma publicação segmentada dessa.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião Tags: , , , ,
19/05/2009 - 17:57

Uma coisa é perder outra é ser totalmente humilhado em “Call of Duty: World at War”

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Não tem muito como traduzir o quanto eu ri com esse vídeo…

Ah, sim! Hoje chegou o Top 10 Piores Filmes Baseados em Games, com narração minha e apresentação de Renata Honorato!

E quanto a discussão com o Ministério da Cultura: eu e mais alguns amigos jornalistas, entusiastas, de games estamos programando algo especial sobre o assunto. Aguardem, será STYLE!

Notas relacionadas:

  1. Sobre a conversa com o Ministério da Cultura e a novidade que eu estava guardando
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), arena news, games, video Tags: , ,
18/05/2009 - 14:31

Parece que eu “cutuquei” de maneira doída no post do BRGAMES

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No texto passado eu reclamei, botei o dedo na ferida, do novo projeto de incentivo a games no Brasil, o BRGAMES 09. Como já falei antes, aqui é a minha casa e vou SEMPRE falar como eu acho que devo. Eu não tenho medo de ser mal-visto por instituições que estão fazendo algo errado, enganando os outros, desde que meus leitores sempre leiam a verdade (pelo menos a minha verdade) no GameOver. Nesta segunda-feira, recebi um e-mail de uma assessora da Secretaria do Audiovisual, Jane de Alencar, se dizendo ofendida com o meu post passado. Ela deu sua opinião pessoal, que não representa a opinião da Secretaria, e eu respondi a ela, como faço com todos os e-mails que recebo.

Irei publicar agora nossa troca de e-mails, mas, antes, quero deixar uma coisa clara: eu publico o e-mail dela, assim como publiquei os do professor Valdemar Setzer, para sempre manter uma relação extremamente clara com você, leitor do GameOver. Meu objetivo nunca é ofender ou inibir alguém com essa atitude, e sim, mostrar que aqui neste blog, sempre há espaços para todos. Enfim, segue o e-mail de Jane e, logo em seguida, a resposta que enviei nesta manhã:

Prezado Caio: no seu blog você pode ser politicamente incorreto. Concordo. Vivemos em uma democracia e, desde que se preste atenção nos limites da ética e do bom senso, qualquer pessoa tem o direito de se manifestar, ainda bem!

Mas discordo da desqualificação que você faz do Programa BrGames.

Estou me manifestando como cidadã e não refletindo a opinião oficial da SAv.

Para vc o programa é pífio e não altera o quadro de insatisfação gerado pelos altos impostos cobrados dos jogos eletrônicos.

No entanto, para quem não vive nos grandes centros e ainda não se profissionalizou pode ser uma alternativa interessante.
O Brasil é imenso e, geralmente, a maioria dos incentivos, ofertas, programas etc se concentra na região Sudeste. Um dos objetivos do Edital é descentralizar e democratizar o acesso de todos.

Outra coisa que discordo: quando você perguntou se não seria melhor investir esse dinheiro na diminuição dos impostos, respondemos indicando o setor responsável para responder essa questão.  Não “empurramos” a responsabilidade para a Softex. A SAv se propõe a estimular a ampliação do mercado dos jogos eletrônicos, mas não tem poder para interferir na regulamentação dos impostos. Quem pode atuar mais decisivamente sobre esse problema é a Softex.

No entanto, esse jogo pode virar. Os projetos só andam lentamente no Congresso porque os interessados em sua aprovação não se manifestam, com veemência e contundência, pressionando de forma organizada os responsáveis pela tramitação: deputados e comissões. Esse “lobby” do bem, se feito de forma eficiente – lembre-se que apesar de um deputado se “lixar” para a opinião pública, a maioria depende dos nossos votos! – pode render bons frutos. A indústria brasileira de jogos eletrônicos tem suas representações, associações, sindicatos etc. São essas entidades que podem atuar no Congresso para que o projeto do deputado Carlito Meers tramite rapidamente e seja aprovado. Os deputados e responsáveis pelas Comissões precisam ser convencidos que a lei será boa para o setor, aumentando os empregos, gerando renda etc.

