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	<title>Game Girl &#187; shooter</title>
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	<description>Os games sob uma ótica feminina</description>
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		<title>Quebra de paradigmas</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[shooter]]></category>

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Foi lançado nos Estados Unidos, nesta semana, o badaladíssimo shooter &#8220;Call of Duty: World at War&#8221;. Eu nunca fui fã de jogos de tiro como muitos sabem; fico tonta &#8211; literalmente &#8211; em menos de 5 minutos de jogatina. Mas esse título, em especial, que nunca me chamou a atenção, tem ganhado um apreço considerável. [...]]]></description>
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<p>Foi lançado nos <strong>Estados Unidos</strong>, nesta semana, o badaladíssimo shooter <strong>&#8220;Call of Duty: World at War&#8221;</strong>. Eu nunca fui fã de jogos de tiro como muitos sabem; fico tonta &#8211; literalmente &#8211; em menos de 5 minutos de jogatina. Mas esse título, em especial, que nunca me chamou a atenção, tem ganhado um apreço considerável. Tenho assistido aos vídeos, lido os reviews e, acreditem, até acompanhado a comunidade em alguns fóruns.</p>
<p>O marco deste lançamento é o retorno para o tema responsável pela fama do CoD: Segunda Guerra Mundial. O cenário da carnificina, desta vez, é o Pacífico, contra os japoneses, e Berlim, onde os alemães enfrentam os russos.</p>
<p>A gente sabe muito bem que o tema Segunda Guerra já deu o que tinha de dar, mas parece que desta vez o pessoal da Activision foi rigoroso ao buscar mecanismos que tornassem o jogo único e não, simplesmente, mais do mesmo. E parece que a crítica tem aprovado o resultado.</p>
<p>O vídeo de introdução que vocês podem ver abaixo mistura GC e cenas de transição verídicas, capturadas entre 1939 e 1945. Os artifícios levam ainda mais realismo para a ficção e fazem o diferencial tão buscado pela publisher para este grande retono às origens.</p>
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