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27/05/2008 - 11:41

Mais do mesmo

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É isso aí, galera. Mais uma vez os games invadiram a casa do povo brasileiro por meio de uma matéria exibida no Fantástico.

O assunto? Bem, o mesmo de sempre: a violência. Confesso que acho legal ver os jogos eletrônicos ganhando espaço em programas dominicais de tal importância e alcance, mas sejamos sinceros: a mesma ladainha de sempre cansa.

Há tantas outras vertentes para serem abordadas. Falar sobre o “Counter-Strike”, “Bully”, ou mesmo sobre a pirataria, é manjado demais. A Pajé continua lá e, por favor, ninguém foi “proibido de jogar CS”. O que aconteceu foi o fim da comercialização do jogo.

Recentemente publicamos no Arena Turbo uma matéria super interessante sobre o uso dos games na saúde. Por que ninguém aborda o tema? E sobre o GTA IV? O maior fenômeno da indústria do entretenimento debaixo dos nossos olhos e nenhum comentário acerca do jogo. Isso sem contar o “Wii Fit”, que ganhou destaque no The New York Times, jornal pelo qual tenho um digno respeito. Em minha opinião, é o veículo que melhor aborda o tema no mundo. Suas matérias são sempre interessantes, bem apuradas e curiosas. As cabeças pensantes por trás dessas reportagens são de dois super jornalistas: Seth Schiesel e Brian Stelter.

Quem quiser conferir a matéria do Fantático, clique aqui, oh.

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Bom, na próxima sexta-feira, 30, começa a etapa nacional da ESWC e também a entrega “Troféu Game World”. Adivinhem quem estará lá ajudando o pessoal a apresentar as categorias? Dãããã! ;p

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Ontem joguei duas partidas do clássico jogo de tabuleiro “Damas” no MSN. Gentemmmm, eu juro que não conhecia essa funcionalidade do Messenger. É divertido, sabe? Bem, menos quando você perde duas partidas seguidas :-(

Crédito//Foto: Getty Images

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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8 comentários para “Mais do mesmo”

  1. Leonardo Zimbres disse:

    A matéria do fantástico está claramente equivocada. Pena que os gamers brasileiros estão “deturpados psicologicamente” demais para fazer alguma coisa.

  2. Leonardo Zimbres ( d disse:

    Mas agora que assisti a matéria toda, vi que ela não é tão feijão com arroz como parecia ser. Quer dizer, a matéria não é tão equivocada.

  3. Paulo disse:

    Simplesmente ridículo o jeito que os resporteres falam como se estivessem entrando em uma favela com perigo de levar tiros ou coisa do tipo… “…nessa Lan House, casa onde se tem livre acesso à internet, os jogos são livremente pirateados…”….ah, me poupe. Os games influenciam tanto quanto um filme, e ainda assim nós, que crescemos vendo sexta-feira 13 ou A Hora do Pesadelo não resolvemos pegar uma serra elétrica e sair por aí esquartejando pessoas. A violência definitivamente vem de fora para dentro quando se trata dos jogos, e não o contrário. Me revolta essa atitude sensacionalista sobre esse tema.

    PS.: Adoro este Blog.

  4. Luiz Felipe disse:

    Essa matéria nem sei o que dizer, como voce mesmo disse é mais do mesmo

    Mas esse video do Adult Swin esse sim é excelente, ri demais na primeira vez que assisti ele, muito bem feito e criativo

  5. carol-jp disse:

    Pois é, incrível como as coisas boas que os videogames nos trazem nunca é abordado…

    Repito o que comentei em outros blogs, a violência precisa de um “culpado” e a bola da vez são os games :P

    Muito mais fácil a mídia passar esse tipo de reportagem persuasiva ainda mais que a maioria do povão acredita em tudo o que a globo fala sem questionar…

  6. Junior disse:

    Oi Renata, gostaria de enviar um email pra ti, eu cliquei no “Fale com a Gente” mas não abriu nada…Desculpa usar o espaço dos comentários pra isso.
    Se puder, me adiciona no msn nsreisjr26@hotmail.com

    Té mais

    Junior
    sedentario.org

  7. Leo disse:

    Hm, eu também achei que a reportagem ia tratar das mesma baboseira de senso comum com que a mídia gosta de tratar os games (vejam nas novelas, as crianças jogam jogos de atari com controle de playstation).Mas pelo menos nessa reportagem, eles entrevistaram especialistas sobre o assunto, e inclusive jogadores, além dos advogados oportunistas de sempre.E a reportagem apresentou pontos de vista que não apareceram antes na tv, apesar de já serem argumentos manjados para quem entende, como a comparação entre filmes e games violentos , sem contar que ela terminou mencionando a classificação e o papel dos pais.Mas a verdade é que enquanto as pessoas não respeitarem os videogames como forma de mídia, a opinião geral vai continuar negativa.

  8. **** disse:

    mt %!@$&@#!!!
    + ou _ o video

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