Arquivo de dezembro, 2007
28/12/2007 - 17:41
Calma, minha gente, isso ainda não é um pedido desesperado de uma futura “tia dos gatos”. O título sugestivo se deve a minha nova obsessão: bolos de casamento decorados com temas “gamísticos”.
Tudo começou quando uma amiga me enviou um link de algum blog “web afora” com inúmeras fotos dessas obras de arte. Por que, pessoal, eles são dignos de tal conotação. Na verdade os bolos são tão lindos que imagino ser um sacrilégio comê-los…rs
Lembro que há alguns meses a Marta Stewart foi capa da descolada revista Wired; na foto a colunista do jornal New York Times aparecia com um bolo no formato do console da Nintendo, o Wii. Adorei!
Enfim, voltando ao assunto do post – e não ao casamento (rs). Ainda durante minha busca incansável por bolos decorados encontrei “fatos e fotos” ainda mais…cusiosos. Vocês acreditam que algumas pessoas levam às últimas conseqüências sua paixão pelos games e fantasiam-se de personagens protagonistas como Link e Mario, por exemplo, para o importante momento do enlace matrimonial? Eu acho estranho, mas respeito ;p
Outro amigo meu que casou recentemente (estou naquela fase onde todos os amigos começam a casar) queria por que queria entrar na igreja com a música-tema do Legend of Zelda. Sua esposa, cuja sanidade não se pode colocar à prova, com muito jeitinho tirou a idéia da cabeça dele. Eu achei ótimo, mesmo gostando de jogos, trabalhando com isso e sendo amiga do dito cujo.
Muitos dos bolos que encontrei durante as pesquisas são realmente bárbaros, mas um em especial me chamou a atenção. Ele reproduz o mundo fantástico do Mario Bros. e traz o encanador e a Princesa Peach como os noivos. Um luxo! Veja a fotinho dele abaixo:

Bom, se o Zach Braff me pedisse em casamento, eu até aceitaria, somente para poder encomendar um bolo do Mario – que fique bem claro!
UM LINDO 2008!!!
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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17/12/2007 - 18:44

Meu DS – rosa e lindo – ficou de canto nesse último final de semana. O motivo: um curioso Mega Drive portátil. Recebi uma unidade para teste e, acreditem, me senti com 12 anos novamente.
O mais legal desse brinquedinho, em minha opinião, é a possibilidade de conectá-lo a televisão. Toda vez que sentava no sofá para uma partidinha, acabava ligando o portátil na TV.
Engraçado, mas a sensação era diferente e realmente remetia à infância quando as imagens eram reproduzidas em uma tela maior.
Se eu compraria essa nova versão do Mega Drive? Se não custasse tão caro, sim. Afinal com R$ 290,00 R$ 190,00 – quase – posso adquirir um jogo para DS, não é mesmo?
O que vale ressaltar, após alguns dias de pura nostalgia, é que o portátil é uma boa dica de presente para o Natal, principalmente àqueles que hoje beiram os “vinte e poucos anos”.
Lembro da comoção geral ao ligar o console na redação pela primeira vez. A reação era, praticamente, a mesma de todos os colegas. “Nossa! Eu jogava isso quando era criança”, dizia a maioria deles emocionados.
Também não foram poucas as vezes em que olhava para o lado e via o portátil na mão de um ou de outro. Eu entendo: é difícil conter-se ao escutar aquele barulhinho típico de anéis sendo “capturados”.
O portátil vem com 20 jogos em sua memória; alguns memoráveis como Sonic the Hedgehog, Alex Kidd the Enchanted Castle, The Revenge of Shinobi e Shadow Dancer.
Bem, eu gostei, mas como a maioria das pessoas com quem conversei a respeito, achei o brinquedinho caro demais. Ah, seria bacana também se ele fosse recarregável como os celulares ou o próprio DS. É terrível quando a pilha acaba no meio de uma partida ;p
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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11/12/2007 - 17:28