Portanto, vamos dar um voto de confiança no 1º Edital do BrGames e fazer críticas construtivas. Quem sabe o próximo não será uma edição bem mais ousada e aperfeiçoada, graças às sugestões dos artistas e produtores da área?

Finalmente, uma sugestão: ao invés de desqualificar, você e outros sites voltados para os jogos, poderiam ajudar a criar uma teia articulada com a Softex, a SAv  e todos os interessados para conseguir mais geração de emprego e renda no setor de jogos eletrônicos, além de ampliação do mercado interno e externo. Estamos abertos à sugestões e ao diálogo.

Agradeço a atenção e despeço-me cordialmente,

Jane de Alencar

E isso foi o que respondi para ela:

Olá, Jane!

Primeiramente: fiquei realmente impressionado que tenha entrado em blog, ainda mais no post sobre o BRGAMES, sendo que eu nem o destaquei na home do Arena. Logo, presumo que, de alguma forma, você descobriu o meu cantinho, e fico feliz!

Vamos deixar algumas coisas claras antes de eu responder suas críticas. Primeiramente, você acertou completamente em entender que o blog é meu e eu faço o que bem entendo dele, mas errou ao se sentir ofendida (“como cidadão e não refletindo a opinião oficial do SAv”, o que eu duvido, mas tudo bem) pessoalmente pelo texto. Não sei se teve chance de conferir os comentários, que foram poucos exatamente por não tê-lo destacado no Arena Turbo, mas TODOS concordam comigo. E não é só isso, no Twitter esse mesmo texto foi reproduzido em forma de elogio. Ou seja, de todos os acessos que recebi com esse post, você é a única que discorda da minha visão e de meu texto. E isso é ótimo! Precisamos de opiniões contrárias para construir ótimos debates. Mas acho que você não entendeu exatamente o que estão fazendo com esse edital.

Concordo com o problema de nem todos terem, no Brasil, acesso a uma profissionalização mais específica na área de games. Mas aí você esqueceu-se de alguns detalhes: por incrível que pareça, a maior parte das desenvolvedoras de games nacionais não estão do Sudeste e sim no Nordeste e Sul do País. Isso prova que a indústria, mesmo sem nenhuma ajuda do Governo (e incluo aí o Ministério da Cultura), está sendo expandida para fora do eixo, mais comumente relacionado com algo intelectual/industrial/cultural. Não concorda que uma forma melhor de fomentar a tal “profissionalização” da área seria dar educação? Criar cursos de especialização na área? O meu problema com o edital é que ele beneficia uma parte mínima dos profissionais de games e rende frutos apodrecidos, afinal, se o BRGAMES é uma espécie de continuação do “Jogos BR”, que rendeu APENAS 16 demos e dois games completos que NINGUÉM no Brasil jogou, isso, para mim, e todos os meus leitores que se manifestaram, é uma atitude, no mínimo, ingênua.

Quanto aos impostos, cara Jane, como uma cidadã que conclamou ser, você realmente concorda que o SAv, com a ajuda do Ministério da Cultura (estou assumindo que vocês devem manter uma relação próxima), também não poderia fazer o “lobby” do bem? Se você acha que isso está completamente fora das mãos do Audiovisual, que vocês não tem o poder de influenciar em NADA nas decisões, sinceramente, não entendo para o que existe essa Secretaria.

Sinto muito, quanto ao voto de confiança, vocês não receberão o meu. Infelizmente, o Governo me ensinou a não acreditar em nenhuma suposta ajuda que destinam ao setor dos Games. Até mesmo a Projeto de Lei 300/07, do Deputado Carlito Merss, me deixou na mão. A minha crítica construtiva é: não façam isso. Não façam um edital que só serve para enganar a opinião pública de quem não está tão “por dentro” da área e irá achar, graças ao BRGAMES, que o Governo está ligando para área, pois nós dois temos de concordar, ele não liga. Isso tudo é papo. Para mim, parece que o Governo, com esse tipo de ação, quer dar uma de “descolado” e tentar conquistar a opinião de jovens do País.

