Wiitar!
Estou impossível hoje, concordo, mas este OUTRO vídeo “by You Tube” não poderia ficar de fora. Agora, entre nós, a Nintendo é muito emo mesmo, não? (rs)
Deliciem-se!!
Estou impossível hoje, concordo, mas este OUTRO vídeo “by You Tube” não poderia ficar de fora. Agora, entre nós, a Nintendo é muito emo mesmo, não? (rs)
Deliciem-se!!
O You Tube rende boas gargalhadas, podem acreditar! Assistam ao vídeo de hoje:
“A ‘É3′ esse ano foi pura inovação
Inovação nas mentiras, na cara-de-pau e na imitação”
Valeu pelo link, Vasone!
Vídeo bacanérrimo sobre a evolução dos games. Obrigada, Márcio, pelo link. Adorei!!!

E não é que esse lance de segunda vida é divertido. Ontem, depois de muito falar – e escrever a respeito – conheci pessoalmente o tal do Second Life. A realidade virtual, que não é um jogo, mas um “metaverso”, como diz meu amigo Daniel Trócoli, é deveras interessante.
No começo era meio avessa a simulação, afinal nunca tive muita paciência para esse tipo de “vida”, entretanto foi praticamente impossível ignorar um dos maiores “hypes” da internet, né?
Bom, diferente de todas as “primeiras vezes”, nascer foi muito fácil. Baixei o client, me cadastrei no site do Second Life, criei meu avatar e pronto. Lá estava Renata Ock perdida na imensidão dessa dimensão virtual.
Na verdade mesmo o que mais me motivou a entrar na moda foi saber de uma festinha que a DM9 realizara dentro do mundo paralelo. O evento, que aconteceu na última terça-feira, em uma baladinha chamada Central do Brasil, reuniu uma galera bacana e marcou o final de ano da agência – cuja festa real era realizada simultaneamente.
Uma coisa é bem verdade: você nasce feio para burro. Até pegar as manhas e ganhar um dinheirinho para comprar roupinhas transadas e acessórios – alguns bizarros -, seu personagem ou avatar fica meio “chocho” diante dos demais. Nada que você não possa superar, adianto.
Aprendi a voar (coisa meio Peter Pan, sabe?), a procurar ilhas, lugares específicos, pessoas e até a sentar. Uma evolução sem tamanho para apenas 40 minutos de vida. De quebra ainda consegui deixar a Renata Ock bonitinha, de bermuda, chinelo, camiseta e até, quem diria, delineador nos olhos (haha).
A empolgação do começo é claramente perceptível. Quem presenciou – na vida real – minha experiência na festinha virtual percebeu o quanto uma simulação mexe com quem está diretamente envolvido.
Enfim, cheguei à festinha, ainda meio perdida, e comecei a puxar papo com quem estava compartilhando do mesmo ambiente. No começo você “meio que fala para as paredes”, mas em menos de 5 minutos chega alguém para conversar. Second Life é quase que um chat gigante. Quem é do tempo das salas de bate-papo UOL entende mais ou menos o que quero dizer.
Apesar de chegar bem no começo da baladinha, a música rolava solta e o clima de agitação tomava conta do espaço. Os “gatos pingados” davam lugar a uma “tchuma” animada e, mesmo sem ter muito que fazer, o pessoal encontrava as mais diversas maneiras de interagir.
Enquanto aprendia a dançar conheci um avatar simpático que dizia estar no local a trabalho. Não lembro qual era seu “nome” ou a qual família pertencia, entretanto o tal avatar dizia ser de Madrid, Espanha, e explicava ser o “dono” do mendigo que virou notícia há alguns dias.
E o Brasil já está presente – literalmente – nesse segundo mundo. Depois de conhecer a agência da Reuters, na qual me perdi diversas vezes, fui passear nas proximidades da Agência Clique e do Banco Real. Coisa fina, não?
Second Life, que possui hoje quase dois milhões de usuários, chega ao país este ano. O beta fechado começa ainda neste mês; o lançamento oficial acontece em janeiro. A ilha chamada Brasil, onde todos os que baixarem o client por aqui nascerão, será customizada e trará cenários bastante familiares como paisagens cariocas (Corcovado) e paulistanas (centro velho de São Paulo, avenida Paulista).

Renata Ock, meio perdida, na festinha

Desculpem a “falta de foco”
Saiu nesta quarta-feira, 06, no Caderno de Informática do Jornal Folha de São Paulo. Controle bumerangue? Ai, ai, ai! Desde a E3 (ou um pouquinho antes), em maio último, que o joystick do console, além da sua cor, mudaou drasticamente. Essas fotinhos de divulgação “engana jornalista” dão um trabalho ;p
Olha que o achei no GameBlog!!!

Pablo Miyazawa, eu e Felipe Azevedo “brincando”
com o PS3 na redação da Editora Europa
A propósito vou aproveitar o post para desejar toda sorte do mundo a querida amiga “game girl” Flávia Gasi. A moça é a mais nova integrante da redação da Editora Europa e terá de enfrentar madrugadas de fechamento ao lado de Trivas (Eduardo Trivella), Nelson, Petró e cia. Beijão, Flá!!!

Aconteceu! Second Life desembarcou em terras brasileiras.
Publiquei ainda pouco uma matéria aqui, oh!
;p