O final do ano sempre traz consigo um clima de nostalgia no ar. É sempre nessa época que acontecem as retrospectivas e todo aquele “bla, bla, bla” de melhores do ano. Melhores filmes, melhores músicas, melhores bandas, os melhores”melhores” de todos os tempos etc e tal. E foi em virtude dessa mania natalina de “relembrar é viver” que me interessei por uma matéria publicada nesta terça-feira no IGN.
O site reuniu seus editores para selecionar, cuidadosamente, os 10 games que mais influenciaram a indústria ao longo dos últimos anos. A lista é modesta, afinal são mais de 3 décadas de história, entretanto é divertido perceber como a tecnologia, aliada ao desenvolvimento especializado, foi capaz de transformar os games em um fenômeno cultural tal como é hoje.
Na seleta lista do IGN aparecem Space Invaders, Ultima, Karate Champ, Tetris, Super Mario Bros., Wolfenstein 3D, Dune II: The Building of a Dynasty, Super Mario 64, Half-Life e Grand Theft Auto III. Eu concordo com muitos, mas acho que, segundo o Game Girl, o lance seria um pouquinho diferente. Vamos a nossa listinha personalizada ;p
1- Come-come, pois no meu tempo era assim que chamávamos o Pac-Man
2- Enduro, principalmente na fase da neblina
3- Fantasia, por que a roupa do Mickey era estilosa
4- Street Fighter II, por que eu podia jogar com a Chun-Li
5- Alex Kidd in Miracle World, afinal o Mario precisava de um concorrente à altura
6- Super Mario Bros., por que NES, em outras palavras, significa “Super Mario Bros.”
7- Elevator Action, por que era divertido andar com “Otto” para cima e para baixo
8- Duck Hunt, por que eu adorava o cachorro com cara de sacana
9- Sonic the Hedgehog, por que o patinho verde da fase da água parecia o Pluck do Tiny Toons
10- Need for Speed: High Stakes, por que no Playstation os jogos de corrida eram MUITO mais legais
Pop, né? Adoooro!
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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10/12/2007 - 21:00

Se há alguns anos quem se amarrava em jogar qualquer coisa, de Counter-Strike a Civilization, era considerado um anti-social de “primeira”, hoje a realidade tem começado a mudar.
Depois do sucesso do MMORPG World of Warcraft, onde milhares de pessoas criam relações graças a anões, elfos, trolls, orcs, entre outras “raças”, os universos parelelos passaram a ser encarados como um fenômeno social, ou antropológico, capaz de mudar as futuras perpectivas humanas (profundo, não?).
Pois bem, a minha idéia aqui, sem rodeios, é chamar a atenção para mais uma rede: a Papermint. A dica foi do André Faure, da Tectoy. O Faure encontrou o pessoal do Papermint em algum grande evento mundo afora (não me recordo qual) e achou a cara do Game Girl.
Desenvolvida pela AVALOOP, uma empresa austríaca, a rede chega com uma proposta diferente, totalmente voltada aos games casuais.
A versão ainda é beta, mas pelo que pude entender a idéia dos caras é deveras original e foge do estereotipo de outras redes, onde o objetivo quase sempre é reproduzir o mundo real.
Gostei dos gráficos cartunescos, da concepção geral e de como a empresa pretende ganhar adeptos. Muito indie? Hummm, talvez.
Bom, o “esquema” mesmo vou descobir nos próximos dias, quando o meu login na rede descoladinha estiver liberado.
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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06/12/2007 - 17:31
Era só o que me faltava! Recebi há pouco um link com vídeos que vão mexer com o imaginário masculino. A revista inglesa Nuts (recomendada para maiores de 18 anos), do mesmo grupo da “hypada” NME (New Music Express), descobriu que os homens ficam “animados” com a mistura “mulheres gostosas e seminuas + games” e resolveu produzir vídeos com mocinhas jogando Wii…fazendo topless.
A publicação, que “leva a sério” o assunto, tem uma área exclusiva de reviews em seu site, além de uma lista de jogos online.
Eu mereço, né? Além de aturar os amigos – meninos – soltando especiais na seqüência quando jogam games de luta (apelões!!!), ainda sou obrigada a agüentar os moços “babando” nas garotas pagando…bah, deixa pra lá!