Entenda, quem desqualifica esse incentivo sou eu, Caio Teixeira, e o meu blog, o GameOver. O Arena Turbo e todos os sites da “grande mídia” não tem opinião sobre o projeto, e espero que você, e seus superiores, entendam essa imensa diferença. Os sites se limitam a noticiar e foi o que o Arena fez na matéria publicada – http://arenaturbo.ig.com.br/materias/511501-512000/511553/511553_1.html.

Agradeço a abertura sua, e do SAv, para diálogos, mas isso é o mínimo que eu espero de um órgão público: que ele SEMPRE esteja aberto a diálogos com qualquer pessoa, empresa ou instituição. Entretanto, o respeito dirigido ao Arena Turbo por Djalma Petit, que parecia não entender a importância da reportagem, nos faz ficar reticentes quanto a essa “teia” de ajuda. Mas a esperança é a última que morre! Afinal, você veio falar comigo! Que fique claro, esse diálogo será reproduzido no GameOver, afinal, acho que todo o cidadão merece saber o que acontece na mídia e por trás dela. Imagino que isso não será problema algum para o SAv, afinal, a opinião é sua!

Abraços e continue acessando!

Caio Teixeira

Relendo agora percebo que fui muito mais “suave” com Jane do que com Setzer… Tô ficando frouxo… Mas e vocês, leitores, o que acharam disso tudo?

[Update]: O blog GamedevBR também fez um texto legal sobre a pataquada do BRGAMES. Dá uma passada lá!

Notas relacionadas:

  1. Lésbica é expulsa da Xbox Live
  2. GamesTown: a esperança dos games no Brasil?
  3. Sobre a conversa com o Ministério da Cultura e a novidade que eu estava guardando
Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião Tags: , , , , ,
15/05/2009 - 19:20

Sobre a conversa com o Ministério da Cultura e a novidade que eu estava guardando

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No começo dessa semana eu recebi o release do novo projeto de incentivo a jogos eletrônicos no Brasil, o BRGAMES 09. Fiquei olhando para o e-mail com um misto de animação, frustração e humor-negro: “quer dizer que o Governo se voltou novamente para os games nacionais? Mas de que carajos isso vale?”, foi o meu pensamento inicial. Ok, publiquei a matéria no Arena e fui para casa remoendo essa ideia.

No dia seguinte, junto com dona Renata, decidimos cutucar (ti cutuco no cutuco!) o Ministério da Cultura e quem mais estivesse nessa empreitada. O resultado foi essa matéria. O “problema” é que no Arena eu tenho que fazer o politicamente correto, não ofender e tampouco dar o meu ponto de vista, por isso eu tenho o GameOver, e faço tudo isso agora:

Caro Ministério Piadista,

Então quer dizer que o senhor, caro Ministro Juca Ferreira, realmente acha que um investimento pífio, risível, de R$ 910 mil do BRGAMES conseguirá tornar a indústria de games brasileira em algo mais competitiva? Vamos fazer assim, esqueça essa verba para nós, gamers, que conseguimos sem a MENOR ajuda governamental crescer, em 2008, 31% nos softwares e 8% na parte de hardware. Esse “troco” é uma verdadeira ofensa a qualquer um que gosta de videogames e trabalha com eles.

Quando eu perguntei ao Ministério da Cultura se eles não achavam melhor gastar isso, por mínimo que fosse, com a diminuição da tributação dos games no País – que encarecem em mais de 200% a importação de jogos eletrônicos no Brasil – ele tirou o dele da reta e jogou para cima da SOFTEX (Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software). Ok, não tem problema, eu incomodo eles também.

