28/05/2008 - 16:08

Lembra daquela história defendida por nossos pais de que os videogames viciam? Pois, bem, meu povo, eles tinham – e têm – toda a razão.
O DailyMail publicou uma matéria que dá conta de uma pesquisa norte-americana que comprova o que já sabíamos “informalmente”: os homens tendem a se viciar mais em games do que as mulheres.
O estudo foi realizado com ambos os sexos, simultaneamente, enquanto eram monitorados com um aparelho de tomografia por ressonância magnética. As atividades cerebrais foram “escaneadas” e depois analisadas por especialistas.
A pesquisa afirmou que durante a jogatina áreas do cérebro responsáveis pelo desejo de vencer e vício eram mais ativadas nos homens do que nas mulheres. Isso mesmo. Enquanto os garotos jogavam um game, o cérebro masculino era estimulado como no tempo dos homens das cavernas durante uma caçada (rs).
O estudo foi realizado pelo Professor Allan Reiss, da Universidade da Califórnia.
Se concordo com esses resultados? Evidentemente! Mulheres preferem jogos de satisfação imediata, com uma linha de aprendizagem curta. Geralmente não temos paciência para tutorias e, por incrível que pareça, não somos tão competitivas assim. Vale ressaltar, entretanto, que durante a TPM o quadro é completamente diferente. Nunca se arrisque a desafiar a sua namorada, esposa ou ficante durante esse período do mês. Provavelmente ela vai vencer a partida e ainda jogar o joystick na sua cabeça – e começar a chorar depois, claro. Fica aí a dica!
Haha! Como seria o “rehab” para um viciado em games, hein?
Crédito//Foto: Getty Images
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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27/05/2008 - 11:41

É isso aí, galera. Mais uma vez os games invadiram a casa do povo brasileiro por meio de uma matéria exibida no Fantástico.
O assunto? Bem, o mesmo de sempre: a violência. Confesso que acho legal ver os jogos eletrônicos ganhando espaço em programas dominicais de tal importância e alcance, mas sejamos sinceros: a mesma ladainha de sempre cansa.
Há tantas outras vertentes para serem abordadas. Falar sobre o “Counter-Strike”, “Bully”, ou mesmo sobre a pirataria, é manjado demais. A Pajé continua lá e, por favor, ninguém foi “proibido de jogar CS”. O que aconteceu foi o fim da comercialização do jogo.
Recentemente publicamos no Arena Turbo uma matéria super interessante sobre o uso dos games na saúde. Por que ninguém aborda o tema? E sobre o GTA IV? O maior fenômeno da indústria do entretenimento debaixo dos nossos olhos e nenhum comentário acerca do jogo. Isso sem contar o “Wii Fit”, que ganhou destaque no The New York Times, jornal pelo qual tenho um digno respeito. Em minha opinião, é o veículo que melhor aborda o tema no mundo. Suas matérias são sempre interessantes, bem apuradas e curiosas. As cabeças pensantes por trás dessas reportagens são de dois super jornalistas: Seth Schiesel e Brian Stelter.
Quem quiser conferir a matéria do Fantático, clique aqui, oh.
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Bom, na próxima sexta-feira, 30, começa a etapa nacional da ESWC e também a entrega “Troféu Game World”. Adivinhem quem estará lá ajudando o pessoal a apresentar as categorias? Dãããã! ;p
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Ontem joguei duas partidas do clássico jogo de tabuleiro “Damas” no MSN. Gentemmmm, eu juro que não conhecia essa funcionalidade do Messenger. É divertido, sabe? Bem, menos quando você perde duas partidas seguidas
Crédito//Foto: Getty Images
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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16/05/2008 - 17:38
É, meu povo, a gente paga mico pelos games. E que mico!
O Ricardo Farah, editor da revista EGM Brasil, e eu, tentando manter a forma com o “Wii Fit”.
Minha idade corporal, segundo o brinquedinho do Miyamoto, é de 46 anos. Gosh
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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16/05/2008 - 14:57