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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05/12/2007 - 15:10

As redes sociais estão, definitivamente, na moda e não somente no universo web 2.0, vale ressaltar.
Colin Campbell, editor-chefe do site Next Gen, fundou recentemente o Videogames Journos Network, uma rede social voltada, exclusivamente, aos profissionais que atuam na área.
A ferramenta, que funciona quase como um Orkut Gamer, possui atualmente 338 membros, todos especialistas, sediados nos quatro cantos do mundo. As features disponibilizadas para quem se cadastra no sistema lembram outras Network como MySpace e Facebook, por exemplo.
Os membros podem discutir em fóruns, fazer parte de grupos específicos, além de publicar fotos e vídeos. O Videogames Journos permite também adicionar amigos, assinar feeds de RSS e até “blogar”.
Sites e veículos renomados como o fórum Destructoid, ou mesmo a revista digital sensacional The Escapist, já marcaram presença na rede, assim como a Revista Official do Xbox 360 (a gringa).
Os brasileiros, é claro, não estão de fora. O grupo “Brazilian Game Journalists” possui 5 membros ativos que levam para o mundo um pouco do que é produzido no país.
Campbell utilizou a plataforma Ning como base para a sua ferramenta. Essa engine pode ser customizada de acordo com as necessidades dos interessados e utilizada amplamente nos mais diversos segmentos. Adorei!
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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03/12/2007 - 15:13

Escolher o que seus filhos podem ou não jogar é sempre uma tarefa complicada. E foi pensando nisso que John Davison, ex-editor da EGM gringa, desenvolveu um projeto bacanérrimo chamado What They Play. O site, totalmente voltado aos pais de crianças gamers, é super completo e cheio de reviews, todos elaborados sob a ótica dos chefes de família.
Mas esse não é o único guia da web voltado aos pais receosos. O Gaming with Children é um blog interessante onde é possível encontrar dicas de quais jogos comprar para os filhos. Já o GamerDad é um site mais completo, nos moldes do What They Play, editado pelo fofíssimo Andrew Bub.
Entrevistei Bub recentemente – que inclusive disse em seu site que eu era “a very polite young journalist” – para uma matéria bacana sobre a influência dos games na educação infantil. Veja abaixo o bate-papo na íntegra:
Renata Honorato: Você acredita que as crianças podem ser influenciadas por games violentos?
Andrew S. Bub: Eu acredito que uma criança imatura, inocente ou exposta a violência pode ser influenciada por games mais violentos, sim. Mas a história também mostra que as crianças nessas condições podem ser influenciadas por diversas coisas. Eu não acredito, entretanto, que algumas crianças possam se tornar adultos violentos somente por jogar games violentos. Elas sabem que o mundo é um lugar perigoso e um local onde elas não têm poder. Os games proporcionam as crianças uma sensação de realização. Desde que os jogos se tornaram mais complexos, as crianças se sentem motivadas a buscar um determinando objetivo.
R.H: No Brasil quem categoriza a faixa etária de um jogo são órgãos governamentais e não uma instituição específica. O que você acha dessa posição?
A.B: Eu prefiro como ocorre nos Estados Unidos por que eu acho que uma organização especial é mais ágil e preparada. Por exemplo: nos EUA nos temos um game que coloca o Governo no papel de vilão. Eu não tenho certeza, mas seria complicado para o próprio Governo não ter problemas com isso.
R.H: Você acha que o modelo de categorização vigente atualmente é correto? Você acha satisfatório o trabalho da ESRB?
A.B: Eu acho que eles fazem um bom trabalho. O GamerDad segue essas categorizações, mas completa as informações. Eles dizem que um game é violento, mas alguns pais precisam saber mais. O GamerDad analisa e supre essa necessidade, ajudando os pais na hora da decisão final.
R.H: Você joga com os seus filhos?
A.B: Sim. Agora eles têm 7 e 4 anos, então não jogamos todos os games que eu gostaria. Sempre vou jogar com eles. Eu amo os games e estou procurando mostrar o melhor para os meus filhos.
R.H: Como podemos utilizar melhor os games na educação das crianças?
A.B: Todos os games ensinam coisas, mas alguns ensinam coisas melhores. Um jogo como Civilization IV pode ensinar muito sobre a história das civilizações. Podemos utilizar melhor os games, escolhendo os jogos que podem ensinar o que queremos que as crianças aprendam. Nem todos os games são violentos e sangrentos. Alguns são simulações e outros de aventura. Também acho que os jogos podem ser divertidos. Nas salas de aula, por exemplo, os games podem ensinar as crianças a vencerem jogando juntas.
A matéria completa está aqui, oh.
Crédito//foto: Flickr .Y0YI.
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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