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Arquivo de maio, 2007

30/05/2007 - 16:34

Game Journalism

Pessoal, pessoal, acabei de descobrir que os jornalistas de games têm uma espécie de associação internacional voltada, exclusivamente, a “categoria”. Batizada de “Internacional Game Journalists Associoation“, a iniciativa, ainda informal, reúne em um mesmo espaço de discussão os profisisonais de todo o mundo que atuam nesse segmento.

E para a alegria geral da nação – gamer -, o pessoal de lá publicou uma nota deveras interessante sobre o primeiro manual de redação e estilo direcionado aos jornalistas de games. Bacana, né? Os responsáveis pelo E-book foram David Thomas, jornalista especializado em arte e tecnologia, Kyle Orland, fundador do site Super Mario Bros. HQ e Scott Steinberg, autor do livro Videogame Marketing and PR.

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/05/2007 - 14:36

Ela é a “mina”

Lara Croft, uma das heroínas mais importantes dos games, completa 10 anos este ano. Para homenagear tal beldade – por que toda garota já sonhou em ser Lara Croft por um dia -, a Eidos preparou uma edição especial, o Tomb Raider Anniversary, que deve chegar às lojas no próximo mês.

Agora, aqui entre nós, girls, a Angeline Jolie era muito mais PODEROSA como Lara do que Karima Adebibe, não? O que vocês acham?

Encontrei um vídeo no You Tube que faz jus a estratosferica trajetória da heroína. Divirtam-se!

Crédito//Imagem: Divulgação
Legenda: Esq. Angelina Jolie como Lara Croft; Dir. Karima Adebibe posando como heroína

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/05/2007 - 15:03

A maldição das três luzes vermelhas

Uma das coisas mais aterrorizantes de quem compra um Xbox 360, console da Microsoft, é a maldição das três luzes vermelhas, um problema que simplesmente faz pifar o videogame.

O defeito, ainda um segredo para a multinacional, que até então não encontrou uma solução para o problema, assusta e desespera aos felizes donos da máquina, uma das mais “bem cotadas” do mercado.

Para quem comprou o 360 no Brasil, uma “luz” – sem querer fazer nenhuma analogia – no fim do túnel: em virtude da garantia, quem tiver o azar de pegar um console com o defeito pode recorrer ao atendimento do consumidor a fim de uma solução.

A questão, no entanto, é conseguir fazer com o que o videogame volte a funcionar. Um “amigo”, que comprou seu console há 4 meses, simplesmente está sofrendo com a Microsoft por causa das tais “3RL (three red lights)”. Depois de uma partida excitante de Dead Rising, seu 360 apresentou o maligno sintoma e bateu as botas. Como havia comprado o console no Brasil, recorreu à empresa. O evento aconteceu na quinta-feira, dia 10, à noite, quando o “dono infeliz” (vamos identificá-lo assim, okay?) tentou ligar no suporte, mas não obteve nenhum sucesso. De acordo com a mensagem gravada, o atendimento só pode ser efetuado das 09h00 às 19h00.

No dia seguinte, sexta-feira, dia 11, o “dono infeliz” ligou novamente para o suporte e recebeu a instrução de que deveria aguardar um contato telefônico da Officer do Brasil, distribuidora da Microsoft no país. Na ligação um funcionário explicaria quais os procedimentos padrão para o recolhimento do console em sua residência. O prazo para esse contato foi de 3 dias úteis, no entanto NADA aconteceu ao final da difícil espera (quem joga sabe bem como é complicado ficar sem o videogame em casa, né?). Detalhe ainda mais desesperador: de acordo com o suporte, depois que a Officer recolhe o console é necessário esperar, pelo menos, mais 12 dias úteis para que o conserto (ou troca) seja efetuado. Bom, voltando a saga do “dono infeliz”: depois de aguardar o prazo, DI ligou novamente para a central de atendimento e forneceu o número do chamado. A informação passada para o moço foi a seguinte: “Ainda não consta nenhuma atualização no número do chamado. Escreveremos um e-mail para a supervisora pedindo para que entre em contato com a Officer, para então entender o motivo do atraso. Caso a Officer não entre em contato com o senhor até segunda-feira, dia 18, favor ligar novamente. Pedimos desculpas pelo transtorno. A Xbox Brasil agradece o contato. Boa tarde!”.

Bem, para ninguém sair falando por aí que sou uma jornalista sem escrúpulos, aviso a todos os leitores Game Girl que esse post acabou de ser enviado à Microsoft ;p

Depois publico aqui a resposta da empresa, okay?

Tadinho do “dono infeliz”, né? Fiquei até com dozinha do rapaz…

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/05/2007 - 22:38

Cereal The Sims

Okay, veja bem o que acontece se alguém que faltou às aulas de língua portuguesa e/ou inglês tentar burlar os direitos autorais da Electronic Arts “via Google”.

Primeiro resultado, hein?

ADORO!!!

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/05/2007 - 15:06

Nintendo? Ainda não!

Não se falou em outra coisa. A notícia da chegada da Nintendo ao Brasil, por meio da instalação de uma base em Santa Catarina, publicada no jornal Diário Catarinense, não confere, segundo a assessoria de imprensa do Governo do Estado.