Alô, é da SOFTEX? Então, quem vocês acham que estão enganando com essa piadinha de mal-gosto? Hm…entendo. Sério? Quer dizer que ninguém reclama e nem fala nada para vocês? Interessante. Então, aqui, eu falo: PAREM DE “ME TIRAR” E FAÇAM ALGO DE VERDADE! Que tal baixar o imposto de importação? Segundo Djalma Petit, diretor de Marketing da SOFTEX, “esse valor é muito… espera um instante” – sim, ele interrompeu a entrevista umas três vezes para falar com alguém sobre um apartamento, puzta consideração que ele estava dando para o assunto – “então, a verba do BRGAMES é muito pequena para fazer uma diferença nos impostos”. JURA? Então, se ela é tão pequena assim, ela é repassada para os desenvolvedores brasileiros?! Ah sim, esqueci, é isso o que eles valem, certo? Passar bem.

É uma piada atrás da outra… Enquanto Petit falava eu tive que me concentrar para não bater o telefone, coisas que o código de ética me impedem, mas não aqui. Pelo amor de Jah, parem de medidas paliativas, feitas só para boi dormir, e ajudem a indústria de forma real. O Deputado Carlito Merss tentou isso com o Projeto de Lei 300/07, que diminuiria a tributação de games no País, mas o projeto, que já foi aprovado pela Câmara em 2007, está parado na máquina (à vapor) governamental. Viu? Mais uma piada…

E depois eu me estresso trabalhando com games e as pessoas não entendem.

A novidade!

Pelo menos nem tudo está perdido. Um tempo atrás contei que eu estava participando de um projeto de games brasileiro e não podia falar na hora. Bom, não me deram permissão, mas também já está quase acabado: eu sou o roteirista (e escrevi quase tudo que aparece na tela) do novo MMOTakô Online”, que deve ser lançado em algum dia do próximo dia – ninguém sabe me falar ao certo a data.

Só para dar uma ideia do que é o Takô: é um MMOG parecido com o My Brute, porém, com mais “jeitão” de um RPG, já que você poderá escolher sua classe e qual caminho tomar durante a aventura. O cenário e a história é baseada toda em um Japão Feudal fantasioso, logo, você vai estar em contato direto com ninjas, samurais, onis, shinigamis e youkais.

Quanto a experiência de fazer parte do projeto: cacilda, como foi cansativo! Prazo apertado, todo um universo para criar em poucas horas, poucas linhas e, como não sou especialista em história japonesa, muita pesquisa. Queria postar algumas imagens do game aqui, mas aí eu vou estar extrapolando e talvez nunca mais me chamem para trabalhar com eles. Ah, sim, o projeto foi todo realizado pela Hive, uma desenvolvedora aqui de São Paulo extremamente competente (ó o jabá aí, minha gente!).

De qualquer forma, vou contando sobre as novidades e aviso quando tiver a data de lançamento. E podem ter certeza, o jogo está ANIMAL!

É isso. Bom final de semana, galera. E não esqueçam: nunca bebam das garrafas que ficam embaixo da pia. Elas são coloridas e cheirosas, mas são veneno.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, games Tags: , , , ,
12/05/2009 - 14:38

P-O-L-Ê-M-I-C-A! Mamilos são descobertos por baixo das roupas de personagem em “Sonic 2006”

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Sério, galera, eu realmente tento levar o GameOver de uma maneira mais light, sabem? Tento tirar as polêmicas e invariáveis notícias sobre nudez, mas elas me perseguem! Juro! Agora é a vez de “Sonic 2006”, que além de ser, bem, um Sonic (*sad trombone*), é um jogo triste. Para piorar, alguns hackers sem noção alguma da realidade, decidiram tirar digitalmente as roupas da personagem PRÉ-ADOLESCENTE Princesa Elise e o que eles descobriram? Exatamente, parece que os desenvolvedores de “Sonic 2006” realmente modelaram completamente o corpo de Elise por baixo das roupas e lhe deram até pequenos mamilos (coloquei a imagem lá embaixo para avisar que ela não é segura para trabalho… Eu acho…).

