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20/10/2009 - 19:43

Quando os games invadem o mundo real

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A onda das “live-action” parece estar realmente trazendo resultados às produtoras. Embora essa não seja uma estratégia recente de divulgação no mercado de games, a “humanização” dos personagens chama a atenção da audiência, cada vez mais abrangente e disposta a encarar de maneira positiva a convergência proposta por todos os meios de comunicação em massa – o que inclui, evidentemente, os jogos eletrônicos.

O case mais recente e de maior impacto, certamente, é o vídeo “We Are ODST”, parte da promoção de “Halo 3: ODST”. Dirigido por Rupert Sanders e produzido pela HBO, os diálogos são todos em húngaro e a trilha sonora do trailer é embalada por uma versão em gaélico da canção “Light of Aidan – Lament”, da banda Café del Mar.

A produção – de primeira, diga-se de passagem – também colaborou para o considerável número de vendas de “Halo 3: ODST” – quase 1 milhão e meio de cópias -, desde seu lançamento em 22 de setembro.

De olho no sucesso da Bungie, a empresa por trás do desenvolvimento de “Halo”, a Ubisoft aproveitou a moda e, em parceria com um estúdio de efeitos especiais de Hollywood, produziu uma série de 3 episódios de um live-action, cujo objetivo será divulgar o seu próximo grande lançamento: “Assassin’s Creed II”. Embora não tenha o apelo emocional de “We Are ODST”, “Lineage”, e os próximos dois episódios que serão divulgados ao longo das semanas seguintes, devem ajudar nas vendas do game que retrata o período renascentista, em Veneza, na Itália. Confira:

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
20/05/2009 - 11:28

ONG associa violência contra a mulher aos games

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A organização Women’s aid, do Reino Unido, liberou há dois anos um vídeo para lá de preconceituoso. Na campanha, um homem  jogando videogame, o “GTA: Vice City”, para ser mais exata, agride uma mulher depois que ela tenta chamar sua atenção. Os closes no gameplay do jogo, na embalagem do título e na expressão insana do rapaz tornam bem clara a mensagem: “Games tornam maridos violentos e agressivos”. Oras, oras.

O nome do vídeo é “Enough” e os comentários publicados sobre ele criticam sua visão tendenciosa. É o caso, por exemplo, do usuário s0nnyburnett. “Esse comercial passa uma mensagem errada. Sem os banners, exibidos no final do vídeo, muitas pessoas poderiam pensar que o objetivo da campanha é associar a violência aos games”, disse ele. Será que essa não era a intenção real?

Imaginem a chacina que seria o final de uma sessão de um filme de guerra, hein? Penso em algo pior que os cenários grotescos de “Resident Evil 5″. Falando nisso, é melhor não deixar meu namorado jogar RE; de repente ele inventa de querer comer o meu cérebro. HAHA!

Imagem//Crédito: Getty Images

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/12/2008 - 16:41

Game Girl na VEJA.com

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Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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