Quebra de paradigmas
Foi lançado nos Estados Unidos, nesta semana, o badaladíssimo shooter “Call of Duty: World at War”. Eu nunca fui fã de jogos de tiro como muitos sabem; fico tonta – literalmente – em menos de 5 minutos de jogatina. Mas esse título, em especial, que nunca me chamou a atenção, tem ganhado um apreço considerável. Tenho assistido aos vídeos, lido os reviews e, acreditem, até acompanhado a comunidade em alguns fóruns.
O marco deste lançamento é o retorno para o tema responsável pela fama do CoD: Segunda Guerra Mundial. O cenário da carnificina, desta vez, é o Pacífico, contra os japoneses, e Berlim, onde os alemães enfrentam os russos.
A gente sabe muito bem que o tema Segunda Guerra já deu o que tinha de dar, mas parece que desta vez o pessoal da Activision foi rigoroso ao buscar mecanismos que tornassem o jogo único e não, simplesmente, mais do mesmo. E parece que a crítica tem aprovado o resultado.
O vídeo de introdução que vocês podem ver abaixo mistura GC e cenas de transição verídicas, capturadas entre 1939 e 1945. Os artifícios levam ainda mais realismo para a ficção e fazem o diferencial tão buscado pela publisher para este grande retono às origens.
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags: lançamento, shooter
