.apenas o fim.
Bom, esse é o nome do ótimo filme de Matheus Souza, que leva para os cinemas todo aquele clima de Nick Hornby, The Strokes e “Quase Famosos”, assim, tudo junto, no mesmo lugar e de uma só vez. Cultura pop na veia e muitas, muitas, mas muitas referências ao meu, ao seu e ao nosso dia a dia.
Okay. Agora você gostaria de entender o motivo pelo qual estou publicando isso aqui, certo? É o seguinte: o filme, um retrato fiel dessa geração que acompanhou de perto os encontros e desencontros de Rob Gordon, em “Alta Fidelidade”, não poderia deixar de citar os videogames em algum momento. E Matheus Souza o faz, obviamente.
Em uma das cenas do filme, os protagonistas discutem a importância da Nintendo e da Sony, trazendo à tona a clássica rivalidade entre sonystas e nintendistas. Um barato! E não é só essa a referência aos jogos presentes no longa. A “namorada”, que defende a dupla dinâmica Luigi e Mario, critica o “namorado” por perder baladas para jogar “Kingdom Hearts”. Não é à toa que “.apenas o fim.” termina com aquele tradicional aviso: “Os nomes, personagens e histórias são fictícios. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência…”
Será?
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags: cinema

Hahaha o filme é muuuito bom e essa cena deles falando sobre Mario, Kingdom Hearts e tal é hilária! xD
Beijos, Renata.
Perder baladas jogando Kingdom Hearts???? O cara tem 10 anos????
[...] do Matheus Souza, o diretor do filme “Apenas o Fim”, que citei no último post? Então, ele está no Omelete TV e defende sem censura a Sony quando o [...]
Se eu fosse bonito eu acharia esse filme o máximo. É muito triste ser sozinho.
[...] de ler a semi-resenha de Renata Honorato sobre o filme quase-independente “.apenas o fim.”, decidi assisti-lo ontem. Para minha surpresa [...]
fiquei com vontade de assitir =o