A questão aqui, se é que tem alguma questão para ser resolvida, não é os desenvolvedores gastando seu tempo em modelar mamilos pré-adolescentes em personagens teoricamente infantis, mesmo porque agora foi descoberto que a ação foi forjada e os próprios hackers é que montaram a imagem, o problema é que existem pessoas REALMENTE perdendo seu tempo para conseguir ver um par de mamilos… PRÉ-ADOLESCENTES (quase esqueci do detalhe…). Oh, a vergonha! Corram para as montanhas!

Isso me faz chegar a uma conclusão, que já estava meio óbvia: os fãs de Sonic, hoje em dia, são um bando de malucos. Além de serem “sadomasôs” na escolha de seu game, eles são doentes pervertidos que curtem pedofilia e sexo interracial (não faço ideia como isso ficou depois da ditadura ortográfica)!

Antes que as senhoras defensoras da moral e bons-costumes comecem a apedrejar os gamers, os produtores, eu e os meus cachorros, que fique claro que eu não gostei da atitude! Se a Princesa tivesse, pelo menos os seus 22 anos… E que foram apenas alguns imbecis que fizeram a “brincadeira”.

Olhem, eu sempre fui fã do Sonic, mas existem alguns malucos que acabam com a moral de toda uma classe. E quanto ao Sonic? Ah, seu bichinho azul safado!


Ah, Sonic! Não adianta me olhar com essa cara de filho do padeiro, não!

Imagem abaixo! Se você é menor de idade, xispa daqui, muleque! Se você está no trabalho… Bem, eu realmente não sei o que dizer… Não consigo calcular se essa imagem é TÃO forte assim…

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Inutilidade (ou não), Notícia, games Tags: , ,
08/05/2009 - 16:56

Protesto contra game de estupro “confunde” desenvolvedores e opiniões

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Começo com a seguinte afirmação: eu não sou a favor de um game como “RapeLay”, que “incita” o estupro ou qualquer outro tipo de violência explícita e “desnecessária” contra mulheres (e por que não homens?). Deixando isto claro, sigo minha argumentação: como a galera do Ocidente é chata, caraco viu! O game (“RapeLay”) foi lançado em 2006 no Japão e lá, se alguém sequer reclamou, foi pouco. E foi só a Amazon.com colocar o jogo para vender em seu site (que, no meu ponto de vista, foi de uma burrice lendária) que O MUNDO decidiu tomar as dores.

“RapeLay” é um game obscuro, ok? Você, seu pai e nem a sua professora de Religião (um absurdo colégios terem essa matéria no sistema curricular, mas ok) conheciam sequer o nome dele uns meses atrás. Ele foi lançado apenas no Japão, ou seja, os produtores da Illusion Software sabiam que “RapeLay” não era para outro tipo de público. Seu mercado era e sempre vai ser o Japão. Como argumentar? “As pessoas do Japão são estranhas”? Ou “Eles não tem fibra moral? Jura? Uma das nações mais poderosas da Terra não tem fibra moral? Ou será que eles enxergam além, veem o game APENAS como um game?

Mas ok. O Ocidente é chato, “crica” e toma as dores de qualquer coisinha diferente só para mostrar o quão politicamente corretos queremos ser. Então, a organização de direitos humanos Equality Now decide escrever uma carta aberta à Illusion Software, pedindo que eles parem de comercializar o jogo. Aí eu me pergunto: “para que? O que isso tem haver?”. E a organização foi mais longe, pedindo para 30 mil membros, de 160 países, enviarem mensagens pedindo ao primeiro-ministro japonês, Taro Aso, que proíba a venda do game também no arquipélago. Sério, quanto mais eu tento calcular o nível hipócrita da sociedade, mais difícil fica: por que, raios, nós ocidentais, que mal cuidamos de todos “os nossos”, vamos querer cuidar também dos “deles”? Como somos caras-de-pau! Não basta todos os mercados que se sentirem ofendidos simplesmente pararem de vender o jogo? NÃÃÃO! Nós, que temos um nível de violência muito mais alto que “os malucos nipônicos”, que temos um nível de educação patético perto dos japas, temos de levar a moral e os bons costumes a eles, “aqueles bárbaros”.