De acordo com eles – o pessoal da assessoria de imprensa -, o que o artigo quis dizer foi que “uma empresa americana, instalada no estado da California, Estados Unidos, desenvolvedora de jogos para a Nintendo” está participando do projeto “Pólo de Games”, iniciativa do Governo de Santa Catarina.

O “boato”, que correu em blogs e sites especilizados durante o final de semana, infelizmente não passa de um erro de comunicação. Snif, snif. Parabéns ao Daniel Galera, editor do blog Jogatina, por “levantar a bola” em um de seus posts.

A seguir, cenas do próximo capítulo com relação ao tal “Pólo”.

See you

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/05/2007 - 19:17

E ele só tem 3 anos!

Vai, fala que não é uma graça…

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/05/2007 - 18:07

Quem disse que jogar não pode ser BEM divertido?

Agora, sim, não há mais nenhum motivo para os games servirem de alicerce às infidáveis brigas entre casais de namorados. Depois de Invible Bra, chegou a vez do revolucionário Intimate Controllers Game Console conquistar o “coração” das game girls ;p

No site oficial Jenny L Chowdhury, dona da invenção, diponibiliza a apresentação do projeto. Interessante, não?

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
04/05/2007 - 21:59

Morto NÃO, vá!

Acontece em Malmö, na Suécia, nos dias 15 e 16 de maio, uma mesa-redonda cujo objetivo será discutir o futuro do jornalismo de games na Europa e no mundo. Interessante, não? Eu achei!

O release, publicado hoje no Games Press, chamou minha atenção principalmente pelo título bastante direto: “A morte do jornalismo de games?”. Claro que não é a primeira vez que esse assunto vira pauta de um painel. A credibilidade dos profissionais que trabalham nesse meio já é colocada à prova há muitos anos.

O argumento é sempre o mesmo e gira em torno das relações perigosas que permeiam os veículos de mídia e as estranhas “parcerias” entre imprensa e publishers. Isso é fato, ponto. Mas até onde toda essa história ilustra a realidade? Não será apenas intriga da oposição ou especulação pura e barata?
Eu respondo: “É um pouco de tudo!”.

Infelizmente já soube de histórias macabras onde um review foi “editado” sob argumentos nada convincentes. Mas “pera lá”, esses casos isolados não podem colocar na fogueira todos os demais profissionais que perdem horas de sono jogando um game – por que, sim, a maioria dos jornalistas JOGA antes de escrever -, não é verdade?

Eu, pessoalmente, nunca tive problemas do tipo. Mesmo com os estreitos contatos com publishers aqui instaladas – isso é muito comum aqui no Brasil e, imagino, fora também – nunca sofri nenhuma represália por criticar negativamente um título.

Claro que essa discussão é comum também em outras áreas do jornalismo como música, por exemplo. Quem aqui se lembra do caso Maria Rita?

Apesar de toda essa ladainha acerca da ética do jornalismo mundo afora, prefiro acreditar na integridade de alguns “colegas”, não é mesmo?

Veja o que pensam alguns DELES:

Game Girl: Você acha que o jornalismo de games está morrendo e caindo nas graças das publishers?

Eduardo Trivella – Editor da Revista Dicas e Truques Playstation
“Acho que não. Toda hora tem gente nova entrando nesse ramo”

Fábio Bracht – Colaborador da Revista EGM Brasil
“Não se eu puder evitar”

Claudio Batz – Editor do site Games Brasil
“Absolutamente não! Embora existam, sim, alguns veículos em que fica muito evidente a falta de uma abordagem mais profissional, esbarrando até em questões éticas na divulgação das novidades e releases, acho que ainda existe muita coisa boa e interessante no jornalismo de games (tanto no Brasil como lá fora), que não divulga qualquer coisa que recebe e sabe impor a sua opinião não importando quem seja ou o tamanho da publisher”

Renato Bueno – Editor da Revista EGM PC
“Morre não. Mas cai nas graças, em alguns casos, ou no esquecimento, em outros. O que nunca é bom. Indústria imatura? Jornalismo juvenil? O problema é que nos pautamos por “falar bem” ou “falar mal”, como se fosse impossível ir além.”

Pablo Miyazawa – Editor da Revista Rolling Stone e do blog Gamer.br
“De jeito nenhum. Na verdade, é o contrário. Acredito que o jornalismo de games, pelo menos no Brasil, é cada vez menos reféns das publishers. Aliás, publishers no Brasil? Elas dificilmente interferem em nosso trabalho, visto que a presença delas é pequena para ser considerada relevante. Lá fora isso pode até acontecer, mas aqui, não vejo muita gente de rabo preso, preocupada em não desagradar as empresas. A não ser em se tratando de revistas oficiais, mas aí a coisa muda de figura. Fora desse aspecto, nosso jornalismo de games é independente, até demais da conta. Falta união a essa classe”

Onde impera o bom jornalismo de games, uhu!

Jornalismo de Games

Jogatina

Game Repórter

GameBlog

Gamer.br

Hadouken

Antes que atirem pedras, adianto: “Existem outros sites e blogs muito legais, mas por razões óbvias (hoje é sexta-feira) acabei não lembrando de todos” ;p

PS. Só para constar: “É claro que a The Escapist já abordou o assunto“.

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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