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20/05/2009 - 11:28

ONG associa violência contra a mulher aos games

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A organização Women’s aid, do Reino Unido, liberou há dois anos um vídeo para lá de preconceituoso. Na campanha, um homem  jogando videogame, o “GTA: Vice City”, para ser mais exata, agride uma mulher depois que ela tenta chamar sua atenção. Os closes no gameplay do jogo, na embalagem do título e na expressão insana do rapaz tornam bem clara a mensagem: “Games tornam maridos violentos e agressivos”. Oras, oras.

O nome do vídeo é “Enough” e os comentários publicados sobre ele criticam sua visão tendenciosa. É o caso, por exemplo, do usuário s0nnyburnett. “Esse comercial passa uma mensagem errada. Sem os banners, exibidos no final do vídeo, muitas pessoas poderiam pensar que o objetivo da campanha é associar a violência aos games”, disse ele. Será que essa não era a intenção real?

Imaginem a chacina que seria o final de uma sessão de um filme de guerra, hein? Penso em algo pior que os cenários grotescos de “Resident Evil 5″. Falando nisso, é melhor não deixar meu namorado jogar RE; de repente ele inventa de querer comer o meu cérebro. HAHA!

Imagem//Crédito: Getty Images

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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4 comentários para “ONG associa violência contra a mulher aos games”

  1. Cedriwn Johan disse:

    hauhauhaua EURI.
    como se as coisas funcionassem desse geito….rsrsrs….

  2. Fernando disse:

    Será que o pessoal do Women’s aid não sabe que os games foram inventados nos anos ‘80 e a violencia domestica existe desde a pré-história?

  3. luiz antonio rakosi disse:

    Sera que os judeus jogam doom antes de masacrarem os palestinos?

  4. AdriiPing disse:

    É possível que haja um comportamento violento por causa de um carinha que esteja jogando aí vem sua namorada/esposa/irmãzinha xD interromper. Claro que os fins nem sempre justificam os meios e a raiva nesse caso deve ser dosada! Hm..Infelizmente, existem ,sim, jogos que fazem apologia à violência contra a mulher e nem por isso deixam de ser produzidos! Isso sim deveria ser criticado fortemente por tais grupos.

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