O melhor foi a resposta da Illusion à carta: “nós estamos totalmente confundidos com o protesto (da Equality Now)”, disse um representante da produtora. “Nós fizemos o game para o mercado doméstico e obedecendo estritamente as leis do mesmo mercado. Nós sequer podemos comentar (sobre a campanha) porque não exportamos o jogo”, claro! Quem fez isso foi a Amazon (tapada)!

Vamos lá, galera, circulando, circulando! Não tem mais nada para se ver aqui. Vamos olhar um pouquinho mais o nosso umbigo sujo que dá nojo, antes de apontar para o colega. E a ironia da coisa toda é que quanto mais falamos sobre “RapeLay”, mais ele é conhecido e mais ele é vendido. Por exemplo, aposto que a maioria das pessoas que lerem isso, sairão atrás do game.

Mas, calma. Ficou bravinho comigo? Faz o seguinte, volta lá no começo do post. Grato.

Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Notícia, Opinião, arena turbo, games Tags: , , , ,
06/05/2009 - 18:58

Carajo List: Top 10 FPSs

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Calma, eu explico. Meu apelido é Caio Carajo, logo, essa lista de Top 10 First-Person Shooters é completamente feita por mim e ninguém tasca. Nela estão os jogos que eu mais gostei, gosto e gostarei. Sou extremamente viciado no gênero e não vejo por que não fazer minha própria lista. Então é isso, “fogo no buraco!”:

10 – “BioShock”

Lembro exatamente da primeira vez que joguei “BioShock”, era o meu primeiro mês no Arena Turbo, meu primeiro mês trabalhando com games em tempo integral, então chega o demo tão esperado. Eu parecia uma criança descontrolada, enchendo o saco de todos na redação e quando a barra de instalação acabou, lembro do mundo parar enquanto eu assistia ao trailer de abertura. Meus olhos brilhavam enquanto a máquina de testes da redação (um QuadCore, com duas GeForce 9800 GT funcionando em SLI, ele só não faz café) brilhava com os tiros, Big Daddys e minhas plasmids. Foi emocionante…

9 – “Killzone 2”

Com esse título eu não posso ir muito longe. Por alguma razão, os deuses do FPS não me concederam a honra de jogá-lo, mas por tudo que já vi, escutei e li, tenho certeza que “Killzone 2” acabaria com minha vida social por alguns dias.

8 – “F.E.A.R.”

Eu nunca vou esquecer de uma cena fatídica: acabo de sair de uma batalha gigante contra dezenas de soldados da Armachan e corro por uma plataforma procurando energia. No final desta plataforma encontro uma escada para descer ao nível inferior, quando aperto “E” para meu personagem descer, a câmera focaliza o chão até eu me apoiar na escada, virar de costas e começar a descer, o problema é que nesse momento – quando começo a descer a escada – o espírito/projeção astral do vilão Paxton Fettel está logo acima, olhando para mim. Tenho certeza absoluta que meu coração parou por alguns segundos enquanto eu berrava loucamente no meu quarto. Minha família odeia o “F.E.A.R.”

7 – “Half-Life 2”

Uma das minhas melhores compras “gamísticas” de todos os tempos, com certeza, foi o “The Orange Box”, só perdendo para meu antigo GameShark. “Half-Life 2” é um dos games do pacote da Valve e uma série que eu tinha em baixa-estima por algum motivo estranho, mas quando assumi o papel de Gordon Freeman novamente, foi simplesmente incrível. Fiquei embasbacado como a Valve conseguiu misturar ficção-cientifica, momentos extremamente dramáticos (vide o final do game) e terror barra-pesada quando os ETs transformam seus hospedeiros em zumbis. Eu nem vou entrar no mérito de diversão que a arma de gravidade proporciona. Já fiquei horas brincando com barris.

