Adoooro quando dou de cara com coisinhas criativas como esse “Mario World Board Game“. Desenvolvido pelo designer Ashley Lynn Buerkett, da Flórida, Estados Unidos, o projeto leva para o tabuleiro todo o universo criado por Shigeru Miyamoto e seus comparsas.
O trabalho de Buerkett é, na verdade, apenas um “papercraft”, ou seja, uma espécie de origami 3D, desenvolvido para fins de exposição.
Enfim, não dá para negar que esse tabuleiro é uma graça, né?
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A vida de jornalista online não é fácil, sabe? Um empresa aí apresentou durante um evento importante nos EUA um projeto (ou seria Project?) muito interessante. Ao descobrir que um brasileiro estava por trás do tal acontecimento (minutos após a coletiva de imprensa onde o “lance” foi anunciado), uma jornalista bastante simpática de um portal aí entrou em contato com a assessoria de imprensa da empresa em busca de uma entrevista com o conterrâneo. O feedback foi negativo por conta da correria, da distância geográfica, da posição da lua etc e tal. Dias depois, uma revista publicou a entrevista. Ué. Por que será que os jornalistas de mídia impressa são mais “valorizados” no mercado? Seriam eles muito melhores? Seriam eles os donos da verdade? Ou será que o problema está nas assessorias que encaram com pouca credibilidade o trabalho dos jornalistas de veículos online? Bom, até dado momento, todos nós - impresso e online - temos o mesmo diploma e MTB. Pelo menos, até o momento! (haha)
Detalhe: a mesma assessoria - seria ironia destino? -, durante a E3 2006, disse para a simpática jornalista que as vagas para brasileiros para a coletiva de imprensa da empresa estavam esgotadas. Até aí, okay. Mas eis que 1 hora depois surgiu uma vaga, assim, do além, para um repórter de um grande jornal de São Paulo - amigo dessa jornalista, para o azar deles! #fail
Vi há pouco no GameLife, o ótimo blog de games da Wired, um lance incrível. Trata-se de um vídeo onde um garoto controla o personagem Mario, no jogo Super Mario Bros., por meio de um teremim.
Para quem não conhece, o teremim é um instrumento musical, desenvolvido no começo da década de 20, pelo russo Lev Sergeivitch Termen. Ele foi o primeiro instrumento totalmente eletrônico e não exige nenhum contato físico para que produza som. Na década de 50 foi muito usado no cinema, na ambientação de filmes de terror.
Para quem quiser saber mais sobre o teremim, seguem algumas dicas:
Lembra do Matheus Souza, o diretor do filme “Apenas o Fim”, que citei no último post? Então, ele está no Omelete TV e defende sem censura a Sony quando o assunto é “qual o melhor console de todos os tempos”. Veja o bate-papo engraçadíssimo entre ele, Érico Borgo, Marcelo Hessel e Marcelo Forlani. SUPER recomendo!
Bom, esse é o nome do ótimo filme de Matheus Souza, que leva para os cinemas todo aquele clima de Nick Hornby, The Strokes e “Quase Famosos”, assim, tudo junto, no mesmo lugar e de uma só vez. Cultura pop na veia e muitas, muitas, mas muitas referências ao meu, ao seu e ao nosso dia a dia.
Okay. Agora você gostaria de entender o motivo pelo qual estou publicando isso aqui, certo? É o seguinte: o filme, um retrato fiel dessa geração que acompanhou de perto os encontros e desencontros de Rob Gordon, em “Alta Fidelidade”, não poderia deixar de citar os videogames em algum momento. E Matheus Souza o faz, obviamente.
Em uma das cenas do filme, os protagonistas discutem a importância da Nintendo e da Sony, trazendo à tona a clássica rivalidade entre sonystas e nintendistas. Um barato! E não é só essa a referência aos jogos presentes no longa. A “namorada”, que defende a dupla dinâmica Luigi e Mario, critica o “namorado” por perder baladas para jogar “Kingdom Hearts”. Não é à toa que “.apenas o fim.” termina com aquele tradicional aviso: “Os nomes, personagens e histórias são fictícios. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência…”
Bom, o da atriz pornô russa Anna Morgan vale muito. Anna fechou um contrato com o MyMMOShop.com no valor de US$ 500 mil para tatuar o logo e a URL do site em seus seios.
