Eu falei…
…no post anterior que os humanos são maus. Já criaram até um webgame baseado no caso do sumiço do padre Adelir De Carli. Essa internet não deixa escapar nada. Gosh!

…no post anterior que os humanos são maus. Já criaram até um webgame baseado no caso do sumiço do padre Adelir De Carli. Essa internet não deixa escapar nada. Gosh!


A semana anda agitada, hein? O lançamento do “GTA IV”, considerado um dos principais títulos do ano, deu uma reviravolta no mercado que, em minha opinião, andava meio morninho.
O jogo foi destacado pela Reuters e em um vídeo divulgado pela renomada agência de notícias, o fato de poder “bater em policias e dirigir embriagado” ganhou uma super atenção, como já era de se esperar.
Não se fala em outra coisa. O blog Joystiq, por exemplo, não mediu esforços e dedicou mais de 90% dos posts desta terça-feira ao game.
Ainda não se sabe ao certo quando o novo GTA chegará ao Brasil, entretanto as especulações dão conta de uma provável data: 10 de maio. Todas as lojas online brasileiras estão dizendo que poderão entregar o jogo a partir do dia 15, com exceção da FNAC, que promete mandar o título ainda no próximo dia 05.
Falei com o Vinicius Marques, da NC Games, por MSN e, segundo ele, a importação de GTA anda meio enrolada, em virtude da crise que assola o mercado norte-americano. Parece que já era para o jogo ter sido despachado, entretanto até agora nadinha, nadinha.
Essa tempestade de notícias acerca do jogo me faz lembrar o lançamento do “San Andreas”. Minha mãe nunca tinha tido contado algum com o game, mas fez um feliz e engraçado comentário, enquanto passava a tarde de um sábado “enclausurada” no quarto: “Vai, filha, rouba o carro dele”. Adoooro!
Apesar de algumas pessoas dizerem por aí que GTA é “jogo de menino” (essa é pra você Bueno…hihihi), estou aqui para afirmar o contrário. Veja abaixo cinco motivos para gastar algumas horinhas com o game:
1- É muito legal roubar carros (virtualmente, okay, puritanos?);
2- Faz um bem danado para a TPM sair detonando tudo por aí (REPITO: virtualmente. É bom avisar antes que o Ministério Público queira me mandar para o xilindró);
3- O roteiro é muito bem elaborado;
4- A trilha sonora é indiscutível;
5- Somos humanos, oras. Humanos são maus. Por que acham desenvolveram um jogo chamado “Destroy all Humans”?
Bem, é isso! Eu ainda não tive a felicidade de colocar as mãos na “belezinha”, mas aguardo ansiosa pela ocasião.
E vocês viram que um “mano” quebrou tudo na Livraria Cultura, ali na região da Avenida Paulista, aqui em Sampa, com um TACO DE BEISEBOL? Será que ele jogava “Manhunt”?
Ahhhhh, já ia esquecendo: O ator Zach Braff atualizou o seu blog (só consegui ler o post por meio do MySpace) e comparou o último episódio do Scrubs, que vai ao ar no próximo dia 8 nos EUA, ao “World of Warcraft”. Gosh! Será que ele faz parte da “tchurma” que passa o dia matando orcs? lol
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Ulálá! O clima anda esquentando nesse nosso peculiar mundo dos games. Os jogos eróticos, embora ainda não tenham alcançado a popularidade, estão crescendo e ganhando espaço na mídia. Vistos há alguns anos como um “território proíbido”, os games com temática adulta estão presentes no mercado desde 1983 e, ao longo dos últimos 25 anos, passaram de 22 lançamentos anuais para 549 em 2007.
O ocidente, particularmente, não tem muito conhecimento desse gênero, entretanto no Japão, onde o mangá e o hentai movimentam positivamente o mercado editorial, a popularidade dos jogos eróticos é muito maior. Vale ressaltar, entretanto, que o crescimento no número de lançamentos não significa, necessariamente, a explosão de uma indústria segmentada. Para ganhar notoriedade e credibilidade as empresas responsáveis por esses jogos precisam se adequar aos novos padrões e, principalmente, “ocidentalizar” esses games.

Existe uma preocupação moral e certa resistência do próprio público com os jogos eróticos. A sociedade ainda não consegue separar o “joio do trigo” e coloca o estilo no mesmo polêmico “balaio” da pornográfia. Esse fato faz com que a penetração – sem pensamentos maliciosos! – do gênero fique ainda mais limitada, transformando um erro de interpretação em um muro capaz de separar as produtoras desses jogos do resto da indústria.
Segundo o site japonês August Dojin Data Base, o ano em que ocorreram mais lançamentos do gênero foi em 2003, quando 599 títulos chegaram ao mercado. Esse levantamento engloba todas as plataformas e abrange, principalmente, o Japão.
Ainda em 2003 uma notícia atiçou o libido dos entusiastas. O jogo “Lula 3D”, onde a protagonista é uma produtora de filmes eróticos, foi anunciado pela CDV, uma desenvolvedora alemã. O game para PC foi lançado em 2004 na Europa e em 2006 nos Estados Unidos. Pouco se ouviu falar do jogo após a sua estréia, entretanto o título ganhou destaque na mídia especilizada graças a sua temática “ousada”.
Um outro jogo curioso atende pelo nome de “Red Light Center”, um Massively Multi-User Reality, onde o objetivo é cair na balada e, claro, abusar da “vida adulta”. O título lembra um “The Sims”, entretanto traz um enredo deveras “caliente”.
Para fomentar esse segmento mercadológico, em 2006 foi realizado, nos Estados Unidos, um encontro cujo objetivo principal era discutir o assunto. A “Sex in Games Conference” aconteceu no mês de junho e gerou muita mídia espontânea. O evento ganhou destaques no The Guardian e teve cobertura – quem diria! – da revista “geek-cool” Wired.
Se a indústria de jogos eróticos “acertar a mão e não errar o ponto”, certamente o gênero deve crescer e, quem sabe, andar lado a lado com o cinema. Vale ressaltar que para tanto é preciso maturidade das desenvolvedoras para que o bom senso seja sempre “item idispensável” nesses games.
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Quem leu o livro de George Orwell, escrito em 1948, vai fazer um paralelo interessante entre o título (também nome da obra) do post e a notícia que vou citar logo em seguida.
Bem, saindo da literatura e voltando para o mundo dos games, o que gostaria de avisar aos leitores desse fofo blog é a versão brasileira de um reality show cujos principais personagens serão os jogadores.
A propósito, vocês estão acompanhando o Play Us no Multishow? Trata-se de uma espécie de BBB que retrata a vida de um time de Counter-Strike feminino suéco chamado “Les Seules”. Eu ainda não consegui assistir, mas ao longo da semana prometo que vou dar uma “espiadinha”.
O BBB Gamer tupiniquim se chamará Gamers Life e, diferente do “Play Us”, será exibido na internet. Assim como o reality do Multishow, o programa acompanhará a rotina dos jogadores. A versão brasileira também não será focada em um time só; as inscrições estão abertas para qualquer interessado e melhor: “é tudo na faixa”. A fase de testes ainda não começou, mas pelo que tudo indica o pontapé incial está bem próximo.
Conversei com o pai do programa pelo MSN e ele me afirmou que logo deve aparecer também uma versão feminina para esse reality show brasileiro. Demais, não?
Engraçado como ser vigiado, definitivamente, entrou na moda, né? Eu acho interessante, mas confesso que algumas vezes tenho um certo medinho desse “mundo moderno”. Haha!

“Les Seules”