6 – “GoldenEye 007”

Quando descobri “GoldenEye 007” eu estava na 6ª série, estudava de manhã e já tinha algumas aulas durante a tarde, se não me engano de segunda e quarta-feira. Bom, depois de achar uma locadora de videogames perto do meu colégio que deixava você, de fato, alugar um videogame e jogar, misteriosamente minhas aulas da tarde ocuparam todos os dias da semana, às vezes até nos finais de semana. Só espero que minha mãe nunca leia isso.

5 – “Portal”

Ok, ok, “Portal” não cai exatamente na definição shooter, mas ele é, com certeza, um dos games mais inovadores já lançados. Quando consegui que minha arma de portais disparasse entra E saída, oh boy, foram horas rindo de uma queda “infinita” entre o teto e o chão de um corredor. Isso sem falar que NUNCA foi tão triste incinerar um cubo de aço, coisa que eu realmente tentei evitar de todas as maneiras imagináveis, e isso fez com que eu demorasse 32 horas para acabar a campanha normal de “Portal”.

4 – “Brothers in Arms: Hell’s Highway”

Você já deve ter assistido algum filme de guerra (“Resgate do Soldado Ryan”, “Linha Vermelha”, “Platoon”, “Apocalypse Now!”), afinal, são dezenas. E você também já deve ter jogado algum game de guerra (“Medal of Honor”, “BattleField”, “Call of Duty”). Junte essas duas mídias, cinema e games, e você terá uma ideia do porque ontem, quando terminei o “Story Mode”, eu chorei. Nunca, nenhum game, conseguiu trabalhar tão bem sua jogabilidade – permitindo que além de você atirar, também comande seus esquadrões para emboscar inimigos – com um roteiro magistral e uma dublagem inigualável. Não vejo a hora da continuação…

3 – “Call of Duty 4: Modern Warfare”

Mais um game de guerra, mas esse baseado nas batalhas atuais. Apesar de sua campanha solo ser muito bem engendrada, e conter a cena mais “tensa” de todos os tempos dos games (quando a bomba nuclear é detonada no centro de uma cidade do Iraque), o forte de “CoD4” é o multiplayer. Eu sou sniper por natureza e camper por escolha, e game algum nunca proporcionou uma camuflagem tão boa para os seres da minha raça. Era simplesmente encontrar uma vegetação um pouco mais alta, deitar e esperar os “patinhos” pularem na minha mira. Ouço os gritos de fúria de meus oponentes sempre que apago as luzes para dormir.

2 – “Left 4 Dead”

Sabe quando zumbis invadem a sua casa, correndo, berrando e rasgando absolutamente tudo que encontram para frente? Então, se você já jogou “Left 4 Dead” sabe exatamente do que estou falando. O game, também da Valve, conseguiu trazer pela primeira vez o horror de George Romero, o terror de estar sendo caçado de fato e a raiva de depender realmente de seus outros três companheiros para completar uma fase. Sem falar que esse jogo é o único, além de “F.E.A.R.” e “Silent Hill”, que me faz berrar sem perceber enquanto jogo.

1 – “Team Fortress 2″

“Man, grass grows, birds fly, sun shines and brother… I hurt people”, preciso falar mais alguma coisa? O MELHOR game multiplayer já feito, com o melhor replay do mercado, melhor comunidade consolidada e um fenômeno de vendas. “Team Fortress 2” faz você se sentir dentro de um filme da Pixar… Mas com muito, muito sangue mesmo! Desde que eu comprei essa “praga”, todos os meus compromissos passaram a ser marcados “antes ou depois da hora de ‘TF2‘”, é sério! Pergunte para minha chefe!

Edit: Valeu, Dan Pereira, pelo toque sobre a configuração da máquina no comentário sobre o Bioshock! Abraços e continue visitando!

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Autor: Caio Teixeira - Categoria(s): Opinião, Trailer, games Tags: , , , , , , , , , ,
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