A empresa procurou a guria para uma campanha de marketing, cujo objetivo é atingir o público adulto (visto que essa área do corpo da moça tem bastante visibilidade em seus filmes). O site MyMMOShop.com vende itens de jogos do gênero MMORPG, como é o caso do “World of Warcraft”.
Para colocar a mão nessa grana toda, Anna não poderá tirar a tatuagem por dois anos.
A russa, que tem 19 anos, foi contratada recentemente pela Top Studios, em Los Angeles, produtora bastante reconhecida no mercado pornô.
Por meio de um release enviado à imprensa, o site MyMMOShop.com explicou a decisão:
“A companhia sente que a relação entre a indústria pornô, a internet e os games é forte como a combinação de pasta de amendoim e geléia”. Genial!
Eu sei! Eu sei! Os garotos irão adorar a ideia. Pensou se isso vira moda?
Muitas coisas aconteceram ao longo da semana e só agora consegui digerir parte delas. Foram muitos anúncios, inúmeros lançamentos e, claro, uma ou outra “vergonha alheia”.
Fiquei muito feliz com a volta glamourosa do evento que considero um dos melhores do mundo e, evidentemente, fiquei MUITO triste em não estar presente na coletiva da Microsoft - em especial. O motivo? Dois! E eles atendem pelos nomes Beatles e Project Natal. A E3, para quem não sabe, é mais do que um mero acontecimento gamer. É a recompensa a que todo profissional da área tem direito. Imaginem um repórter que cobre esportes ficar fora da Copa do Mundo ou de uma Olímpiada. O sentimento de frustação é o mesmo. Acreditem!
É bem difícil avaliar os destaques de um evento tão grande estando a milhas e milhas de distância, acompanhando tudo pela internet, chorando - quase literalmente - toda vez que a conexão falha e o streaming não funciona. Entretanto, me dou o direito, seja pelo esforço, seja pela experiência (são anos e anos escrevendo sobre o mesmo assunto diariamente), em eleger, assim, humildemente, o que considero o melhor e o pior da E3. Se você vai concordar, não sei. Mas é exatamente para isso que serve o espacinho ali embaixo, conhecido como “Comentário”. Vamos lá!
O melhor
Bom, acho que agora ficou fácil saber o que realmente marcou a E3 2009, em minha opinião. É CLARO que estou me referindo ao “The Beatles: Rock Band” e ao incrível sensor de movimento, carinhosamente batizado de “Project Natal” por um conterrâneo nosso (orgulho patriota).
Muita gente vai discordar, eu sei. Entretanto, como fã assumida de Beatles (quando será que o Paul - McCartney - virá ao Brasil, hein?) e futura mestrando em Hipermídia, as duas escolhas não poderiam ser mais óbvias.
Separei algumas imagens e, claro, o momento em que Paul McCartney e Ringo Starr aparecem na coletiva de imprensa da Microsoft. Eles estavam meio deslocados, é bem verdade, mas os dois últimos Beatles podem fazer o que der na telha. E tenho dito!
Será que existiu algum momento pior do que aquele em que nosso querido Pelé chamou um jogo de desenho animado durante a coletiva de imprensa da Ubisoft? E o que foram aquelas perguntas “Do you speak Portuguese?” e “Do you speak Spanish?” que ele fez ao headlight do evento? Juro que a “vergonha alheia” foi tamanha que senti, aqui, a milhares de quilômetros, a minha bochecha ficar vermelha. Perdeu? Assista, então.
Detalhe: “Academy of Champions” não é o primeiro jogo onde Pelé dá o ar da graça. Ele está nesse mundo desde os áureos tempos do Atari.
Quem já jogou “Shadow of the Colossus” sabe bem como cenários infinitos e montros gigantes podem emocionar. Agora imaginem vocês unir o carisma de uma criança a um bicho alado simpático, mistura de rato, cachorro e sei lá mais o quê. É preciso segurar o chororô. Juro!
Bem, se você duvida, então assista ao vídeo de “The Last Guardian”. Tenho certeza de que não é a TPM!
Jornalista, vinte e poucos, blogueira etc. Escreveu para a Rolling Stone, Top Magazine, EGM Brasil e Sampaist. Edita o Arena Turbo, canal de games do iG, além de colaborar com o blog Bebidinhas.