Aha! Você estranhou o título do post, né? Bem, foi por meio do Lucas que conheci o site engraçadíssimo College Humor e foi lá que descobri como os jogos podem, sim, incitar a violência descabida e sem limites (rs).
Liderado por uma cambada de ex-universitários – imagino -, o site possui uma seção exclusiva dedicada, exclusivamente, ao besteirol gamer. São textos (um diário do Romam, primo do Niko, no “GTA IV”, por exemplo), vídeos e imagem que fazem paródias de franquias populares.
É difícil escolher qual o melhor vídeo postado por eles. Vale ressaltar, inclusive, que uma visita ao site pode levar horas. São muitos conteúdos, todos bem apelões, que fazem você sentir dor de barriga de tanto rir.
Bem, então você quer mesmo saber por que afirmo aqui que os jogos influenciam a violência? Surpreenda-se!
Mario Killing Spree
Rejected Wii Games (esse foge ao assunto, mas é ótimo)
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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05/05/2008 - 16:34

Elas estão por aí, algumas disfarçadas, outras escondidas sob a sombra de um namorado gamemaníaco. As game girls, ou garotas que jogam, não têm vergonha em admitir o seu hobby peculiar – algumas vezes sutilmente, é bem verdade – e mostram que realmente entendem do assunto. É o caso da fofíssima Lia Camargo, 24, webdesigner da Capricho. A blogueira confessou para o Game Girl que se amarra em uma boa jogatina e afirma gostar de jogos desde criancinha. Confira, abaixo, o nosso bate-papo via MSN.
Renata diz:
Lia, quando começou o seu intesse por games?
Lia diz:
Meu pai sempre foi muito ligado em tecnologia, então desde bebê eu tinha Odyssey em casa e já era doida pra jogar
Lia diz:
Claro que na época meus pais só me davam o joystick que não funcionava, para eu achar que tava jogando e parar de pentelhar…
Renata diz:
E hoje, menina, o que você costuma jogar? Outras amigas suas também jogam?
Lia diz:
Hoje eu jogo praticamente tudo. Só dispenso jogos de estratégia (com exceção de Starcraft) e de futebol. Tenho jogado muito Wii sozinha (Super Mario Galaxy, Zelda, Paper Mario e Zack & Wiki) e com amigos (Trauma Center, RE Umbrella, Lego Star Wars, Sonic and The Secret Ring, Wii Sports, Wario Ware). Jogo um pouco de DS (Cooking Mama 2, Animal Crossing, Zelda Hourglass) e PC (The Sims 2, TR Anniversary, NFS Carbon, FlatOut 2, Half Life 2 e Bioshock)
Lia diz:
Minhas amigas não jogam nada, mas com muita insistência elas jogam um pouco de Boliche no Wii ou uns jogos mais antigos de SNES, tipo Mario Kart e Street Fighter
Renata diz:
E como seu namorado reage? Ele joga com você?
Lia diz:
Eu conheci ele há anos, porque ele tinha um clubinho de videogame e eu precisava de dicas pra Banjo Kazooie (hahaha). Vi o endereço em uma revista, mandei uma carta (é… não tínhamos internet fácil ainda) e fomos conversando e nos conhecendo. Ele também adora games, joga comigo e passa as fases que eu tenho dificuldade (haha, bem no estilo “mata os chefões”); a gente se assiste jogando. Só complica quando um dos dois vicia um pouco em alguma coisa. Tivemos que abolir Ragnarök da nossa vida, porque chegamos em um nível onde nos encontrávamos mais no jogo do que na vida real.
Renata diz:
Que ploft, ploft! Você acha que os jogos estão cada vez mais chamando a atenção da mulherada ou acredita que ainda falta muito para que os games atinja também esse público-alvo?
Lia diz:
Eu acho que sim! Principalmente os jogos online, pela possibilidade dos relacionamentos e os jogos de Wii que têm um formato diferente, que não exigem habilidade no joystick como os jogos de antes. A quantidade de “jogos-fofura”, não infantilóides, também cresceu muito!
Adooooooro. Sucesso para a Lia…
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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