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Arquivo de fevereiro, 2007

22/02/2007 - 22:14

Miss Video Game

Estereotipo. Não é difícil encontrar milhões deles para as meninas que confessam jogar videogames. Eu não ligo muito para isso, já que sou uma geek assumida, mas há quem realmente se ofenda com as piadinhas de mau gosto, comuns em rodas de amigos.

Para acabar de vez com a lenda de que somente meninas feias e mal amadas gastam tempo com World Of Warcraft, Guitar Hero, Counter Strike, God of War ou qualquer outro jogo bacana, uma galera bem espertinha anda organizando um concurso bastante inusitado: o Miss Video Game.

É isso mesmo. Um concurso de beleza voltado, especificamente, para garotas que se amarram em uma jogatina. Ao todo são mais de 300 candidatas, dos mais diversos países. Infelizmente nenhuma brasileira entrou na parada, pelo menos não neste ano. Bem que na próxima edição as game girls from brazil podiam sair do casulo, né? Juro que faria uma mega divulgação por aqui. Afinal, é preciso defender a classe ;p

Bem, andei fuçando o perfil das concorrentes e tem muita menina inscrita que faz jus ao nome do concurso. Claro que algumas, penso eu, acham que o Wii é de comer (haha). Anyway, melhor deixar o veneno de lado, né?

A grande final acontece em Montreal, Canadá, e o prêmio para a vencedora será uma mega viagem para Cabo San Lucas, no México. A moça sortuda ainda ganha, de lambuja, um ensaio produzido por um fotógrafo profissional. Coisa fina.

Segundo o site oficial do MVG (eles têm até uma sigla “responsa”), o objetivo da iniciativa é:

1- Mostrar o talento das meninas e a diversidade do público gamer;
2- Criar um perfil positivo para as garotas que estão começando a jogar;
3- Quebrar o estereotipo de que jogadores do sexo masculino predominam a indústria;
4- Criar um ambiente amigável e favorável para as garotas.

Eu adorei! Escolham suas candidatas e votem agora mesmo.

Obrigada pelo link, Mr. Manson (hoho) ;p

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/02/2007 - 17:50

Uau!

O blog Game Life, da revista norte-americana Wired, publicou recentemente um post deveras interessante. Segundo um estudo britânico, mulheres que jogam videogame fazem mais sexo do que as que não jogam.

O que vocês, game girls, dizem a respeito? Será que o mesmo acontece com os homens?

Mais aqui, oh!

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
13/02/2007 - 18:32

Blogar é preciso

Mais uma empreitada da escriba que vos fala ;p

Blig Second Life

É Renata Ock, meu alterego, “curtindo a balada” também no mundo virtual!

Crédito//Imagem: Flickr milady Guillaume

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/02/2007 - 02:46

Qual é a música?

Há algum tempo queria abordar a fusão games e música por aqui. Primeiro porque amo música e sou traumatizada por nunca na vida ter tido uma banda (agora vocês entendem meu apreço especial pelo Guitar Hero, né?) e segundo por fazer dos games meu ganha-pão.

Quando comecei a me aventurar por essa vertente meio maluca que é o jornalismo de games, escutei de um amigo algo que só agora, quase três anos depois, passa a fazer um certo sentido. Escrever sobre jogos é “cool”, “cult”, “descolado” e está “na moda”. Okay, sempre odiei os tais modismos e, confesso, já pertenci ao lado extremista da força (com direito a voto para o PSTU e o escambau). Mas agora, aos “vinte e poucos”, e tendo muitos, muitos, mas muitos jogos para comprar comecei a curtir essa tal idéia.

E a curtição nada tem a ver com as recentes abordagens feitas por gente bacana, que reconhece nos games mais um braço da arte moderna. E nem pelo fato de hoje conseguir entrevistar o Ministro da Cultura ou seus Secretários para falar – quem diria – sobre GAMES. A mudança é ainda mais complexa. Os jogos fazem parte da vida social de um grande percentual da população e entraram definitivamente no hall da fama.

Ah, minha gente, e isso é ótimo!

Tá, mas onde entra a música nessa filosofia toda? Bem, a música atualmente entra em tudo. Nunca tantas bandas cederam (ou venderam) direitos autorais para produtoras de games incluírem em suas trilhas músicas inéditas – ou não; nunca se produziu e divulgou tantas trilhas sonoras exclusivas de jogos; nunca um espetáculo como o Video Games Live deu tanto o que falar; nunca tantos novos artistas buscaram nos games inspiração musical para suas obras. É uma coisa surpreendentemente maluca.

Como reflexo dessa fusão genuinamente perfeita, a revista The Escapist dedicou toda a edição de número 80 ao assunto. Mais do que questionar o papel da música nos games de uma maneira simplista, a publicação citou “os caras” que estão por trás, nos bastidores, e revelou quem são os compositores responsáveis por parte de alguns trabalhos memoráveis.

Não vou negar que enlouqueço (no bom sentido) quando um jogo traz uma seleta lista de bandas bacanas (caso do Guitar Hero, por exemplo), entretanto tenho que confessar que algumas canções exclusivas marcam a memória e fazem brotar a saudade sempre que escutadas em outras ocasiões. Não vale tomar como referência Super Mario ou Sonic, afinal eles já entraram para a história. É preciso ressaltar a genialidade de quem cuidou das trilhas de We Love Katamari (Katamari Damacy), LocoRoco, God of War, Final Fantasy, Shadow of the Colossus, Wario Ware e, claro, Kingdom Hearts, cuja “canção-tema” – termo que acabei de inventar – é a mais linda de todos os tempos.

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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